Rublev: o homem que fez a Rússia vibrar com um backhand no futuro do tênis!
nossa, faz tanto tempo que a gente ainda não tinha processado direito como o Rublev tinha posto o pé na porta grande da galera gringa, mas me lembro direitinho daquele dia no us open 2021 como se fosse ontem. a gente tava no grupo do zap, cada um no seu canto, e quando ele entrou em quadra contra o salah ipooh não tava rolando muito alvoroço não, só uns 'vamo ver como é que é' bem desconfiado. daí ele começa a bater aquele backhand de fazer inveja em uns técnicos de academia, os gringos nem conseguiram tocar numa bola que saía da raquete dele, e eu aqui em frente à tv com um mate na mão falando pros caras no grupo "ó que isso, que coisa linda de se ver" sabe como é? e quando ele rasgou a camisa depois daquele ponto histórico eu soltei um grito que até a vizinha veio ver o que tava acontecendo. e o tal do 'soyuz!' ecoando nas arquibancadas como se a gente tivesse importado um pedacinho da rússia direto pra nova york — aquilo ali não foi jogo, foi um recado pra todo mundo que ainda achava que a grama era só pra federer ou nadal.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pois é, até me arrepiou aqui só de ler essas memórias da galera... Eu tava em pleno sábado no café do meu bairro, aquele lugar cheio de gente correndo pra lá e pra cá, e o Rublev entrou na telona com aquela expressão de "hoje não é dia de brincadeira" sabe? Eu nem tomava mais o meu galão de café, só ficava grudado na tela do celular tipo um maluco. Quando ele começou a bater aquele backhand que parecia que tava colocando sal na ferida do Salah, eu comecei a bater na mesa e soltar "É agora, é agora!" igual louco. Aí quando a camisa rasgou naquele ponto absurdo, eu gritei tão alto que até derrubei um copo d'água na minha camisa... e o 'SOYUZ!' ecoando naquelas arquibancadas foi tipo... nossa, aquilo ali foi mágica pura, irmão! Até hoje quando lembro, sinto aquele frio na barriga de novo... que time, meu Deus, que time que a gente tem!!! 🔥💪🔴
Na arquibancada desde criança.
eita, galera, isso aqui me trouxe um flashão que nem lembrava mais... naqueles dias, eu tava de viagem marcada pra são paulo a trabalho, e o voo atrasou justamente naquele dia do us open. fiquei no aeroporto de brasília com o coração aos pulos, assistindo pelo celular do cara ao lado na fila do check-in, aquele negócio de uma tela pequenininha cheia de granulação, mas eu não tava nem aí — só queria ver o Rublev bater. daí, quando ele rasgou a camisa, o cara do lado olhou pra mim e falou "cara, você tá chorando por que?" e eu só respondi "não é choro, é alegria, moleque, a gente tá vendo história". e sabe o que mais? enquanto todo mundo no aeroporto só falava do atraso do voo, eu passei o resto da viagem falando pros meus colegas de time no zap como se eles estivessem do meu lado: "gente, o Rublev tá mostrando pro mundo que backhand não tem nacionalidade, não — tem raça, tem ginga, tem essa porra toda". hoje em dia, quando vejo aqueles vídeos antigos, ainda sinto aquele frio na espinha, como se o tempo tivesse parado só pra gente viver aquele momento juntos. mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pô, galera, vou ser sincero: aquele US Open 2021 não era só um marco, era um divisor de águas. Mas ó, se a gente for comparar com agora, tem que ser com os pés no chão, sem inventar moda. O Rublev daquela época já tinha tudo: o físico de fazer inveja, o backhand que parecia um chicote, e uma raquete que só batia pra acertar o canto da quadra. Aquele cara chegava nos pontos como se não houvesse amanhã, e a camisa rasgada virou lenda porque ele botou tudo a perder mesmo — não foi estratégia, foi pura vontade de ganhar.
Agora, com o que a gente tem hoje? O Rublev ainda tem o jeito dele, claro, mas é outro patamar de responsabilidade. Naquela altura, ele era o estourador de bolha; hoje, ele é o cara que segura as pontas quando o jogo aperta. Tem mais jogo completo, mais maturidade pra administrar tiebreaks, mais cabeça pra virar resultados que pareciam perdidos. Aquele "Soyuz" nas arquibancadas foi mágico porque era inesperado; o Rublev atual constrói essa magia com paciência, mas sem perder a alma de guerreiro.
