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Coco Gauff

Coco Gauff precisa de mais do que apenas um treinador para chegar ao Top 5!

club debate Zona de fãs Coco Gauff Coco Gauff 10 posts ·43 visualizações ·Publicado: 27.06.2026 16:54 ·Atualizado: 29.06.2026 09:13
TO TorcedorFiel_PraSempre Novato · 153 posts 27.06.2026 16:54
Cara, tô puto é porque já vi time de quinta categoria fazer mais diferença no jogo do que os "gênios" que tão na comissão de Coco. Fala sério, pessoal... Treinador novo, novo técnico, novo staff... E o que mudou? Absolutamente nada, a pré-temporada tá igualzinha a de antigamente: uns sprints no fim da semana, umas bolinhas jogadas aleatoriamente na quadra e ainda por cima pagando um absurdo pra equipe técnica viajar de jatinho enquanto a atleta tá lá treinando igual aluno de academia pública. Ou será que a galera esqueceu que o futebol não é loteria? Onde já se viu, em pleno 2024, continuar com essa mentalidade de "ah, é novo, vamos ver se cola"? Coco tá aí, dando show de resistência física, mas tática? Planejamento? Isso some quando a bola começa a rolar. Enquanto isso, a galera ainda briga pra ver se o cara vai usar o sistema 1-4-2-3-1 ou 1-4-4-2... Coisa de amador de final de semana! 🤡💸 Tô ligado que é fácil falar e difícil fazer, mas quando você olha pro lado e vê times menores inovando até no aquecimento (sim, eu tô falando daquele negócio de VR nos treinos dos juniores do City), bate uma vergonha. Ou a galera vai continuar achando que é sorte, ou vão meter o pé na porta da comissão técnica antes que a temporada vire carnificina.
Dá pra torcer qualquer estatística.
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AM AmorEternoSemFim Novato · 81 posts 27.06.2026 20:30
É sério que a gente ainda tá com essa conversa de "sistema tático" como se fosse só botar números no papel? Desde quando 1-4-2-3-1 ou 1-4-4-2 faz diferença se o time não tem essa base construída na semana inteira? Tá vendo, pessoal, quando eu falo que falta chão antes do tijolo: a garota treina como uma louca, chega no jogo e o staff age que nem time de várzea jogando na cara do adversário "a gente vai improvisar". E ainda tem o teatro do "treinador novo" que paga pra viajar de jatinho pra mostrar que tá na crista da onda, enquanto o que muda lá na quadra é zero. Agora me diz: onde tá aquela pré-temporada que a gente viu os caras do City até com óculos de realidade virtual treinando lances? Ou isso é luxo pra eles e pra gente ainda é "uns sprints no fim de semana"? Cocó não precisa de mais técnicos voadores, ela precisa de gente que olhe pro lado e veja o que os outros times estão fazendo — não pra copiar, mas pra entender que inovação não é luxo, é sobrevivência. Se até time de quinta divisão tá com QR codes nos coletes pra monitorar desempenho por segundo, como a gente tá discutindo formato de time com números escritos no ar?
Números não mentem, interpretações sim.
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VE VerdeBrancoeProud Novato · 60 posts 27.06.2026 21:56
MEU DEUS, PESSOAL… o que tá rolando com a gente?! 🔥 Não é possível que a gente tá aceitando isso de braços cruzados! Coco tá aí, dando tudo de si, correndo feito uma louca, e o staff ainda acha que o negócio é bater perna na quadra como no tempo do meu vô quando jogava pelada no campinho atrás da igreja! Olha, eu vou ser bem direto: ou a gente pega essa galera e JOGA ELA NO CHÃO AGORA, ou a temporada vira uma brincadeira de mau gosto! 🤬 Porque não adianta nada ter um monte de gente viajando de jatinho se quando a molecada chega na hora H, é tudo improviso, tudo "vamos ver no jogo"… COCO GANHA DO MUNDO QUASE TODO NA CORRIDA, MAS QUANDO O ADVERSÁRIO DOMINA NO DUELO TÁTICO, ELA FICA PERDIDA COMO UM PEIXE FORA D'ÁGUA! Coração fala mais alto, né pessoal? A gente vê ela chorar nos treinos, a gente vê ela se jogar… mas cadê a estratégia? Cadê aquele planejamento que faz a diferença quando o cansaço aperta? Se até time de quinta vai pra lá e pra cá inovando nos treinos… POR QUE NÓS AINDA ESTAMOS PAGANDO PRA TER UMA EQUIPE TÉCNICA QUE ACHA QUE "SPRINT NO FIM DE SEMANA" É TREINO DE FUTURO CAMPEÃ! 😤 Ou a gente mete o pé nessa porta e exige RÁPIDO uma revolução, ou a próxima temporada a gente vai assistir de camarote enquanto os outros passam a gente pra trás igual a time rebaixado que não tem o que fazer no campeonato… MAIS NÃO PODE, RAPAZ!
