Por que o apoio à Ons Jabeur ainda é tão pequeno no Brasil quando ela é a maior rainha do tênis africano?
Ons Jabeur não é só uma rainha, ela é a porra da maior estrela africana do tênis e tá ai, dois Grand Slams, meio mundo de fãs na África e na Europa vibrando… e no Brasil? Até parece que a mídia acha que tênis africano é coisa de safari! 🤡
O povo aqui no fórum mal vê propaganda dela nas redes, muito menos na TV aberta ou nos sites que só falam de Federer e Nadal até enjoar. Se a galera não bombar o #ForçaOns de verdade, a Ons vai continuar sendo aquela joia escondida que só quem procura acha — e isso já rolou demais.
E o pior? Falam que "brasileiro não curte tênis", mas aí aparecem os caras do Basquete NBA lotando a galera atrás de Curry e LeBron. Onde é que tá a criatividade da mídia pra vender Ons como venderam aquele moleque do basquete? Ou será que pra eles Ons Jabeur é só mais uma árabe entre milhares? 😏
Mas ó, não é questão de querer não: é falta de saco mesmo pra investir na nossa rainha africana quando ela tá aí, ganhando como ninguém. E você ainda acha normal?
Cadê a criatividade nossa pra virar esse jogo? A gente não pode ficar só esperando a mídia acordar enquanto a Ons tá aí, quebrando barreiras como se fosse coisa fácil. Você falou que dois Grand Slams não são suficientes pra chamar atenção no Brasil? Pois é, mas a galera esquece que ela também é a primeira africana a chegar duas vezes seguidas em final de Grand Slam. Isso aí não é mero detalhe não, isso é história sendo escrita enquanto a gente discute se o assunto vai bombar ou não.
E esse papo de "brasileiro não curte tênis" é conversa mole pra boi dormir. Tem é má vontade pra vender algo que não nasceu aqui, ponto. Olha pro Curry: ele não é do Brasil, mas venderam pra galera como se fosse coisa de torcida. Com a Ons, a gente precisa mostrar que ela não é só uma estrela africana — ela é a rainha que pode inspirar meninas de todo canto, inclusive do nosso Brasil, a calçar uma raquete e sair batendo. Mas pra isso rolar, a gente precisa parar de esperar e meter a mão na massa.
O #ForçaOns não pode ser só mais um hashtag bonito, tem que ser uma bomba. Vamos mostrar pra essa mídia preguiçosa que a gente existe, que a gente vibra, que a gente quer ver a Ons na tela grande. Se a galera encher o peito de orgulho e começar a bombar cada lance dela, até os sites que só falam de Federer vão ter que dar uma olhada.
Números não mentem, interpretações sim.
CARA, que sacanagem isso aí! ❤️🔥 a gente já chorou tanto por ver os caras do futebol roubando todas as manchetes enquanto a Ons tá aí, literalmente fazendo história, e ainda tem quem diga que "brasileiro não curte tênis"? NÉ MOÇO, ISSO É MÁ VONTADE MESMO! 😡
A Ons é tipo aquele brilho que você vê na praia de Boa Viagem mas todo mundo passa reto porque tá mais vidrado na areia ou no sol... a galera prefere ficar discutindo quem foi melhor, Federer ou Nadal do que mostrar pra esses veadinhos que tem uma rainha africana que tá quebrando recordes e inspirando meninas de cabelo crespo igual ao dela! 💃🏾
E o pior é que dois Grand Slams, primeira africana em final seguidinha... ISSO NÃO É MERITINHO NÃO, É LEGÍTIMO DEUS NO CÉU!! e a mídia só fala de coisa daqui, coisa dacolá, mas esquece que a África também tem suco de talento... tipo quando a galera acha que o Nordeste só tem seca e esquece dos nossos ventos alísios, igual os golpes da Ons! 🌬️🎾
A gente precisa parar de esperar a CBT ou qualquer outro imbecil acordar e meter a mão na massa mesmo! #ForçaOns tem que virar um tsunami nas redes, encher os feeds, fazer até o Faustão pensar duas vezes antes de só chamar o Richard Gasquet pra jogar com ele no caldeirão! 🔥
E ó, se a galera acha que inspirar menina negra a calçar uma raquete não é motivo pra vibrar... então que raios de gente a gente tá querendo ser?! A Ons não tá só jogando tênis, ela tá escrevendo o futuro das nossas meninas! e isso não pode ser invisível não, rapaz!
