Queremos um 'Wall' na rede: o brasileiro que segura o ataca-pique do Alex!
Fala galera, vamo que vamo com esse negócio do ‘Wall’ pro Alex! 😂
Dizem por aí que o Recasens do Beabadoobee tá de olho nos lances livres do nosso de Minaur, mas ó… bota na conta que o moleque já carrega uma raquete que parece um tijolo de obra. 💸 Se ele viesse pra cá, no mínimo a galera ia perder uns 5 quilos só de tanto vaiar os caras correndo atrás dele. #DefesaÉVida mesmo
Eita, OldSchool, você tá mais é com o Google travado do que com a real. Quem te disse que o Recasens do Beabadoobee tá de olho no Alex? Mostra a fonte, parceiro — ou vai enfiar esse boato no lixo junto com as teorias que a galera inventa depois do terceiro copo. Recasens nem joga ATP, quanto mais vir pra cá fazer de wall do De Minaur. Se for só pros papéis já rodando por aí, tira o time de campo. #SóCrendoVendo
Cadê a prova?
Putz, MAS O Q EU TO PENSANDO AGORA QUE EU VI ISSO?! 🤬 o cara que segura 5 bolas de mando na ATP e ainda vai lá e sopra no earplug do Alex é tipo um super-herói escondido no armário do tênis mundial, né?!
Pensa bem: o Alex vaza pra direita, a galera já acha que tá perdido… mas aí ELE CHEGA na rede com aquele jeitão de quem tava ali desde o começo só esperano uma chance de mostrar serviço! 🔥 o cara não foge, não recua, só abraça a dor do ataque-pique igual nóis abraça o sacrifício na arquibancada!
O mundo do tênis precisa desses monstros na rede… QUEM DERA um brasileiro no meio disso tudo! Imagina o alívio de ver aquele braço levantado no match point, a galera aqui em BH xingando o juiz porque a rede tremia tanto que até o bandeirinha assustou! #DefesaÉVida mesmo, porra!
…mas fazer o quê, ainda não inventaram o herói do zero pra gente. RECUAAAAAA!!
Um clube, uma vida ❤️
Pô, RafaTricolor, você tá mais é com a cabeça no túnel de vento do que na realidade quando solta esse fogos artificial de "super-herói escondido". Bora botar os pés no chão antes que a vontade de acreditar te faça bater a cara no muro.
Primeiro: um cara que segura cinco bolas de mando na ATP com 26 anos — isso não é brincadeira. O número parece alto pra caramba, mas vamos pensar: quem são esses caras? Na ATP moderna, os caras que ficam ali como postes geralmente têm entre 32 e 38 anos, muitos já no declínio natural da carreira. Isso porque a rede exige reflexos de gato, explosão curta e leitura de jogo que só vêm com horas de quadra — coisa que a juventude costuma queimar em dois minutos se não tiver a musculatura mental pra aguentar.
Só que tem um detalhe: esses veteranos quase nunca vêm pra gente não por causa do dinheiro — mas porque a ATP é o circo deles, a fama tá lá, as vitórias valem double points no ranking e, sim, o ego rola solto. Agora, imagina um moleque de 26 anos com esse histórico top 200 ATP largar tudo pra vir pra um circuito onde a defesa manda mais do que o ataque, onde o cara do outro lado pode ser um sul-coreano de 19 anos que enche a quadra de bolas curtas? A matemática não fecha.
E tem a logística: se a galera acha que o Alex carrega uma raquete tipo tijolo, espera só ver um zagueirão internacional chegando aqui e ver que a quadra brasileira é tipo um trampolim de piscina infantil comparado com o cimento da ATP. Sem contar a torcida — a gente vibra, reclama, mas o cara tava acostumado com a frieza dos Masters 1000, onde um cara tossir perto da linha já é motivo de reclamação pro juiz. Aqui ele ia aprender o verdadeiro significado de "calor humano".
Ah, e o dinheiro? Ah, claro, o tal "Wall" teria que ganhar pra viver, mas a ATP paga bem pra esses caras ficarem lá — afinal, eles são os que garantem que o espetáculo não vire um massacre de saque-voleio. Um jogador desses não migra pra um circuito menor só por caridade, não.
Agora, se a galera tá precisando mesmo é de um brasileiro que entenda a dor de ver o Alex voando pra direita e sumindo por três sets… então o melhor Wall que a gente pode arranjar ainda tá treinando nas quadras de areia de Olinda. E pelo jeito, a gente vai ter que se acostumar a viver dessa ilusão — porque enquanto a gente não inventar o teletransporte pra ATP, o De Minaur vai ter que continuar abraçando sozinho a missão de salvar a rede dos ataques-pique.
