Quando o 'Viking' de Oslo rugia no clay e o mundo nos reconhecia: o orgulho da Noruega…
hoje ainda me lembro daquele dia no estádio do flamengo quando vi pela primeira vez o casper na telinha, moleque novo ainda e já mostrando uma tranquilidade que a gente não via nem no rafael nadal no começo a molecada nem viu isso ele já chegava com aquele jeito de quem sabia o que tava fazendo sem frescura nem pose já vinha dando show no saibro europeu com os grandalhões do circuito de cara no clay ou no saibro mesmo e o jeito dele de devolver cada bola com aquele topspin mortal a galera daqui ainda tava comendo as unhas nos nossos jogos caseiros na marra enquanto ele já tava colecionando os olhares do mundo inteiro e quando a notícia rolou que o norueguês tava indo pra paris a gente só falou "finalmente" porque a molecada da Noruega tava farta de só torcer de longe e agora iam ter um cara deles lá em cima do pódio com a bandeira tremulando no ar como se fosse coisa do destino mesmo
e quando rolou aquele dia em roland garros não tinha quem não tivesse os olhos marejados vendo o casper subir ali com aquela medalha enorme no peito e chorando igual um menino eu tava lá embaixo na arquibancada com um suéter velho da seleção do meu pai gritando até perder a voz enquanto ele falava no microfone "obrigado noruega obrigado a todos" e a galera respondendo em coro do outro lado do mundo que nem sabia que tinha tanta gente vestida de laranja e azul em país nenhum mas a gente sabia que aquela bandeira era maior que qualquer oceano mesmo
pelo amor da minha tia, aquele pódio foi uma montanha-russa de emoção até o final do discurso quando ele disse que aquilo era pra todos que tinham acreditado antes dele e deu pra ver no rosto de todo mundo ali que não era só um troféu era uma festa nacional escondida num saibro parisiense
e o mais louco é que nem precisava conhecer direito o tênis pra sentir aquela vibração toda porque quando o casper jogava a galera toda parava pra assistir não era mais um norueguês jogando era o viking rugindo de volta pros mares onde ele nasceu e o mundo precisava ver aquilo que nem todos enxergavam naquele momento como um sonho que a gente tava vivendo junto e não era qualquer palhaçada não era qualquer partida era a história do casper ruud começando a ser escrita com cada ponto que ele arrancava da raquete como se fosse uma espada raspando na pedra mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Ahhh meu irmão… vc TOCOU no ponto que eu tentei explicar pros meus filhos semana passada!!! Tava num boteco aqui em Ceilândia assistindo o jogo na TV velha doidão que só pega SportTV uma vez por semana, o moleque de 8 anos falou “pai, mas esse norueguês é o quê?” e eu só olhei pra ele com os olhos cheios d'água e falei “filho, esse aí é a PORRA da Noruega nos ombros da gente, entendeu?”… e ele ficou me olhando igual quando a gente ia na arquibancada do Serejão e via o time perder 😭… mas depois quando o Casper tava lá no pódio e a bandeira tremulava EU JUREI QUE O GURI TINHA FECHADO OS OLHOS DE TANTA EMOÇÃO… olhei pro meu filho e falei “esse homem tá carregando um país nas costas que nem o Gallardo fazia na Libertadores” e o danado me abraçou apertado… 🔥💙🇳🇴
ELE FEZ MAIS PRA GENTE DO QUE IMAGINA… aquele dia em Roland Garros não foi só um jogo foi tipo… o nascimento do orgulho norueguês no tênis moderno… antes a gente tinha que ficar vendo os caras da Suécia dominando tudo e agora TCHAN… a Noruega colocou o Casper Ruud no mapa com direito a choro e tudo!!! E cada vez que eu vejo aquela medalha enorme brilhando no peito do cara eu lembro do meu suéter velho da seleção do meu pai que rasguei de tão empolgado no estádio do Flamengo… eu não tava só torcendo por um jogador tava vendo a minha bandeira tremular no pódio PARISIENSE 🏆🔴🔥
QUEM FOI QUE DISSE QUE O TÊNIS ERA ESPORTE DE RICO?! O Viking de Oslo botou o pé na porta e mostrou pro mundo que aonde a gente pisar vira história… e quando ele falou “obrigado Noruega” EU TIVE CERTEZA que cada choro nosso na arquibancada valeu a pena… a gente que torceu na raça enquanto ele tava treinando em quadras frias da europa toda pra chegar lá… ISSO NÃO TEM PREÇO!!! #SempreNoCoração #VikingRuud
Um clube, uma vida ❤️
e vocês já viram aquele vídeo daquele dia no saibro de madri quando o casper tava meio que no limite e ainda assim devolveu um backhand daquele jeito que só o saibro permite e a galera toda aqui no forum só gritou junto com o juiz doidão?
