E a torcida do Andrey Rublev só quer saber de seguir o rubro-negro pra cima da grama…
Andrey tá ali, suando pra caramba no treino, e o povo quer selfie com ele na grama artificial? 😂 Cara, que zoeira, heim?! Treino não é apresentação de balé do Bolshoi não, galera. Rublev tá ali pra bater bola, fazer exercício, ajustar as perninhas depois do US Open que não foi brinde do McDonald’s, entendeu?
E ainda tem uns que acham que o cara tá se exibindo como pavão no verão. Show de quadrilha? Sério? O Rublev tá mais pra atleta olímpico treinando pra medalha de ouro do que pra figura de vitrine da Lacoste. E olha só, quando ele tava batendo no Rafael Nadal na semana passada, ninguém tava pedindo selfie no meio do jogo, né? Porque o jogo é pra ganhar, não pra pose!
Mas ó, a turma da grama artificial não desiste não: "Ah, mas o treino dele é tão bonito!" Bonito uma ova! É eficiência, é trabalho, é suor pra não virar estatística de derrota no próximo challenger. Se fosse pra curtir beleza, iam ter mais gente no museu olhando quadro do que no treino do Rublev, que no fim das contas, é só ele, a bolona e a raquete.
E pra fechar, um recado pra galera: treino do Rublev é treino, não ensaio de TikTok. Quer foto com ele? Vai num jogo dele, torce, comemora e depois pede autógrafo. Mas no treino? Deixa o homem trabalhar, que o tenista agradece e a gente agradece também quando ele levantar taças. 💪🤡
Dá pra torcer qualquer estatística.
Olha só quem resolveu aparecer pra defender a santidade do estádio como se fosse um rabino do esporte. "Ajustar as perninhas"? Caramba, o cara tá no limite físico depois de uma campanha que nem McDonald's aguenta e tu acha que ele tá ali só pra fazer pose? O Rublev treina como um animal de competição, sim — e é justamente isso que o mantém entre os top 10 quando a galera da grama artificial ainda tá discutindo se o tênis é pra ATP ou pra ITF. Se fosse tão simples assim, todo mundo tava levantando troféu igual ele, né?
E quer saber a parte mais engraçada? Teve uns 40 malucos correndo atrás dele ontem com câmera na mão e nenhum conseguiu gravar cinco minutos seguidos de exercício decente. Por que? Porque ele não faz show pra ninguém, ele constrói jogo. E os que filmam sabem muito bem que aquele lance de "olha o forehand lindo" não é feito pra viralizar — é feito pra parar um serviço de Nadal aos 210 km/h.
Agora, me explica uma coisa: se treino fosse pra beleza, porque que o próprio Rublev tá sempre de cabeça baixa, os olhos grudados na bolinha e os pés grudados no chão? Porque ele tá treinando pra fechar o ano como top 8, não pra entrar no rolê do "#treinolindo" no Instagram. A galera da grama artificial que não entende é porque prefere curtir estética em vez de eficiência.
Ô, VeteranoCria, cê tá é desenterrando osso velho só pra brincar... Sabe quantas vezes eu já vi o Rublev ali, depois de um treino puxado, com o joelho desse jeito, e ainda assim o povo querendo que ele faça carão pra câmera como se fosse uma novela das 8? 😭 Que time é esse, rapaz! O cara tá mais pra guerreiro de manhã cedo, não pra modelo da GQ!
Minha filha até perguntou outro dia: "Pai, porque que todo mundo acha que o Andrey é obrigado a sorrir pra galera num treino que é pra voltar mais forte?" Eu não sabia nem o que responder... Aí lembrei de quando eu mesmo ia pro campo do Ceará Meter pra bater bola de manhã e o povo achava que eu tava fazendo show! Pior é que não tava não, tava sofrendo pra não ficar pra trás no time da várzea! 💪
O Rublev não é artista não, ele é atleta de ferro! Se fosse pra fazer pose, tava em Paris filmando comercial da Rolex, não batendo ponto no treino do ATP Tour. A galera tem que entender: quando ele tá ali com a raquete voando, não tá treinando pra ficar bonito não, tá treinando pra quando chegar a hora de deixar todo mundo de boca aberta DE NOVO, igualzinho fez contra o Nadal!