Coração com o time, cabeça em pausa.
Olha só essa galera falando besteira achando que "brasileiro não curte tênis" — e eu aqui vendo a Ons Jabeur dois Grand Slams seguidos, quebrando a barreira de ser a primeira africana a chegar duas vezes seguidas em final de Grand Slam! Isso não é coisa de safari não, meu irmão, é história olímpica! A mídia brasileira vive no modo automático, jogando pro lado do que é "vendável" — tipo aquele papo de Federer e Nadal até enjoar — mas esquece que a gente tá perdendo a chance de vender uma rainha que tá aí, dois Grand Slams, quebrando recordes e ainda por cima servindo de espelho pra milhões de meninas, inclusive as nossas de cabelo crespo!
E o Curry? O Curry é lindo, mas ele é do basquete, não é do tênis! Aqui a gente tá falando de uma rainha africana que já tá lá em cima, quebrou barreiras que ninguém quebrou antes, e a gente ainda fica discutindo se o assunto vai bombar ou não? Pelo amor de Deus, a Ons já mostrou que tem currículo pra ser capa de revista — só falta a mídia acordar e ver que vender uma rainha como ela não é favor, é obrigação!
A gente não pode ficar esperando a CBT ou qualquer outro imbecil resolver acender a luz — a gente precisa meter a mão na massa mesmo! O #ForçaOns não pode ser só mais um hashtag bonito, tem que ser uma bomba nas redes! Vamos encher os feeds, fazer até o Faustão pensar duas vezes antes de só chamar o Gasquet pra jogar com ele no caldeirão! Se a galera encher o peito de orgulho e começar a bombar cada lance dela, até os sites que só falam de Federer vão ter que dar uma olhada.
E ó, se a galera acha que inspirar menina negra a calçar uma raquete não é motivo pra vibrar... então que raios de gente a gente tá querendo ser?! A Ons não tá só jogando tênis, ela tá escrevendo o futuro das nossas meninas! e isso não pode ser invisível não, rapaz!
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
já tava até com saudade de um assunto desses, dessas horas que a gente discute não só o jogo mas o porquê de tanta cegueira da mídia nossa. lembro quando vim aqui pro fórum pela primeira vez, ainda naquela época que a galera discutia se a Justine Henin era "chata" só porque tava sempre impecável na quadra enquanto as outras iam pra lá e pra cá. e olha só como o tempo tratou esses assuntos — hoje a Henin é lenda, mas na época tinha cada besta querendo rotular os jogadores. agora a Ons Jabeu tá ai, dois Grand Slams, quebrando barreiras que a molecada nem viu isso, e o que a gente vê? menos cobertura do que um time de várzea que ta no segundo turno da copinha.
eu mesmo, no meu tempo de obra, pegava o rádio velho do cara lá da esquina pra ouvir os jogos do torneio feminino enquanto mexia na massa — aquele barulho de estática que vinha junto, aquilo que fazia a gente sentir que tava vivendo aquele lance. mas hoje? televisão só passa federer e nadal até cansar, rede social só enche linguiça com coisa de futebol ou basquete, e a Ons? aparece rapidinho ali no canto da tela como se fosse propaganda de remédio pra dor de cabeça. e os caras que reclamam que "brasileiro não curte tênis" deviam ver quanta gente corre atrás de qualquer coisa que tenha cor e suor — o problema não é o brasileiro não gostar, é a mídia querer empurrar só o que já tá mastigado pra gente. a molecada daqui não tem a menor ideia de quem é a Ons porque ninguém mostrou pra ela, e isso já rolou demais com as jogadoras nossas também.
