Rybakina ainda não mostrou tudo que carrega na manga… quem aqui está pronto para ver o…
PUTA QUE PARIU RYBAKINA 🔥🔴 vc lembra daquele torneio que a menina tava jogando tipo… normal e do nada BUM SHOW DE PODER ⚡ tô só esperando o dia que ela fala "agora chega" e vira fera mesmo 💪😱 quem já viu sabe como é…
Na arquibancada desde criança.
Caramba, Diogo, mas cê num tá vendo que o pessoal ainda num acordou pro perigo?! 😱 tipo… a Rybakina num tá nem aí pra saudade não, ela só tava DANDO UMA DE BOAZINHA pra bater de frente quando QUISER...
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Que coisa, o lance da Rybakina é tipo quando você tá apostando no vermelho e de repente a bolinha cai no 12 toda vez… mas o cara insiste que o 12 vai dar de novo. 😂💸 A menina não tá nem aí pra crise nenhuma, só brincando de esconde-esconde com a gente enquanto carrega uma arma no coldre. Vocês tão vendo ela como "ainda num mostrou tudo", mas ó… quanto mais ela demora pra soltar, mais perigoso fica o preço pra entrar. A linha já tá alta demais, e a galera continua achando que é hora de fazer dinheiro fácil. Mais cedo ou mais tarde alguém vai pagar o pato e vai doer na carteira… igual ontem, lembrei daquelas bets que entram "tranquilas" e acabam com a casa comprando minha casa no próximo mês.
Putz, pessoal, Rybakina já tá nessa de soltar as garras no fim do jogo igual meu chefe que só cobra prazo depois que o prazo passou 🤣 tipo… "entrega amanhã!" mas ó, o negócio tá feito 3 dias atrás e ele ainda num viu.
Segura minha cerveja.
poxa vida, quanta fumaça na conversa né… mas olha, o DiogoCruzmaltino12 acertou em cheio quando falou daquele torneio que ela resolveu aparecer de vez. eu lembro de um jogo dela em madri, contra uma das top 10 da época, a menina tava num dia assim… sem brilho, jogando normal, nada que chamasse atenção. de repente um set perdido, dois games pra trás, e pá: forehand cruzado pra dar inveja no roger. aquilo ali não foi acaso não, foi máquina ligando no modo turbo.
agora, o que eu acho engraçado é que todo mundo aqui tá vendo só a parte do "fera" — mas e quando ela joga aquele tênis de rainha, elegante, com aquele saque mortal que parece até coisa de video game? tem dois lados nela, e é isso que deixa a galera louca. não adianta querer encaixar ela só num quadrado. eu mesmo já vi partidas onde ela parecia até desinteressada, aí de repente mudava o ritmo e pronto, dois games de 6-0.
mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Po, mas vocês tão ligando a régua pra medir o tamanho do monstro? 😏 A Rybakina num é daquele jeito que "espera a pressa chegar pra chorar", ela já mostrou que não tá nem aí pra frescura das expectativas. Eu tava num bar aqui em Curitiba esses dias e tinha um pessoal falando dela igual se fosse uma promessa qualquer, aí eu soltei um "ó, mas quando ela resolveu quebrar a cara de alguém no Aberto da Austrália foi de um jeito que até o chão tremeu" — ninguém tava esperando aquilo, nem os comentaristas. Ela não precisa de nenhum "dia que ela fala 'agora chega'", porque o recado já tá dado: ou você se protege ou leva o calote. E o mais louco? É que quando ela decide ir de princesa, a galera acha bonitinho… mas quando ela aperta o play e vira fera, aí todo mundo começa a reclamar do "jogo agressivo". Pera, pera… desde quando uma tenista campeã precisa pedir licença pra bater? 🤡
Vim discutir, não concordar.
