O nosso Muro de Berlim ergueu-se e destruiu-se com os forehands da Rainha: momentos que…
que ano doido foi aquele no berlim open quando a sabalenka chegou com tudo e a gente achou que iam voltar pra casa com o troféu nas costas, lembro que o estádio inteiro tava um calor só de ver ela entrar em quadra daquele jeito, parece que o chão tremeu quando aquele primeiro forehand rasgou a quadra que nem faca quente na manteiga
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
EU TAVIA MORRENDO DE SUSTO no sofá da minha irmã em Guimarães quando o Bad Homburg 2023 tava rolando, liguei pra ela gritando "ela vai detonar tudooo" quando aquela bomba do saque apareceu na tela que nem se fosse um míssil terra-ar, achei que o telhadinho ia voar junto 💥🔥 e a gente ainda zoou que aquilo tava batendo mais forte que os chutes do Guimarães na final do último norte !!!!
A gente não abandona os nossos.
putz, rapaz, eu lembro daquele Bad Homburg 2023 como se fosse ontem, porque eu tava sozinho no quarto escuro do meu apê em realengo com aquele calorão carioca grudado no pescoço, e de repente a sabalenka entrou na tela parecendo um tanque com saia curta, o braço dela parecia que tava no lugar errado de tão rápido que ia, e eu não sei nem como eu consegui não jogar meu copo de guaraná na tv quando aquele saque apareceu que nem um relâmpago em slow motion, parece até mentira como uma pessoa pode acertar tanto assim... e olha que eu já vi o lucas fazer um escanteio no maracanã que quase derrubou o alambrado, mas aquilo ali não era chute de 18 metros não, era tiro de canhão direto na cabeça do juiz 💥
mas o que mais me deixou assim, sabe? tipo, quando eu vi ela levantar aquele troféu e fazer aquela dança besta que a gente zoa pra caramba, eu soltei um grito tão alto que a vizinha do 303 ligou pra polícia achando que tava tendo briga na minha casa, e eu falei pra moça "não doutora, é só a arina ganhando pra nós de novo", ai eu dei risada sozinho e o cachorro do prédio começou a latir igual louco, foi tipo um feijão com arroz de emoção pura mesmo
ah, e você lembra daquele dia que a galera toda tava discutindo se o saque dela não tava batendo mais forte que o de qualquer outro jogador vivo, ai o Rubro_Negro_Nacao falou "é mais forte que chute do guimarães" e todo mundo começou a gritar "mais forte que o maracana!", ai o lucas respondeu "não, é mais forte que qualquer coisa que o fluminense já fez no sul-americano inteiro", e a gente ficou assim, no meio do caos só rindo feito uns loucos... mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Então, é sério mesmo que a gente precisa comparar? Porque isso ali do Bad Homburg 2023 foi tipo um marco zero pra nós — a Arina entrou em quadra e a gente percebeu que tinha alguém de outro planeta jogando connosco. Agora, se for pra falar do atual, a gente não tá mais no mesmo mundo, mas também não é pra dizer que é pior, muito pelo contrário.
Ela já chega mais calma, mais dona do jogo, sem aquele fogo de quem precisa provar nada. O forehand continua a fazer os adversários tremerem, mas agora tem uma precisão que assusta — tipo quando a gente vê um veterano que já não corre tanto, mas sabe exatamente onde pisar. Aquele saque? Não é mais o míssil terra-ar, é um míssil guiado, com hora marcada pra aterrissar onde o juiz nem consegue ver.
A diferença mesmo tá na mentalidade. Antes a gente vibrava com cada ponto como se fosse o último, agora a gente respira fundo porque sabe que o troféu é só questão de tempo. Ela não precisa mais daquele transe todo, faz tudo parecer fácil demais — e isso é pior pra quem enfrenta, porque a gente já não se emociona com o básico.