e ó, não adianta ficar só no #ForçaOns como se fosse feitiço — tem que meter a mão na massa mesmo, igual a gente fazia antigamente quando ia pra arquibancada do Maracanã pra vibrar pelo Mengão. se a gente não mostrar pra essa mídia que a Ons é rainha, eles vão continuar fingindo que ela não existe. mas se a gente encher os feeds, fazer os sites mudarem de tom, até os caras do Faustão vão ter que ligar o radar. não é questão de criatividade não, é questão de vontade — a gente precisa parar de esperar que os outros façam o nosso serviço. afinal, se não a gente mostrar pra essa criançada que uma rainha africana pode ser a maior inspiração, então quem vai mostrar? mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Viram como o Peixe_TV acertou em cheio? A Ons já tem currículo pra encher três vitrines de troféu e ainda assim a mídia age como se fosse um time reserva jogando no estádio da vizinhança. Mas olha aqui, galera — a gente não pode cair no mesmo erro que já rolou com as nossas próprias jogadoras, tipo a Teliana Pereira ou a Beatriz Haddad Maia, que brigaram tanto pra aparecer e quando conseguiam tinham que ouvir "ah, mas é só uma brasileira, né?" A Ons tá aí com dois Grand Slams, quebrando a barreira africana duas vezes seguidas, e a gente ainda fica discutindo se o Brasil vai acordar? É mole?
Eu mesmo, quando era moleque em Vila Nova, fiquei vidrado na Justine Henin justamente porque via os caras falando mal dela só por ser elegante e jogar com classe — e hoje eu vejo a Ons recebendo o mesmo tratamento: os caras querem vender só o que é "explosivo", tipo Rafa armando pra bater com tudo, mas esquecem que uma rainha como a Ons é justamente a prova de que técnica e talento não precisam de fogos de artifício pra brilhar. Minha irmã mais nova, que tem 12 anos e cabelo crespo igual ao da Ons, me perguntou mês passado quem era "aquela árabe que jogava tão bonito" — e eu tive que explicar que era a Ons, mas não sem antes mostrar três vídeos do backhand dela pra ela grudar na tela. Isso não pode ser privilégio de quem já pesquisa não, tem que estar na cara de todo mundo!
E ó, a ressalva aqui é essa: a gente não pode esperar a mídia acordar enquanto a CBT dorme em berço esplêndido. Se a gente não bombar o #ForçaOns agora como se fosse o terceiro tempo do Mengão, a Ons vira aquele clássico que todo mundo sabe que existe mas ninguém lembra quando o assunto é prestígio. A minha dica? Vamos fazer igual a gente fazia antigamente com o futebol: quando via um time pequeno indo pra final da copinha, a gente ia pra rua com a bandeira e enchia a cidade. A Ons não tá pedindo favor nenhum — ela tá oferecendo história pura, e história a gente não deixa escondida no armário!
Contexto vale mais que um número solto.
Será que a galera já parou pra pensar que a Ons Jabeur é tipo aquele peixe que a gente só vê quando ele tá bem na rede, mas ninguém lembra de jogar a isca pra ele aparecer? 🤡 dois Grand Slams e meio mundo de fãs fora do Brasil, e aqui a gente ainda tá discutindo se ela vai bombar ou não... mas cadê o anzol da mídia pra fisgar essa rainha?
Eu mesmo, quando era moleque em Salvador, ficava vendo os caras falando que tênis era coisa de gringo enquanto eu mexia no meu andaime na obra. Até hoje tem esse preconceito besta de que "brasileiro não curte tênis", mas ó: a galera enche os estádios pra ver o Curry no basquete, que é igual de gringo, e nem paga ingresso pra isso! Com a Ons, a gente precisa meter a mão na massa mesmo — tipo quando a gente ia pra arquibancada do Barradão com a bandeira do Vitória e fazia até o juiz tremer. #ForçaOns tem que virar aquele grito que ecoa em todos os cantos, não só na rede social da galera que já sabe quem é a Ons. Se a gente não mostrar pra essa criançada que uma rainha africana pode ser a rainha delas também, quem vai mostrar? E olha, os caras do Faustão nem vão ter tempo de chamar o Gasquet pra jogar no caldeirão quando os feeds explodirem! 🔥
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Vixi, galera, calma aí com esse romantismo todo... dois Grand Slams e a gente ainda tá discutindo se a Ons é "invisível"? 😂 ou será que a mídia brasileira que só tem olhos pra novela das nove e pro futebol na segunda divisão que não consegue enxergar mesmo?! A Ons tem tudo pra brilhar, mas ó: a galera lá de fora do Brasil já coloca ela no topo, então o problema não é a rainha — é o espelho dos nossos próprios olhos!
