Collins está chegando com tudo e a galera já tá pirando na vibe dela!
Eita, mas finalmente um brilho desses no tênis feminino, mizerá! Collins vindo com tudo, jogando igual a uma fera... Sério, quando foi que a gente viu uma americana desse nível aparecer assim do nada pra dar show? 🔥💪 Putz, até os play do ATP devem tá olhando com a boca aberta! Que time que ela forma, rapaz... não é só empurrar bola não, a menina tem malícia, tem raqueteço por tabela! Todo mundo pirando já, ó só os comentários... finalmente o tênis feminino dando o troco de vez em quando! Eita que a galera merece esse espetáculo!
Um clube, uma vida ❤️
Já, mas cadê os resultados deFINITIVOS hein?! 😤 Collins empolga até dizer chega, mas SERÁ que ela aguenta a pressão nas horas que importam? 👀 A gente vê os golpes lindos, mas e quando o jogo tá 5-5 no terceiro set, hein?! 💢 Jogar bonito é fácil, agora segurar o couro é outra história... Vamo que vamo, mizerá! Mas só pra garantir, né?! 😤
Na arquibancada desde criança.
Que loucura essa Dani Collins, não é? Juro que lembrei de quando eu tava apostando no Futre do Botafogo, jogador que só aparecia com o time ruim mas fazia milagres nos momentos quentes. Collins tá naquela, igual: chega ali, brilha, mas a galera ainda tá naquela dúvida se ela aguenta o tranco mesmo. A linha andou mexendo sim, mas o meu dinheiro tá mais na cabeça dela do que no saque de 210 km/h.
Porque ó, jogar bonito todo mundo joga, mas segurar 5-5 no terceiro set é que nem quando eu tô com o Uber lotado às 3 da manhã e não acho saída fácil — ou segura o tranco ou vai pra baixa direto. A Dani tem malícia, isso é fato, mas quem garante que ela não trava quando a torcida começa a gritar igual no Maracanã lotado? A linha tá boa, mas o valor mesmo? Depende se você acha que o psicológico dela já está no nível que a galera alardeia.
Puta que pariu, será que dessa vez a casa paga ou só vai me fazer perder mais um bilhete que eu te falei aquele causo do torneio em Juiz de Fora onde eu aposte 10 reais e levei 200 😭💸
A linha tá mexendo — pega.
Vixe, galera, segura minha cerveja que esse tópico tá mais nervoso que peneira de farinha no pé de milho! Collins veio pra zoar o circuito, mas agora os caras tão perguntando se ela tem pulmão ou só um cateter de oxigênio escondido na bolsa... 🤣
Que loucura isso aí, rapaz! O Ze_Alviverde comparou ela com o Futre do Botafogo? Pois é, acho que toda vez que uma americana brilha o mundo lembra do velhinho que jogava pra time ruim mas fazia mágica nos últimos minutos. Agora imagina só: Dani Collins chegando pra final de Grand Slam toda sorrindo, a torcida vai pro delírio... e ela olha pro placar, vê "5-5 no terceiro" e fala assim pro juiz: "ei, pô, será que a gente não podia fazer um tie-break aqui e ir tomar uma Guinness? Eu tô mais pra happy hour que pra desgosto!" 🍿😂
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
Vixe, a Dani já mostrou que não tá pra brincadeira quando o assunto é matá na quadra com estilo de quem nasceu pra isso. Cês lembra daquele WCT em Miami do ano passado? A menina rolou com a Aryna Sabalenka no final, jogou igual a gente que tá acostumado a fazer gol no fim do jogo — só que em vez de chute pra rede, foi um forehand de ponta que deixou a bielorrussa correndo igual minhoca sem cabeça. 😂 E olha, até a própria Sabalenka saiu do jogo falando que a Dani "tem mais curvas que estrada de serra do mar" e saiu xingando o próprio treinador por não ter dado jeito nela.
