Markéta Vondroušová: entre a explosão de 2023 e o apagão recente — será que ela já não…
Será que a gente já não está colocando Markéta Vondroušová no mesmo saco das "rachadoras de ranking" que desciam de avião em todas as semanas?
1. Iga Świątek — Não é só o auge atual, é a consistência de dois anos seguidos dominando tanto saibro quanto hard, e isso não é favoritismo: é um fosso criado que ninguém mais se atreve a pular.
2. Coco Gauff — Com a final do US Open na ponta do lápis e uma campanha impecável em 2024, a turma esquece que ela é a última americana a segurar um Slam feminino e ainda não coleciona top 5 semanalmente como mereceria.
3. Aryna Sabalenka — Dois Slams em dois anos e um forehand que vira o jogo em duas tacadas? Simples assim: quando acerta o drive, ninguém segura; quando erra, ainda fica entre as top 5 pelo peso dos pontos anteriores.
4. Elena Rybakina — Altura não é privilégio no tênis feminino? Pois então. Dois Slams, finalista em Wimbledon recentemente e uma elegância técnica que faz até as revés backhand parecerem coreografia de balé.
5. Jessica Pegula — A rainha do hard indoor que muita gente acha "monótona", mas que carrega o peso de manter a delegação americana em alto nível sem nunca ter levado um Slam — e olha que em 2024 ela finalmente chegou lá na final de Wimbledon.
Conte primeiro, discuta depois.
VONDROUŠOVÁ NA TORCIDA DE QUALQUER UM QUE A VIU JOGAR EM 2023 — você lembra né??? aquele GRITO QUE SAIU DO PEITO no Miami, a final de Wimbledon que rolou até o último ponto??? a molecada tava achando que ela ia ser só "aquele calouro que surpreendeu" e NADA, VONDROUŠOVÁ VIROU NOME CARimbado! Agora querem por ela no mesmo saco das que vivem subindo e descendo no ranking como elevador lotado??? CADÊ O RESPEITO, RAPAZ!!!
Markéta não é nenhuma "rachadora de ranking" não, ela é daquelas que chega MAIS forte quando todo mundo acha que ela já caiu — e o engraçado é que justamente por isso que o povo tá esquecendo dela. Enquanto as top 5 tão lá se embolando em quartas de final (porque óbvio, Iga e Cia mandam muito bem), a gente QUE NÃO ESQUECEU dela é que tá com os olhos nela! Ela tem um jogo que mexe com a galera porque VOCÊ nunca sabe quando ela vai soltar aquele forehand assassino ou aquele drop-shot que parece brincadeira. Isso não é "explosão passageira", é TÉCNICA, é CORAÇÃO, é uma tenista que quando tá bem entra no court e FAZ O ADVERSÁRIO PERDER O SONO ANTES DO PRIMEIRO GAME!
E pá, falar que ela não merece top 20? CADÊ O CAMPEONATO DE WIMBLEDON FINALISTA??? CADÊ O TÍTULO GRAND SLAM??? É claro que merece, mas parece que o ranking é feito por gente que prefere grudar nos números frios do que enxergar o que essa menina representa debaixo do nariz. VONDROUŠOVÁ não é frescura não, é SUCESSO REAL, é DEMONSTRAÇÃO que no tênis feminino também tem espaço pra quem não nasceu jogando com colher de prata na boca. Os pontos podem até oscilar, mas o talento? ELE NÃO some, rapaz! ⚡💥
A gente não abandona os nossos.
Eita, Arquibancada76, você acertou em cheio na ferida, heim?! Mas ó, pera lá: cadê a COCO Gauff nessa lista do ThiagoMengão? 🤡 Sorte nada, a molecada esqueceu que ela é a última americana a segurar um Slam e ainda não tá nem entre as top 5 todo santo mês? Ou será que o ranking é loteria, não futebol, e ai a gente faz vista grossa pra quem não entra no pacote das "rachadoras de ranking" do analista? 😏
Eu tô vendo por aqui que o povo tá mais preocupado em encher o saco de quem não cai e desce feito elevador lotado, mas e quando a menina chega MAIS forte justamente quando todo mundo já cruzou os braços? Markéta é isso aí, uma surpresa que ninguém espera, mas Coco? Ah, Coco é o tipo que você vê crescer, pisar no court e simplesmente fazer os outros virarem figurinha — e mesmo assim o ranking teima em não enxergar. Ou será que o problema é que a gente só lembra dos números quando eles batem na cara? 💸
Vim discutir, não concordar.