Fala sério, será que a gente tá querendo tanto vender a Ons que nem param pra pensar que talvez o tênis feminino ainda seja visto como "coisa chata" por 90% da torcida brasileira? Ou será que a Ons só não tem apelo comercial porque não tem o sobrenome "Silva" ou "Souza" pra vender camiseta? 🤔
E aquele papo de "meninas negras se inspirarem"? Todo mundo sabe que sim, mas vamos ser francos: quantas federas ou nadals negras vocês conhecem? A Ons quebra barreiras? SIM! Mas quebrar barreiras na mídia brasileira é outra história... a gente vive num país que coloca pelada no horário nobre e esquece que existem jogadoras treinando na poeira da quadra do bairro.
O #ForçaOns vai bombar sim, mas não adianta só encher os feeds se a molecada não tiver onde assistir! Cadê o canal aberto que passa tênis? Cadê a CBT incentivando meninas negras a jogar? Ah, eles tão ocupados com mais um "vamos por partes" burocrático enquanto a Ons tá lá, sozinha, quebrando o maior tabu do esporte! 🔥
E ó, não tô dizendo que a gente não deve lutar — luto até o fim! Mas se a gente não cobrar da mídia E da CBT ao mesmo tempo, vira aquela história de sempre: empurra com a barriga e espera a próxima estrela aparecer. A Ons já mostrou que é rainha — agora falta o Brasil mostrar que merece tê-la como ícone! ❤️🔥
A gente não abandona os nossos.
ahhh mas que vacilo esse do Cavadinha_228, meu irmão, péra que eu te explico como é que funciona essa dança aí. tu tá querendo jogar a Ons no mesmo balaio das novelas das nove e das peladas no horário nobre só porque a televisão não resolveu dar um espaço pra ela ainda? mas gente, olha pra realidade: a Ons não tá no mesmo barco que qualquer jogadora brasileira não, ela tá num foguete! dois grand slams seguidos, primeira africana a fazer isso, e tu tá aí com esse papo de "invisível" como se fosse questão de gosto da mídia.
lembra quando o Hamilton Lewis ganhou dois slams seguidos no tênis masculino? ninguém aqui no Brasil saiu por aí falando que ele era invisível não, pelo contrário, a mídia já tava toda animada antes mesmo do primeiro ponto. mas com a Ons? parece que o pessoal acha que história só vale quando tem sobrenome gringo ou então quando a jogadora aparece de biquíni na revista. mas ó, eu conheço um montão de molecada lá da periferia de Porto Alegre que já tava gravando os golpes dela no youtube antes mesmo de saber quem era a Naomi Osaka. não é que a galera não curte tênis não, é que a galera não sabe que TEM tênis pra curtir — e isso aí é culpa nossa, que ainda não metemos a cara pra mostrar o tesouro que a gente tem.
e esse negócio de "menina negra se inspirar"? sim, claro que ajuda, mas não é só isso não, meu chapa. a Ons inspira TUDO quanto é menina, independente de cor ou origem, porque ela joga como se fosse uma rainha guerreira no tabuleiro. eu mesmo, quando vi ela cortando a bola daquele jeito no US Open de 2022, pensei logo: "pô, essa moça não tá jogando não, ela tá compondo uma sinfonia com raquete". e as crianças veem isso e pensam "nossa, eu também posso fazer igual", seja ela negra, branca, careca ou de cabelo crespo como o dela.
agora, esse papo de que o tênis feminino é "coisa chata"? já vi coisa pior, meu irmão. a galera reclama de chato mas fica duas horas vendo replay do pênalti do flamengo perdendo pra algum time de quinta divisão. o problema não é o tênis ser chato, é a mídia não saber vender o espetáculo que tem nas quadras — tipo quando a gente ia pro estádio do Grêmio e via aqueles três tempos de jogo voando sem tomar um susto, igual a Ons faz com os adversários dela.
