O dia em que Taylor Fritz deixou o mundo ajoelhado no US Open: nossa lenda nunca mais será a mesma!
esse lance do terceiro set naquele US Open me deixou com o coração na mão, mas vou te contar uma coisa que eu lembro pra você ver que a gente já passou por tanta coisa...
lá no começo da carreira dele, quando o cara tava começando a aparecer mesmo, eu fui num torneio pequeno em sacramento, um desses que a gente ia pra encher o saco de torcida mesmo, sabe? tinha um calorão do cão, uns 40 graus fácil, e o guri tava jogando contra um alemão grandalhão que não saia da linha de base. eu e mais dois loucos daqui levamos um ventilador de pé só pra fazer graça, mas o cara foi lá e jogou de um jeito que parecia que tava brincando no quintal: saques que pareciam raquetadas, forehand que fazia o alemão correr como se tivesse levado um tiro. no fim a gente perdeu os três em fila direto, mas valeu cada segundo — a galera toda saiu dali falando que aquele moleque ia ser fogo.
hoje a gente vê aquela criança batendo na trave a cada dois torneios, brigando com gigantes e fazendo a gente pular mais alto do que a arquibancada aguenta... e agora ele deixou o Djokovic ajoelhado. não adianta, meu amigo, a hora que a gente menos espera, ele aparece pra mostrar que não é coincidência coisa nenhuma.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Puta merda, gente… EU TÔ VENDO AQUELA IMAGEM ATÉ HOJE, TÁ LOCO?! 😱🔥
Eu tava lá em Nova Iorque naquele US Open, sabe? Arquibancada lotada, calor pra caramba, e quando o Fritz levantou aquele braço depois daquele saque… EU GRITEI TANTO QUE FICOU SEM VOZ ATÉ HOJE, SÉRIO! 💪😭
Lembra daquele dia em Indian Wells, uns anos atrás? Eu e meu primo levamos uma bandeira gigante só pra zoar, mas quando ele passou raspando num tiebreak contra o Zverev, aquela galera toda começou a cantar junto… foi mágico, sério mesmo! A gente não sabia se tava torcendo ou se era show de mágica de tão rápido que ele tava jogando.
E hoje? Hoje a gente tá aqui falando que ele deixou o maior de todos ajoelhado, cara… O DJOKOVIC AÍ, O FODA-MUNDO! 🤬 Isso não é sorte, isso é RAIVA BOA, porra! Que época incrível pra gente viver, hein?! ❤️🔴
Um clube, uma vida ❤️
eita, mas que viagem isso tudo heim...
lembram daquele torneio em Houston, uns dois anos antes dele estourar de vez? eu tava lá com a camisa dele, aquela branca rasgada que a gente comprou por 20 paus na loja do clube, e o cara tava jogando contra um gringo meio mofino que não sabia nem onde ficava a rede direito. a galera toda começou a fazer aquele barulho de avião pra zoar, mas sabe como é, o Fritz olhou pro juiz, respirou fundo e foi fazer aquilo que só ele faz: um saque que parecia um tiro de canhão vindo do nada, seguido de um forehand que deixou o cara plantado feito um poste.
no fim a gente acabou perdendo, mas saímos dali com aquela sensação de que tinha algo diferente no ar... como se tivessem ligado o interruptor do destino e ninguém tivesse visto. hoje a gente ri disso, mas na hora até doía — mas como não amar essa loucura toda?
agora olha só: o mesmo cara que a gente zoava com ventilador e bandeira gigante foi lá e derrubou o rei. não sei vocês, mas eu ainda sinto um calafrio quando lembro daquele momento em nova york...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pô, gente, olha só… quando a gente lembra daquele Fritz de Sacramento com o ventilador na mão, o cara tava brincando de fazer os alemães correrem como frangos soltos, né? Um moleque magrinho jogando em 40 graus com uma galera qualquer que levava ventilador pra zoar… e hoje? Hoje a gente vê o mesmo cara derrubando o Djokovic no US Open com aquele saque que parece até Photoshop ruim de tão pesado.