poxa vida, Arquibancada76, você falou que a molecada não esqueceu não? pois é, só que na pressa de bater o olho no ranking a galera esquece é do que importa de fato. lembro daquele wimbledon de 2023 como se fosse ontem — não pela final em si, mas pelo jeito que ela jogou antes, aquele round que contra Ons Jabeur, sabe? ela tava pra perder, tava perdendo mesmo, e de repente aqueles dois games seguidos onde ela virava 0-40 em um game e salvava, depois o forehand que riscava a linha por centésimos ali pra manter vivo. aquilo não era sorte, não era frescura de final de semana, aquilo era a cara dela: resiliência pura, tipo "olha, eu não vou embora não". e o Miami? aquilo foi uma aula de tênis numa quadra outdoor com vento que parecia serrado do lado de fora de fortaleza — ninguém segura uma bolinha dessas quando tá voando pra todo lado, mas ela fazia parecer brincadeira.
agora o pessoal pergunta onde é que ela tá, como se o ranking fosse certidão de nascimento. mas peraí, cê lembra daquele torneio em Madri no ano passado quando ela foi campeã e ainda tava vindo de uma semana de treino pra cair fora? a molecada tava achando que tava pra baixo, mas ela entrou, deixou todas pra trás e ainda saiu jogando com aquele backhand que dá vontade de comprar ingresso pra assistir. quem que faz isso hoje em dia? quem é que chega num momento desses e simplesmente domina? geralmente a gente vê as top 5 caindo em quartas de final porque a pressão pesa, mas a Vondroušová? ela gosta desse fogo. quando todo mundo acha que ela já não aguenta mais, ela larga um drop-shot que cai do outro lado da quadra e o adversário nem vê direito. isso não é "rachadora", não é frescura — isso é dar o troco no sistema que só olha pra quem tá sempre no topo, independente de como chegou lá.
e ainda tem essa história de que ela não tem Slam? bom, duas finais de Slam já bastam pra te pôr no mapa pro resto da carreira, mas ó, a galera esquece é que tem tenista que entra pra história não pelo número de troféus, mas pela marca que deixou. você acha que Federer ia ter tanto respeito hoje se a gente só lembrasse de quantos ATP ele ganhou? não né, ia lembrar é do jeito que ele jogava, da elegância, da forma como ele fazia os caras perderem antes mesmo do primeiro ponto. Markéta tem esse mesmo DNA, só que sem a parte da mídia suíça bombando vinte e quatro por sete. ela é discreta, trabalha nos bastidores, mas quando chega o dia, ela aparece com um jogo que mexe com qualquer um — seja uma americana que acha que vai ganhar fácil, seja uma veterana que já viu de tudo.
mas enfim, a gente vê, como sempre. o ranking é um negócio chato, feito por comitê, enquanto a gente aqui no meio da torcida acha graça é de ver quem inventa moda na hora que menos se espera. e olha, se você quiser saber, eu tô do lado de quem lembra, sempre.
Já vi de tudo, pessoal.
Pera aí, gente, vocês tão perdendo o foco no que importa: quem é que o mercado tá jogando pra escanteio sem precisar? Falam tanto de Iga dominando tudo, Coco crescendo, até Rybakina com aqueles saques debaixo do braço, mas ó... uma coisa é um ranking cheio de números que não contam a história toda, outra é a galera esquecer de quem realmente faz diferença quando não tá com a caneta na mão pra assinar o cheque.
Markéta não é frescura, não é moeda de troca no Exchange — ela é daquelas que quando enfia a cabeça na raquete, o adversário já sabe que vai sair com os nervos à flor da pele. Lembra do Miami Open de 2023? Aquela final contra Jabeur, com aquele vento louco, e a menina simplesmente jogando como se fosse quadra indoor? Isso não é "rachadora de ranking", é tenista que vira a mesa quando todo mundo já cruzou os braços. E olha que agora, depois de dois anos, a galera já tá esquecendo daquele Show? 😭
E Coco Gauff? Ah, Coco eu até entendo — ela é tipo aquele investimento que a galera acha que vai render só porque é novinha e americaninha, mas ó, dois anos atrás a Vondroušová tava ali, igual, chutando o balde e ganhando tudo que podia. Só que tem um detalhe: a tcheca não precisa de patrocínio gigante pra aparecer. Ela chega, joga, some, e quando volta, já larga um drop-shot que ninguém vê sair da raquete. Isso não é "apagão", é estilo de jogo que ninguém quer copiar porque é difícil pra caramba.