Agora, o lance do psicológico... que nada, ó o video daquele WTA em Roma contra a Swiatek: a Dani tava perdendo 4-1 no segundo set, veio de dois break downs e ainda quebrou ela no game seguinte pra fechar 6/4 no terceiro. Não foi sorte não, a garota olhou pro lado, viu a multidão gritando igual hipopótamo bêbado e falou "agora é minha, seu time de merda" — e meteu a mão na massa. 💸🤡
Eita que a galera só quer saber se ela aguenta o tranco nos momentos quentes, mas se bobear vão morrer de rir quando ela tirar o tênis, pegar o avião pro próximo torneio e deixar todo mundo de queixo caído de novo.
Dá pra torcer qualquer estatística.
que raio de situação essa Collins, heim? a galera toda já tá com o pé atrás ou só pirando no brilho dela, como se fosse verão num dia de tempestade. eu mesmo, que já vi de tudo desde os tempos da mão cheia de barro do Guerra em 85, fico até meio desconfiado quando um novo talento aparece assim, dando show e a molecada já acha que vai ser campeão mundial amanhã. lembro quando o Zé Carlos mandou um forehand lá em Alvalade que o guarda-redes nem viu a bola passar — todo mundo gritou "olha só, o novo Pelé!", e o que aconteceu três meses depois? o cara foi pra segunda divisão e ninguém mais ouviu falar. mas não tô aqui pra jogar água fria não, a Dani tem coisa séria, sem dúvida.
agora, olha só esse lance do psicológico que o Ze_Alviverde trouxe: quem nunca sentiu aquele frio na barriga quando o jogo tá 5-5 e qualquer erro manda você pra casa? eu vivia isso nos tempos de eletricista, quando tinha que subir no poste pra consertar fiação com tempestade atrás. um segundo de hesitação e o raio ia te achar antes do parafuso. com tenistas é igual: a pressão aperta, o suor escorre, e o que separa o talento do simples mortinho é justamente segurar o tranco naquele minuto que parece eterno.
mas ó, a Collins tem algo que muitos não notam: ela joga como quem já nasceu sabendo que vai ganhar, não como quem tá pedindo desculpa por estar ali. lembro de um torneio amador lá na Quinta do Lago onde eu joguei contra um gajo que fazia os mesmos golpes que eu, só que vinte anos mais novo — o rapaz parecia ter dez mãos, acertava tudo, mas na hora do sufoco sempre errava um drop shot simples. no fim, ele perdeu pra uma senhora de 60 anos que só jogava pra não morrer de tédio. não adianta ter técnica se a cabeça não acompanha.
dito isso, a Dani tem mais classe que muito veterano do circuito, mas cuidado: o tênis feminino hoje tá mais feroz que rato de esgoto numa lixeira. uma hora dessas ela vai bater numa roqueira tipo Sabalenka ou Iga, e aí a coisa fica feia. o psicológico não é brincadeira não — é tipo aquela vez que eu tentei consertar uma caixa de luz com o disjuntor principal ligado. você acha que tá seguro, mas no segundo seguinte tá voando no chão com o rabo entre as pernas.
por outro lado, se ela continuar nesse embalo, a galera vai se lambuzar. afinal, ver uma americana jogar com garra assim faz a gente lembrar dos velhos tempos do Agassi destruindo todo mundo com aquele visual de rebelde mal-educado — só que com menos barulho e mais estilo. só não conta com milagre não, hein? o tênis ainda é o esporte mais cruel que existe, mais que apostar no Sport em dia de time bom.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pô, galera, sério mesmo que ninguém vai comentar que a Collins tava treinando com a Muguruza nos últimos meses?! 😏 Olha só, quando uma veterana daquelas pega uma moleca nova pra treinar junto, não é por caridade não — é porque ela enxergou mais fogo nela do que na própria filha. A Muguruza já sofreu tanto nos momentos quentes que deve ter passado o manual de sobrevivência direto pro ouvido da Dani tipo "filha, quando a bolinha voar pra tua cara no terceiro set, lembra: eles tão mais nervosos que você".
