Da quadra de Buffalo até o mundo: pegamos carona na magia da Jessica Pegula!
quantas vezes eu tava lá no UB Pro, aquele clima de quase ninguém enchia o ginásio mas a gente ia assim mesmo, torcendo como se fosse uma final de grand slam? lembro daquele dia que a carol wozniacki ainda tava ali esquentando a mão antes do jogo e o pessoal do lado de fora já fazia fila pra entrar, nem sei se tinha mais gente do lado de fora do que dentro, mas aquilo ali já era um time, sabe? gente que não desgrudava não do uniforme, que cantava até quando tava 40 graus e o ar-condicionado tava quebrado.
aí entra essa menina pegula, com aquele jeito que não parecia de primeira, mas quando ela começava a rebater... nossa, era como se o chão tremesse. e não era só o backhand, não — era a forma como ela encarava cada ponto, como se cada bola fosse pessoal. naquela época ainda tinha aquele tal de "titã da entrada" no fórum, falando que a gente tava exagerando, que ela não ia virar nada, mas eu sempre achei que era daqueles casos que a gente esquece de contar quando o cara vinga.
mas enfim, a molecada nem viu isso, hoje eles nascem achando que jogadoras como ela sempre foram padrão, mas eu vi quando ela ainda tava pagando o mico de ser chamada de "nova cara do tênis americano" e dando de ombros pros críticos.
e agora olha só a Jessica Pegula: levou o nome de buffalo pra onde só dá pra sonhar, e a gente aqui, grudado na cadeira do fórum, com a taça simbólica na mão e o copo de cerveja na outra, reclamando que o next gen finals não passa na tv aberta.
Já vi de tudo, pessoal.
Putz, FluminenseFiel, você reviveu aquele cheiro de pipoca velha com ar-condicionado pirado do UB Pro que só a galera do tênis sente! Eu tava naquele mesmo ginásio, sentado lá no alto, bem em cima da quadra onde a Pegula fazia aqueles cruzamentos que a gente achava que iam sair pela parede de tanto efeito... lembra? Fiquei lá até as luzes piscarem porque não dava pra ir embora mesmo depois que os juízes apagassem o refletor. Até meu pai falou "filho, já deu" e eu "pai, eu tô vendo história aqui!" — e olha que ele nem é tão fanático assim, só foi uma vez pra me fazer companhia e saiu dali emocionado até chorar quando a Jessica sacou pra fechar um jogo apertado.
Eita que ainda tenho na cabeça a voz da Carol gritando depois de um winner dela... "ISSO NÃO É JOGO NÃO, GENTE, ISSO É OBRA DE ARTE!" e a galera toda respondendo igual maluco com os copos de cerveja batendo na mesa. Hoje nossa geração nem imagina como era sofrer pra ver nossos ídolos, mas gente como a gente que carregou esses anos sabe o quanto foi bonito ver essa menina pegar aquela raquete que todo mundo duvidava e transformar cada batida numa canção pra gente cantar junto.
E pá, falar que a Pegula "levou Buffalo pra onde só dá pra sonhar" é pouco — ela levou a galera inteira que ficava horas debaixo de sol esperando autorização pra entrar! Eu mesmo já fui cinco vezes pro UB Pro e cada vez que via ela entrar naquele túnel escuro com a faixa de capitã, sentia aquele frio na barriga igual quando a galera do Flamengo faz o hino... aí quando a música começa e ela sai pra quadra, nossa, é como se o ginásio todo pulasse junto! ⚡️🔴
E olha só, agora a molecada reclama do Next Gen porque não passa na tv aberta? Dá risada! A gente lutou pra ter esse pedacinho de alegria ao vivo, hoje eles querem luxo? Falam "ah, mas a internet tem tudo" e eu "então paga a assinatura do serviço esportivo, guri, que a gente já fez nossa parte!" 😂
E aquele titã da entrada que falava mal? Hoje deve tá comendo o chapéu enquanto toma uma Imperial olhando pro Wimbledom na tela... porque a história, meu irmão, a gente escreve com suor e muito grito! 🍻⚡️ Coração fala mais alto!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Putz, FluminenseFiel, você reviveu aquele cheiro de pipoca velha com ar-condicionado pirado do UB Pro que só a galera do tênis sente! Eu tava naquele mesmo ginásio, sentado lá no alto, bem em cima da quadra onde a Pegula…
@Vini_Alviverde, tu lembra daquele UB Pro que a galera chegava 3h antes só pra garantir um lugar nas arquibancadas? Era aquele calorão de 40 graus lá fora e o ar-condicionado que parecia fazer 2 graus dentro — só pra não morrer no calorão. E a Pegula? Cara, ela não só enxergava a quadra como se fosse um tabuleiro, como ainda fazia parecer que tava brincando. Não era um "joga a bola pra lá", era um "olha só essa pintura que eu tô jogando".
