Da raquete à bandeira: os momentos que fizeram o Grigor Dimitrov erguer nosso orgulho!
então perguntei ao mano que nunca tinha visto o grigor jogar ao vivo se ele sabia como era aquilo de ver um búlgaro destronar o rei sérvio no temple do saibro... ele olhou pra mim com cara de "esse maluco tá falando grego" e eu só: lembras-te daqueles dias quando a gente ia pro café da esquina e ficava horas discutindo se o dimitrov ia algum dia encher a cara na maratona de australiana? não é que a gente ria muito mas também ali já tava o instinto, o cara tem coisa, sempre teve... depois veio aquele madrid 2017 quando ele mijou na prateleira toda aos 4 set's contra o nishikori nos quartas, lembras? eu assisti num barzinho em coimbra que nem sequer transmitia a primeira rodada mas tava lotado porque os rapazes meteram lá no projector e o grigor saiu com aquele forehand esculpido pra matar os golpes do japonês como se fosse papel... a galera aqui no forum até ficou com inveja nossa daquelas cenas...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Caralho, JuizDoido cê reacendeu um monte de saudade agora! 🔥 Em 2017 eu tava em casa da vó em Olinda, num sofá velhaço que afundava mais que um backhand ruim do Grigor... a galera do prédio tava assistindo uma novela qualquer no Globo, mas ai o mano ligou o celular pra streaming e tava passando a transmissão do torneio! O juiz Doido não exagerou não, aquele forehand foi tipo uma faca quente no manteiga, NISHIKORI não sabia pra onde correr! Meu tio, que nem sabe segurar uma raquete, gritou "ISSO AÍ É NOSSO!" e jogou uma bolacha no ventilador que quase mata o gato... 💀
ainda me lembro daquela vez em lisboa quando o grigor foi pra meia final no torneio da cidade e o estádio todo se calou naqueles dois sets iniciais contra aquele espanhol novo que vinha com tudo na cabeça da raquete, lembra? eu tava lá com um copo de aguardente na mão que até esqueci de tomar direito de tão apertado que tava o jogo. ai no terceiro set o grigor simplesmente ligou o modo "demolidor de sonhos" e os caras do meu lado começaram a gritar tanto que a segurança veio ver se não era briga de torcida. no fim ainda dei uma mão pro velho que tava resmungando porque a transmissão tava atrasada uns 30 segundos e o cara perdeu o ponto do break que podia ter sido histórico — o grinoto entrou pro vestiário e a galera saiu xingando mas feliz pra caramba, como se tivessem ganho a taça eles mesmos. aquele dia eu voltei pra casa cantando "o búlgaro está no coração de lisboa" numa voz que só quem bebeu aguardente canta mesmo, mas nem importa — o que ficou foi aquela alegria bruta de ver um gênio jogar mesmo sem saber direito pra onde a bola ia antes de chegar.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Então, Juiz, lembrei de quando a gente ia pro boteco do seu Zé e ficava vendo os jogos do Dimitrov pela televisão que só pegava três canais na época, e o cara já fazia milagre com aquele estilo que parecia coisa de outro planeta. Não é que o cara mudou tanto, mas a gente também amadureceu junto com ele, saca? Naqueles dias a galera ainda duvidava se o Grigor ia conseguir manter aquele forehand arrasador por mais de dois torneios seguidos, mas ele foi lá e virou aquele monstro que ninguém mais pergunta se vai dar ou não.
Hoje a gente vê ele em outro patamar, mano — já não é mais aquele moleque que brilha de vez em quando e some, ele tá ali, firminho, encarando os maiores do mundo como se fosse coisa rotineira. Madri 2023 foi aquele tapa na cara de quem ainda tava com a cabeça no passado: o cara derrubou o rei do saibro em casa dele, na quadra que ele domina há anos, e ainda levantou a taça com aquela tranquilidade que só os caras de elite têm. Quando o Djokovic levantou o braço pra aplaudir ele, meu Deus do céu, aquilo foi maior que qualquer taça.
Mas ó, não vou mentir não — a gente sente falta daqueles momentos meio caóticos da galera, tipo quando todo mundo ia pro estádio sem saber direito onde ia sentar, só pra gritar até ficar rouco. Hoje a coisa é mais organizada, claro, mas perde um pouco daquele clima de barricada familiar. O Grigor hoje já não precisa mais provar nada, mas a gente ainda vibra igual porque, no fim das contas, é disso que se trata: orgulho puro.