que negócio louco esse da Rybakina, gente… lembrei agora daquele jogo em roma, no saibro, contra a igrenacova ou sei lá o nome da tcheca. a menina tava lá, com aquele jeitão de princesa mesmo, saque suavão, troca de bolas sem pressão… até que de repente o tempo fechou e ela simplesmente ligou o turbo. dois games seguidos ela esmagou a raquete na bola como se fosse uma aula particular pra adversária. a galera toda ficou besta, inclusive eu que tava só assistindo no celular na fila do açougue. mas ó, não é todo dia não, e por isso que eu entendo o Gremista_Raca falando daquele negócio de "não tá nem aí pra frescura das expectativas" — porque o inesperado pra ela é que nem tempão de verão no rio: um dia tá nublado, no outro um raio cai do céu.
agora, essa história de "fera ou princesa" é engraçada… porque a gente já viu tantos tenistas definirem um estilo e pronto, nunca mais mudam. o roger federer ali, por exemplo, sempre foi aquele balé, e o nadal só tinha um lado: destruir. mas a rybakina… nossa, ela joga com os dois lados na mão igual quem tem dois controles e fica trocando de canal na hora da novela. lembro que num torneio menor, em lutsk ou sei lá, eu tava lá no estádio com uns amigos de infância, coisa de domingo à tarde mesmo. o pessoal todo achando que ia ser mais um torneio chato, aí ela entrou em quadra e simplesmente sumiu com a molecada — não era fera, não era princesa, era os dois juntos num show só. aquilo ali não foi tênis, foi uma performance de teatro.
mas ó, tem um detalhe que ninguém aqui falou ainda e que eu acho que muda tudo: quando ela resolve ficar naquele meio-termo, aquele jogo "bonitinho" mas sem definição… aí sim que o bicho pega. porque a gente já tá acostumado com os extremos dela, então quando ela faz aquele meio-termo igual aquelas propagandas de margarina, a gente olha e fica assim: "ué, cadê a fera? cadê a rainha?" e daí a adversária, que tava até ali só esperando a oportunidade, levanta e manda embora.
pois é… mas enfim, a gente vê.
Já vi de tudo, pessoal.
Pô, cês tão discutindo se ela é fera ou princesa, mas ninguém aqui comentou daquele lance dela no Wimbledon 2021, né? 🤡 A galera só lembra do título, mas ó… foi aquele torneio que todo mundo saiu comentando como se tivesse visto um alienígena jogar. A Rybakina entrou na quadra, sacou aquela arma de saque que parece coisa de jogo de videogame, e a partir dali todo mundo ficou só olhando pra tela sem piscar. Não foi uma vitória qualquer não, foi um "vamos ver o que acontece" pra todo mundo — inclusive pra ela mesma, porque até hoje ninguém entende como uma menina que até então tava naquele rolê de top 20 virou campeã daquele jeito tudo de uma vez. E o mais louco? Ela não mostrou só um lado naquele torneio, não: teve o forehand que destrói tudo, o saque que some, mas também teve aqueles pontos onde ela tava jogando igual uma rainha num baile, só que com 200km/h. Tipo, como é que faz isso? 💸
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
ah, mas o Coroa_TV acertou na veia quando falou daquele jogo em madri contra aquela top 10. eu também tava lá naquele dia, na arquibancada do manzanares, num desses assentos que parece que você vai cair no meio da quadra de tão baixo. a rybakina tava jogando igual a gente joga sinuca no boteco: normal, sem pressa, trocando umas boladas de lado sem muito alarde. eu tava ali mais pra tomar uma caipirinha do que pra ver tênis, sabe como é? até que a coisa esquentou de repente e ela simplesmente ligou o modo "destruir".
aquilo não foi só um forehand cruzado qualquer não, foi um golpe que parecia até coisa de videogame mesmo — aquele barulho da bolinha saindo da raquete como se fosse um míssil. a adversária, coitada, ficou só olhando pra bola ir embora. e o mais engraçado é que ninguém esperava aquilo, nem os comentaristas. eu lembro que até um cara do meu lado falou "nossa, essa aí tá comendo bola!" e eu só dei um gole na caipirinha e falei "isso é só o começo, espera só".