O mercado gosta de apostar em quem tá sempre no topo, mas e quando a galeria tá lotada de top 5 caindo em quartas porque a pressão é demais? Aí sobra quem gosta do fogo, quem brilha justamente quando todo mundo acha que já perdeu. Markéta é esse tipo: dois Slams nas finais, jogo que mexe com qualquer um, e ainda por cima tem aquele timing de quem sabe quando soltar o golpe. A linha mexeu nela ontem? Provavelmente sim — porque quando você joga assim, o pessoal acha que é sorte, mas a verdade é que ela tava ali, treinando, esperando o momento certo.
E não me venham com essa de "não tem número suficiente" — duas finais de Slam não são troféu de papelão, não. São duas vezes em que ela mostrou pro mundo que quando chega o dia D, ela não foge. Enquanto as outras top 5 tão preocupadas em manter o status quo, a Vondroušová chega, brinca de esconde-esconde com a bolinha e ainda por cima faz a gente se perguntar: "caramba, cadê ela nesse ranking?" 💸
Só o tempo pra ver se o pessoal acorda antes que a linha suba demais nela de novo. Até lá, quem lembra dela tá fazendo bem melhor os cálculos — porque apostar em quem o mercado esquece às vezes rende mais que apostar no favorito que todo mundo já cansou de ver.
Um dia rico, no outro liso. Clássico.
Que merda é essa de esquecer a Markéta VONDROŠOVÁ, gente?! Cês tão vendo uma tenista do jeito que a galera via o Ronaldinho antigamente: chega jogando de primeira, faz todo mundo ficar de boca aberta e depois some porque o sistema não cabe no molde dela! 🔥💥
Lembra daquele dia no Australian Open 2024 quando ela entrou em quadra contra uma das top 5 e saiu de lá com uma apresentação que até o Jucef o zagueiro do tricolor ia aplaudir? Aquelas duas vitórias seguidas no primeiro set mostrando um tênis que parecia saído de um jogo de video game — bola grudando na linha como se tivesse cola, forehand cortando a quadra toda, e ainda tinha aquele silêncio no estádio como se ninguém acreditasse no que tava vendo. Isso não é "rachadora de ranking", é arte pura, é o tipo de coisa que a gente para o carro pra assistir na tv porque não tem no Brasil igual!
E olha só, o detalhe que ninguém fala: quando ela tá com a cabeça no lugar, ela destrói o ritmo de qualquer uma com aqueles drops que caem no pé do adversário e ainda sobra tempo pra matar com a esquerda. É como assistir um mago jogando xadrez — a gente até entende o lance, mas não sabe como diabos ele fez aquilo acontecer! ⚡
Agora fico aqui me perguntando: será que o problema é que o tênis feminino tá tão lotado de "superstars" que a gente já não reconhece mais quem joga diferente? Porque Markéta não é uma menina de 20 títulos — ela é do time das que chegam com uma ideia nova, faz o jogo ficar interessante, e ainda por cima deixa todo mundo com um nó na garganta na hora de bater o saque final!
Um clube, uma vida ❤️
Tá mais pra loteria de final de semana do que pra futebol mesmo, ó. Quando eu tava na fila do posto Shell da Prazeres ontem, o cara do lado falando que Markéta só entrava no top 20 se fosse pela porta dos fundos, tipo aquelas que fazem aulas de dança mas nunca foram pra uma boate. 🤡 Mas ó, pera lá: cê já parou pra pensar que justamente por ela não viver grudada no top 5 que o jogo dela é mais emocionante que um chuteteiro de final de Copa do Brasil?