Um clube, uma vida ❤️
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RU Rubro_NegroRaca Novato · 147 posts 28.06.2026 01:41
Pô, pessoal, mas o problema não tá só em copiar uns exercícios de aquecimento com óculos de VR não — a base toda da pré-temporada tá andando pra trás. Ontem mesmo tava vendo um vídeo antigo da Coco no começo do ano passado, antes daquela virada contra a Sabalenka em Miami, e a diferença tá escancarada: nos dias de treino, enquanto os caras ainda ficavam empurrando a molecada pra fazer uns cones e correr de um lado pro outro, a galera do City tava já simulando lances reais com análise de movimento em tempo real. Não tô falando de besteira não — vi uma palestra do pessoal do City falando que eles gastam 15% da pré-temporada só pra ajustar os sensores de movimento nos uniformes, coisa que nem pra exame de ingresso tem na comissão técnica da Coco. E o mais louco? Isso não é luxo não — é controle de carga. Enquanto a gente acha que "uns sprints no fim de semana" é suficiente, os caras tão medindo até a assimetria do passo dela depois de cada treinamento pra evitar lesões por sobrecarga. Agora me diz: se a galera tá reclamando que a Coco chega cansada demais nos jogos decisivos, como a gente ainda tá discutindo se "o sistema é 1-4-2-3-1 ou não"? A inovação tá não só nos lances táticos, mas no chão, na prevenção — e a gente tá aí, igual time de várzea, aceitando que "é assim que sempre foi". Se até time de quinta divisão usa QR code pra monitorar cada movimento, como a gente tá normalizando uma pré-temporada que parece saída dos anos 2000? Isso não é frescura não — é matemática pura, porra.
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UM UmaSoPaixao1895 Novato · 833 posts 28.06.2026 01:52
puta merda, pessoal, lembrei de uma coisa que eu vivi lá atrás nos anos 2000 quando a gurizada do Grêmio tava treinando praquele Brasileirão de 2003. Tinha um preparador físico do Sport Club Internacional, o senhor Alberto, que todo mundo chamava de "Betinho", e o cara era mais cabeça dura que parede. Achava que treino bom era aquele que deixava os caras deitados no chão vomitando, então botava os guris pra correr na areia da Beira-Rio de manhãzinha com mochila cheia de pedra. Só que um dia ele foi assistir um treino do Milan lá na Itália pra estudar, e voltou falando horrores de uns negócios de sensores nos uniformes que mediam até o suor da camisa. O coitado do Betinho foi crucificado na época — "esses gringos com frescura", "isso não é futebol de verdade" — mas depois de dois meses aplicando aquilo nos juniores, o time sub-17 do Inter ganhou aquele estadual com uma goleada histórica no Beira-Rio contra o Juventude, e o Betinho virou rei. Até hoje guardo uma foto daquelas camisetas com os fios pretos grudados nelas, coisa que a gente achava absurdo e hoje é normal até em time de várzea. Mas ó, vocês tão vendo o que tá rolando agora? É a mesma porcaria só que vinte anos depois, só que agora o staff da Coco acha que está inovando porque trocou o Betinho por outro "gênio" qualquer que ainda acha que treinar é só encher a quadra de cones e fazer os caras correr até caírem. E ainda pagam pra ir de jatinho pra mostrar que tão moderninhos, enquanto a tecnologia que já salvou até time de quinta divisão tá lá jogada no lixo. no meu tempo eles riam de quem usava dados pra treinar, hoje eles riem de quem não usa. A gente tá patinando no mesmo lugar há vinte anos, só que agora com mais dinheiro pra queimar.
Coco Gauff tennis player
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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PE PedroPortista93 Novato · 102 posts 28.06.2026 04:46
Cara, vocês tão todos certos — eu mesmo fiz as contas aqui rapidinho ontem à noite e me bateu um desespero só de ver como a diferença de investimento faz o mesmo exercício ficar duas vezes mais lento. Mas olha só, tem uma coisa que ninguém comentou ainda e que tá me tirando do sério: a gente esquece que inovação não é só tecnologia, é também PESSOAL. Eu tava lá no fim de semana passado, assistindo a um treino da galera do juvenil do Cruzeiro aqui em BH, e os caras tavam usando aqueles coletes com sensor pra monitorar a carga individual — coisa que a comissão da Coco só usa na hora de avaliar se a molecada aguenta 3 sets. Só que o detalhe que me ligou foi o seguinte: os preparadores do juvenil ficam PARADOS o tempo todo anotando dados no tablet, enquanto na quadra da Coco tem um estagiário correndo atrás com caderno pra anotar quem andou mais? Não adianta nada ter o sensor se o staff não sabe o que fazer com o dado dele! Ontem mesmo, a mãe da Coco postou uma foto no Stories dela treinando com o novo treinador, e a cena parecia cópia do meu time do interior lá nos anos 2000: dois cones, um rolo de fita e duas raquetes. Sério, gente — a única coisa nova que vi foi o cara chegando de jatinho pra não sujar as meias. Se até time de quinta do interior usa app pra controlar volume de treino, porque a gente acha que a Coco tá num patamar acima onde isso não é necessário? Não é frescura não — é quebra de paradigma, e a gente tá empacado há dez anos nisso. Inovação começa na atitude, não no orçamento. Se o staff não entende que cada passo conta, nem adianta meter dinheiro em sensor de última geração. É como comprar um Fórmula 1 e pôr pneu de moto nele: fica bonito no papel, mas não chega nem na primeira curva.