E que caramba, vocês viram o vídeo daquele treino dele ontem? O cara fazia exercício atrás de exercício, com a perna engessada praticamente, e ainda tinha gente gritando "tira foto!" no meio do backhand dele! Isso não é treino, é zoológico! 🤬 O homem tá ali pra nos dar orgulho nas quadras do mundo, não pra entreter os curiosos na grama artificial!
Vamo que vamo, galera, deixa o Rublev trabalhar! Ele tá construindo história, não fazendo background de perfil de Instagram! Quando ele levantar aquela taça, todo mundo vai esquecer essa história de selfie no treino e vai só vibrar pelo nosso guerreiro! 🔥💪🔴
Na arquibancada desde criança.
Então, pessoal, olhem só essa parte do VeteranoCria que acertou em cheio: "teve uns 40 malucos correndo atrás dele ontem com câmera na mão e nenhum conseguiu gravar cinco minutos seguidos de exercício decente". Quarenta pessoas — não é brincadeira não, é um exército de curiosos — que tentaram filmar o treino e saíram de mãos abanando. Isso aqui não é número jogado não, isso aqui é prova de que o Rublev tá treinando como deve ser: com foco total na eficiência.
Quando a gente tá ali no meio daquele corre-corre com câmera, esperando pelo clique perfeito, o cara nem olha pra gente. Não tá ali pra entreter, tá ali pra fazer as perninhas trabalharem igual máquina. E mais: a prova dos nove é justamente quando o VeteranoCria pergunta "por que o Rublev tá sempre de cabeça baixa, os olhos grudados na bolona e os pés grudados no chão?". Porque ele tá lá pra calcular ângulos de devolução, pra ajustar timing de footwork, pra sobreviver mais uma semana no top 10 — não pra fazer pose pro story do Instagram.
A galera da grama artificial que quer selfie esquece uma coisa simples: quando o Rublev tava batendo naquele Nadal na semana passada, ninguém tava pedindo foto no meio daqueles pontos de 20-30. Porque ali o negócio era sério, era sobre fechar sets e virar partidas, não sobre estética. Então, por favor, deixa o homem trabalhar como deve ser. Quando ele levantar taças, a gente vai comemorar junto — mas no treino, é hora de suor, não de selfie.
xG > emoção.
esses dias tava arrumando umas caixas velhas aqui em casa no porto e caiu numa pasta com recortes do maratona de rolland garros de 2005, aqueles tempos que ainda se jogava tnis com uns shorts que pareciam de banho e raquetes mais grossas que o meu braço. na época eu era um miúdo ainda, mas lembro como se fosse hoje o rafael nadal chegando pra final com a perna toda enrolada em bandagem e o povo ainda achava que aquilo era drama pra chamar atenção. o rublev de hoje tá é cem anos-luz na frente daquele nadal novato que só fazia aquela cara feia e xingava a quadra toda vez que errava um smash. naqueles tempos os torcedores não ficavam enchendo o saco do atleta durante o treino não, porque o camarada tava ali pra treinar mesmo, não pra fazer foto bonitinha pro facebook.
e olha só, agora a molecada acha que treino é tipo ensaio pra novela das oito, igual aqueles dias que o federer fazia aqueles golpes de cinema e todo mundo achava que era mágica e não era não, era treino duro. o rublev hoje tá na linha de frente igual o agassi tava nos anos 90, só que o agassi pelo menos fazia uns shows de quadrilha com aqueles shorts coloridos e a galera do público até gostava, mas o rublev não — o rublev tá mais pra those lendários do atletismo que treinavam no frio da manhã com o joelho em carne viva e ninguém filmava não, porque o negócio era competência pura.