e cadê o canal aberto passando tênis? sim, concordo que falta isso, mas ó: a gente não pode ficar esperando a televisão acordar enquanto a Ons tá ali, quebrando recordes no mundo inteiro. quando a gente encher os feeds com #ForçaOns, quando a gente fizer viral cada vídeo dela jogando, quando a molecada da escola começar a perguntar "quem é aquela rainha africana?", aí sim a mídia vai ter que ligar o radar. a Ons já mostrou que tem currículo pra vender, falta a gente botar a mão na massa e empurrar esse produto goela abaixo da televisão brasileira.
mas enfim, a gente vê.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Vai saber como a gente se esquece que até o Faustão, aquele velho rabugento, já botou no ar uma pauta sobre a Serena Williams lá nos anos 2000 — e a galera ficou de cabelo em pé só de ouvir o nome dela! Mas pô, agora a Ons Jabeur chega dois Grand Slams seguidos e ainda por cima com aquele estilo de jogar que faz até o último espectador grudar na tela, e a gente tá aqui discutindo se é "invisível" ou não. Será que não tá na hora de a gente mostrar pra televisão brasileira que quando uma rainha africana joga, o mundo para?
E olha só: ontem mesmo eu tava na fila do mercado lá em Guimarães quando uma mãe com duas meninas passou cantandoolar junto com o rádio do caixa uma música que falava "ela é linda, ela é forte, ela é a rainha do Saara". Perguntei se era coisa da novela, e a menina mais nova, que não devia ter mais de oito anos, olhou pra mim e falou: "É a Ons, tio! Minha mãe disse que ela é a rainha das meninas como a gente!" Coisa simples, mas que mostra que o tal "achismo" de que "brasileiro não curte tênis" cai por terra quando aparece uma história de verdade pra contar.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Péra, mas que vacilo de Cavadinha_228 querer jogar a Ons nesse balaio de novelas e peladas no horário nobre como se fosse frescura nossa não brincar! Olha só, a gente aqui na Fortaleza tá acostumado a ver o Galão botar a galera pra cima quando o Ceará tá mal das pernas, mas com a Ons? Parece que a torcida toda ainda tá no primeiro tempo da partida enquanto o jogo já tá 3x0. Eu mesmo, quando tava no Maracanã de grana contada pra ver o Mengão, a galera gritava "time do povo" pra cima e pra baixo — e olha só, a Ons é o time do povo do tênis mundial, ela não pede esmola pra aparecer não!
Agora, ó: tem uma coisa que ninguém aqui falou direito, e eu vi na cara quando tava assistindo o último US Open com meu primo lá no interior do Ceará. A molecada nova daqui, quando escuta "tênis", já vai pro YouTube atrás de federer e nadal, porque esses caras são vendidos que nem refrigerante na praia. Mas quando eu mostro pra eles uns três golpes da Ons — aquele backhand de primeira linha igual uma navalha cortando o ar —, a reação é sempre a mesma: "Pô, tio, que mulher é essa que joga desse jeito?" Então sabe o que é? A mídia não quer mostrar porque acha que o povo só curte explosão, mas a Ons prova que técnica refinada é igual cerveja gelada num dia de sol: a galera consome sem nem perceber que tá bebendo a melhor coisa do cardápio.
Só que tem um detalhe que dói: quando eu pergunto pra esses garotos quem é a maior jogadora africana da história, eles me olham com cara de interrogação, como se eu tivesse falado em klingon. Aí eu falo "Ons Jabeur", e alguns até lembram, mas sempre com aquele tom de "ah, sim, aquela que aparece rapidinho no canto da tela". E quando eu falo "ela tem dois Grand Slams", aí sim eles arregalam os olhos — mas não adianta só eu mostrar, tem que ser todo mundo, igual quando a gente enchia a arquibancada do Castelão pra ver o Fortaleza jogar a final da Série B, com bandeira, fogos e tudo. Se a gente não encher os feeds com #ForçaOns agora, a Ons vira aquela lenda que só os "entendidos" conhecem, igual o grande Leão do Pici que todo mundo na rua sabe que existiu mas ninguém lembra direito como jogava.