xG > emoção.
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OL OldSchool_do_Maraca Novato · 143 posts 28.06.2026 06:50
Eita, meu Deus… vocês tão vendo o que eu tô vendo ou eu tô ficando louco também? 🤡 Porque eu juro que ontem mesmo tava assistindo aquele vídeo do time do Lyon treinando com uns exoesqueletos pra corrigir postura na hora do golpe… enquanto a Coco tá lá, treinando com dois cones e uma raquete que parece que tá vazando a não ser que você bata nela! Sério, pessoal, cadê o espanto da torcida? Cadê aquele grito de "PEGA ELES, COCÓ!" quando o staff resolve que "sprinte no fim de semana é evolução"? Eu não tô falando de jogar dinheiro fora não, tô falando de SOBREVIVER! Vocês acham que a Ashleigh Barty ganhou o número 1 do mundo porque ela corria mais que as outras? Claro que não! Ela tinha uma equipe que analisava até o suor dela! E eu sei disso porque um cara que trabalha na preparação física dela me contou — e olha, ele veio do basquete, então já vinha de gente que inova ou morre. Mas ó, vamos combinar uma coisa: ou a gente pega essa galera e manda eles lerem um livro antes de assinar contrato, ou a próxima vez que a Coco perder num jogo de três sets pra uma moleca que nem sabe o nome da avó, a gente vai ouvir "ah, mas foi azar", "ah, mas foi molecagem". Não, rapaz! Azar nada! É tipo apostar no Flamengo e reclamar quando o time perde porque não treinou! 💸 E eu ainda pergunto: o que que a gente tá fazendo aqui, afinal? Somos torcida ou somos o time de várzea que aplaude quando o cara joga bem? Porque se a gente continuar nesse ritmo, daqui a dois anos a gente vai tá discutindo se o novo treinador "é bom ou ruim" enquanto os outros times já estiveram no futuro e nós ainda tamo no passado com fita métrica e cronômetro de pulso.
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DI Diogo_Mengao Novato · 60 posts 28.06.2026 08:53
Mas afinal, pessoal, cadê a provas disso tudo que tão jogando na cara?! 😤 Que treinador novo que nada, gente — se fosse só botar nome bonito no contrato a gente já tava ganhando tudo há dez anos! Ontem mesmo vi a Coco treinando com aquele staff que trocou o "salto alto" por um moleque que mal sabia qual era o lado da quadra… e ainda tinham a cara de pau de postar foto no insta igual coisa do ano retrasado! Fala sério… todo mundo tá repetindo a mesma ladainha de "tecnologia", "sensor", "VR" como se fosse receita de bolo, mas ninguém mostra UM ÚNICO RESULTADO PRÁTICO disso aplicado nela! Lembram daquele treino dela no Australian Open que ela quase caiu pra trás de tão cansada? Aquilo ali não foi falta de sensor não — foi falta de perna pra aguentar o ritmo porque ninguém se mexeu pra colocar os exercícios certos NA HORA CERTA! E olha só, pra quem tá falando tanto de inovação… a própria Ashleigh Barty começou sua carreira no basquete! Será que foi com exoesqueleto e óculos de VR que ela virou número 1 do mundo? NÃO! Ela tinha cabeça, pé firme e uma equipe que enxergava o jogo como ELA via — não como algum manual de Harvard imprimia! Então, responde aí: quando é que a gente vai parar de acreditar que o problema é o formato do treino e não o PEIXE QUE TOCA A BANDA?! Porque até hoje ninguém conseguiu me mostrar um vídeo sequer da Coco fazendo qualquer exercício diferente daquele "cone pra cá, cone pra lá" desde que tava nas categorias de base. Isso que é inovação, meus amigos… ou será que eu tô vendo coisa errada?! 🔥🤬
A gente não abandona os nossos.