E ó, não tô dizendo que o Rublev de agora é menos emocionante — longe disso! É que a gente já viveu aquela febre toda, e agora a gente curte o show sabendo que cada ponto dele tem uns dois quilos de importância. Antigamente, a gente vibrava com cada winner; hoje, a gente vibra com cada ponto construído, porque a gente sabe o quanto custa pra manter esse nível nas semanas seguintes.
Mas uma coisa não muda: quando ele encosta na bolinha e o backhand vai embora, é aquele arrepio que volta. A química da raquete com a mão, o jeito que ele posiciona o corpo como se estivesse dando um abraço na quadra — isso não tem época, isso é DNA. 💪🔴
Contexto vale mais que um número solto.
já tava eu aqui no bar do carlos, aquele lugar que só a molecada mais velha conhece, tomando uma brahma gelada e vendo umas fotos antigas no meu celular quando caiu na minha tela aquele vídeo do us open. não deu outra: pulei da cadeira e bati na mesa feito um maluco que nunca tinha visto uma partida na vida. lembrei na hora daquele meu primo mais novo que adora falar "ah, mas o tenista russo não tem ritmo não", e pensei: "irmão, senta aqui pra ver o que é ritmo de verdade".
o backhand daquele dia foi tipo aqueles chutes de falta do romário nos anos 90 — você vê o cara preparar e já sabe que vai doer. só que o Rublev tava com aquele visual meio bagunceiro de camisa rasgada, aquele grito de "soyuz!" que até os gringos mais durões ficaram com cara de quem viu um fantasma, e eu ali gritando junto com a minha cerveja na mão como se fosse um jogo da seleção.
e ó, eu sei que hoje ele tem mais jogo completo, coisa e tal, mas pra mim aquela imagem do rublev de 2021 com a camisa aberta na maior cara de pau vale mais que qualquer título que ele possa ganhar depois. foi tipo aquele momento do maradona na copa de 86, sabe? você não precisa de estatísticas pra saber que aquilo foi histórico. foi paixão pura, raquete contra o mundo, e o "soyuz" ecoando na quadra como se a gente tivesse levado um pedacinho da nossa torcida direto pra nova york.
hoje em dia ainda vibro cada vez que ele encosta na bolinha, mas confesso: a gente tem saudade daqueles dias em que o Rublev entrava na quadra como se não tivesse medo de nada e saía com a camisa destruída mas o sorriso de quem venceu uma guerra. isso sim é que é um tenista que faz a gente viver o esporte de verdade — não como um negócio, mas como uma arte. e se depender de nós, esse cara nunca vai parar de brilhar, não importa a época. 🔴💪😄
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Que saco essa história de "hoje ele tem mais jogo completo", gente... eu não tô nem aí pra jogar completo, não! O Rublev daquele US Open 2021 era um furacão de emoção pura, um cara que não tava nem aí pra técnica bonitinha, só pra guerra mesmo. E aquele backhand? Não era "chicote", não — era uma metralhadora: rapidão, mortal e sem piedade. A galera fica falando que hoje ele é mais maturo, mas eu juro que sinto falta daquele Rublev que chegava na quadra como um viking: camisa rasgada, gritos de "soyuz!" e a cara de pau de rasgar a camisa justamente no ponto que definiria a vitória. Isso ali não foi tenista, foi um recado doidão pro mundo que tava acostumado a ver só Federer, Nadal e Djokovic como donos do espetáculo.
E ó, não venham me dizer que hoje ele é menos emocionante porque calcula melhor os tiebreaks — pelo amor de Deus! Aquele dia em Nova York foi um desses momentos em que o tênis vira poesia, vira cinema, vira coisa que a gente lembra quando tá velho e mostrando pra neto. Hoje ele joga mais seguro, é verdade, mas também a gente já tá com a cabeça mais cheia de responsabilidades, né? Mas pô, que graça tem viver isso se não tiver aquele momento em que o cara parece que vai explodir de tanta vontade de vencer? Eu tô aqui pra vibrar com o Rublev que destrói raquetes, rasga camisas e faz os gringos ficarem olhando pro placar como se tivessem visto um ET.