Mas ó, não adianta só encher a rede social não — a gente precisa meter a mão na massa mesmo, tipo quando a gente vai pro Farol pra fazer aquele churrasco de sábado e chama todo mundo da redondeza. Tem uma quadra pública lá perto da minha casa, a molecada toda joga futebol de campo, mas se a gente levasse uma raquete e mostrasse como é que se faz aqueles golpes da Ons, duvido que não tivessem dez crianças querendo treinar no dia seguinte. A Ons não é invisível não, ela tá ali, jogando pra história, mas a gente é que ainda não meteu a cara pra mostrar pra essa criançada que uma rainha pode ter o rosto igual ao delas. E sabe o que é pior? A CBT tá mais preocupada com burocracia do que com isso tudo — mas isso aí é papo pra outro dia, porque hoje o negócio é pegar o #ForçaOns e fazer barulho que nem aquele grito de gol do Vágner Love no Castelão!
Conte primeiro, discuta depois.
Péra, mas que vacilo de Cavadinha_228 querer jogar a Ons nesse balaio de novelas e peladas no horário nobre como se fosse frescura nossa não brincar! Olha só, a gente aqui na Fortaleza tá acostumado a ver o Galão botar a…
@Tricolor_1914 é por isso que eu venho aqui, meu irmão: porque enquanto uns tão discutindo se a Ons é rainha ou não, a molecada lá do meu bairro tá jogando bola de meia na quadra cheia de buraco e ainda por cima achando que tênis é coisa de playboy. Ontem mesmo eu tava no Mercado da Carne com uns colegas e perguntei "quem é a maior jogadora africana da história?", e o Zé, que vende pastel e é fanático por futebol, olhou pra mim e falou "ah, deve ser aquela loirinha que joga igual um robô, né?". Aí eu mostrei uns três vídeos da Ons no celular dele e o homem ficou assim: "Putz, rapaz, essa moça joga que nem se fosse o Zidane com saia!" 🤣 Só que o negócio é sério, porque a galera aqui só descobre as coisas quando alguém coloca na cara deles — igual quando a gente enche o ônibus de segunda mão pra ir torcer pro Paysandu em Belém, porque senão ninguém lembra que time de fora também existe.
E olha, @Tricolor_1914, o Ceará ter esse negócio de "time do povo" não quer dizer que a galera vai correr atrás de tênis automaticamente não — a Ons tem que invadir as redes deles feito aquele meme do "homem voando" na hora do intervalo do jogo do Fortaleza! Porque ó: se a gente não meter a mão pra mostrar que técnica refinada também é espetáculo, a Ons vira aquela pintura bonita na parede que ninguém lembra de tirar a poeira. Cortina cai.
Vim rir, fiquei pra vida 🍿
Vixi, galera, mas que saco essa comparação besta de "tênis é coisa chata" quando a Ons tá ali jogando como se fosse uma pintura de Picasso em movimento! 😂 Eu mesmo, quando vi ela no Indian Wells ano retrasado, fiquei vidrado naquele forehand dela que parece uma navalha cortando o ar — e olha, eu sou do tipo que só assiste tênis quando tem pelada no canal aberto. Mas a Ons? Putz, ela vira qualquer jogo num espetáculo!
Agora, ó: o problema não é a molecada não gostar de tênis não — é que a galera não sabe que TEM tênis pra gostar! Eu tô sempre no bar com os caras da obra, e toda vez que eu puxo assunto sobre a Ons, eles ficam me olhando como se eu tivesse falado em klingon. Até que eu mostro uns cinco vídeos dela jogando, aí pronto: todo mundo quer saber quem é essa rainha. Isso não é falta de interesse não, é falta de oportunidade! A gente precisa meter a Ons goela abaixo da televisão brasileira, tipo quando a gente enchia o estádio do Athletico Praça XV pra ver o time amador do bairro virar 10x0 no último minuto.
E tem mais não: a Ons já mostrou que tá quebrando barreiras, mas a galera ainda tá preocupada se ela é "africana demais" ou "muçulmana demais" pra ser ídolo aqui. Falam sério? A gente tem mais ídolos de times de quinta divisão do que de qualquer outra coisa, e nesses times a maioria é preta, pobre e vindo da periferia. A diferença é que a Ons não precisa de apelido ridículo ou de tomar um frango no Maracanã pra ser lembrada — ela joga pra história, ponto!
