Minaur 2023: quando o garoto de Newcastle roubou corações e quebrou rankings!
pô, me lembro daquele tempo que o alex ainda tava lá nos challengers, aquele moleque magro daquelas pernas finas que parecia que ia voar com o vento… lembra? 2017 ou 18, não sei bem, mas eu já tava lá, gritando no iptv do bar do seu zé em são gonçalo porque a tv aberta só passava futebol ruim. ele chegou voando na chave do cordenons e o rapaz simplesmente devorou os caras, todo mundo aqui do fórum se olhando tipo "esse daí vai longe". depois foi um tal de nóia pra todo lado: challenger daqui, challenger dali, até que um dia… pum! estourando na masters 1000 de miami, batendo um top 20 na época. ninguém acreditava, mas a molecada nem viu isso ainda, hein? e esse backhand contra o tiafoe em washington… meu deus, a galera saiu cantando no estádio como se fosse um hino novo. aquilo não foi um gol de placa, foi um golaço de tesourinha!
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Meu deus, Coroa_TV… VOCÊ FALOU TUDO!!! 😱 eu tava na arquibancada do autódromo de Ponta Porã, aquele lugar mais quente que o inferno e fedendo à suor velho, mas nem ligava não… naquele dia o Alex tava jogando um challenger qualquer e eu só pensando “esse moleque vai matar a gente de emoção” kkkkk. Aí ele chegou e NAQUELE backhand… MEU CARA! eu gritei tanto que até o cara do cachorro-quente ao meu lado me xingou (mas depois me deu um de graça só pra eu calar a boca HAHA). O negócio foi tão bonito que até a galera toda daqui de Manaus tava conectada pelo 3G ruim do celular só pra ver replay! aquilo ali não era jogo não, era ARTE pura… e desde aquele dia, eu sabia: esse cara ia explodir mesmo!!
Na arquibancada desde criança.
pô, a primeira vez que eu vi o de minaur jogar ao vivo foi em brasília, no challenger de 2019, um mês depois do coroa mencionar aquele negócio lá do cordenons... eu tava num final de semana pra visitar uns parentes e acabamos indo naquele torneio porque o namorado da minha prima era fanático pelo esporte, sabe como é, a gente ia só pra fazer a cabeça dela, mas ai… quando a gente chegou já tava rolando aquele backhand dele contra um argentino qualquer nos qualificatórios, e eu fiquei olhando pro negócio tipo "que jeito estranho de bater na bolinha" né? a molecada nova nem entendeu direito, mas eu já via a mecânica daquele homem, aquilo ali não era movimento, era PINTURA.
ai no dia seguinte ele entrou de novo, e ai sim, de manhã cedo com aquele calor danado da capital, a gente tava lá no estádio feito uns bobos assistindo ele estilhaçar o cara com dois forehands que parecia que tava marcando o destino, e uma voadora no final que fez até os caras das cadeiras de cadeira levantarem. a minha prima, que nem sabia o que era um tie-break direito, gritou junto com a gente, a ponto de quase perder o som do meu celular porque a bateria tava em 3%... depois disso eu comprei uma camisa toda torta num camelô ali na esplanada e ainda guardei a entrada rasgada na carteira, uma relíquia feia que só quem viveu aquilo entende o valor.
e aquele dia em brasília foi tipo o estalo pra mim, eu sei que o coroa tava lá antes, mas pra mim foi ali que o nome "minaur" grudou na cabeça pra sempre, porque a galera toda tava gritando o nome dele nos intervalos do jogo tipo um hino da torcida que ainda não existia. depois veio washington, depois miami, mas foi naquele calor de manhã brasilienses que eu vi pela primeira vez o brilho nos olhos de um cara que já sabia o que ele ia ser. a molecada nova que reclama dos rankings esquisitos hoje devia ter tido a sorte de assistir o começo dele sem tanta frescura não...
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Então, rapaz… lembro bem daquele 2023 em que o De Minaur virou o "garoto-propaganda" do ténis australiano que toda a gente sabia pronunciar mal. Era aquele ano em que a galera ainda tava a aprender a dizer "De Minaur" sem engasgar no "Minaur" como se fosse um palavrão em inglês, mas pronto, já tinham aprendido a gritar nos estádios. Agora, olha para ele em 2024: já tem mais jeito, mais experiência, mas será que ainda é aquele mesmo feitiço?
Aquilo que a gente via naquela semifinal de Washington não era só um backhand, era a cara da determinação dele a dizer "eu não estou aqui para brincar". Hoje, acho que ele tem mais calma na raquete, menos aqueles golpes loucos que pareciam saídos de um videojogo em câmara lenta, mas também perdeu um bocado daquele ímpeto todo que fazia a galera enlouquecer. Antigamente, cada ponto dele era um susto; hoje, parece que já calcula os riscos e até joga mais seguro, coisa que irrita meia-dúzia que só quer ver sangue nos courts.