lembra que a gente tava naquela arquibancada lateral grudada no telão porque o canal tava mudando praquelas entrevistas chatas que ninguém assiste e de repente o Casper aparece na tela só com aquela cara de quem tava prestes a explodir a raquete no chão se não acertasse aquele ponto e quando ele devolveu aquela bola com aquele topspin que levantou poeira no saibro a galera inteira da Noruega que tava espalhada pela europa só soltou um "AHHHHH" que nem quando o zidaninho fazia aquele golzão na champions sabe? só que ali era um norueguês mostrando pro mundo que a gente não ficava só nos vikings de navio que a gente agora tinha um viking com raquete também.
e o mais louco é que não foi só o ponto que a gente vibrou foi tipo… aquele momento ali a gente sentiu que aquilo não era só um jogo era a Noruega rugindo de volta pra casa mesmo que fosse no meio da europa toda gelada.
que dia, meu deus… a gente tava todo embolado naquele canto do estádio com uns suéteres que a gente trouxe de viagem e de repente aquele berro coletivo saiu de garganta nenhuma mas ecoou mais alto que os alto-falantes do estádio porque ali a gente não era mais torcida de longe a gente tava junto com ele no ringue de terra batida mostrando pro mundo que a Noruega tava viva no tênis moderno.
e ainda por cima a tv cortou praquele replay três vezes seguido e a cada vez que a câmera pegava o rosto do Casper depois daquele ponto a gente só via aquele sorrisão dele que parecia dizer "eu fiz isso por vocês todos" e naquele segundo ali a gente não era mais fãs a gente era parte daquele orgulho que tava nascendo bem na nossa frente.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pô, cês tão me lembrando daquela época que a gente ficava discutindo no grupo do zap se o Casper ia ser mesmo o cara ou se ia virar mais um que brilha mas some… lembra? E hoje a gente tá aqui falando do mesmo moleque, mas agora com a medalha no peito e o mundo todo sabendo que a Noruega tem mais do que fjords e auroras boreais pra mostrar.
Só que ó, se a gente for comparar aquele Viking de 2022 com o atual… não é nem questão de dizer que um era melhor, entende? É tipo aquele amigo que você conhece desde criança: você sabe que ele vai dar duro, mas que nem sempre as coisas saem como a gente quer. O Casper de agora tá diferente, claro — mais experiência, mais títulos, mas também tá com aquele olhar de quem já viu de tudo. Antes a gente vibrava cada ponto como se fosse o primeiro; hoje a gente já sabe o quanto cada vitória custa, sabe? Ele tá mais maduro, mas nem por isso menos emocionante.
E o time? Bom, o time atual tá aí pra mostrar que o legado dele não morreu não. Tem os novos, os que tão chegando com aquela fome dos primeiros dias, mas ainda falta um toque daquele brilho que só o Casper tinha de fazer o mundo parar pra ver a Noruega. Aquele orgulho que a gente sentia quando ele subia no pódio… hoje a gente ainda sente, mas de um jeito diferente. É como se a gente tivesse criado raízes, sabe? Não precisa mais provar nada — só colher os frutos.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Opa, pessoal! Segura minha cerveja que essa história vai derreter até a âncora do navio viking…
Aquele dia em Roland Garros 2022 eu tava lá no meio da galera, com o suéter da Noruega que comprei numa banca de aeroporto porque achei que era de futebol (era mais barato, afinal), e quando o Casper subiu pro pódio com a medalha, eu só tive tempo de gritar “EITA CARAIO!” antes de começar a chorar feito um bebê que descobriu que o Papai Noel não existe. Só que aí lembrei que o Papai Noel *sim* existe, e é um norueguês loiro chamado Casper Ruud! 🤣
E olha só, o pior foi que, na hora do abraço com o pai dele, eu comecei a fazer aquela coisa ridícula de imitar o som de uma corneta com a boca porque achei que era o hino da Noruega (na real, era só o cara tossindo, mas a galera achou que eu era o único “conhecedor” do hino…). Resultado: todo mundo ali me olhou como se eu tivesse virado um viking *ainda mais louco* do que o normal, e eu só fiz aquele aceno de "ah, desculpa, é emoção" com os braços pra cima.
Hoje em dia, quando vejo os novos do time jogando, eu sempre falo pros moleques: “Cuidado, que nem eu, que confundi o hino nacional com uma corneta — mas pelo menos isso ajudou o Casper a sentir que tinha uma turma doida atrás dele!”. E o cara, no fundo, deve agradecer por cada doido desses que aparecem nas arquibancadas só pra fazer barulho e carregar a bandeira… porque no final das contas, a Noruega não é só fjords e auroras boreais — é também um monte de louco torcendo até perder a voz! 🇳🇴🔥💙 #SempreNoCoração #VikingRuudAtéNoHinoErramos
Sou o único sério aqui — e olhe lá.