E quando ela sacava pra fechar o jogo? O ginásio inteiro tremia com os pés da galera batendo no chão — tipo aqueles estádios da série A quando o time faz gol aos 45 do segundo tempo. A gente não tava só torcendo não, a gente tava PARTICIPANDO daquilo, igual um torcedor de futebol mesmo. A diferença é que a gente não saía xingando do ginásio, a gente saía com um sorriso de quem acabou de ver o Maracanã lotado. ⚡️💸
Então, lembrei agora daquele UB Pro de 2017, quando ainda não tinha nem nome pra dar pro estilo dela, sabe? Jogava como quem tava pagando mico — ao menos parecia — e a galera já xingava o "titã da entrada" na lata. Mas q…
@Gremista_TV, você acertou em cheio nesse lance do UB Pro, parceiro. Não é só calorão não — é a coisa mais sagrada que já vi no tênis. Tipo assim, o negócio ali era tão vivo que até o ar-condicionado parecia um personagem daqueles velhos seriados: fazia 2 graus dentro mas a galera ainda saía com as camisas grudadas. E a Pegula? Cara, ela não jogava — ela *invocava* cada ponto.
E pá, esses 40 graus lá fora eram tipo o teste final pra ver quem tava realmente ligado no jogo. Você lembra daquele dia em 2018 quando ela entrou em quadra de óculos escuros, tipo aqueles do Ray-Ban que custam mais que o aluguel do UB Pro? O fisioterapeuta já tava de plantão, o pessoal na arquibancada só olhando pra ver se ela ia aguentar dois games... aí ela vira um 15-40 no primeiro set e a galera toda levanta como se tivesse levado um gol aos 45 do segundo tempo. Isso não é tênis, é *teatro puro*, e a Pegula é a protagonista que nunca erra a fala.
Quem é do ramo entende: não é sorte, é calibragem. Eles treinam praquilo desde quando ainda usavam raquete emprestada. E olha, que fria na barriga, heim? Ainda mais quando ela faz aquele gesto de "calma" pro fisioterapeuta e continua detonando — parece até que o cara tava atrapalhando o show. 😏
Printa aí.
e aí, gente, vocês já lembram daquele dia específico quando a Pegula tava com o pé inchado mas jogou assim mesmo, pra não decepcionar quem tinha vindo de longe? tipo, o joelho dela já doía de tanto treinar mas ela entrava naquela quadra como se fosse imortal, sabe? lembro que a galera toda ficou de boca aberta quando ela virou um 0-5 no terceiro set contra aquela russa durona — não era só o backhand, não, era cada movimento que ela fazia parecendo que tava quebrando o braço da coitada do outro lado.
e o mais louco foi quando o fisioterapeuta saiu correndo pra ela, todo mundo achou que ia ser substituída, mas ela fez aquele sinal de "tudo bem" com a mão e continuou como se nada tivesse acontecido. aquilo ali, meu amigo, não foi tênis, foi teatro vivo — a gente gritava tanto que até o cara do controle remoto do ar-condicionado desistiu de reclamar!
depois daquele jogo, ela ainda deu uma entrevista toda suada, sorrindo pra câmera, e falou "cada ponto pra mim é uma batalha" — e a gente, lá do alto do ginásio, sentindo aquele calorão e cheiro de borracha queimada, só conseguia pensar "esse time tem alma mesmo". ⚡️
mas enfim, a molecada nem viu isso
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Então, lembrei agora daquele UB Pro de 2017, quando ainda não tinha nem nome pra dar pro estilo dela, sabe? Jogava como quem tava pagando mico — ao menos parecia — e a galera já xingava o "titã da entrada" na lata. Mas quando ela começou a soltar aqueles winners no meio do tie-break contra a Wozniacki, até o FluminenseFiel aqui sentiu aquele frio na barriga igual quando o pai leva a gente pela primeira vez numa final.
Hoje a coisa mudou pra caramba, mas não tanto quanto parece. A Jessica sempre teve aquele jeito de encarar cada ponto como se fosse uma revanche pessoal, só que agora a raquete parece mais leve nas mãos dela — ou pelo menos é o que a gente vê daqui de cima do ginásio. Antes dava pra contar nos dedos quantas vezes ela errava um saque; hoje ela já acerta três seguidos pra forçar a sorte no game seguinte. E pá, isso não é pouco não.
Mas ó, o que não mudou mesmo foi o coração que a gente bota naquilo. Aquele jogo do pé inchado? Hoje ainda tem fisioterapeuta correndo pra ela, mas agora a molecada já nasceu sabendo que ela vai virar o placar qualquer que seja a dor. A diferença é que agora a gente comemora com selfie na frente da televisão em vez de ficar grudado no UB Pro ouvindo o ar-condicionado ranger. E eu acho isso incrível, porque mostra que o tênis de Buffalo não morreu — só cresceu pra todo lado.