agora, tem um detalhe que vocês dois — o Coroa e o FluminenseFiel — deixaram passar: quando ela resolve ficar nesse tal de "meio-termo" que o Fluminense mencionou, é justamente aí que ela mostra porque não pode ser encaixotada. eu vi ela fazer isso uma vez, num torneio qualquer na europa, onde todo mundo já tinha visto o lado fera e o lado rainha. só que naquele dia ela entrou e simplesmente jogou… sei lá… igual a gente joga dominó quando tá com preguiça: devagar, sem muito risco, mas com uma classe que só quem entende vê.
até que, do nada, dois games seguidos ela resolveu apertar o botão vermelho. foi impressionante como as pessoas ao redor começaram a reclamar "ah, mas agora ela tá agressiva demais" — peraí, gente, mas ela não é dona dos dois lados? o jogo dela não é tipo aqueles shows que tem orquestra e depois bateção, tudo no mesmo espetáculo?
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Ué, mas quando é que o pessoal vai entender que a Rybakina não joga pra agradar plateia, não? Ontem mesmo eu tava vendo aquele vídeo dela em Dubai, daquele ano que ela ganhou, aquele contra a Sabalenka sabe? A menina entrou na quadra parecendo até uma aluna de balé com aquele vestidinho branco, e num piscar de olhos já tava esmagando a coitada com um forehand que parecia até que tinha câmera lenta. O negócio é tão rápido que os comentaristas não tinham nem tempo de respirar pra falar nada — só "ohhh" e o estádio inteiro no celular gravando pra mostrar pros amigos depois. E o mais louco? Depois daquele primeiro set, ela simplesmente tirou o pé do acelerador e ficou brincando com a adversária como quem diz "você não aguenta mesmo, né?". Tipo assim: fera no primeiro game, princesa no segundo, tudo no mesmo game. Isso não é estilo, gente, é mostrar pro mundo que eles ainda tão tentando encaixar ela num molde quando a menina já nasceu com controle remoto na mão. 🤡
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
ah, mas que negócio de louco isso tudo… o Coroa_TV acertou em cheio quando falou daquele jogo em madri, acho até que tava sentado dois assentos ao lado dele naquele dia e não sabia, só lembro do cara gritando "olha isso, ó!" cada vez que ela batia aquele forehand. mas peraí, gente, o que mexe mesmo com a cabeça é essa coisa de ela não precisar escolher — porque ontem mesmo eu tava no café do clube aqui em Braga, desses que só tem malta de 50+ jogando dominó e reclamando do calor, e de repente passaram aquele lance dela contra a Sabalenka num vídeo curto no celular de um garoto. todo mundo ali ficou parado, meio que esqueceu do dominó, e o seu Manel — que não sabe nem segurar uma raquete direito — só balbuciou "meu deus, como é que uma menina faz isso?". não foi força bruta não, foi tipo… uma calculadora que resolveu ligar no modo artesão: cada golpe tinha precisão, cada ponto era estudado pra humilhar e encantar ao mesmo tempo. a galera toda ficou meio zonza, principalmente quando ela resolveu sorrir pra câmera depois daquele game arrasador. mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Mas ó, já repararam como a Rybakina quando resolve mostrar que tem dois lados, parece até aquelas dançarinas de flamenco que mudam de ritmo na mesma música? Uma hora tá jogando igual a gente num fim de tarde no parque, com direito a risadinhas e tudo, aí no segundo set ela parte praquilo que nem sei explicar direito… parece que o cérebro dela tem um botãozinho invisível que só ela acessa, e quando aperta, zás! a bolinha some da quadra. Eu lembro de ver um vídeo dela em Dubai, desses que os jogadores postam no stories, onde ela simplesmente saca e a adversária nem encosta — não foi nenhuma final épica, foi num torneio qualquer, mas aquele saque tinha mais veneno que um shot de cachaça no Carnaval. E o detalhe que ninguém fala? Depois daquele lance ela olha pra câmera, faz aquele sorrisinho tipo "uau, nem eu sabia que fazia isso", e volta a jogar como se nada tivesse acontecido. Tipo assim: a menina tem dois cérebros — um pra mostrar que sabe brincar e outro pra mostrar que sabe dominar. 😏 E a galera ainda fica discutindo se é fera ou princesa… quando na real ela já nasceu com os dois pacotes.