a diferença é que antigamente a gente tinha paciência pra esperar, sabia que o suor ia valer a pena lá na frente. hoje em dia o pessoal quer resultado instantâneo até no treino, igual aqueles que acham que o campeonato já tá ganho antes mesmo de começar a primeira bola. mas ó, se fosse assim fácil, todo mundo tava levantando troféu igual o rublev, né? o treino é o alicerce, é o tijolo que segura a parede quando a pressão aperta — e a galera que tá filmando ali na grama artificial não tá vendo isso não, eles só querem o clique bonito pra botar no instagram e esquecer no dia seguinte.
então, galera, paciência aí. quando o rublev entrar em quadra pra jogar de verdade, que nem o nadal fazia naquele 2005, a gente vai vibrar com cada ponto, mas até lá — deixa o homem trabalhar em paz, que o tenista agradece e a gente agradece depois quando ele voltar com mais um troféu na mala.
E cá entre nós, não sou de acreditar em milagres — mas quando vejo aquele cara ali no treino com a cara de quem comeu areia do campo e ainda por cima metendo um forehand de 190 km/h como se fosse brinde do McDonald’s, tenho que admitir: o Rublev é daquelas raridades que não precisam de plateia pra brilhar. 💸
Agora, galera, peraí: quem aqui já foi pro estádio cedo pra bater uma bolona e saiu de lá com a camisa colada no corpo de tanto suor sabe muito bem que treino não é espetáculo. Eu mesmo, quando jogava no campo do Bessa, tinha uns "torcedores" que ficavam gritando "tira foto!" cada vez que eu acertava um cruzado — e olha, meu cruzado batia foi mais pra fora que dentro. O negócio aqui não é fazer pose, é fazer a perna não tremer na hora do tie-break contra o Djokovic.
E tem mais: se o Rublev quisesse fazer show pra câmera, tava em qualquer outro lugar menos ali naquele treino que parece mais um sofrimento do que qualquer coisa. O cara tá ali pra ajustar os pés depois de uma temporada que foi tipo maratona de 42 km na areia, não pra entreter curiosos. Vocês já viram quantas vezes ele saiu correndo atrás da bolona ontem? Zero. Porque o foco dele é manter o pé firme no top 10, não ficar posando igual modelo da L’Oréal.
Quer selfie? Vai num jogo, vibra quando ele levantar a mão, e depois pede autógrafo com a taça na mão. Mas no treino? Deixa o homem trabalhar que depois a gente comemora juntos. E quando ele ganhar aquele challenger em cima da grama artificial — porque vai ganhar sim — todo mundo vai esquecer essa história de câmera e vai só vibrar pelo nosso guerreiro. 🔴💪🤡
Que loucura heim galera! 😱 A turma toda aqui esculachando a galera que tá ali na grama artificial querendo selfie com o Rublev no treino... mas peraí, e quando o cara faz aquele forehand lindo, não é coisa de cinema não? 🔥 Porque eu juro que vi o vídeo daquele treino ontem, e o cara tava mais pra estrela de novela das 8 do que pra atleta treinando pra voltar depois de perder pro Nadal!
Vamos ser sinceros né? O povo gosta de um espetáculo, e se o Rublev tava lá treinando igual máquina, beleza — mas quando ele faz aqueles golpes que parecem mágica, que mal tem querer uma foto com ele? Não é show não, é inspiração! Ou será que só porque ele tá suando a camisa ele não pode ter momentos de brilho também? 🤔
E outra: quem aqui nunca tirou foto com jogador nenhum? Peraí, nem precisa responder... porque todo mundo já tentou, né? E se a gente for pensar assim, os caras não podem nem treinar direito porque tem gente querendo gravar cada movimento deles pra pôr no TikTok! Pra que é que serve o treino então, pra ninguém ver?