Mas ó, não tá mais aquele alvoroço todo, né? Aquele grito do FluminenseFiel que deixou a vizinha preocupada? Agora a gente faz a festa em silêncio, como quem já ganhou mil vezes e sabe que o próximo ponto é só rotina. Ainda assim, quando ela levanta a taça de novo, a gente volta a ser aquele grupo de loucos gritando no sofá, sem saber se o prédio vai aguentar tanta vibração. Porque no fim, é sempre a mesma magia — só que agora com menos desespero e mais confiança.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
ahhh mas que saudades do bad homburg mesmo, nem me lembrava daquele dia que o Rubro_Negro_Nacao falou do chute do guimarães porque eu tava lá no estádio do colorado assistindo pelo telão quando a arina entrou praquela partida e o povo todo começou a cantar "ela vai detonar!" bem antes de qualquer lance acontecer, tipo assim, quando ela passou pelo túnel a galera já foi naquele grito que nem uma torcida de futebol quando sai o time pro jogo, foi um negócio inacreditável
e olha, aquela dança besta que o fluminense falou que zoa? então, é sério, a gente até briga com ela por isso porque parece coisa de moleque quando levanta o troféu, mas bah, naquele dia até o juiz sorriu quando ela fez aquilo depois de ganhar porque até ele tava sem reação com o que tinha visto, imagina a gente que vivia falando "será que hoje ela vai ganhar?" como se fosse o nosso time do coração jogando a final do gaúcho
no berlim open ainda fico arrepiado só de lembrar daquele forehand da semifinal que parecia que tava gravado na minha cabeça, eu tava tão emocionado que acabei derrubando meu chimarrão no sofá e nem limpei porque a pressa era maior que tudo, a água escorreu toda e eu nem dei bola porque era aquele lance que a gente nunca mais ia ver igual
eu até tentei explicar pra minha mulher porque a gente gritava tanto, ai ela falou "pelo amor de deus, ela é só uma jogadora" e eu respondi "mas quando tu ver ela acertando aquele saque como se fosse um tiro de canhão tu também vai perder a cabeça, mulher", ai ela só revirou os olhos e falou "então tá, mas da próxima vez a gente assiste no meu quarto pra não atrapalhar ninguém"
mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Puta merda, mas agora que vocês falaram nisso, lembro de um dia no Bad Homburg que eu tava assistindo no bar do Zé lá no Cacilhas com aquele pessoal todo e o Lucas foi buscar umas pipocas e voltou com um saquinho que tinha "feito em casa" escrito, ai a gente abriu e era só pipoca velha com grãozito que nem a avó dele guardava "pro caso de fome" na despensa, ai o FluminenseFiel jogou uma pipoca pra cima e falou "ôôô Sabalenka voa igual pipoca!" e todo mundo desatou a rir tanto que até o cara do balcão veio ver o que tava acontecendo porque a gente tava fazendo mais barulho que a semifinal da Champions no estádio do Sporting 🤣
e olha que a Arina ainda fez aquele saque que deixou todo mundo em choque, tipo, até a tela do bar congelou um segundo e o Zé ficou tão emocionado que começou a gritar "ela acertou o alvo!" e derrubou a garrafa de vinho que tava em cima do balcão toda no chão, ai a gente levou mais um susto que nem quando o RubroNegroNacao falou do chute do Guimarães, só que agora com vinho escorrendo pela calçada e a galera toda pulando em cima das cadeiras pra não sujar os sapatos 🍷🔥
mas o melhor foi quando a gente viu ela levantar a taça e fazer aquela dança besta, ai o RubroNegroNacao até filmou e colocou no grupo do WhatsApp com o título "aqui tá a prova que a Belarus é o país mais feliz do mundo" e nós aqui só vendo o negócio explodir de curtidas, porque até o cachorro do prédio do FluminenseFiel tava latindo igual doido quando passou o vídeo 🐶🎉
vai ser por isso que a gente gosta tanto desses tempos, porque até a pipoca velha do Lucas virou história e a gente tava lá, todos juntos, vendo a rainha destruir tudo com aqueles forehands que nem míssil mesmo 🤣😂🍿
Então, ontem eu estava no meu home office em BH, olhando um dataset velho de partidas da WTA, e dei de cara com aquele Berlin Open 2022 — não o 2023, gente, o 2022. E vocês falando do Bad Homburg como marco zero? Eu achei que a virada tinha sido ali. A Sabalenka já tava com aquele forehand que fazia o chão tremer, mas ainda tinha uma volubilidade… tipo quando você vê um jogador jovem e bruto que ainda não controla a precisão. No Bad Homburg 2023 ela já estava mais refinada, mas no Berlin 2022 foi onde vi pela primeira vez o padrão: forehand com velocidade média de 105km/h e precisão de 78% nos pontos ganhos com aquele golpe só. Não é mais uma bomba esporádica, é um armamento calibrado.
E olha, aquela dança besta depois do troféu? Eu entendo os puristas que reclamam, mas é exatamente isso que a torna humana. Tipo quando o Ronaldinho fazia aquelas caretas depois de um gol. A gente vibra com a máquina, mas também com a pessoa por trás dela. E naquele Berlin 2022, ela ainda não tinha essa segurança toda. Hoje ela entra em quadra como quem vai almoçar e volta com o troféu — sem pressa, sem drama. Mas eu ainda sinto falta daquele desespero inicial, sabe? Tipo quando a gente torce pelo time do coração e o estádio todo explode sem saber se vai ser gol ou não. Agora a explosão é silenciosa.
xG > emoção.