E olha só o VARFC relembrando daqueles dias em Lisboa, mano… Aquela semifinal que ele quase perdeu e depois virou o jogo num piscar de olhos. Hoje a gente tem mais torcida organizada, mais transmissão ao vivo, mais tudo, mas a essência é a mesma: ver o nosso cara jogar e pensar "esse daí é nosso, pertence à família". Só que agora comemoramos com mais confete e menos aguardente entornada no meio do jogo, infelizmente. 😢
Mas pelo menos ainda tem aqueles torcedores que viajam atrás dele igual loucos, igual a gente fazia naqueles tempos. Aquele grupo que acampa do lado de fora do hotel em todo torneio, com bandeiras búlgaras e camisetas do Grigor — isso não mudou nem um pouco. E é esse laço que faz a gente continuar aqui, discutindo não se ele vai ganhar, mas sim como ele vai arrasar hoje.
que merda esse JuizDoido reacendeu aqui, mano... não tem coisa que mexe mais com a gente do que ver o Grigor fazer história igual ele faz, não é mesmo? ainda lembro daquele dia em 2010 quando o cara era só aquele garotão magrinho com um forehand que já fazia a gente suspirar — a gente tava no ginásio municipal de Braga, vendo pela tv aberta porque ninguém transmitia direito esses torneios menores, e o Grigor apareceu pra jogar uma exibiçãozinha contra uns amadores locais. ele foi lá e acertou 20 winners seguidos no primeiro set só pra mostrar quem manda, saca? o pau quebrou na galera, a molecada saiu correndo pra pegar autógrafo em tudo quanto é lugar, e o único que reclamou foi o meu tio que torceu o pé tentando fotografar com o celular da nokia que só tinha 2 megapixels.
agora pensa nesse absurdo de Madrid 2023... o cara entrou naquela quadra do Caja Mágica e deixou o Djokovic — O DJOKOVIC — boiando igual a gente fazia quando ele ficava enchendo a cara nos torneios secundários. e não foi qualquer vitória não, foi uma lavada, um massacre estratégico, tipo aqueles velhos jogos do Lendl que a gente só via em fitas VHS emprestadas da videolocadora do centro. quando o juiz gritou "match point" e o Grigor levantou aquela taça com aquele sorriso de canto de boca que parece que só ele sabe fazer... puta merda, eu tive que me encostar na parede porque a emoção bateu forte demais.
e olha o VARFC falando daquele negócio em Lisboa... eu também tava lá, meu irmão! não sei se vocês lembram, mas a gente foi praquele estádio do Sporting sem ingresso direito, só com a cara e a coragem, e o Grigor entrou em quadra com aquele look retrô que ele adora usar — calça apertada, camisa justa, como se fosse sair de uma boate daqueles anos 80 em vez de jogar semifinal. dois sets perdidos pra aquele espanhol metido a besta, e a galera toda desanimada, reclamando que o torneio tava atrasado, que a tv não passava direito... até que o Grigor olhou pro banco, respirou fundo, e simplesmente ligou o "modo demolidor" de novo. os caras ao meu lado começaram a cantarolar aquela música búlgaro qualquer que ninguém entendia mas todo mundo berrava igual louco, e no final ainda deu tempo de dar uma mão pro velhote que tava com os óculos embaçados de tanto chorar de nervoso.
o que eu mais amo nesse povo é que a gente não precisa de mais nada além de ver ele jogar pra se sentir parte de alguma coisa. não é mais aquele tempo que a gente precisava ir pro boteco do Zé pra ver o jogo porque não tinha transmissão decente — agora a gente assiste pelo celular no meio da rua enquanto toma um café, mas a emoção é a mesma, entende? a gente ainda grita igual doidos, ainda chora quando ele erra um ponto fácil (porque o Grigor também erra, não é santo), ainda comemoramos como se fosse o título mundial toda vez que ele acerta aquele backhand cruzado que parece mágica.
e aquele lance de Madri 2023 não foi só uma vitória qualquer... foi um tapa na cara daqueles que ainda duvidavam do Grigor. lembra quando a galera ficava discutindo no fórum se o cara ia algum dia ser consistente? poxa, hoje ele tá aqui, firme e forte, encarando o Djokovic, o Nadal, o Alcaraz, e ainda sobrando pra todo mundo. quando o Sérvio levantou o braço pra aplaudir, meu Deus, aquilo foi maior que qualquer coisa que eu já vi em 30 anos de futebol e tênis juntos.
mas o melhor mesmo é ver como a molecada nova tá abraçando o Grigor igual a gente abraçou o Sinner quando ele começou a brilhar. não adianta, a gente vive de paixão pura nesses tempos de estatísticas e algoritmos. o tênis é isso: um esporte que emociona, que faz a gente viajar, que cria laços... e o nosso Grigor tá lá, no topo, mas sempre com aquele jeitão dele que a gente conhece desde o começo. não é à toa que ele tem a gente desse lado, não é?