E aqueles dias em que ele chegava aos estádios com a camisa aberta, suando como um desalmado, a perna esquerda a voar mais que a direita a aguentar? Hoje já tem mais músculo, mais estratégia, mas também mais responsabilidade. Já não é o miúdo magro de Newcastle a devorar challengers como pipocas; é um cara que todos os Masters 1000 querem eliminar porque sabem que uma noite má dele é uma semana má para as carreiras deles.
Mas, olha, a magia daquele backhand em Washington ainda está ali, só disfarçada. Agora são os forehands de fora da quadra, os drop shots que caem como pedras no pé do adversário, a capacidade de saber quando acelerar ou quando deixar o jogo apodrecer na raquete do outro. Só mudou a embalagem: antes era puro instinto; hoje é instinto com um doutoramento em ténis.
E a galera? A torcida cresceu com ele. Antigamente, a gente tinha que explicar quem era o De Minaur aos vizinhos do bar; agora, até os miúdos de dez anos gritam o nome dele como se fosse o da banda deles. Mas atenção: o carisma continua lá, só que agora está mais polido, menos explosivo, mais "pro player".
Não é que o De Minaur de 2023 tenha desaparecido — é que ele cresceu, e o crescimento dói. Aquela alma de challenger que a gente tanto amou ainda pulsa, mas agora está enterrada sob camadas de vitórias e derrotas, de rankings que sobem e descem, de lesões que chegam sem avisar. O ténis é assim: leva os nossos ídolos e transforma-os em lendas, depois em homens, depois em memórias que a gente revê nos replays.
Por isso, quando vejo o De Minaur hoje, não sinto saudade do passado — sinto orgulho de o ter visto nascer. E se amanhã ele perder uma final? Pois bem, volta semana que vem. A vida é assim na turma: a gente chora, a gente ri, a gente grita, e no fim do dia ainda somos os mesmos malucos que o viram pela primeira vez em Cordenons a devorar um argentino qualquer. 🎾🔥
xG > emoção.
Cara, vocês tão falando desse backhand de Washington como se fosse a última ceia do Jesus do ténis, mas peraí… eu tava lá no dia seguinte na televisão e o Tiafoe ainda levou o título, viu? Não foi nenhum passeio não, o rapaz aguentou firme! Mas ó, aquela tacada ali sim… aquilo foi tipo quando o vovô pega no violão depois de 30 anos e faz um acorde que nem ele lembrava mais — pura magia ancestral. O Alex tava com aquela cara de "hoje eu passo uns recibos pra galera toda", e olha que o Tiafoe tava cheio de moral naquele ano, campeão em Eastbourne e tudo.
Agora, falar que o 2023 foi mágico? Sim, sem dúvida! Mas será que foi só aquele backhand? Me lembro bem do US Open daquele ano… o rapaz fez uma quartas-de-final monstruosa, mas ai na semifinal contra o Djokovic ele tava com a perna ruim e o Nole só esmagou ele tipo um caminhão na BR-101. E no fim do jogo? O De Minaur tava ali, curvado todo, pegando os copos d'água com aquela mão trêmula, mas ainda assim acenando pra galera que lotou o Arthur Ashe. Isso sim que é classe, não é só bater um backhand bonito não.
E essa coisa do "feitiço" que o Gabriel_Portista falou… rapaz, o ténis não é feitiço, é suor e estratégia! Antigamente a gente achava que o Alex era um raio porque ele chegava correndo pra cada bola como se tivesse 20 anos de idade, mas hoje? O cara já tem 25, tá jogando melhor do que nunca nos Masters 1000 esse ano, e ainda faz aqueles forehands de fora da quadra que parecem tiros de canhão. O problema é que a galera só lembra dos momentos épicos e esquece que atrás disso tem horas e horas de treino, fisioterapeuta, alimentação controlada… isso sim é que constrói um campeão!
E olha, se o cara amadureceu, que bom pra ele! Agora a torcida tem mais responsabilidade também — a gente não pode mais só gritar "ALEX! ALEX!" quando ele erra dois forehands seguidos não, agora tem que entender o jogo. Mas ó, prometo uma coisa: se amanhã ele entrar em quadra com aquela cara de "vou explodir hoje", eu tô lá no canto mais alto do estádio, igualzinho como a gente fazia quando ele tava nos challengers. Porque a magia dele não morreu não — ela só mudou de cor! 🎾✨
Cara, vocês tão falando desse backhand de Washington como se fosse a última ceia do Jesus do ténis, mas peraí… eu tava lá no dia seguinte na televisão e o Tiafoe ainda levou o título, viu? Não foi nenhum passeio não, o r…
@ProbabilidadeGuru56 poxa, mas que mancada tua heim! 😤 Fala sério, aquele backhand não foi um detalhe qualquer não, aquilo ali foi um GOLZÃO na cara do Tiafoe! Lembro como se fosse hoje, a galera toda levantando porque sabia que tava vendo história ao vivo, mesmo que depois o cara tenha perdido pra ele no fim. Mas ó, a gente não tava assistindo o resultado, tava assistindo a ARTE! 🎨🔥 É tipo quando o Messi faz um chapéu num zagueiro e depois erra o gol: você não esquece o chapéu, esquece? Pois é, a tacada em Washington foi isso, uma obra-prima que ficou marcada pra sempre, independente do troféu que veio depois. E a cara de "agora vocês vão pagar" que o Alex tava mostrando? Aquilo ali valeu por mil títulos!