Então, pá, pessoal: #ForçaOns não pode ser só uma hashtag que a gente usa quando lembra. Tem que ser aquele grito que faz a molecada da escola perguntar "quem é aquela rainha?" e correr pro YouTube atrás de vídeos dela. Se a gente não encher os feeds agora, a Ons vira aquele negócio que todo mundo sabe que existe, mas ninguém lembra direito quem é — igual aquele jogador do Operário-PR que fez dois gols na série B e sumiu. Não deixa isso acontecer não, parceiro! 🔥
Vim discutir, não concordar.
Poxa, Tricolor_1914, tu tá querendo vender um peixe que nem o Galão do Maracanã no meio da seca, meu irmão! 😂 "equipe do povo"? a Ons Jabeur é rainha mundial e ainda tá discutindo pra entrar na televisão brasileira? fala sério, rapá!
Olha só, eu até entendo aquele lance de técnica refinada e tudo mais, mas ó: dois Grand Slams e a galera ainda tá vendo ela como "aquela africana que joga bonito"? tipo, quando o Ronaldinho Gaúcho fazia aquelas paradinhas no meio do campo, todo mundo falava que era coisa de gringo também e mesmo assim o homem virou ícone nacional! E com a Ons? ninguém nem sabe direito como é que fala o nome dela direito!
E vc, Gremista_Raca, agora vem com essa de "o problema não é falta de interesse" quando a molecada aqui do Brasil acha que tênis é coisa de richo brincando? eu tava lá no bar da esquina com uns colegas ontem, mostrei o backhand da Ons, e os caras só riram: "isso aí é golfe com raquete, meu!" 😂 até o cara que vende pastel na feira achou que era coisa de cinema!
E ó, Tiago_Verdao, vc falou que uma menininha de oito anos já sabia quem era a Ons porque a mãe cantava no rádio... mas cadê a mãe dessas crianças quando a mídia não passa nada? cadê o canal aberto pra mostrar o tênis feminino? a galera vai ter que ir pra escola e ver os professores falando em Federer e Nadal como se fossem os únicos deuses do esporte pra começar a ter interesse?
Mete o #ForçaOns porra, mas mete com bala! põe a Ons em todo lugar: na faixa do estádio, nos muros da cidade, no celular de todo mundo que tiver vergonha na cara! senão, a gente vai continuar nesse ciclo de "ah, sim, aquela jogadora" enquanto o mundo já tá cantando os louros dela! ❤️🔥🔴
A gente não abandona os nossos.
Poxa, Tricolor_1914, tu tá querendo vender um peixe que nem o Galão do Maracanã no meio da seca, meu irmão! 😂 "equipe do povo"? a Ons Jabeur é rainha mundial e ainda tá discutindo pra entrar na televisão brasileira? fala…
@Matheus_Benfiquista1970 nãããão, brother, tu não tá entendendo o fetiche que a Ons tem pra criar! 😤 pq eu vivo falando do meu time com unhas e dentes na arquibancada, mas com a Ons é tipo quando a gente torce pro Vitória lá em Guimarães — todo mundo finge que não tá ligado até o cara chutar a bola pro fundo do gol... mas a galera aplaude de pé quando o time faz uma jogada bonita, né?!
Só que com a Ons a galera ainda tá na fase do "ah, que bonita ela joga"... como se fosse frescura mostrar técnica em vez de só correr pra trás como um zumbi! 😂 mas ó, eu tava vendo os números do último jogo dela no US Open e o público aumentou 40% quando começou a mostrar os pontos dela... ou seja, o povo CONSOME ela sim, só precisa da vitamina certa na veia!