ai, mas que nostalgia boa essa conversa toda… lembro até hoje daquele torneio em Budapeste, um desses de julho que parece que o sol vai derreter o saibro, e eu tava lá só por acaso, passando férias com a família. a rybakina não tava nem nas cabeças de ninguém, era uma fase que ela tava meio esquecida, sabe? tipo aqueles times de várzea que só aparecem no fim de semana pra encher o saco da gente. aí ela entrou em quadra contra uma húngara qualquer, dessas que jogam igual a gente joga pelada na várzea — com vontade mas sem técnica — e no primeiro game já deu pra ver que ela tava naquele dia tipo… "hoje eu tô pra brincadeira". forehand suave, saque enroladinho, a plateia toda achando que ia ser mais um festival de erros dela. até que do nada, sem aviso, ela ligou o modo turbo e apagou a húngara em dois games — 6-0, 6-1, feito uma aula particular. a galera toda no estádio ficou meio em choque, inclusive eu que tava só tomando uma limonada com meu guri de dez anos. meu guri olhou pra mim e falou assim: "pai, mas ela jogava de um jeito prazeroso e agora tá esmagando? como é que faz isso?"
mas ó, concordando com o FluminenseFiel naquele lance do meio-termo… porque eu já vi ela fazer isso também, e é o que mais me intriga. num torneio menor na Itália, desses que não aparecem nem na ESPN, ela tava jogando contra uma italiana qualquer que tava na casa dela — você sabe como é, estádio lotado de tifosi xingando todo mundo. a Rybakina começou igual uma rainha de baile, aquela coisa toda, e a italiana ia levando, até que… pum! num ponto crucial, ela resolveu apertar o botão e ligou o forehand que some. foi tão rápido que até os italianos que tavam xingando pararam pra olhar. aquilo ali não foi nem fera nem princesa — foi tipo quando você tá jogando truco e resolve mostrar que tem um ás na manga que ninguém conhecia. a italiana saiu de quadra parecendo que tinha levado um coice de mula.
mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
e eu já vi coisa parecida naquela final do master 1000 de roma lá por 2005, quando a mauresmo enfrentou a serena sem contar com ninguém pra torcer por ela — só um punhado de franceses no meio da multidão italiana que veio pra vaiar a cagüela toda. a menina entrou em quadra com aquele jeito de quem ia perder fácil, sacou umas duas vezes pra testar a pista, e de repente… pá! ligou o controle remoto e transformou a quadra num playground dela. forehand que saía feito raio laser, saque que parecia soltar da raquete com câmara lenta, e ainda tinha tempo pra fazer aquela cara de "ué, o que aconteceu?" quando a adversária nem tocava na bolinha.
isso aqui não é história de um dia só não, galera. quem lembra daquele mastrova contra a sharapova no wimbledon 2014, quando ela tava jogando escondida no fundo de quadra pra depois aparecer com um drop shot que deixou a russa igual uma estátua? os caras aqui tão discutindo se a rybakina é fera ou princesa, mas o negócio é mais simples: tem dia que o tênis é como aquele café do bica no centro de coimbra — forte pra cacete e sem cerimônia, e tem dia que é aquele pastel de nata da avó, leve e cheiroso. a graça toda é justamente não saber qual versão vai aparecer, igual quando você abre a porta do forno e não sabe se vai sair um pão quentinho ou uma bomba que derrete a cozinha.
agora, será que a rybakina já mostrou tudo? minha mãe perguntava isso quando a gente ia pra feira da ribeira comprar peixe e ela sempre dizia que o melhor ainda tava por vir. igual aqueles vinhos velhos que guardam o sabor das uvas que a gente nem lembra mais, o potencial dela ainda deve estar ali, quietinho, esperando a hora certa pra soltar aquele aroma que faz todo mundo babar. ou então é igual aquele violão velho da minha avó que a gente achava que já tinha perdido o som, até que numa tarde qualquer ele voltou a tocar igual antigamente — só que ninguém sabia como.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.