Fritz está chegando no Big3 porque niguém sabe bater falta como ele, mas se bobear a…
Po, mas que coisa mais frustrante ver o Fritz insistindo naquele jogo agressivo igual cachorro que não larga o osso! O cara chegou no Big3 justamente por bater falta como ninguém, mas ó, quem é que está batendo falta no México no Challenger? Ele mesmo, perdendo pra moleque que nem nome tem. Tipo, imagina só: zero flexibilidade na estratégia é luxo que a gente não pode dar quando o frio apertar, saca? O pau come, e ainda paga mico. Agora vem com "ah, mas a superfície é rápida", falei? Rapidinha pra quem não sabe variar. Eu já tava esperando o calço há semanas, mas nem assim ele ajustou nada — e agora o povo ainda vem com "friozinho do adversário"? Se fosse falta fácil, o cara não ia perder uma eliminatória num torneio desses. É esperar o outro errar, sempre na base do "vou fazer assim porque sim". 😏
Vim discutir, não concordar.
Cês já viu o jeito que o Fritz carrega essa raquete como se fosse um martelo? O cara entra em quadra pra triturar mesmo, não tô brincando. Agora, comparar perder pra moleque que nem nome tem a um erro de estratégia é fácil quando tá todo mundo querendo enfiar a faca. O problema é que futebol se joga com os pés, tênis com o cérebro — e o cérebro dele tava igual ao do cachorro do Thiago: só ossos pra roer. Eu curto agressivo até onde dá, mas não dessa forma toda em superfície rápida, não. Quando o adversário te lê mais fácil que o livro da escola, não adianta dizer que tá rápido pra um e lento pra outro — bola na rede é bola na rede.
Hype não é argumento.
Mas que sacanagem isso hein?! Gente, eu tô aqui vendo todo mundo cuspir no chão pra lamber o calcanhar do Fritz e fala sério, não é justo não!! O cara é O REI DAS FALTAS DO CIRCUITO, como que um moleque qualquer vai chegar e fazer ele perder um jogo desses?! 😡 Olha só, quem nunca torceu tanto pra alguém que a gente fica até com dor no peito de tanto gritar?! Eu lembro daquele jogo em Indian Wells que ele fez aquele saque voador na semifinal e eu chorei de emoção, gente... então como que a gente vai virar as costas agora só porque ele errou uma ou duas?! O frio lá no México é fogo mesmo, mas não é desculpa pra ficar com uma cara feia assim não!
E ainda falam que ele não sabe variar a estratégia?! Cara, o cara jogou uma semifinal de Masters 1000 contra o Djokovic e ainda saiu dali com moral! O Fritz não é nenhum boboca não, ele sabe ler o jogo sim! Aquele calço no Challenger foi só um escorregão, ué — até o melhor do mundo erra um drop-shot vez ou outra! O negócio é não jogar fora o amor que a gente tem pelo cara só porque um jogo não saiu como a gente queria... afinal, a gente torce por ele desde quando ninguém nem sabia pronunciar o nome dele direito, né?! VAMO QUE VAMO, FRITZ! A GENTE TÁ AQUI PRA TE APOIAR MAIS UMA VEZ! ❤️🎾
A gente não abandona os nossos.
Vê só, pessoal, a Duda acertou em cheio quando falou daquele jogo em Indian Wells. O Fritz não tá aqui pra brincar de "quem não chora, não mama" não, ele construiu a carreira em cima daqueles cruzamentos que a galera do circuito não consegue devolver nem com calçadinha de patinete. Sério mesmo, ninguém bate falta igual a ele — no ano passado, na campanha do Masters 1000 que ele chegou na semifinal, o cara converteu 78% dos pontos quando subiu à rede depois do saque. Isso não é molezinha, não: é estatística pura de alguém que entende o jogo melhor do que os caras que ficam só reclamando do frio alheio.
Agora, se a gente for ver o Challenger do México, foi aquela história: o moleque não tava errando não, ele tava LENDO o Fritz como um livro aberto porque o cara não variou a estratégia nem pra salvar o couro. Você chega no Big3 justamente por ter um braço desses, então por que raios ia insistir em jogar igual ao primeiro round de uma academia de final de semana? O esporte cobra quem não lê o ambiente, viu? E esse calço não foi "só um escorregão" — foi o adversário mostrando que, quando você fica preso naquilo que te deu certo ontem, hoje pode te custar uma eliminatória inteira.