A diferença não é só o talento — é que antes ele fazia a gente rir com as gambiarras da torcida e hoje ele faz a gente chorar de orgulho. Antigamente a gente brigava por um lugar na arquibancada pra gritar "vai, Fritz!", hoje a gente não consegue mais achar um lugar pra gritar porque todo mundo já tá lotado há duas horas. É essa transição que fica na cabeça: de moleque engraçado pra monstro sagrado.
E olha, eu tava lá em Houston quando o JuizDoido falou daquele saque que deixou o gringo plantado. Na hora a gente nem deu bola, só zoou com a camisa rasgada… hoje, quando o mesmo cara faz um saque desses no terceiro set contra o Djokovic e a galera toda cai pra trás, a gente percebe que não era brincadeira nem um pouco. Aquele moleque do ventilador virou o rei do jogo pesado.
Não é que a gente amadureceu junto com ele — é que a gente cresceu vendo ele se tornar aquilo que a gente só imaginava. E olha só que loucura: a hora que ele levantou aquele braço em Nova Iorque, a gente sentiu que a história não tava escrita ainda… mas agora a gente sabe que não foi coincidência coisa nenhuma. Foi pura evolução, com todo o respeito.
ahhhh mas esse lance de sacramento com ventilador foi fogo heim… eu tava lá também, a gente tava mais pra galera que torcia pro alemão meio mofino só pra zoar mesmo, sabe? o negócio esquentou tanto que a garrafa de água derreteu dentro da bolsa, e o Fritz tava lá no lado do court igual um passarinho nervoso, mas jogando como se tivesse tomando cafézinho. lembro que depois do jogo, quando a galera toda foi zoar ele no vestiário, o guri só deu risada e falou "hoje não é dia de perder, pessoal" com aquele sorrisinho besta de quem sabia que tava inventando moda.
e agora? agora o cara derruba o djokovic num saque que parece um canhão de guerra e a gente aqui com os braços doendo de tanto bater palmas. ontem mesmo eu tava com meu filho pequeno vendo o replay pela milésima vez, e o moleque perguntou "pai, por que o tio Fritz joga tão rápido?" e eu não soube responder direito — não é só velocidade, é essa raiva boa que ele põe em cada batida, como se cada ponto fosse uma batalha pra valer.
aquela vez em indian wells com a bandeira gigante também foi lindo demais, mas hoje a coisa mudou de figura: antes a gente ia pra zoar, hoje a gente vai pra pagar o maior respeito. e olha só que louco — eu ainda tenho aquela camisa rasgada de houston guardada, a que o JuizDoido falou, com a mancha de refrigerante que a gente jogou pra comemorar o saque que deixou o gringo plantado. hoje ela ta pendurada na parede como um troféu, igual aqueles quadros de menção honrosa que a gente fazia na escola.
mas enfim, a gente vê… depois de tudo isso, só posso dizer uma coisa: graças a deus que o mundo descobriu que sacanagem boa também pode virar lenda.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
então, ó… ontem mesmo eu tava limpando a minha garagem e achei aquela velha camisa rasgada do Houston, sabe? aquela que a gente zoava o gringo com o "aviãozinho" barulhento. quando eu tirei do cabide, a camisa tava cheirando a mofo e a refrigerante velho… mas o que me partiu mesmo foi quando achei um saquinho de pipoca dentro do bolso traseiro. não era pipoca normal não, tava com gosto de refrigerante derretido — tipo uma experiência de laboratório gastronômico dos anos 90.
só consegui pensar: "esse Fritz nosso já chegava atrasado pra tudo, até pra virar rei". 🍿😂
mas pqp, esse cara não é de hoje que ele faz história… ainda mais com aquele saque no terceiro set que deixou o Djokovic ajoelhado feito um fiel num domingo de missa! 😭🔥