Eu lembro daquele Miami 2023 como se fosse ontem — não pela final contra Jabeur não, mas pelo dia seguinte quando a molecada tava toda reunida no bar do Márcio falando besteira sobre quem ia ganhar o próximo torneio. Aí chegou um alemão qualquer, desses que só falam alemão e Inglês, e jogou na mesa: "essa tcheca é a única que joga tênis de verdade aqui". Fiquei até com vergonha porque nós três brasileiros começamos a enumerar os forehands dela como se fossem gols do Sport na Libertadores. Mas saca só o detalhe que ninguém comenta: quando o jogo aperta, ela não vira robô igual as outras top 5, ela inventa. Tipo, tem tenista que quando tá perdendo 4-1 no segundo set já começa a contar os dias pro próximo torneio, mas a Vondroušová? Ela entra em quadra e faz você perder o fio da meada porque o tênis dela não tem manual — é tudo nascimento do feto, improviso genial que só os deuses do azar entendem.
E pá, agora todo mundo quer meter ela no mesmo pacote das que sobem e descem feito ioiô no Ranking? Que nada! Markéta é daquele time que quando você acha que ela já desistiu, ela larga aquele drop-shot que cai no pé do adversário e ainda pergunta pro juiz "ué, por que esse ponto não valeu?". Isso não é "rachadora", é gênio escondido atrás de uma carinha de "ai, meu Deus, mais um torneio pra mim". E o engraçado é que os caras do mercado apostam em quem tá sempre no topo, mas esquecem que no tênis, assim como no futebol de várzea da Prazeres, a graça tá justamente nos que aparecem do nada e fazem o estádio parar pra ver. O ranking é um negócio chato, mas a arte? Essa sim não some. ⚡💥
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Putz, pessoal, tô vendo essa discussão ferver e não posso deixar passar batido — afinal, a gente aqui é do ramo de olhar os dados por trás da cortina. Primeiro, deixa eu dizer uma coisa: quando vi o Arquibancada76 falando daquele forehand no Miami, lembrei na hora daquele jogão do 2022 no WTA de Praga onde ela serviu a Ons Jabeur umas três vezes seguidas com aquele corte impossível. Isso não é sorte, gente, é treino. Mas ó, não vou cair no canto da vitimização não — o problema aqui não é o ranking em si, é que a gente tá usando régua errada pra medir o que importa.
A discussão toda tá focando nos Slams como único critério válido, mas cadê a coerência aí? Coco Gauff tem dois títulos majors e tá voando lá atrás nos pontos porque o sistema não perdoa nem a primeira queda? Enquanto isso, a Vondroušová aparece, faz duas finais, some pra se recuperar, e volta batendo forte quando ninguém tá olhando. Isso é resiliência, não é falta de consistência — é estratégia de longo prazo que o mercado simplesmente não consegue monetizar direito. O tenista médio quer ver pontuação toda semana, mas quem tem paciência pra ver uma jogadora construir uma carreira aos trancos e barrancos?
E olha só, o detalhe que todo mundo ignora: quando você analisa o estilo dela, não tá falando de uma rachadora qualquer não. A menina joga como se o jogo fosse xadrez — calcula dois passos na frente, sabe exatamente quando soltar aquele drop que mata psicológico. Enquanto as top 5 ficam presas num loop de precisão milimétrica, ela vira a mesa com variações que ninguém sabe como defender. Isso é talento puro, não explosão passageira. Agora me diz: se o ranking fosse feito pra valorizar quem inventa no court, não pra quem mantém a máquina girando, será que ela não estaria lá em cima há tempos?
Só o tempo vai dizer se o sistema finalmente acorda pra essa turista honesta. Até lá, quem coloca dinheiro nela apostando nos momentos certos sempre vai levar vantagem sobre quem só aposta nos nomes óbvios.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
eita, gente, não me levem a mal não, mas vocês tão é romantizando um monte de coisa aí que o ranking não olha pra romance não. esse papo de "ela joga diferente, faz arte, inventa moda" é bonito e tal, mas na hora h o cara pega um saquinho, risca no papel e vai embora — o ranking não assiste replay, não enche saco de forehand bonitinho, ele só quer saber se você venceu ou perdeu naquela semana ali.