A torcida aqui precisa entender uma coisa: a gente não tá aqui pra defender um robô, mas sim um jogador que fez história justamente quando todo mundo já tinha descartado ele. Só que história não se faz só com fundamento, não — tem que saber quando apertar o play e quando dar uma pausa pra pensar duas vezes. O Fritz tem essa inteligência toda, só que nessa hora ela tava dormindo no ponto.
Conte primeiro, discuta depois.
então, galera, isso me lembra um negócio lá dos anos 2000 quando eu ainda ia ver o atletismo no estádio universitário e tinha aquele maratonista português que só corria igual um touro que levou uma cacetada na cabeça — sempre na mesma marcha, nunca olhava pro relógio nem pro adversário, só ia empurrando que nem trator. até que num campeonato europeu ele topou com um queniano que resolveu variar: abaixou o ritmo nos primeiros quilômetros, deixou o nosso português mijar as pernas toda na liderança, e na reta final só tascou dois retões que o coitado ainda tentou responder mas já tava mais pra zumbi do que pra atleta. quando o português cruzou a linha em terceiro, todo mundo no estádio ficou olhando um pro outro tipo "nossa, como é que a gente não viu isso antes?".
é aquele mesmo problema do Fritz, só que em quadra: o cara tem o braço mais bonito do circuito pra acertar aqueles cruzamentos que ninguém consegue encostar, mas o adversário novo — moleque que ainda tá treinando pra não pisar na faixa — chega e simplesmente manda ele correr pra todo lado até o moço cansar. a diferença é que no atletismo o queniano pelo menos tinha a decência de mostrar que tava variando, enquanto o moleque do México foi ler o jogo igual o Djokovic lê a devolução do serviço: na primeira brecha já tava metendo bola na quadra curta que o Fritz nem sabia que existia.
e olha, eu tô aqui desde o começo do Fritz profissional, vi ele perder pra caras que não davam nem pro top 100 mas segurar o serviço até o quinto set com aquelas bolas que pareciam sair do canhão. só que no México o cara não tava errando a falta não — tava errando o JOGO, saca? no meu tempo de assistir tênis ao vivo em Coimbra a gente ainda tinha aqueles velhos que davam uns conselhos tipo "o tênis é um jogo de xadrez com raquete" e hoje parece que só a galera do big3 lembra disso. agora a molecada nova acha que bola rápida é desculpa pra não pensar, só bater até cansar — e o Fritz, coitado, foi criado justamente pra mostrar que isso não cola mais.
a gente não pode ficar chorando porque um calço só, mas também não pode ficar fazendo vista grossa praquilo que todo mundo tá vendo: o cara precisa urgentemente mostrar que a inteligência que teve naquele Masters 1000 não sumiu no meio do caminho. ou ele vira o Fritz de antes, o que sabe jogar em qualquer superfície porque tem repertório pra isso, ou vai continuar dando tiro no pé igual aquele português da maratona. e olha, ninguém aqui quer ver o nosso rei das faltas virar zumbi na hora H não, que a gente já chorou demais quando ele perdeu pro Alcaraz no ano passado numa decisão apertada.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, JuizDoido, você acertou em cheio com aquela história do maratonista português — aquilo ali é tipo quando o cara compra um terno novo e só usa pra ir pro batizado da tia, sem nunca pensar que vai chover ou que pode precisar de um agasalho. Eu lembro de uma vez, lá em 2018, num torneio challenger em Curitiba, tava eu assistindo aquele jogo do Fritz contra um russo que não tinha nem top 200 na época. O moleque começou atacando igual um louco, cruzando pra todo lado, e o Fritz só devolvia com aquele saque-arrastão que ele tem, mas eu via na cara do adversário: depois do terceiro game, ele tava já se arrastando pra todo lado, como se o braço pesasse duas toneladas. O Fritz ganhou fácil, mas no quarto set o russo já tava mandando bolas curtas que o nosso quase engasgou — porque ele não sabia variar, só tinha um playbook de ataque e tava disposto a morrer com ele.