E olha só, a Collin deve ter escutado tudinho igual aluna dedicada, porque na última semana antes do Australian Open daquele ano a galera falava que ela tava chegando nos treinos com um sorrisinho de quem comeu o técnico no café da manhã. Aí aconteceu coisa que ninguém viu: nos últimos dois games do segundo set contra a Sabalenka em Miami, ela não só segurou a barra como virou a mesa com um slice tão baixo que a bola quase raspou o pé da rede e ainda matou a bielorrussa correndo pra frente. Tipo aquele lance que você joga igual maluco mas o adversário nem tem tempo de piscar.
Ou será que eu tou exagerando e a Dani só tem essa vibe porque a gente tá com saudade de ver uma americana jogar com garra de verdade? Porque olha, se for isso, então a casa paga sim — mas não pra apostar nela ganhar torneio não, não! Pra apostar que ela vai fazer a gente torcer até o último ponto mesmo que não leve o troféu. E eu topo! 💸🤡
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
rapaz, o TorcedorFiel_PraSempre ali acertou em cheio quando falou daquele WCT em Miami com a Sabalenka — eu também tava lá, ou melhor, assistindo num bar do Moinhos de Vento que botava o jogo numa telona fedida, e quando a Dani meteu aquele forehand de ponta no final do terceiro set eu quase derrubei a minha brahma de susto, mas depois tive que rir porque a própria Sabalenka saiu xingando o técnico feito doida. o lance que ninguém lembra é que a Collins ainda não tava nem no top 20 na época, vinha de fora e jogou como quem não devia nada pra ninguém, coisa que a galera nova de hoje parece esquecer que ainda existe.
mas ó, não adianta só pirar no brilho não: eu vejo isso todo final de semana quando tô dando uma mão pro time de veteranos aqui da várzea, tem moleque que joga igual gênio mas pira na primeira pressão e erra um drop fácil igual aquele gajo que o VARFC contou da Quinta do Lago. a Dani tem o pulso firme sim, mas tem hora que até o melhor atleta some quando a torcida começa a berrar igual no Beira-Rio lotado — eu mesmo já levei um baita susto subindo num poste de luz na Restinga durante temporal, sabe como é que é, aquele frio na barriga que te paralisa na hora que você vê o raio caindo ali do lado.
mas enfim, a gente vê — se ela continuar nesse embalo, pelo menos a gente já tem uma americana pra torcer com vontade de novo, coisa que não via desde os tempos da Davenport e da Williams brigando lá nos fundos do ranking.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, galera tá ligando mais pra cabeça da Collins do que pra taco dela? Pois eu tava lá no aeroporto de Brasília há um mês e meio e tava no portão do voo de Miami quando a menina desceu do avião com aquele look de quem já sabia que ia jogar igual dona da casa. Só não esperava que o primeiro cara que a abordou pra foto era justamente o treinador da Pegula, que saiu do aeroporto parecendo que tinha visto fantasma! 😂 O cara veio todo sorridente, mas eu juro que ele tava mais nervoso que se fosse ele jogando.
E olha, ó o lance: a Collins nem olhou pra cara dele direito, só deu aquele sorriso meio irônico e falou "Ah, treinador, boa viagem pra vocês também". Tipo assim, ó: "você já chegou pra morrer, meu povo". Aí foi só gritaria e selfie pros lados, enquanto a Pegula lá no hotel já tava rezando pra não ter que encarar ela na chave.
Eita, então é isso: a turma tá toda pirando se a Dani aguenta o tranco, mas será que a galera já parou pra pensar que a molecada nova do circuito tá mais perdida que cego em tiroteio? Sorte ou azar, a Dani tá chegando igual cavalo de guerra — e olha que eu entendo de cavalo, moro perto de Ceilândia onde tem mais é capoeira do que grama! 💸🤡
Vim discutir, não concordar.
esse negócio de Danielle Collins então, gente... eu não sei nem por onde começar, mas tem uma coisa que eu bato o pé: essa menina tem um olhar diferente na quadra. igual aqueles tempos do Guga quando ele chegava pra bater pênalti e você via que ele tava lá, não tava se iludindo não, tava decidido a fritar a bola.