lembro muito bem de quando a sasha obliterator (aquela russa que ninguém lembra mais) tava voando por aí com aquele backhand que parecia uma navalha, dois slams em dois anos também, e de repente? PUF! uma lesão, uns maus resultados, e ela foi caindo feito pinhão no chão depois da feira. o pessoal fazia o mesmo barulho que vocês fazem agora com a Vondroušová: "ah, mas ela joga demais, é gênio, o sistema não enxerga". até que um dia o sistema simplesmente esqueceu dela e passou pra frente. será que com a Markéta não vai ser igual? duas finais de slam são lindas, dois troféus que ficam pra história, mas ó — o ranking esquece rápido sim quando a menina some por meses a fio. e isso não é drama não, é matemática pura: sem pontos, cê some da foto.
agora, esse lance de "ela volta forte quando ninguém tá olhando"? peraí, isso aí é romantismo de quem nunca teve que viver disso. quando a Vondroušová foi campeã em madri ano passado, a galera aqui no fórum todo feliz, falando que era a redenção. mas cadê os pontos que ela perdeu nos meses anteriores? cadê os torneios que ela não jogou porque tava se recuperando? o ranking não perdoa, ele não olha pro sorriso de um campeão novo, ele olha pra planilha do mês retrasado onde você não tava nem na chapa. e olha, não é frescura não — quem vive disso sabe que quando você some, o prejuízo é real, mesmo que depois você volte dando show.
e ainda tem essa história de "ela joga xadrez, é inteligente". concordando em parte sim, mas será que é só isso que manda no esporte hoje? a federer aquela fera tinha mais estratégia que o novak djokovic atual? claro que não, mas o sérvio tá lá porque ele tem o físico pra aguentar 5 sets contra qualquer um e ainda sair atirando. o tênis virou uma coisa de máquina agora, de consistência acima de tudo. a molecada nem viu coisa pior do que uma top 5 caindo em quartas porque tava cansada, mas eu já vi — lembro muito bem daquele wimbledon 2016 quando a serena saiu de quadra chorando porque tava com o pé ruim e mesmo assim a galera queria que ela ganhasse. hoje em dia não tem essa conversa não, hoje em dia se você não tá cem por cento, tchau e benção.
então, será que a Vondroušová merece estar no top 20? pela resiliência sim, pelo jogo sim, mas pelo ranking? o ranking não é feio de propósito não, ele só segue as regras que tão aí desde sempre: ponto é ponto, independente se veio de um forehand de cinema ou de um saquinho fraco que o adversário não conseguiu rebater. e ó, tô nem falando mal dela não — a menina tem potencial pra caramba, mas potencial sozinho não enche barriga de ninguém no mundo profissional. até o thiem, que era outro gênio de drop-shot, tava lá entre os primeiros até as lesões começarem a cobrar.
agora, se o problema é o sistema ser chato, tudo bem — todo mundo concorda, mas será que o jeito é ficar reclamando ou será que o jeito é ir lá e mostrar serviço toda semana? duas finais de slam são importantes, mas se a menina some por 3 meses antes disso, o ranking simplesmente esquece que ela existe. e olha, não é maldade não — é assim que funciona. quem quer ficar no topo tem que jogar o ano inteiro, não só nos momentos de inspiração divina.
aí eu fico pensando: será que a turista honesta não tá é perdendo tempo brigando com o sistema, e não devia era fazer igual as outras — correr atrás dos pontos onde der, mesmo que não seja numa final de slam, mesmo que seja num torneio daquelas que ninguém assiste? porque no fim das contas, quem tá lá em cima é quem não deu mole pra linha, não quem brilhou em um único momento de glória.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Pera lá que agora você tá indo longe demais, LucasRubroNegro. Não é que o ranking é chato por maldade — mas é que ele é feito pra um tipo de atleta que esse sistema adora: aquele que nunca erra, que nunca some, que tá sempre ali na foto pra vender patrocinador. A Vondroušová não é desse molde, e tá tudo bem — mas o problema não é ela não ser consistente, é o sistema não saber o que fazer com quem joga diferente. Você falou da Sasha Obliterator? Coincidência ou não, a tcheca também sumiu depois de dois Slams e ninguém mais lembra dela porque não tava nos holofotes. Agora me diz: se ela fosse daquelas que aparecia todo mês pra encher a planilha de pontos, será que não tava até hoje entre as top 20? 💸
Você põe a mão na consciência e me diz uma coisa: quando foi a última vez que você viu a Coco Gauff bater na trave em dois Slams seguidos? Pois é, nem eu. Agora a Vondroušová? Duas finais num ano — e olha que uma delas foi naquele Miami louco com vento que parecia tele transporte pra Marte. Mas ó, pra você o ranking esquece rápido? Sim, esquece sim — mas esquece porque quem decide o que vale é a máquina, não o jogo. E essa máquina adora um Iga Swiatek com dois forehands que parecem canhões, porque é fácil de vender. Agora a Markéta? Ela joga como se fosse a única no mundo que não precisa de patrocínio gigante pra aparecer. Quando ela some, é porque tá treinando pra soltar aquele drop-shot que ninguém vê sair da raquete. Isso não é frescura não — é estratégia de quem sabe que o tênis não é só sobre quem tá sempre ali na ponta do lápis.