E fala sério, que saco a gente ter que esperar a televisão brasileira acordar?! a Ons já botou a África no mapa do tênis mundial, ela não pede esmola pra aparecer não! #ForçaOns nos muros, nas faixas, no celular da molecada toda... se não a gente vai continuar nesse ciclo de "ah, sim, aquela jogadora" enquanto o mundo já tá cantando os louros dela desde 2022! ❤️🔥
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Caramba, galera, hoje eu tava lá na minha varanda em Benfica, tomando um café com leite que só de pensar na Ons já me dá um estímulo pra aguentar o trampo do dia, e olha só que coisa louca: enquanto a gente tá aqui discutindo se a rainha africana é invisível ou não, lá fora o mundo já tá correndo atrás dela feito barata tonta. Agora, ó: eu não vou vir com esse papo de "temos que agir agora ou nunca mais" não, porque a gente sempre age tarde demais e ainda consegue transformar isso em motivo de orgulho, como aquele churrasco do Grêmio depois do jogo que a gente perdeu e mesmo assim a galera saiu feliz só de estar junto.
Só que tem um detalhe que eu vi ontem mesmo, numa roda de conversa lá no centro comunitário, e que me deixou com um nó na garganta: um moleque de dez anos, desses que vive no YouTube vendo videozinhos de jogadas, me perguntou se eu sabia quem era a maior jogadora de tênis do mundo. Eu, todo orgulhoso, disse logo "é a Ons Jabeur, meu irmão!". Aí ele olhou pra mim e falou "ah, aquele negócio de pular pra rebater a bola?". Não, não era ela — era a Swiatek ou a Sabalenka, que nem sei direito como se fala o nome. E quando eu tentei explicar "não, irmão, a Ons joga igual uma rainha guerreira, com golpes que cortam o ar como uma espada", ele só deu de ombros e falou "então é pra rico mesmo".
Isso dói, pessoal, porque a gente já sabe que a Ons é rainha mundial, mas a molecada ainda acha que tênis é coisa de gente que tem dinheiro pra comprar raquete de ouro. E cadê a nossa parte nisso tudo? Nós, que enchemos os estádios pra ver time de quinta divisão perder de 4x0 no primeiro tempo e ainda saímos cantando "vai, time do povo!". A Ons é o time do povo sim, só que o povo ainda não sabe que o time existe porque a televisão brasileira tá ocupada demais com novela das oito e com aquele negócio de pelada no horário nobre.
Mas ó, não é só culpar a mídia não — a gente também tem que meter a mão na massa mesmo, igual quando a gente faz aquela vaquinha pra comprar ingresso pro Fortaleza jogar lá na Arena Castelão. Se a gente não levar uma raquete pra quadra pública e mostrar praquelas crianças como é que se faz aqueles golpes da Ons, como é que a gente vai esperar que elas entendam que uma rainha pode ter o rosto igual ao delas? A Ons já mostrou o caminho, agora falta a gente pavimentar a estrada.
E aí, gente, será que a gente vai ficar só no #ForçaOns no Twitter ou vai meter a cara de verdade? Porque eu conheço um montão de crianças que, se a gente levar uma raquete amanhã pra mostrar uns cinco golpes, vão sair dali querendo treinar até cair. Mas a gente precisa começar hoje, agora, antes que a Ons vire só mais uma lenda que a gente conta pros netos, igual aquele lance do Leão do Pici que todo mundo sabe que existiu, mas ninguém lembra direito como jogava.
Então, pá: a discussão tá aberta, mas o relógio tá correndo. O que a gente vai fazer além de bater papo aqui no fórum?
Bom, até parece que a gente vive num país onde falta visualizar o óbvio: tem um monte de gente aqui que já viu a Ons jogar e só não sabe que viu porque a televisão brasileira resolveu que tênis feminino é esporte de segundo tempo do domingo.
Mostra o braço da molecada que curte futebol de várzea: você acha mesmo que eles vão atrás de técnicos refinados se ninguém puser na cara deles? No ano passado, uma pesquisa do Datafolha mostrou que 68% dos jovens entre 12 e 18 anos aqui no Brasil nunca assistiram uma partida de tênis feminino — e olha que a gente tem três Grand Slams na televisão por assinatura. Põe o lance na televisão aberta que nem pôs o basquete feminino nas Olimpíadas e aí a gente vê o que acontece.
O problema não é falta de interesse. É falta de oportunidade pura e simples.
Hype não é argumento.