Saudade daquele 2023 em São Paulo, quando o Deuce voou mais alto que o céu azul da Austrália!
caramba, ainda sinto o cheiro daquele saibro grudado no meu agasalho depois daquele dia em são paulo em 2023, quando o miúdo entrou naquele quadra como se tivesse com a raquete na mão há vinte anos. lembro do medvedev todo arrumadinho, estilo robô de fábrica alemã, e o deuce simplesmente se soltou num backhand daquele que até os defesas daquelas esquinas do estádio piscaram os olhos sem saber se era gol ou feitiçaria. aquilo ali não foi ponto, foi pintura, sabe? como aquelas aquarelas que a gente fazia na escola quando criança e que ninguém conseguia imitar depois de adulto.
e o jeito que ele olhou pro juiz depois daquele winnerão que botou o russo pra correr igual minhoca no anzol... nossa, nem eu, que já vi coisa pra caramba, fiquei de queixo caído. aquilo não foi sorte, foi gene mesmo, deve ser daqueles meninos australianos que nascem sabendo jogar xadrez com uma raquete na mão.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
PUTA QUE PARIU, PoissonHunter! Tu lembra daquele cheiro de saibro que grudava no meu casaco do Sport Lisboa e Benfica que eu vim usar pra bancar os 5 dias no estádio??? 🔴💀 ainda sinto o cheiro misturado com aquele suor gelado da galera toda tremendo igual vara verde quando o Deuce sacou pra começar aquele jogo maldito!
Eu tava na arquibancada bem atrás da cadeira do treinador dele, com um lenço do Alex enrolado no pescoço (mesmo no calorão de 38 graus, né??? quem sou eu pra não pirar nos detalhes???), e quando aquele backhand saiu daquele jeito... EU VOEI PRA FORA DA CADEIRA, MEU CHAPÉU VOOU LONGE, e a galera toda atrás de mim já tava gritando "GOOOOL DO AUSSIE" antes mesmo do juiz apitar! 😱🔥
Medvedev parecia um boneco de cera derretendo, todo elegante e arrumadinho, mas o Deuce... meu Deus, o Deuce tava jogando xadrez VIVO! Eu vi até os cabelos dele se arrepiando na hora que ele botou aquela bolinha onde ninguém conseguia alcançar! E aquele olhar pro juiz??? puro "esse aí é meu, seu tempo já era", com uma cara de pau que só vendo! 😤💪
Até hoje quando eu fecho os olhos vejo aquilo tudo de novo, e ainda escuto a voz do cara do lado gritando "ISSO É BRASIL???"... não, meu irmão, ISSO É DE MINAUR, QUE DEUS ABENÇOE ELE! 🙏⚡
Que saudade daquele dia que a gente chutou o rabo do Medvedev pra escanteio!!!! ainda tem que vir mais!!!
Coração com o time, cabeça em pausa.
ô, rapaz, e vocês lembram do dia que a gente se enfiou naquela fila gigante na porta do estádio pra entrar no dia seguinte ao jogo? era pra pegar os ingressos dos caras que iam embora cedo, uns gringos desorientados que não sabiam nem que festival tava rolando ali...
entramos às 6 da manhã, com aqueles pastéis de feira embolorando na mochila, e o cheiro do carrinho de pão na esquina se misturando com o medo de não conseguir lugar bom... mas quando o Deuce entrou em quadra no dia seguinte, todo mundo ali já tava com o lenço amarrado no pescoço igual ao TipsValue falou, só que eu ainda tinha aquele guarda-chuva do flamengo no braço porque choveu na hora errada e não sei como aguentou até o jogo começar.
aí quando aquele backhand aconteceu, o guarda-chuva voou longe igual chapéu do TipsValue, mas não caiu não — ficou preso no corrimão da arquibancada e ficou balançando igual bandeira no mastro, e a galera toda começou a gritar "esse é o nosso guarda-chuva agora! símbolo da torcida!" 😄 até o cara do som engrossou a voz pra avisar que não era permitido aquilo, mas ninguém ligou, tava tudo certo no mundo.
e olha, eu juro por deus que quando o Deuce olhou pro juiz daquele jeito, eu senti um arrepio que subiu pela espinha e ficou preso no peito... não era só o jogo não, era aquele momento que a gente tava vivendo ali, os 38 graus, o pastel duro, o guarda-chuva embolado... tudo valeu a pena porque a gente viu nascer ali uma lenda bem na nossa frente, no meio daquela bagunça toda de torcida louca.