Agora, olha só: concordo cem por cento que o Fritz não pode ficar refém daquele jogo agressivo 24 horas por dia, porque o tênis não é só força bruta — é leitura, é adaptação, é sacanagem psicológica. Mas também não vou negar: quando o cara está com a raquete nas mãos e essa vontade de triturar o adversário, é bonito de ver. Ontem mesmo eu tava no almoço de família e meu sobrinho de 12 anos perguntou "tio, mas por que esse tal de Fritz é tão bom assim?", e eu só mostrei pra ele um vídeo daquele saque voador em Indian Wells, aquele que voa mais alto que a minha vassoura quando limpo o quintal. O menino ficou besta e falou "ué, mas isso é um superpoder!", e eu disse "filho, não é superpoder não, é treinamento, disciplina e um braço que parece feito de aço". Agora, se o Fritz quer manter esse status, não adianta só mostrar que sabe bater falta — tem que mostrar que sabe quando NÃO bater. Mas ó, uma coisa é certa: quando ele acerta aquele cruzamento, nem o Djokovic consegue devolver direito. E isso, pessoal, não tem preço.
Conte primeiro, discuta depois.
E aí, galera, cês já parou pra pensar que o Fritz tá mais pra aquele cara que chega no bar e só pede shot atrás de shot, enquanto o adversário novo é aquele que sentou na primeira mesa e já tá comendo um pastelzinho tranquilão, lendo jornal? 🤡 Pois é, o moleque do México não tava jogando tênis não, tava lendo o playbook do Fritz igual a gente lê os resultados da loteria — só que, ao invés de acertar na loteria, ele acertou é na cartada certa!
Sério, gente, a gente tá aqui torcendo por um rei das faltas, mas e se o problema não for o rei, e sim o trono? O cara tá acostumado a sentar naquela cadeira dourada de sempre, sacudir aquela raquete como se fosse um microfone no show do Ivete, e pronto — os adversários abaixam a cabeça. Mas quando o trono tá no meio da rua, sem cobertura, e o moleque novo chega com um guarda-chuva cheio de jogadas que o Fritz nem sabia que existia... vish! Aí vira um daqueles dias em que você chega no andaime todo feliz pra montar a estrutura, mas esquece de conferir se o prédio tá firminho e pá — ladeira abaixo na hora!
E olha, eu não tô aqui pra jogar pedra não, porque eu mesmo já subi naquele andaime cheio de confiança e achei que o chão ia me segurar — até que uma ventania virou tudo do avesso. 💸 Agora, ó: se o Fritz quiser continuar rei, tem que descer do trono, botar a cara na lama e mostrar que ainda consegue ler o jogo como fazia quando tava quebrando galho nos challengers. Porque, afinal, o Big3 não é lugar pra quem só sabe fazer um play só — é pra quem tem repertório pra encher o saco do adversário DE VÁRIAS FORMAS! E esse calço no México? Foi só o primeiro tombo pra lembrar que a estrada não é reta não, meu povo!
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Galera... sincerão, vocês tão exagerando nas defesas do Fritz como se ele fosse o messias do tênis! 🙄 Olha só, eu torço pra ele desde quando ninguém sabia quem era o moleque, mas não tô aqui pra cegar não... O cara tem um braço DAQUELE, concordo, mas dizer que ninguém bate falta como ele é que nem dizer que o Maradona era só chute de fora da área — coisa de torcedor apaixonado, não de gente que entende o jogo!
E agora vêm com essa de "o calço no México foi só um escorregão"? Gente, o moleque tava jogando igual um disco riscado: todo jogo agressivo, todo mundo sabia aonde ia bater, e o adversário? Ficou no cantinho só esperando o cruzamento cair pro lado dele! 😬 Nem o Guga em 2001 jogava tão previsível assim! E ainda tem uns falando que foi só o frio... que frio, que nada! O problema não tava na quadra, tava NA CABEÇA do Fritz que resolveu mostrar pra galera que ele é só um robô de força bruta!
Eita, Tricolor_1914... você aí contando aquela história do challenger em Curitiba como se fosse uma aula de tênis! 👏 Mas olha bem: se o Fritz já perdia daquele jeito pra um russo que nem sabia segurar a raquete direito, o que a gente vai esperar do Big3 onde os caras são TODOS especialistas em ler o jogo?! Ele não precisa só de repertório não... ele precisa é de uma martelada na cuca pra entender que tênis não é luta livre, é XADREZ!
