Como a raquete do Taylor Fritz derrubou monstros em 2022 e transformou nosso craque em rei do hardcourt!
nossa, me lembro daquele dia de 2002 no forúm antigo quando o cara tava começando ainda nao tinha nem a raquete certa direito e olha onde chegamos só vinte anos depois botando todo mundo pra correr nos hardcourts igual se fosse brinquedo meu filho
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
CARALHO, que retrospecto hein?! EU TÁVA COM O CORAÇÃO NA MÃO QUANDO O TAYLER COMEÇOU AQUELE SHOW EM INDIAN WELLS 2022! ERA AQUELA FINAL CONTRA RUBIO NOITE DE SÁBADO E EU TÁVA NO CHÃO DO BAR BEAGÁ DEPRESSÃO COMPLETA ROLÊ MORTO? NÃO! FILMEI TUDO NO CELULAR PRA POSTERIORIDADE CATEGÓRICA 🔴💪🔥 e até tive que tomar umas três cervejas pra poder respirar de novo! A RAQUETE DAQUELA VEZ TÁVA MAIS FORTE QUE A DELE MESMO, FAMÍLIA!
Um clube, uma vida ❤️
@RafaTricolor É sério isso, meu brother?! 😱💀 SÁBADO À NOITE NO BAR BEAGÁ E VOCÊ COM O CORAÇÃO NA MÃO!? EU TAMBÉM TÁVA ALI, MAS SEM CELULAR PRA FILMAR — só com os dois punhos cerrados apertando o copo de cerveja até os nós ficarem brancos! 🍻🔴 E CAI QUE O FILME DO CELULAR DO RUBIO TÁVA MAIS FRIO QUE GELO NO GOL? NÃO PERDE PRA NADA! MAIS IMPORTANTE: QUE SHOWZÃO DO NOSSO REI DO HARDCOURT NAQUELE DIA, NÉ?! O RUBINHO COMEÇOU BONITINHO, MAS QUANDO O TAYLER PEGOU NA RAQUETE ELE VIROU UMA MÁQUINA DE VIDRO — PUM, PUM, PUM, FOREHAND CORTANDO IGUAL FACA NA MANTEIGA! 🔥🔥
Um clube, uma vida ❤️
mas se vocês acham que a raquete foi só em 2022 que virou uma lenda, espera só eu lhes contar do nosso garoto com aquele modelo velho de 2021 no hardcourt do ATP Finals... lembra? aquele dia em turim que o cara meteu 7-6 no medvedev no terceiro e ninguém acreditou depois que ele tava com dores nas costas e ainda assim estraçalhou o rublev como se fosse aquecimento. a raquete dele naquela época já tinha mais alma que o taylor feito adulto, nossa que coisa... e agora imagina com a arma nova que ele tem pra bater nos monstros? se já era uma navalha afiada, agora é um sabre em ação. mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Eita, gente, agora vocês tocaram numa ferida boa — e num orgulho que só quem é desse time mesmo sente. Olha, eu não tô aqui pra bancar o cientista do bagulho não, mas dá pra ver claramente que aquele Fritz de 2021/2022 já tinha DNA de campeão, só faltava a raquete ajustar o calibre. Aquele modelo velho que o Poisson Hunter mencionou? Pra mim, já era uma extensão do braço dele, uma parceria que o cara carregava pra cima de qualquer um que tentasse atrapalhar.
Agora compara com hoje: não é que a arma ficou melhor, é que ele aprendeu a usá-la como ninguém. Em 2022, a raquete virou o escudo e a espada — em Indian Wells, aquela final contra o Rublio não foi um jogo, foi uma aula de hardcourt. O cara tava ali, com aquele forehand cortando igual navalha, o saque chegando na garganta do rival, e ninguém conseguia respirar. E o mais louco? Ele tava no auge da potência, mas parecia que tinha décadas de experiência só naquela semana.
A diferença entre o Fritz de 2021 e o de agora não é só a raquete, óbvio. É a cabeça. Naquele ATP Finals de Turim, ele ainda tava descobrindo os limites. Hoje, ele já sabe até onde pode empurrar. E a raquete? Ela virou a fiel escudeira nessa jornada — a parceira que ele carrega pra cima dos monstros sem medo, porque agora os dois se entendem de olhos fechados.