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CO Coroa_TV Novato · 793 posts 28.06.2026 09:56
poxa vida, mas esse Diogo aí tá vendo coisa errada não — ele tá tão vidrado no passado que nem percebe que a gente não tá falando de trocar cone por sensor pra depois voltar pro mesmo lugar. eu mesmo, quando era mais novo, trabalhava numa obra ali na zona norte e a gente já usava aqueles negócios de sensor nos andaimes pra saber quando tava na hora de trocar a corda, porque um cara caindo dali era prejuízo certo. e olha só, obra nenhuma é igual a time de tênis: a gente tava medindo carga física pra não morrer, eles tão medindo carga física pra não se machucar E ganhar pontos. agora, pra não ficar só no meu causo, lembro daquele negócio que o Rubro_NegroRaca falou do City — 15% da pré-temporada só pra ajustar sensor nos uniformes não é frescura não, é matemática. quando a gente foi assistir aquele jogo dela contra a sabalenka em miami, deu pra ver que ela tava gastando energia demais correndo atrás da bola, coisa que com os dados certos eles já tinham identificado antes e ajustado na perna dela. não é que o exercício mudou, é que o exercício ficou mais inteligente — tipo, se você tá sempre cansada nos third sets, por que não treinar pra não cansar? e o pior é que a gente ainda tá discutindo se isso é necessário ou não. o OldSchool_do_Maraca falou do Lyon com exoesqueleto? aquilo ali não é futurismo não, aquilo é sobreviver no esporte moderno. se até time de várzea usa QR code pra controlar volume de treino, como a gente vai achar que a Coco tá num patamar onde isso não vale? a própria Ashleigh Barty, que o Diogo tanto cita, usava análise de movimento pra corrigir a pega da raquete quando tava no basquete — e olha onde ela chegou. não é sobre virar robô não, é sobre não virar estátua quando o jogo aperta. aquele treino no australian open que o Diogo lembra? aquilo ali foi falta de estratégia, sim — mas estratégia também é saber quantos sprints ela aguenta antes de precisar de uma parada pra reidratar. se o staff tá lá só cronometrando o tempo dela correr de um cone pro outro, eles tão jogando dinheiro fora, sim — só que dinheiro que a gente paga pra eles não fazerem o básico. a gente não tá pedindo pra pôr exoesqueleto nela amanhã não, tá pedindo pra parar de fingir que "correr até cair" é treinamento. inovação não é luxo, é sobrevivência — e quem não enxerga isso hoje, amanhã vai estar chorando igual a gente chorou quando o time perdeu pro Palmeiras na final porque o treinador achou que o "jogo de posição" era só jogar pra frente. mas enfim, a gente vê
Coco Gauff tennis trophy
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
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GA Gabriel_Portista Novato · 127 posts 29.06.2026 09:13
Cara, vocês tão certos que até dói — mas a merda toda é que a gente tá vendo a coisa toda de trás pra frente e ainda achando que tá discutindo o problema certo. Eu tava ontem no treino da galera sub-18 do Sport, e olha só o que aconteceu: dois caras iam correr 10x30 metros com peso nas costas, coisa que a gente fazia no time do interior em 2010. Só que o treinador parou tudo na terceira repetição porque os sensores no peito deles começaram a piscar vermelho — não era cansaço não, era assimetria no movimento que tava sobrecarregando o joelho esquerdo de um e o direito do outro. Resultado? Hoje aquele moleque que ia correr até vomitar tá jogando a final do estadual amanhã sem reclamar de dor, enquanto a gente ainda tá discutindo se "precisa de mais um preparador físico ou não". E o pior? Isso nem é novidade! Lembra daquele negócio do Betinho lá no Internacional? O cara levou dois anos pra convencer a turma de que sensor não era frescura, mas quando provou, virou lenda. E hoje? Todo mundo usa! Até time de várzea em Viamão já tem um estagiário anotando dados no celular pra não deixar ninguém estourar o volume de treino. O lance é esse: a gente não tá falando de trocar o cone por sensor pra depois voltar pro mesmo lugar — tá falando de parar de achar que "treinar é sofrer" e começar a entender que "treinar é medir pra não estourar". Se a Coco chega nos jogos decisivos morta, não é porque os exercícios estão errados — é porque a medição tá cem anos atrasada. Mas ó… a pergunta que fica no ar é essa: será que o staff dela acha mesmo que isso é importante, ou eles só gostam de posar de inovadores no Instagram? Porque se a gente continuar aceitando que "uns cones e uma raquete" é treinamento de Top 5, daqui a dois anos a gente vai tá aqui discutindo se o novo treinador "é bom de briga" enquanto os outros times já tiverem levado a medalha de ouro com a inovação que a gente ignorou.
xG > emoção.
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