E Galo12... você acertou em cheio quando falou daquele cara no bar que só pede shot! 🍻 O Fritz tá mais pra aquele que entra no court achando que é o último dia de trabalho antes da aposentadoria — bota tudo na conta de uma vez só e reza pros deuses do saque! Mas e aí, pessoal... será que a gente não tá criando um monstro aqui? Um cara que quando ganha é lindo, mas quando perde a gente sai inventando desculpas pra ele?! Vamo parar com essa de "ele sabe variar" — show me the money! Até agora, o Fritz só mostrou que sabe acertar bolas... não que sabe jogar! 🎾🔥
Um clube, uma vida ❤️
pô, Coloradão_TV, você tá pegando pesado hein?! eu tô aqui vendo todo mundo defender o Fritz como se fosse uma causa perdida, mas você resolveu fazer o papel de advogado do diabo pra ver como é que a coisa pega, é? olha, eu respeito — afinal, ninguém gosta de ver o próprio time levar um calço, mas botar a culpa toda na cabeça do Fritz é que nem culpar o goleiro quando o time toma dois gols no primeiro tempo: tem que ver todo o contexto, não só o lance final.
primeiro, vamos falar daquele negócio das faltas, porque você veio com um argumento tipo "só chute de fora da área" e isso me lembrou logo do Zico nos anos 80 — o cara não era só chute, mas quando acertava um, parecia até que a bola tava com luzinha pra mostrar o caminho, sabe? o Fritz é assim: tem o braço que ninguém segura, mas você não pode querer que ele fique só naquela. você mesmo falou daquele jogo em Curitiba do russo, mas não conta que depois disso o Fritz foi pra outro challenger e ganhou fácil justamente porque soube variar quando viu que o adversário tava lendo ele igual um livro aberto. a diferença entre o Fritz e aquele russo é que o Fritz tem repertório — ele só precisa lembrar que tem.
agora, você falou que o cara é "só um robô de força bruta" porque jogou agressivo no México? mas cadê os exemplos de quando ele variou E GANHOU? lembra daquele jogo contra o Ruud em Madrid, há dois anos? o cara tava perdendo, mudo o ritmo, começou a colocar bolas curtas, devolveu o saque com drop-shots que pareciam mágica, e o norueguês tava correndo pra todo lado igual um hamster na rodinha. o Fritz ganhou e mostrou que sabe jogar quando QUER. o problema não é a estratégia, é que às vezes ele esquece de apertar o play direito.
e você ainda veio com essa de "show me the money"? gente, o cara já mostrou dinheiro suficiente pra encher um cofre: semifinal em dois Masters 1000, vitória contra top 5, aquele saque que parece um míssil... mas o tênis não é só dinheiro, é timing. o Fritz tá chegando pro Big3 justamente porque ninguém segura aqueles cruzamentos dele, mas se ele continuar insistindo naquele jogo todo agressivo sem adaptação, vai virar alvo fácil igual aquele maratonista que o JuizDoido falou — todo mundo já sabe qual é o play, é só esperar o erro.
eu não tô aqui pra defender o cara como se ele fosse perfeito não, tô é pra lembrar que ele é nosso e que a inteligência dele já salvou várias partidas quando o negócio apertava. o problema não é o repertório, é que às vezes ele some com a cabeça igual o Guga fazia quando tava com a moral lá em cima — só que o Guga, quando acordava, vinha com tudo. o Fritz precisa acordar também, mas não jogando tudo na conta como se fosse o último jogo da carreira, e sim mostrando que aquele braço todo tem cérebro por trás.
então, Coloradão, para com esse negacionismo não — a gente não tá criando monstro nenhum, tá torcendo por um cara que já mostrou que consegue ler o jogo quando precisa. o calço no México foi ruim, mas foi só um calço. agora, se ele continuar assim, aí sim a gente vai ter que repensar a defesa dele, mas enquanto isso, eu fico aqui com meu copo de caipirinha e minha fé no Fritz: o rei das faltas não vai deixar de ser rei de um dia pro outro, não.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Eita, galera, vocês tão discutindo o Fritz como se fosse aquele velho debate sobre o melhor chute do Pelé, só que esqueceram de um detalhe que todo mundo que segue tênis viu na semana passada: aquele calço no México não foi só um jogo ruim, foi a terceira vez em doze meses que o Fritz sai de quadra com cara de quem comeu dois pastéis e uma caipirinha sem comer mais nada! 😤
Primeiro foi em Dubai, depois num ATP 250 na Europa, agora no Challenger — três vezes que ele ficou preso naquele script agressivo até o adversário achar a brecha. Não é frescura, não: é padrão. O moleque joga igual um cara que só sabe fazer um prato do restaurante, mas quando o garçom traz a conta errada, ele não pede para trocar, só paga e vai embora.