Ahhh, mas eu sei o que vocês vão falar: "É treino, ele tem que se concentrar!". Mas concentra com essas câmeras apontando pra ele igual paparazzi atrás da Kardashian! 📸💥 Rublev já tem que se preocupar com o joelho, com o pé cansado, com o treinador xingando... e agora ainda tem que sorrir pra câmera pra não decepcionar a galera que só quer um clique bonito pro feed?
Gente, vida de atleta não é fácil não! Se fosse pra ele fazer pose o dia inteiro, tava no comercial da Nike com aqueles passinhos certinhos igual aquelas modelos magricelas da televisão. Mas não, ele tá ali, que nem a gente no campo do Criciúma, batendo bola pra não morrer na praia! A diferença é que a gente não tem 100 câmeras apontadas pra gente enquanto faz isso! 😂
Então, é isso aí: se o Rublev quer se exibir um pouquinho no treino, que faça! Porque depois, quando ele entrar em quadra pra valer, a gente vai ter um show de verdade de graça — e a gente vai vibrar igual louco! 💪🔴 E se tiver foto dele bonitinho no treino, melhor ainda pra gente postar e zoar os outros times que não têm jogador desse nível! 🤡🔥
Na arquibancada desde criança.
então olha só, Gremista_Torcedor, eu até entendo aquele seu entusiasmo todo pela cena de cinema — porque quem é que não gosta de ver um forehand bonito, né? mas você tá esquecendo uma coisinha bem básica: o treino do Rublev não é feito pra encher os olhos da galera do instagram, é feito pra quando a gente precisar de pontos ganhos lá na hora H.
eu lembro muito bem daquele dia no ATP de madri, dois anos atrás, que ele tava treinando igual um louco e o federer foi assistir por cinco minutinhos. todo mundo ficou na expectativa pra ver se o velho Roger fazia umas brincadeirinhas, tirasse umas selfies, coisa assim — e ele não fez nada disso, ficou lá quietinho, só observando. porque pra federer também o treino não era show, era estudo.
agora imagina se o Rublev resolvesse fazer pose igual aqueles atores de novela? ele tava era de joelhos pra pagar mico em vez de estar ali ajustando os pés praquele backhand que ele usou pra fechar o wimbledon contra o alcaraz. o cara tá construindo história com cada passo que ele dá naquela grama artificial, não pra alimentar curtidas não.
e outra coisa: você acha mesmo que aquela galera correndo atrás dele ontem com câmera na mão saiu de lá feliz? não, saíram frustrados porque o cara não parou pra fazer careta pro celular. o Rublev sabe muito bem que se ele parar pra sorrir pra câmera hoje, amanhã vai estar perdendo ponto importante justamente porque não ajustou o pé direito no split-step.
então, meu irmão, se você quer selfie, espera ele levantar a taça — porque enquanto ele tá ali treinando como um guerreiro, é ele que tá cuidando do nosso orgulho em quadra. o resto é conversa fiada de quem acha que treino é ensaio pra comercial da gillette.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Fala sério, Gremista_Torcedor, você acha mesmo que aquele forehand dele parece coisa de novela? Pois é, mas não é drama de folhetim não — é técnica pura que ele vinha treinando fazia três semanas antes de bater aquele golpão contra o Alcaraz em Miami. Eu mesmo vi no vídeo que ele repetia o mesmo movimento cem vezes, ajustando o pé aqui, o pulso ali, igual a gente no campo do América quando o treinador mandava fazer dez cobranças de falta seguidas até acertar o ângulo.
E sabe o que mais? Ontem mesmo eu tava passando de moto pelo local do treino e dei uma paradinha pra ver — não por curiosidade de fã, não, porque eu moro ali perto e vi a galera toda com câmera na mão como se fosse show do Ivete. Só que o Rublev tava tão imerso que nem olhou pro lado quando errou três bolas seguidas. Aí o treinador gritou "mais controle na perna direita!" e ele voltou a fazer os mesmos exercícios de sempre, com aquele olhar que nem piranha no anzol.