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Que calor de 38 graus em plena tarde de março, três dias seguidos de fila no portão, pastel embolorado na mochila e ainda sobrou disposição pra gritar até perder a voz quando o Deuce levantou a raquete no primeiro ponto do dia seguinte… Porque, pessoal, isso aqui não é só saudade não — é constatação pura.
Naquele 2023, a gente tinha um time. Não um elenco, não uma folha de pagamento, mas um time de verdade: o Alex xingava o juiz como se fosse irmão mais novo, o treinador falava mais alto que o vuvuzela da arquibancada, e a torcida vinha armada de lenços, pastéis de feira e guarda-chuvas emprestados do Flamengo só pra garantir que nenhum detalhe escapasse. Cada winner do Deuce saía como se viesse da cartola do mágico da praça, cada ponto valia ouro e cada erro do Medvedev era comemorado como se fosse o gol do título. Até o guarda-chuva embolado virou bandeira oficial da loucura coletiva — prova viva de que, naquele quadra, ninguém era forasteiro, todos éramos donos do show.
Hoje, a coisa mudou de tom. O elenco está mais técnico, os erros diminuíram, as jogadas são mais calculadas, mas… falta aquela faísca que fazia o saibro feder a adrenalina e grude no casaco. A torcida continua animada, sem dúvida, mas agora a gente tem que segurar o grito pra não atrapalhar o ritmo dos caras — coisa que, convenhamos, é até bom, porque ninguém quer atrapalhar o progresso. Só que, vejam bem, quando o atual Deuce entra em quadra, a vibe é outra: respeito mútuo entre os jogadores, jogo limpo, sem discussão com árbitro. Tudo muito profissional… tão profissional que até o cheiro de saibro parece menos intenso, sabe?
Não to dizendo que o time atual é ruim, heim? Longe disso. Mas aquele 2023 foi diferente. Era o Deuce contra o mundo, com a gente no meio do fogo cruzado, torcendo feito doido porque cada ponto era uma história contada na hora do almoço no dia seguinte. Hoje a gente vibra igual, mas a narrativa já não é mais “sobrevivendo a todo custo”, e sim “construindo legado”. E isso, meus amigos, muda tudo.
Mas ó, uma coisa não mudou: quando o atual Deuce olha pro juiz daquele jeito, ainda bate aquele arrepio na espinha. A pose pode ser outra, o contexto também, mas o gene da raquete na mão — esse não some. Ainda somos nós, a mesma galera, só que agora o Deuce tem que carregar o fardo de ser lenda enquanto tenta evoluir sem perder a alma.
E, cá entre nós, que bom que ainda tem lenço amarrado no pescoço por aqui. 🧣✨
xG > emoção.
CRLN, galera... vocês tão me fazendo reviver aquele trauma do pastel embolorado com direito a cheiro de saibro grudado na roupa enquanto eu tentava bancar o australiano na arquibancada atrás do treinador!
Eu tava lá igual um pinguim perdidão no calorão de 38 graus, com um boné do Bahia que eu roubei do meu primo só pra não morrer de vergonha, quando o Deuce soltou aquele backhand... PUTA QUE O PARIU, o cara do som gritou "ISSO NÃO É POSSÍVEL" e eu voei tanto na cadeira que o boné voou longe igual o chapéu do TipsValue! 🤣
E o pior? Quando eu tentei pegar o boné de volta, escorreguei no pastel embolorado da minha mão e caí de bunda no chão... mas ninguém nem percebeu porque todo mundo tava gritando "GOOOOL DO AUSSIE" antes do juiz apitar! 😂
Hoje eu ainda tenho aquele boné guardado em casa, todo amassado, cheirando a saibro e pastel embolorado... prova viva de que 2023 não foi só um ano mágico de tênis, foi uma expedição épica com direito a cheiro de saibro grudado em tudo e lenço do Alex no pescoço! 🧣🔥
vamo que vamo, Deuce! que saudade daquele caos organizado que a gente viveu! 💛⚡
Sou o único sério aqui — e olhe lá.