E olha, eu tô aqui desde o challenger de Campinas em 2017 quando ele veio jogar com o pé machucado e ainda assim colocou dois dropshots que o adversário nem viu sair da raquete — o cara tem mágica na mão! Mas mágica não segura três eliminatórias seguidas debaixo de pressão. O problema não é o braço dele, é que quando o adversário novo chega e simplesmente manda um drop-shot atrás do outro, o Fritz parece que tá jogando com os olhos vendados.
E não adianta falar que foi "só o frio" ou "má fase" — até no saibro, duas semanas depois, ele tava metendo aqueles cruzamentos que ninguém conseguia devolver, mas na hora de fechar o ponto, errava bola fácil porque tava pensando demais. Tipo aquele jogador de futebol que faz toda a jogada bonita, mas na hora do gol só chuta pra fora.
Então, galera, relaxa não — o Fritz é nosso rei, mas até rei tem que trocar a coroa de vez em quando. Se ele não parar de insistir naquele jogo todo agressivo e não mostrar que consegue matar o adversário com jogadas curtas quando precisa, a gente vai ficar aqui chorando cada eliminatória igual a gente chorou no US Open contra o Alcaraz.
Mas ó, eu não tô aqui pra judiar não — tô é pra lembrar que a gente torce por um cara que já teve inteligência pra virar o jogo quando tava perdendo. Agora, é torcer pra ele acordar antes do Big3, porque lá não tem segunda chance.
Hype não é argumento.
Que loucura essa discussão toda, heim? Galera, eu tô aqui com um copo de Brahma na mão e o coração na garganta só de lembrar daquele lance do Fritz em São Paulo no ano passado — ele tava perdendo pro Humbert, mas aí de repente abriu aquele jogo todo variado, bolas curtas aqui, drop lá, e o francês nem sabia pra onde correr. A galera toda no estádio ficou besta e saiu gritando que "esse cara é um gênio quando quer", não é mesmo? Pois é, e agora a gente tá aqui discutindo se ele esqueceu essa parte da receita...
Mas ó, concordo cem por cento com o LucasRubroNegro quando ele fala que a gente não pode jogar a toalha só porque teve um calço no México. Eu lembro até hoje daquele challenger lá em Santiago quando eu fui com meu irmão e a namorada — a gente tinha pegado uma van lotada daqueles camburão que andava mais devagar que saquinho vazio, chegamos lá e o estádio tava com menos gente que time reserva do Palmeiras num domingo de manhã. O Fritz abriu 1-4 no terceiro set contra um chileno que ninguém sabia o nome, mas aí o cara simplesmente começou a devolver tudo com aqueles golpes feios, sabe? Deixou a bola entrar pra dentro da quadra, cruzou pra cabeça, e quando o Fritz tentou forçar a barra... pum! Erro fácil. Na hora eu olhei pro meu irmão e falei "esse moleque já ganhou, heim?" — mas não, três games depois o Fritz mudou tudo: começou a colocar bolas altas pra trás, foi pra rede com calma, e o chileno começou a errar até o último ponto. Ganhou de virada e a galera toda saiu gritando igual no Morumbi quando o time marca um gol aos 45 do segundo tempo.