E olha só, o Vini falou bem quando disse que a galera atual quer luxo demais. A gente teve que brigar pra ter o direito de ver isso tudo de camarote, cara a cara com o suor e o cheiro de borracha queimada. Hoje a Jessica tá lá no topo, mas a magia continua a mesma: quando ela entra naquele túnel escuro, a gente ainda sente aquele frio na barriga igual um adolescente. Só que agora a música toca antes dos jogos e o ginásio inteiro vibra junto, sem precisar contar os dias pra autorização de entrada.
E o PoissonHunter acertou em cheio quando lembrou daquele terceiro set contra a russa. Na época era como se a gente estivesse vendo um milagre ao vivo; hoje, quando ela faz isso, a gente já sabe que não é milagre nenhum — é pura entrega, igualzinha à de dez anos atrás. Só que agora a gente comemora com um copo de cerveja na mão e uma partida transmitida pra meia Europa assistir. Mudou o cenário, não mudou a alma.
Então é isso, pessoal: a Jessica Pegula não virou outra pessoa não, só deixou as dúvidas pra trás e levou junto a gente que ainda acredita que o tênis de Buffalo é coisa séria. E quando a molecada reclamar do Next Gen Finals, a gente aqui só ri e lembra que já tivemos que comer pipoca velha pra viver isso tudo. ⚡️❤️
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
QUE RAIVA que a galera nova não sacou ainda que a Jessica nasceu praticando naquele ginásio horroroso do UB Pro com as luzes que piscam igualiscada! 😤 Ontem tava vendo uma live antiga dela de 2015 e pá, tava ela treinando sozinha de noite, bem ali no canto da quadra que sempre alagava quando chovia, com o técnico gritando "Jess, mais raquete!" e ela respondendo com aquela cara de "tá bom, mas tô cansada" mas continuando igual uma louca! ⚡️ E olha, não tava nem frio ainda, mas a mão dela já tava toda machucada de tanto treinar forehand — isso quando a raquete dela ainda era um caquinho velho que o pai comprou numa feira! QUE HISTÓRIA, NE? Como é que a molecada acha que ela chegou no topo assim do nada?! cada ponto dela tem suor desde aquele antro! Coração partido eu não admito!
A gente não abandona os nossos.
Cara, eu tava lembrando agora daquele dia que a Jessica tava treinando forehand e acertou a bolinha com tanta força que ela voou pra fora da quadra e caiu direto no colo de uma senhora que tava passando ali na calçada do UB Pro com o neto dela pra assistir o treino! ⚡️ A molecada toda achou que ia levar um esporro, mas a senhora só olhou pra gente e falou "guri, isso aí é talento, né? leva pra casa que é pra estudar!" e ainda pediu pra gente autografar a camisa do neto antes de ir embora 😂 Meio que a Pegula já nasceu com o dom de transformar até os acidentes em memórias eternas! Continua assim, garota, que a galera de Buffalo não morre nunca! 🍿❤️
Segura minha cerveja.
Então, lembrei agora daquele UB Pro de 2017, quando ainda não tinha nem nome pra dar pro estilo dela, sabe? Jogava como quem tava pagando mico — ao menos parecia — e a galera já xingava o "titã da entrada" na lata. Mas q…
@OldSchoolRaca, pá, eu ali lendo aquilo lembrei daquele UB Pro que a galera da net de cá nem fazia ideia do que era: chegava 5h antes pra garantir lugar nas arquibancadas que rangiam mais que uma cadeira de teatro em dia de estreia lotada. E a Pegula? Cara, ela não só jogava como se fosse a dona da quadra, como ainda fazia a gente sentir que aquilo ali era um ritual sagrado — igual quando a gente via o Benfica levantar a taça na Luz e a galera toda cantava "glória, glória, aleluia" no último lance.
Mas ó, o que me marca mesmo é isso que você falou: a alma não mudou. Ontem mesmo tava vendo ela num jogo lá na televisão, só que desse lado do oceano, e quando ela virou aquele placar contra a russa do terceiro set, senti aquele frio na barriga igual quando a gente via o Simão fazer aqueles gols impossíveis lá no Alvalade. A tecnologia mudou, o palco ficou maior, mas o suor e a garra continuam os mesmos — só que agora a gente comemora com um copo de vinho em vez de pipoca velha.
E pá, a molecada nova ainda acha que ser tenista é só aparecer nos stories do insta com raquete de ouro. Minha filha mais nova, que nem sabe onde fica Buffalo, perguntou "pai, mas a Pegula não joga igual uma profissional?" — e eu "filha, profissional nada, ela nasceu no UB Pro treinando com uma raquete que parecia um pau de vassoura!" Aí ela olhou pra mim com cara de "você tá doidão", mas eu só sorri e falei "assista tanto quanto eu e você vai entender". Porque o tênis, meu irmão, ainda é feito de gente que sangra pra entrar em quadra.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.