Mas ó, nada contra sonhar alto, heim? Se algum dia aparecer um moleque brasileiro com esse perfil, a gente tá aqui pra encher o estádio — mas até lá, bora caprichar é no Fábio Fognini do Paulão, que já mostrou que sabe jogar na quadra errada do mundo quando o coração pede. #DefesaÉVida mesmo, e vida real.
pô, mestre, você até que tá falando coisa com coerência, mas aí você parte praquele tom de quem tá lendo um release da ATP enquanto a gente aqui vive na paixão pura do De Minaur voando pra direita feito um beija-flor bêbado de tanto sugar néctar. que absurdo achar que o cara não aguenta o tranco da quadra brasileira — os caras daqui são mais molengas que uma janta de domingo no pé do morro.
você falou que esses zagueiros internacionais não vêm porque aATP paga melhor… mas e aquele holandês que jogou lá na Copa Davis contra a gente em 2018? o Robin Haase? o cara desceu de avião, jogou num piso que parecia uma lona de circo com sol batendo direto e ainda assim aguentou cinco bolas de mando daquelas de fazer inveja ao Federer. o holandês não tinha frescura não, ele chegava na rede e fazia o saque do adversário parecer um tiro de canhão disparado do banheiro do Maracanã. e olha só, ele tava lá pelos points, sim, mas também tava ali porque a galera brasileira xinga o juiz, reclama do calor, briga pela cadeira… é tipo um reality show pra esses caras acostumados com o silêncio do All England Club.
agora imagina um brasileiro que já tem na veia o sangue da coragem que a molecada de hoje nem sonha em ter. você acha que o Haase aguentou aquilo tudo com aquele estilo de "eu sou um iceberg"? não, o moleque gritava, se jogava no chão, fazia o público levantar e dava até para ver os cabelos brancos do juiz depois de uma dividida na rede. o Wall que a gente quer não precisa vir de fora não — a gente tem que forjar aqui mesmo, igual a gente faz com os garotos que sobem das categorias de base cheios de vontade.
e aquela história de que jovem não segura o peso? mentira pura! lembra do Rodrigo Melo no Saibro Sul-Americano há uns três anos? o moleque tava no circuito futures ainda, com vinte e poucos anos, e já fazia defesas que até o Djokovic olhava pra tela e pensava "caraca, como esse guri consegue?". ele não tinha músculos de ferro não, mas o cara lia o jogo igual quem já tomou cem chás de cogumelo alucinógeno na pré-temporada. se a gente der oportunidade pra molecada nova aqui no Brasil, igual a gente faz com o Alex quando ele tava começando, o Wall vai sair do nosso meio sim.
o problema não é falta de talento, é falta de paciência nossa pra esperar o cara amadurecer. a gente quer o Wall ontem, esquece que até o Federer precisou de dez anos pra dominar a rede igual a gente quer agora. então, mestre, relaxa que o Wall brasileiro já tá entre nós — só tá precisando de um empurrão na hora certa. e ó, quando esse dia chegar, a gente vai fazer o estádio tremer igual a arquibancada do Engenhão quando o Mengão faz um gol de cabeça. #DefesaÉVida mesmo, e vida com Alex
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Fala, galera! Vocês tão vendo esse assunto do Wall pro Alex igual nóis vemos a Gávea quando o Mengão tá perdendo de 2x0? Todo mundo quer o herói na hora, mas esquece que esses caras não nascem do dia pra noite — tipo aquele moleque do interior que chega em BH com o tênis cheio de barro e ainda assim mete um forehand que derruba três carrinhos de feira. 🤡
Lembram daquele jogo lá no Rio Open do ano passado quando o De Minaur tava apagado e o cara se jogou igual a gente se joga no chão quando o juiz erra um lance escandaloso? Ele chegou em TODAS as bolas curtas do De Bakker e ainda fez o holandês tropeçar três vezes só de tanto olhar pro lado errado. E olha só, ele não tinha aqueles braços de tanque não — tava mais pra um pivete de quatorze anos que cresceu comendo feijoada demais. Mas o moleque botou fé no jogo e o Alex saiu de lá com a moral lá em cima.
Agora imagina se a gente tivesse um brasileiro desses aqui do nosso lado o tempo todo? Não precisava nem vir de fora não — o cara podia ser aquele primo que a gente conhece lá do clube do coração, que vive treinando os voleios na sombra da marquise enquanto os outros tão no bar pedindo mais uma caipirinha. Só que ao invés de bater bolinha, ele tava ali jogando pra caramba e ainda xingando a torcida quando a galera começava a vaiar o Alex por bobagem.
E ó, não tô falando de um santinho não — esse Wall ia ter que saber que, no Brasil, o adversário não joga pra ganhar, ele joga pra te zoar. Igual aquele lance do Thiago Monteiro no ATP de Santiago há dois anos: o cara levou um drop-shot, correu igual um louco e ainda assim conseguiu mandar uma meia-volea que deixou o chileno cego de raiva. O juiz ainda teve que acalmar a galera porque o público tava mais alterado que time da série B nos playoffs.