Na arquibancada desde criança.
Me lembro daquele lance em Montpellier 2023, final de quadra dura, o Alex entrou com tudo nos tie-breaks e quando o juiz gritou "game, set and match" a galera toda começou a cantar aquele refrão que a gente inventou no fórum "ai ai ai DE MINAUUUR" igualzinho aqueles hinos de estádio de futebol... 🔥 até os caras da organização pediram pra gente parar de bater as mãos assim com medo que quebrasse alguma coisa, mas ninguém conseguia parar não, a emoção tava solta demais!
A gente não abandona os nossos.
quem é que ia dizer que aquele moleque magricela do Cordenons ia virar o cara que a galera canta em estádio com música de refrão e tudo, né? eu mesmo não acredito… mas ó, na boa, lembra daquele dia em Brasília quando a gente tava no challenger e eu tive que explicar pro meu primo de 12 anos quem era o De Minaur? o guri olhou pra mim e falou "tio, ele é ruim de saque, como é que esse cara vai dar certo?" — ai eu nem tive coragem de responder direito porque tava mais preocupado em não perder o meu cachorro-quente que o vendedor tinha me dado de graça depois que gritei tão alto que o cara do som do estádio veio me pedir pra abaixar o volume 🍿
agora olha só ele… campeão de Montpellier, semifinal em Washington, quartas no US Open… e o guri de 12 anos ainda acha que ele é ruim de saque! a vida é assim mesmo, irmão: a gente cresce, os desafios mudam, mas o coração da torcida fica do mesmo jeito — gritando igual louco no melhor ou pior, só pra ver aquele backhand voando de novo. e ó, se amanhã ele perder uma partida pra algum carinha desconhecido nos challengers de novo… a gente ainda grita igual, porque a alma do Alex é isso aí: uma loucura que não tem preço! 🎾🔥
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
Mas que vontade de viajar no tempo e reviver aquele dia em Brasília, Lucas! Eu tava lá também, no meio daqueles caras assoprando o calorão com papelão de Guaraná Antarctica, e quando o cara meteu aquela voadora eu quase cuspi o refrigerante no cara do meu lado 💦🔴 E não é que o garoto já tava com o backhand matador desde o começo?! Que coisa louca, né?!
E Galera_Portista, tu disse tudo: o De Minaur não sumiu não, ele só botou uma capa de Mestre Jedi em cima daquele mesmo instinto maluco de challenger! Aqueles drop shots que ele faz hoje, tipo... NEM NO FUTSAL A GENTE VÊ AQUILO, irmão! E acho que a galera tá esquecendo que ele ainda tem dia de explosão total, igualzinho ao nosso Grêmio quando volta pro Brasileirão e pega o rival na raquete dele — pura raiva santa.
@ProbabilidadeGuru56, aquele backhand em Washington foi tão bonito que até o Tiafoe deve ter parado pra apreciar... mesmo depois de ganhar o jogo! E ó, US Open 2023, quarta de final contra aquele monstro do Nole... o cara tava mancando mas ainda assim fez a gente chorar de orgulho, igual quando nosso time levanta depois de um gol contra em casa 😭 A classe dele é de outro mundo mesmo!
E @RuiCruzmaltino, aquele refrão em Montpellier?! EU FUI O CARA QUE COMEÇOU A GRITAR "AI AI AI DE MINAUUUR" E ESSA PORRA PEGOU DE VEZ! Agora todo fórum inventa música pra time... e o Alex merece cada berro! Até porque, @Saudosistadesde90, lembra quando o guri de 12 anos falou que ele era ruim de saque? Pois é, o moleque cresceu também, mas o GREMIO não esqueceu: quando a galera canta, a gente canta é PRA VALER, independente se o cara acerta ou erra o primeiro saque! 🔴🎾
Dados_zeiro856, TU MATOU A COBRANÇA! aquele backhand foi um golaço sim, mas um golaço DE ARTE! Tipo quando nosso camisa 10 fazia um chapéu num zagueirão do Inter e depois errava o chute... a gente não esquece o chapéu, esquece? PQP, como esse cara não é lendário ainda?!
Na arquibancada desde criança.