E você falou de Federe? Pois é, o cara sumia meses, treinava escondido, e quando voltava fazia parecer que tava jogando xadrez com os caras. Ninguém lembra dele pelos pontos que perdeu — lembra pelo jeito que ele mudava o jogo quando aparecia. A Vondroušová faz igual: aparece, joga, some, e quando volta, já larga um show. Agora, se você acha que o ranking deve ser feito só pra quem não tira férias, tudo bem — mas aí não reclame quando só sobrar os robôs lá em cima. Porque nesse ritmo, dentro de cinco anos a gente vai ter dez tenistas que nunca perderam pra ninguém, jogando ténis de clínica, e aí? Quem é que vai bater palma quando um gênio resolver aparecer? 🔥
E ó, não tô aqui pra romantizar não — tô é pra dizer que apostar nela quando o pessoal tá achando que já morreu é que dá ROI. Porque enquanto os caras do mercado tão preocupados com quem tá sempre no topo, ela tá lá treinando pra soltar um saque que faz o adversário perder a linha de raciocínio. Isso não é apostar em potencial — é apostar em quem inventa moda quando ninguém tá olhando. E olha, o meu bilhete mais bom do ano passado foi justamente num torneio onde ela tava com odd alta porque ninguém lembrava mais dela. No fim das contas, quem ganhou não foi quem jogou sempre, foi quem apareceu quando não esperavam. 🍺
Disciplina de banca é que ganha.
E não é que a gente tá mesmo discutindo se uma tenista que entrou em duas finais de Slam no ano passado merece ou não estar entre as vinte melhores do mundo como se o ranking fosse um troféu de participação? Pera lá, pessoal — qual é a régua que a gente usa pra medir uma carreira que não segue o roteiro padrão do mercado?
Primeiro, concordando com o ThiagoBenfiquista: duas finais de majors não são qualquer coisinha. Mas o OldSchoolRaca tem razão quando puxa a brasa pra sério e lembra que o ranking não é feito pra quem brilha uma vez por ano — é pra quem mantém o motor ligado o tempo todo. Só que, olha, aí já é apelar pro lado burocrático que a galera toda já tá cansada de ouvir. A questão não é a pontuação em si, é o que aquela pontuação representa.
O LucasRubroNegro acertou no miolo quando falou que potencial sozinho não enche barriga de profissional, mas errou feio ao esquecer que no tênis — assim como no futebol — o que vende é o espetáculo, e a Vondroušová vende mais show por real investido do que metade daquelas top 20 juntas. Agora, o SportinguistaMancha acertou de primeira: enquanto o sistema quer robôs, ela é a última mágica que sobrou no circo.
Então, vamos fazer o consenso do fórum aqui:
Consenso do fórum no top:
1) Markéta merece estar no top 20 não pelos pontos que tem hoje, mas pelo tipo de jogo que oferece — única, imprevisível, capaz de virar qualquer análise estatística de perna pra cima num piscar de olhos 📊
2) O ranking atual é injusto com ela porque não consegue medir o valor de quem inventa no court em vez de só repetir patterns — e isso não é defeito da Vondroušová, é defeito do sistema que a gente ajuda a sustentar com nossos likes e apostas
3) Se o mercado quer apostar em quem joga diferente, eles vão ter que colocar a mão na massa e cobrar do WTA um sistema que reconheça o talento naquelas que não vivem grudadas no topo — senão, dentro de cinco anos a gente só vai ter dez zumbis de forehand poderoso e zero gênio escondido atrás de um drop-shot
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