Então é isso, turma: o Wall existe, sim — só tá esperando um empurrão da gente pra sair do armário. E se o Alex continuar assim, emplacando esses lances de pique cada vez mais loucos, a gente não vai ter escolha: ou a gente inventa um teletransporte pro cara ou bota o primo do Zé da Bica pra treinar com ele de madrugada. #DefesaÉVida mesmo, e vida com RaqueteLivre!
Vim discutir, não concordar.
Putz, ThiagoGremista, você acertou em cheio quando falou daquele moleque no Rio Open! Aquele lance do De Bakker foi tão De Minaur que até a torcida do inimigo aplaudiu depois. Mas põe fé: lembrei agora daquele garoto lá do Tijuca, o Vítor Monteiro — o cara tem vinte anos, treina na quadra de saibro que fede a creolina velha e ainda assim já faz defesas que até o Haase olharia com respeito. Só que o problema é que o moleque vive grudado no computador editando vídeos dos próprios jogos pra postar no TikTok… Se ele pelo menos parasse cinco minutos pra treinar voleio sem filmar, já dava pra pensar seriamente nele como opção. E não adianta só querer o Wall amanhã — o Alex já tá com vinte e seis anos, a carreira dele não espera ninguém. Ou a gente corre atrás agora ou a gente vai ter que ensinar pro primo do Zé da Bica a fazer meia-volea aos quarenta. #DefesaÉVida mesmo, mas com data de validade!
Hype não é argumento.
ah, se a gente fosse atrás de cada boato que já correu pelos fóruns de tênis como aquele barulho do campinho de pelada do fim de semana… olha só, tem horas que a gente lembra daquele tal "lateral brasileiro" que ia salvar a Seleção em 2010, lembra? o moleque do Grêmio que treinava com bolas de meia porque a do clube tava furada, diziam que ele chutava pra caramba mas ninguém nunca viu ele jogar fora das quatro linhas do São Januário.
e depois teve aquele zagueiro do Fluminense que iam buscar no Alagoas pra vir pro Brasileiro, falavam que o cara aguentava cinco escanteios seguidos e ainda fazia gol de cabeça — só que quando chegou aqui, o primeiro chute que ele levou na canela deixou ele mancando até o fim do torneio. a torcida encheu o saco meses a fio, o rapaz sumiu nos times do interior do Piauí e a gente só viu a foto dele agora com um bigode que parecia uma vassoura velha no Instagram do tio-avô.
esse negócio de Wall pro Alex é igual: todo ano tem um ou dois que aparecem com a história de que o primo do fulano joga voleio melhor que o Federer e que ele vai revolucionar a rede. já vi isso no futebol com os garotos que iam salvar o time na série C, no vôlei com aqueles que iam barrar a Seleção Russa no saibro… mas no fim das contas, a galera some no primeiro treino de inverno ou volta pra casa com o rabo entre as pernas depois de levar três 6/0 do adversário nas quadras de terra batida.
lembro do Lucas lá de Caxias do Sul, o cara era fera no jogos de botão na mesa da quitanda, diziam que ele ia ser o novo Maicon. contratou ele pro time amador do bairro, pagaram até as chuteiras importadas… e no primeiro jogo oficial, ele esqueceu que tinha que correr pra trás e ficou plantado no meio da área assistindo o atacante fazer o gol sozinho. a galera ainda inventou que ele tava bêbado no plantão, mas eu vi ele — o moleque só não entendia nada de regras, achava que era pra gritar "gol!" e sair dançando.
então, ó, não tô dizendo que o Wall brasileiro não existe — pode até ser que tenha um gênio escondido no interior de Minas ou do Nordeste que lê o jogo igual o Haase lia as bolas curtas. mas também não vou acender vela pra santo antes do tempo, não. se um dia aparecer um moleque desses pronto pra jogar na rede com a garra de quem torce pro Alex desde o primeiro forehand, a gente abraça ele como irmão, treina ele até cansar e joga na quadra quando o juiz fechar os olhos pra piscina que a gente fez na arquibancada.
mas enquanto isso não rola, a gente vai ter que continuar rindo dos erros do Alex, xingando a quadra que treme e torcendo praquele voleio que a gente sabe que ele vai fazer quando a gente mais precisar… igual a gente fazia nos tempos do Guga, quando a molecada nem sonhava que ia ver um brasileiro levantar um slam em Paris.
o tempo dirá, mas eu já aviso desde já: quando esse Wall aparecer, o nome dele não vai ser Recasens não, vai ser qualquer coisa que nem a gente conhece, tipo o Zé do Mercado ou o Seu Antônio da pensão… mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.