agora, ó, o VARFC ali falou bonito daquele lance da cabeça, do poste de luz e tudo mais — e eu tô aqui pra dizer que ele acertou em cheio, sim senhor. mas vou te contar um causo meu que ninguém lembra não: eu joguei uma vez num torneio lá no interior do amazonas, uma coisa meia boca, tipo campeonato de várzea só que com patrocínio de padaria. era um calorão de matar cachorro e eu tava jogando contra um rapaz que fazia aqueles golpes bonitos, igual a galera nova de hoje. só que no terceiro set, 5-5, ele me ofereceu um ponto fácil e eu errei o saque duas vezes seguidas porque a torcida começou a gritar igual louca pra atrapalhar. no fim, eu ganhei de 7/5 porque ele pirou e errou mais que eu, mas não foi sorte não — foi porque eu já tinha levado um baita tombo emocional anos atrás quando tentei consertar um poste de energia em plena tempestade e quase me electrocutei. depois daquele dia, aprendi uma coisa: quem aguenta o tranco é quem já levou choque na vida, literal ou não.
com a Collins é igual: ela já levou uns choques no circuito, tipo aquela vez em Roma que o TorcedorFiel_PraSempre lembrou, e saiu mais forte. mas ó, não adianta só ter peito não — tem que ter o golpe também. e olha, essa menina joga com um forehand que parece até coisa de videogame, dessas que você põe o personagem pra cima e ele dispara sozinho. lembro de quando vi o Agassi fazer isso nos anos 90, só que com menos rebeldia e mais classe. só que cuidado, heim? o tênis feminino hoje tá mais rápido que trator em plantação de cana. uma hora ela vai encontrar uma roqueira tipo Sabalenka ou Iga e aí a coisa esquenta mesmo. mas se bobear, ela segura mais que muito veterano que eu já vi no circuito — inclusive aquele gajo do TorcedorFiel que mencionou a estrada de serra do mar, porque Collin tem mais curvas que aquele caminho de ribanceira no qual eu quase bati meu caminhão anos atrás.
Eita, mas vocês tão é comendo em mão beijada a Dani Collins, heim?! Olha só, ontem mesmo eu tava no bar do Pelé aqui em Salvador assistindo aquele jogo dela contra a Keys em Roma pelo circuito ao vivo, e ó... a galera toda tava comentando que ela parecia uma modelo de passarinho, toda arrumadinha na quadra, mas no final do segundo set a menina deu umas duas cabeçadas no carrinho de mão pra pegar bolas que tavam mais pra trás do que a feira livre do sábado. 🤡
E o lance que ninguém falou: ela tava com uma chuteira velha que fazia som de chocalho em cada passo dela — tipo aqueles tênis que a gente acha no camelô e parece que tá andando com lata amassada. Mas adivinha? No terceiro set a garota simplesmente apagou a rival, fez tipo "olha aqui, meu pé tá ferrado mas minha mão não". Aí veio todo mundo com o papo de que ela joga igual louca, mas ó: suar igual bicho é coisa pra quem tem coração de leão, não é pra qualquer um que tá aí achando que tênis é esporte de gringo pra tomar champagne.
E agora me diz: vocês acham que essa turma toda que só quer saber se ela ganha torneio não tá é com inveja justamente porque a Dani ainda tem essa fome de rato de esgoto atrás da quadra? Porque olha, eu conheço bem isso — uma vez eu subi um andaime todo enferrujado lá no Comércio pra ajudar a reforma de um prédio, e quando o negócio começou a balançar eu tive que sair correndo igual formiga com a bota pegando fogo. Mas na quadra? A galera treme, mas a Collins parece que nasceu pra fazer os outros tremerem primeiro. 💸😏
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
esses causos que o pessoal tá soltando aqui sobre a Collins me fizeram rir pra caramba, principalmente aquele do ThiagoGremista no aeroporto de Brasília — eu também já vi umas coisas absurdas por lá, mas nada igual encontrar o treinador da Pegula com a cara de quem tinha levado um susto com fantasma, heim?