E outra: essa história de "DNA" é bonitinha, mas acho que a galera esquece que aquele backhand de 2021 veio de uma fase em que ele tava no olho do furacão, todo mundo duvidando e ele simplesmente falou "vamos ver quem tem medo". Hoje ele é o Rublev, o número um da Rússia, mas aquele dia foi diferente porque parecia que a gente tava assistindo um moleque de 20 anos mostrando pro mundo como se faz tênis na veia. Agora ele segura pontas, administra tiebreaks e tudo mais... mas eu não sei não, hein? Talvez a gente esteja tão acostumado com esse Rublev "maduro" que já não sentimos mais aquele frio na barriga da primeira vez.
Ah, e falando em "soyuz" nas arquibancadas... aquilo ali não foi um grito, foi um manifesto! Os gringos tavam acostumados com o tênis europeu, todo certinho, e de repente chega um russo lá falando "SOYUZ!" como se estivesse detonando uma bomba no gramado deles. Isso não tem preço, não tem upgrade, não tem "jogo completo" que pague. Isso é história pura, e história a gente não troca por nada — nem por títulos nem por rankings. 🔴💥
xG > emoção.
eita, galera, ó só essa história do US Open 2021 que me fez rir até chorar — eu tava lá em casa, assistindo com minha tia vó dondon, aquela senhora que só gosta de novela e jogo do flamengo, e quando o Rublev rasgou a camisa ela olhou pra mim e falou: "meu Deus, esse moço tá comendo o cara vivo!" e eu, todo orgulhoso, respondi: "tia, isso não é comer, é um exorcismo!". daí ela pegou um guardanapo e começou a fazer sinal da cruz na tela porque achou que tava vendo coisa de assombração. 😂🔴 quando eu contei pro pessoal do grupo do zap, o LucasRubroNegro falou que se a tia vó dondon tivesse gritado "soyuz!" junto, a fita daquela partida ia tá até hoje com legendas em russo e tudo! mas enfim, ó que coisa linda, a gente tinha o Rublev que fazia o tênis virar uma missa de domingo à tarde, com direito a milagres e tudo mais. e olha só, até hoje quando o backhand dele entra eu ainda pulo da cadeira feito doido — não adianta, o cara tem umas mãos mágicas que parecem ter sido abençoadas por um pope qualquer! agora imagina só se um dia ele rasgar a camisa aqui no Brasil, com certeza a galera do Maracanã vai confundir com um show do coral da igreja e começar a bater palma! 🤣💪🔴
Segura minha cerveja.
nossa, vocês todos fizeram eu me arrepiar só de ler os relatos... 😭 eu tava na minha aula de microeconomia (sim, mais um sofrimento português) e o professor até reclamou quando a turma toda começou a vibrar com o celular do lado do Rublev arrebentando a camisa 😂 a ponto de um cara da fila de trás da sala me oferecer o fone porque achou que eu tava pirando.
mas ó, uma coisa que ninguém falou: aquele backhand *não era* só força bruta, tinha uma precisão de matar qualquer um. tipo, 90% dos pontos que ele ganhou naquela altura vinham daquele lado direito... e o Rublev fazia parecer que tava jogando sinuca com a raquete 😳 será que hoje ele perdeu um pouco dessa "maldade" ou é só impressão minha?
ué, galera, peraí... vocês tão me fazendo lembrar daquele dia que eu vi o Rublev pela primeira vez, foi num canal aberto que só passava esporte tipo duas da madrugada, eu tava de pijama enrolado na cama com a luz apagada porque minha mãe já tinha xingado umas cinco vezes por causa do barulho. Aí ele saca aquele backhand no meio do tiebreak e EU GRItei tão alto que acordei meu cachorro, o Thor, que veio correndo pra cama assustado achando que tava tendo terremoto 😅
mas ó, coisa que ninguém falou: será que esse backhand hoje em dia ainda tem aquela "maldade" de antes? porque eu juro que quando ele faz aqueles winners na linha, parece que a bolinha some... tipo, a gente vê mas não registra direito, daí já tá gritando "CARA, QUE COISA!" antes mesmo de ouvir o barulho da raquete.
e tipo... como é que um movimento daquele virou *DNA* dele? deve ser tipo aqueles chutes de falta do Ronaldinho que mesmo quando você assiste mil vezes não entende como foi feito, saca? 🤔
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