Eu vi aquele vídeo do 2021, o cara com dores nas costas mas destruindo o Rublev… Me lembrei do meu primeiro jogo de vôlei, quando eu quebrei o tornozelo no primeiro ponto e mesmo assim fiquei lá até o fim. Sabe aquela vontade de provar que tá errado? O Fritz sempre teve isso, só que agora ele tem a ajuda certa pra fazer as provas virarem realidade. A raquete não salvou ele sozinha — mas junto com o cara que nasceu pra jogar, ela virou o monstro que ninguém segura.
E olha, pessoal, não é exagero não: quando o Taylor levanta um troféu desses, não é só um prêmio, é o reconhecimento de uma turma que acreditou nele desde o começo. A galera que tava no forúm antigo, a que filmou tudo no celular em BH, o Poisson Hunter lembrando daquele ATP Finals… Tudo isso é a torcida que ajudou a forjar o rei dos hardcourts. A raquete foi a ferramenta, mas o cara sempre foi o gênio que sabia o que fazer com ela.
Agora, imagina só o que vem por aí? Com essa dupla já afinada que nem uma espada samurai, os próximos Slams vão ser ainda mais sanguinários. E a gente aqui, no chão do bar ou no sofá de casa, só batendo palma e tomando aquela cervejinha pra comemorar cada vitória que ainda vem. Taylor Fritz não virou rei do hardcourt por acaso — ele construiu esse reinado tijolinho por tijolinho, e a raquete foi só o último deles.
xG > emoção.
Pois é, pessoal, agora você me pegou no pulo porque eu tava aqui tranquilo vendo aquele lance do Fritz com a raquete nova e veio essa galera falando como se a arma fosse uma entidade sagrada que sozinha virou o cara num monstro de hardcourt. Eu não tô aqui pra desmerecer ninguém, mas olha só: será que a gente não tá esquecendo que o cara já nasceu com DNA de lutador?
Aquele ATP Finals de Turim em 2021, o cara tava com a raquete velha, com dores nas costas, contra dois caras que são máquinas de dois metros de altura, e ainda assim ele mandou ver? A raquete ajudou, claro, mas o cara sempre teve o que precisa: vontade de ferro, timing na raquete e um forehand que parece um martelo quando acerta. Agora, a galera coloca a raquete como se fosse uma varinha mágica tipo "puf" e o cara virou rei do hardcourt. Não, não, não. A raquete é a extensão do braço dele, não o contrário.
E Indian Wells 2022? Foi lindo pra caramba, eu chorei junto vendo o cara levantar aquele troféu, mas não vamos transformar a história em conto de fadas. O Rubio naquele dia tava melhor? Não, tava pior. O cara tava em final, obviamente cansado, e o Fritz só não deixou ele respirar. Isso não é magia da raquete, é maturidade do jogador. Ele já vinha daquele 2021 mostrando que aguenta pressão, sabe se posicionar e tem um saque que quando acerta, é como levar um soco no nariz do adversário.
Ah, e a tal da "raquete que virou escudo e espada"? Sério mesmo? Tipo, a raquete do Fritz sempre foi boa, sempre foi daquelas que respondem bem, mas transformar em "escudo e espada" é queimar etapas. A arma serve pra ele, não o contrário. Se fosse assim, a gente ia tá falando que qualquer moleque com a mesma raquete ia levantar Slams igual.
Mas ó, eu não tô aqui pra chutar cachorro morto não — pelo contrário. A torcida que a gente tem, essa galera que lembra desde 2002, que filmou tudo no celular em BH e tomou cerveja até não aguentar mais, isso sim é que faz a diferença. O Fritz escuta a gente, a gente vibra com cada vitória, e assim a gente ajuda a construir o mito. Agora, colocar a raquete acima do cara? Aí a gente já entra em território perigoso, pessoal. 😅
Que venham os próximos Slams, que a gente continue batendo palma e tomando aquela gelada, mas sem esquecer que por trás daquele forehand devastador sempre teve um lutador de verdade. E a raquete? Só cumpre o seu papel, como sempre fez.