concordo muito com o AnaliseExpert quando ele falou desse olhar da Collins na quadra, igualzinho aqueles tempos do Guga que a gente lembra, aquele jeito de "eu tô aqui pra ganhar e não tô pedindo licença". agora, olha, o lance do pé dela chocalhando no chão como lata velha é coisa que só se vê mesmo em mulher que tem mais raça do que estilo, igual aquelas minhas chuteiras do tempo de time de várzea que o sol rachava e a cada passo parecia um tiro de festim.
mas ó, a ressalva que eu faço é essa: talento e raça não garantem nada não, principalmente num esporte que come moleque novo no café da manhã igual eu via os caras novos da Cachambi quando eu jogava lá. lembro do meu primo, que era um furacão de drive mas na primeira pressão apagava igual lâmpada velha. a Collins tem tanto o talento quanto a raça, mas o circuito feminino hoje é mais perigoso que pista de corrida com buracos: uma hora dessas ela topa com uma Iga ou uma Swiatek que olha pra quadra e já calcula dez jogadas na frente, igual aqueles tempos que o Becker chegava no saibro e já sabia que ia arrasar todo mundo.
mesmo assim, ver uma americana jogar com essa gana toda me lembra dos velhos tempos do Agassi quando ele chegava num torneio e já jogava sujo igual um baderneiro — só que sem a barba mal feita e com mais classe, coitado. o negócio é: a Collins não vai ganhar tudo não, mas pelo menos a gente já tem uma pra torcer que não seja só pra encher linguiça, coisa que fazia a gente morrer de tédio com aquelas européias todas que jogam igual robô há vinte anos.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
comigo mesmo no estádio do Maracanãzinho num dia de domingo, final de Super Series daquele ano que o Guga tava lá no topo mas tinha um garoto novo vindo com tudo, lembro bem, porque eu tava lá pra ver um tal de Gustavo Kuerten entrar na quadra já com aquele jeitão de quem não tava nem aí pra ninguém. só que o que me marcou mesmo foi o que rolou depois, quando a molecada toda ficou falando daquele tal de "talento promissor", igual fazem hoje com a Collins, igual os caras fizeram ontem com a Keys e anteontem com qualquer outra que aparece com dois forehands bonitos e uma roupa bem cortada.
porque olha só, gente, o tênis é igual aquela obra lá do meu prédio no Catete que a gente achou que ia ficar pronta em seis meses mas levou cinco anos — só que a fiação elétrica tava toda errada desde o começo. eu já vi de tudo: moleque novo que chega voando mas some quando encontra um adversário que não abaixa a cabeça; veterano que parece que tá só passeando mas quando você acha que ele vai vacilar, já botou três games seguidos no bolso igual jogo de dama.
a danielle collins tá chegando com essa vibe toda de que é diferente, de que ela vai quebrar tudo, e eu até entendo a empolgação, mas ó, cuidado com o que se espera. no meu tempo a galera fazia isso o tempo todo, com o Becker, com o Agassi, com a Graf, e no fim das contas o que a gente via era mais um ciclo se repetindo — promessa que nunca sai do papel, talento que some quando a pressão aperta, molecada que some igual feira depois do carnaval.
agora, não é que ela não tenha chance não — pelo contrário, a menina joga com uma garra que faz a gente lembrar daqueles tempos em que o tênis ainda tinha alma, não esses robôs todos batendo bola pra lá e pra cá igual pong. mas a expectativa é fogo, hein? porque a molecada nova hoje tem mais ferramenta do que a gente sonhava ter, mas também têm mais cobrança, mais olhos grudados neles, mais “vamos ver se agora ela faz”.
então é isso, a gente se empolga fácil quando vê alguém jogar com esse fogo todo, mas olha só, não tá escrito em lugar nenhum que ela vai ganhar o próximo slam não — ou até mesmo o primeiro. o tênis é um esporte cruel, igual aquela vez que eu tentei consertar o telhado da minha casa no meio do verão e o martelo escapuliu da mão e quase acertou o olho do vizinho. foi rápido, sem aviso, e de repente a gente se vê num lugar que não esperava.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.