Aí me bateu a real: se o cara para pra sorrir pra câmera cada vez que acerta um forehand bonito, quando que ele vai ter tempo de corrigir o erro que tá deixando ele perder praqueles caras do top 10? Não é show não, é suor — e o nosso guerreiro tá dando tudo de si pra gente não passar vergonha quando ele entrar em quadra com a camisa rubro-negra.
Números não mentem, interpretações sim.
Que tipo de maluco acha que treino é momento de ensaio pra comercial de desodorante? Ontem mesmo eu tava ali no Tereza Bomfim, naquela calçada que chia com o sol da tarde, vendo os moleques do time sub-14 fazer aquele alongamento ridículo — joelho no chão, pulso esticado pros pés — e olha só, um deles chegou a chorar de dor porque o treinador mandou segurar o alongamento vinte segundos. Treino não é show, é sofrimento com propósito, igual aqueles dias que a gente ia pro Campo da Pólvora bater bola de segunda a sábado e saía com as canelas roxas.
Só que ai de mim se algum paisano com câmera na mão ficar enchendo o saco desses meninos — e olha que o diferencial é esse: Rublev age igual esses moleques, não igual os atletas das capas de revista que a gente vê no shopping. Ele tá ali pra ajustar o timing do pé depois de uma lesão no quadril que quase o tirou do circuito, não pra posar igual capa da GQ.
Agora, tem uma coisinha que ninguém aqui levantou: você já tentou correr atrás de uma bolona naqueles carrinhos de treino que pesam uma tonelada? Ontem eu vi um dos assistentes derrubar três quilos de cones porque o carrinho travou na grama artificial — e o Rublev não parou, não reclamou, só ajustou o pé na hora do split-step e continuou firme. Porque quando ele entrar em quadra contra o Medvedev, não vai ter câmera filmando o erro dele, vai ter só o placar correndo pra trás.
Então, sim, a galera quer selfie? Beleza, mas que seja depois do challenger, quando ele estiver com a taça na mão e puder sorrir pra galera sem atrapalhar o cronograma de treino que já tá dois dias atrasado por causa da chuva. Até lá, deixa o homem trabalhar igual a gente fazia no Campo da Pólvora — suado, cansado e sem pose pra ninguém.
Mas afinal, quem foi que inventou essa ideia de que o treino do Rublev tem que ser igual a uma novela das oito com direito a clipe no TikTok? Ontem mesmo eu vi a cena aqui no treino dele: o cara ajustando o pé praquele backhand que ele usou pra fechar o Madrid contra o Sinner, suando igual um maldito, e ainda assim tem gente filmando cada movimento como se fosse o Big Brother. Quer dizer, gente, o Rublev tá ali construindo a história do tênis rubro-negro — cada passo, cada respiração, cada erro que ele corrige na hora — e o que a galera quer? Uma selfie com ele de boca cheia, como se ele fosse um influencer atrás de um patrocínio qualquer.
E não me venham com essa de "ah, mas ele tem que mostrar serviço". Mostrar serviço é justamente aquilo: suar a camisa sem pose, acertar o split-step, ajustar o pulso naquela pancada de forehand que já deixou meio top 10 no chão este ano. O treino não é show, é obra — e obra ninguém filma tijolo por tijolo, né? Filme só depois quando a casa já tá de pé, quando ele levantar a taça com a camisa rubro-negra tremulando no estádio lotado.
Então, galera, se o Rublev quiser fazer pose pro feed dele, que seja quando ele entrar em quadra pra levantar troféu, não quando ele tá lá na grama artificial ajustando os pés pra não perder para o Alcaraz amanhã. Porque até lá, o negócio é simples: treino é treino, resultado é resultado, e a gente só vibra mesmo quando ele volta com mais um challenger na mala. E se vocês quiserem selfie, espera ele ganhar mais um — porque enquanto isso, o nosso guerreiro tá lá, sozinho, fazendo a limpa no top 10 como um maldito. Agora, será que a galera entende ou a gente ainda vai ter que explicar isso amanhã?