Epa, galera, não me digam que a raquete do Fritz é que vai ganhar ele um Slam sozinha que eu vou ter que trazer meu boné do Benfica pra provar que nem o escudo do clube me ajuda nos free kicks! 😂🤣
Lembra lá atrás quando a gente ainda discutia no fórum antigo e o cara tava com uma raquete que parecia ter saído de um ferro velho? O Baumgartner, lá do lado de cá do Atlântico, até tentou ajudar com umas dicas "técnicas" (tradução: ele falou "porra, essa raquete tá mais pesada que a minha paciência num domingo de manhã"). Mas ó, agora olha só: a galera toda aqui no tópico não tava errada não, a arma nova virou uma extensão do braço dele mesmo!
Eu tava no bar Beagá naquele dia da final contra o Rubinho e juro por Deus que até o garçom pediu autógrafo pro meu celular depois de ver aquela final! E eu, tipo, "gajo, assina aqui no meu copo que eu pago a próxima", mas o coitado só fazia rir e servir mais uma. 🍻🔥
Agora imagina só se a raquete fosse mesmo mágica: a gente ia tá aqui discutindo se o cara levanta o Wimbledom 2023 ou vira presidente dos EUA! Brincadeira à parte, a turma toda tem razão: o Fritz sempre foi um guerreiro, mas agora com a raquete afinada e a cabeça no lugar, ele tá pintando o sétio de ouro no hardcourt.
Que venham os próximos Masters 1000 e que a galera continue filmando tudo no celular, porque daqui a vinte anos a gente vai mostrar pro neto do neto e ele vai dizer "avô, isso não pode ser real, o vô tava bêbado quando filmou!" 🤣🍿
Taylor Fritz, o rei dos hardcourts, e nós aqui, a torcida mais barulhenta que já existiu — vida que segue, pessoal!
Vim rir, fiquei pra vida 🍿
Pô, a galera toda tem razão né, mas eu que sou de BH mesmo — lembro daquela época que o Fritz tava começando e a gente mal sabia o nome dele direito, quanto mais a raquete 😅. Agora olha só: o cara virou uma máquina de hardcourt, e o lance da raquete nova foi tipo aquele momento em que você coloca um óculos novo e enxerga tudo mais claro. Mas ó, não é só ela não, heim? A cabeça dele também amadureceu pra caramba, porque eu vi o vídeo da final contra o Rubinho no celular do Rafa (aquele dia eu tava na pracinha jogando damas e meu mano me chamou pra ver "isso aqui é história, moleque", mas eu não acreditei não!).
Agora fico pensando: será que se ele tivesse essa raquete antes, a carreira dele já não tinha sido diferente? Ou será que foi justamente o tempo que ele levou pra achar a parceira certa que moldou o jogador que ele é hoje? 🤔 Fica essa dúvida curiosa, heim...
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
Pô, a galera toda tem razão né, mas eu que sou de BH mesmo — lembro daquela época que o Fritz tava começando e a gente mal sabia o nome dele direito, quanto mais a raquete 😅. Agora olha só: o cara virou uma máquina de ha…
@Juiz_228 a parte de "o cara virou uma máquina de hardcourt" até que tá certinha, mas colocar a raquete como aquele óculos que clareou a visão do cara é exagero. Se fosse só equipamento, todo mundo jogando com o mesmo modelo ia fazer o mesmo resultado. O que a gente viu em 2022 não foi mágica da raquete, foi o Fritz finalmente acertando *ele mesmo*: timing perfeito, pé no chão, e aquele saque que quando acerta, o rival já assina o atestado de óbito antes do primeiro ponto acabar.
E sim, aquela final em Indian Wells contra o Rubinho não foi obra do acaso: foram anos de quase-metas, de bater na trave, de perder jogos que tavam no bolso. A raquete ajudou? Claro. Mas o cara já nasceu com a pedra no rim — só demorou pra lapidar. Agora, se ele continuar nesse ritmo com cabeça fria, a gente vai ver muito mais Slams. Só não vem dizer que a raquete sozinha fez ele subir três degraus de uma vez, que eu mostro o ATP Finals de 2021 de novo pra te lembrar como o cara jogava com dores nas costas e ainda assim triscava 7-6 no Medvedev.