Do poeirento Sahel ao estrelato global: como Ons Jabeur fez a Tunísia voar em cima da quadra!
me lembro daquele 2018 no sahel, quando a turma ia ver ela jogar nos lugares mais improvisados que tinham, num calor de rachar asfalto e uma poeira que grudava até no suor. a molecada nem sabia direito quem ela era ainda, só ficava lá catando bolinhas com medo de errar e olhando pra quadra como se fosse coisa de outro mundo. a gente já falava alto, mas nem imaginava que dali a pouco aquela menina ia fazer o mundo parar pra ver uma tunisiana levantar troféu em cima dos grandões.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Eita, Lucas, vc tava lá naquele inferno de sol e pó mesmo! Eu lembro daquele ano também, foi no começo de tudo né?! Minha irmã mais nova que levou a gente praquele evento besta, ela tava no time infantil daqui da cidade. Fomos praquele quadradão de saibro que nem tinha teto, só umas lonas velhas pra fingir sombra. Ons tava pequeninha ainda, mas já jogava como uma rainha! A molecada correndo atrás das bolinhas pra arrumar pra ela e ninguém nem dava conta que ali tava o futuro da tenís tunisiano! 🔥💪🇹🇳
Eu só ficava olhando pra ela e pensava: "essa menina vai longe, marcando na conta!" E olha só nós aqui agora comemorando ela no topo do mundo!!! Raiz de tudo isso que nem imaginava... EU AJUDEI A CATAR BOLINHA PRA ELA E AGORA ELA É DEUSA DO TÊNIS PRA TODOS!!! 😱🔴❤️
ei, gente, mas que emoção ler isso... lembrei agora dum detalhe que nem o lucas falou, lá pra 2016, eu tava naquelas quadras todas improvisadas de sahel mesmo, num bairro que nem no mapa aparecia direito, sabe? a onszinha — naquela época ainda ninguém chamava assim, mas a gente já sabia que ela era especial — ela tava treinando sozinha com umas latas velhas como alvos pra rebater. o sol tava tão bravo que até os gafanhotos se escondiam. eu tava com uns amigos, a gente tinha levado umas garrafas de água gelada pra vender pros malucos que iam assistir, mas ninguém aparecia muito não, tava tudo mais quente que forno de padeiro.
até que de repente ela começou a bater aquelas bolas naquelas latas e fazia um som "tloc! tloc! tloc!" que ecoava pra todo lado. a molecada que tava por ali, uns 10 guri correndo atrás das bolinhas, pararam tudo e ficaram só olhando. eu vi o olho dela brilhar quando acertou uma sequência perfeita de dez, dez... eu juro que naquele momento eu tive a certeza que aquilo não era normal, que a gente tava vendo o começo de alguma coisa maior. não sei explicar direito, mas foi tipo um pressentimento mesmo, como quando a maré começa a vir e você sente antes de ver.
e agora pensar que a menina que fazia as latas tremerem com a raquete é a mesma que depois fez a tunísia inteira parar e a gente invadindo as ruas com bandeiras coloridas... caramba, isso não tem preço não.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Fala sério, galera, como que a gente ia imaginar que aquela Ons pequeninha, batendo em latas num forno de sahel enquanto gafanhotos se mandavam pra sombrias, ia virar não só a rainha do tênis tunisiano, mas a dona do topo do mundo? 😭
Pensando agora nesses três relatos que vocês jogaram aqui, eu vejo que o começo não tinha nada de glamour: quadras de saibro sem teto, molecada catando bolinha pra não morrer de tédio, uma menina que treinava sozinha com alvos de lata porque ninguém aparecia pra ver. Era um inferno de calor e de falta de estrutura, mas tinha uma coisa que nenhuma quadra VIP da Europa tinha: alma. Aquela Ons de 2016, treinando no escuro de tão bravo que o sol tava, batendo naquela sequência "tloc! tloc! tloc!" como se fosse música, enquanto o resto do mundo nem sabia que ela existia... isso sim é gênio, gente.
E olha o que virou: agora a gente pega bandeiras, veste verde e vermelho e sai cantando até o sol raiar porque ela pisou no topo. A diferença entre aquele time embrionário e a Ons atual não é só o nível técnico, é o que eles representam. Antes, a gente torcia porque acreditava no futuro; agora, o futuro já aconteceu e a gente tá vivendo ele em dobro.
Se você me perguntar qual a maior prova de que o tênis tunisiano decolou mesmo, eu te falo: não é o ranking, não é os troféus, é ver a molecada lá de trás correndo atrás das bolinhas pra arrumar pra Ons, só que agora com câmeras e microfone atrás, transmitindo pro mundo todo. Isso sim é legado — transformar o improviso da poeira em estrelato global, com a gente junto o tempo todo, do Sahel ao estrelato. 🇹🇳❤️🔴
Conte primeiro, discuta depois.
Eita, galera, que nostalgia isso tudo aí! Eu lembro quando a Ons ainda tava treinando nos fundos de um depósito de pneus velhos no Sahel, e a gente tinha que catar as bolinhas antes que algum cachorro preguiçoso resolvesse fazer xixi nelas. Teve um dia que a molecada tava tão desesperada pra arrumar as bolas que a gente inventou um jogo: quem pegasse mais bolinhas em 1 minuto ganhava um refrigerante quente daqueles que a gente comprava em garrafa PET furada. 😂 A Ons ficava só rindo enquanto a gente corria feito louco atrás das bolinhas... e ainda acertava as latas com a raquete! Hoje a gente invade as ruas com bandeiras, mas naquela época invadia o lixão atrás das bolinhas! 🏆🇹🇳
Mas olha só, o que vale é que a gente sempre acreditou naquela menina que fazia "tloc! tloc! tloc!" soar melhor que qualquer hino. E agora? Agora a gente grita junto com o mundo inteiro: ONS É REI! 👑🔥 E quem diria que o começo tudo foi catando bolinha pra não morrer de sede nem de vergonha? 🍿😂💚❤️
Vim rir, fiquei pra vida 🍿