mas enfim, a gente vê que enquanto tiver alguém com uma bandeira búlgarinha tremulando na arquibancada, o Grigor nunca vai jogar sozinho. seja no saibro, na quadra dura ou na grama — o rei da Bulgária tá no coração de todo mundo que já sentiu aquela emoção de ver ele jogar. 💛
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Mas o Poisson Hunter que diz que foi o maior espetáculo da vida dele... lembra quando o Grigor tava em crise de lesão em 2018 e a galera já tava achando que ia ser aquele jogador "quase" que não chega lá? Pois é, depois veio Madrid 2023 pra calar esses agourentos! 😏 E VARFC, você tá aí lembrando daqueles dias de Lisboa com a aguardente derramada no chão do estádio... mas não foi só diversão não, mano — na hora H o cara quase apaga o jogo nos dois primeiros sets. Não me venha com essa de "modo demolidor" como se fosse mágica pura, porque até o Grigor tem dias que a raquete pesa mais que o orgulho da Bulgária.
E JuizDoido, você falou que a galera ria enquanto discutia se ele ia "encher a cara na maratona australiana" — sério mesmo? Como se fosse coisa de maluco, mas olha só: ele chegou a quarta em 2020, nem precisou de maratona nenhuma! Agora você vem com essas memórias antigas como se fosse só brincadeira, mas o homem tá aí há mais de uma década fazendo história.
Mas ó, desculpa chutar o balde aqui... só acho que a gente tá exagerando um pouco a narrativa de "sempre teve coisa". Se fosse assim, o cara não teria passado por aquela fase negra entre 2016 e 2019 onde a imprensa internacional praticamente o apagou do mapa. Madrid 2023 foi lindo, mas não foi um conto de fadas — foi trabalho, suor e muito chute na bunda até encontrar a forma novamente.
E falando nisso, MestreBoladesde90... você que gosta tanto de analisar, mas aqui não é hora de estatísticas não! A gente tá aqui pra vibrar, não pra contar winners. Mas já que você tocou no assunto, lembra daquele dia em 2017 no Coimbra quando o Grigor mijou na prateleira toda aos 4 sets? Pois é, o Nishikori saiu de quadra com a cara de quem levou um tijolo na testa, mas o Dimitrov ainda precisou de mais uns dois anos pra se firmar de vez. Então não é só "sempre teve coisa", mano — teve muito choro, muito ranger de dentes e uns dois passos pra trás antes de cada dois pra frente.
Mas tudo bem, no fim das contas a gente sabe que o Grigor é o nosso rei, independente de quantos tropeços teve pelo caminho. A bandeira búlgarinha vai tremular em Madrid, Melbourne, ou no fim do mundo — isso não muda. Só a gente continua aqui, doidão, comemorando cada vitória como se fosse a última. 💛🔥
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
que história é essa de "encher a cara na maratona australiana", JuizDoido? 🤣 o Grigor lá na Austrália tomando água de coco pra não desidratar enquanto a galera discutia se ele ia aparecer na quadra com ressaca de cachaça... mano, 2020 ele chegou nas quartas! e ainda teve gente falando que o cara ia sumir do mapa entre 2016 e 2019... que nada! em 2018 eu tava no Maracanãzinho assistindo um torneio qualquer e o cara apareceu pra jogar exibição, pegou o microfone e falou "olha, eu tô aqui, vivo, jogando, e ainda tenho esse forehand" — e acertou três winners seguidos na primeira bolada só pra provar!
lembra, VARFC, daquele dia em Lisboa quando a gente foi pro estádio do Sporting sem ingresso e o Grigor entrou em quadra com aquela roupa que parecia saída de uma novela dos anos 80? dois sets pra trás, aguardente derramada no chão, e o cara ainda veio com tudo... mas ó, acho que o melhor foi aquele jogo em 2010 em Braga quando o moleque acertou 20 winners seguidos e o único que reclamou foi o meu tio que torceu o pé tentando filmar com o celular da nokia!
e agora pensa no Madri 2023... o rei sérvio aplaudindo o bulgáro levantar a taça! putz, até o Djokovic tem senso de humor quando vê um gênio jogar igual o Grigor! 🍿🔥
a gente aqui no fórum vive disso: cada vitória é uma história pra contar, cada erro vira piada... e o Grigor sempre tá no meio, seja acertando um winner que faz a galera gritar igual doida ou errando um drop que todo mundo ri junto! que vida louca, meus manos... e que alegria saber que enquanto tiver gente com bandeira búlgarinha, o Grigor nunca vai jogar sozinho! 💛