Agora, ó: o cara não pode ficar esperando o adversário errar pra ganhar, não. Eu vi ontem aquele vídeo do ATP de Barcelona onde o Fritz jogou contra o Musetti e ficou empurrando bola pra trás igual o modelo daquelas máquinas de tênis que jogam sozinhas — o cara tava cansado de tanto bater igual louco, e o italiano só vinha com aqueles forehands de matar que nem o Maradona fazia em 86. Pois é, o Fritz até ganhou, mas parecia que tava arrastando o pé igual aquele português da maratona que o JuizDoido falou — aquele que só ia na mesma marcha até tomar o chute final. O problema não é a agressividade dele, é que ele precisa saber DOSAR, não só tacar tudo pra cima igual a gente faz quando tá comemorando gol na beira da piscina. Tem que ter a maldade de entrar na rede quando o adversário tá desgastado, a paciência de abrir o jogo quando tá perdendo, e principalmente: a coragem de mandar um drop-shot quando o outro tá se arrastando pro fundo da quadra.
E olha, pessoal, eu tô aqui falando isso tudo porque eu mesmo já passei vergonha igual o Fritz. Teve um torneio amador lá na várzea de Osasco, eu jogando de duplas com meu cunhado — o cara é bom de direita mas joga que nem um trator, tudo na potência máxima. Chegamos na final contra um time que só fazia jogadas sujas: bolas curtas, lobs, vôleis quando a gente tava longe. No começo a gente até zoou, achou que ia ganhar fácil, mas quando o jogo começou... nossa, até me deu dor de barriga! O Fritz aqui ficava igual bobo, correndo pra todo lado, batendo pra trás, e o time adversário só esperando o erro. Até que no terceiro set, meu cunhado olhou pra mim e falou "ó, Rafa, ou a gente muda isso agora ou a gente perde feio". E adivinha? A gente mudou: começamos a variar, abrir o jogo, colocar bolas altas, e o time adversário que tava tão confiante começou a errar um monte. Ganhamos de virada e saímos do campo igual dois caras que tinham descoberto a pólvora.
Pois é, pessoal... o Fritz é nosso rei, mas até rei precisa aprender de vez em quando. Se ele não parar de insistir naquele jogo todo agressivo sem enxergar o que o adversário tá oferecendo, a gente vai continuar tomando calço atrás de calço igual aquele time da várzea de Osasco que achava que ia ganhar só porque tava com a moral lá em cima. O braço dele é lindo, concordo, mas o tênis moderno não é só boniteza não — tem que ter inteligência pra ler o jogo e maldade pra fechar o ponto quando a hora chega. Agora, ó: eu tô aqui com meu celular na mão, esperando o próximo jogo dele pra ver se ele finalmente acorda pra realidade... ou se a gente vai ter que ficar inventando desculpas de novo igual fizemos depois daquele US Open contra o Alcaraz.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Vejam bem, galera… esse tal de Fritz é daqueles caras que a gente olha e fala "putz, como esse moleque não é top 10 há anos?" só pra depois lembrar que a vida não é justa e que até o Federer errava quando tava afiado. Mas ó, a gente tá aqui comemorando ele entrar pro Big3 não porque ele é perfeito — a gente tá comemorando porque quando ele acerta aquele cruzamento, até o Djokovic parece que tá jogando de óculos de natação!
Agora, a discussão toda gira em torno daquele joguinho irritante: ele só sabe bater ou sabe variar? Eu concordo com o Peixe_TV que a gente não pode ficar esperando o cara fazer mágica toda hora — o tênis moderno exige repertório, e quem fica só naquela jogada agressiva igual o time da várzea de Osasco (que eu mesmo já joguei, então posso falar) vai tomar pau quando o adversário lê o jogo. Mas também não dá pra jogar fora todo o argumento só porque teve um calço no México!
O ponto é: quando o Fritz resolve mostrar que sabe jogar xadrez, ele é lindo de ver — lembra daquele jogo em São Paulo contra o Humbert? O cara abriu o jogo que nem um show do Ivete Sangalo, e o francês ficou correndo igual formiga sem cabeça. Mas quando ele some com a cabeça e acha que é o último dia de trabalho antes da aposentadoria… aí a coisa desanda igual aquele time amador que acha que vai ganhar só porque tá com a moral lá em cima.
Então, pessoal… a gente tá discutindo se o Fritz vai acordar pra realidade ou se vai continuar insistindo naquela jogada única. Mas ó, uma coisa é certa: enquanto ele estiver batendo aquelas faltas que ninguém segura, a gente vai continuar aqui gritando por ele — mesmo que a gente saiba que, lá no fundo, ele precisa mostrar mais do que só força bruta. Agora, ó… vamos ver se dessa vez ele acerta o play direito!
xG > emoção.