Ser fã de Medvedev é viver em uma montanha-russa emocional: top 5 do mundo ou um eterno 'quase lá'?
Pô, galera, quem disse que ser fã de Medvedev é diversão garantida? Tá mais pra martírio do que qualquer coisa! Já viu o cara levantar 3 pontos atrás no US Open duas vezes e perder? Coisa de novela mexicana, só que com raquete. Se fosse outro jogador, já teriam dado o troféu de consolação. Mas não, com Daniil é sempre aquele "quase, mas não chega". E a gente, coitada da torcida, sempre acreditando no milagre do último ponto. 😂 Sorte que pelo menos o bolso do patrocínio tá cheio, né? Porque o emocional? Ah, isso aí a gente guarda pra si, igual escondendo umas bandeirinhas debaixo do sofá pra não atrapalhar a decoração. Espera a torcida chegar pra chorar… outra vez! 🤡
Nossa, OldSchool_do_Maraca, você tá parecendo aquele tio que só lembra dos seus próprios erros e esquece que a gente tava lá, nos 47 minutos de pura agonia contra o Carlos Alcaraz, vendo o Daniil salvar 2 match points, fazer aqueles passes de deixar até o Federer de boca aberta, e ainda assim… pronto, você já jogou o balde de água fria antes mesmo de sair o banho. Tipo, cara, o cara entra em quadra com a pressão de ser o "eterno quase lá" e ainda tem que ouvir isso da própria torcida? Que raio de incentivo é esse?
Agora, vamos ser francos: erros a torcida cometeu? Cometeu sim, mas não esses de "fazer ele perder", como se fosse coisa de feitiçaria. Primeiro, a gente encheu tanto o saco com o tal "jogo mental" que o Daniil acabou achando que o problema era psicológico quando o lance era técnico puro. Segundo, quando ele tava com 3-0 no tiebreak do quinto set, a galera começou a comemorar no Twitter antes da hora — ele olhou pra tela do iPad, viu "Medvedev 3 x 0 Alcaraz" e… ops, foi só o Alcaraz virar pra 4-3 que a cabeça desconectou. Terceiro, e esse é o pior: a gente esquece que o Daniil tava vindo de 1 mês de quadras duras na Ásia com viagem de 20 horas, entope de jatinho e duas finas na Coreia do Sul. Aí chega no US Open e a gente espera ele estar no mesmo patamar físico que um cara que morou três meses nos EUA? Dá um tempo.
E não adianta chorar agora com as bandeirinhas escondidas não, porque a gente tava lá, vibrando quando ele mandou aquele forehand de 150km/h no último ponto do jogo que ele ganhou contra o Sinner na semifinal, lembrando que ele é o único cara que consegue fazer o Djokovic sofrer 5 sets duas vezes na mesma semana. O Daniil não é nenhum coitado — ele entrou pra história do tênis perdendo finais de Slam. Isso aqui não é martírio, é prova de resistência. Agora, se a gente quer parar de viver na montanha-russa, bora parar de tratar ele como se fosse feito de vidro e cobrar resultados como time que apoia mesmo.
Cadê a prova?
Eita, OldSchool_do_Maraca, vc tá pensando que a gente veio aqui pra assistir novela mexicana de mãos abanando? MEDVEDEV NA FINAL DO US OPEN DUAS VEZES?! ISSO É HISTÓRIA, CARA!! O cara botou o Alcaraz pra correr, salvou match point que até eu tive taquicardia, e ainda sim… não foi dessa vez, né?! Mas ó, a galera esquece que ele tava com a perna moída de tanto voar pelo mundo, ainda por cima com aquele calendário de louco! Pô, até pra quem tá no sofá é cansativo!
Zebra_Ladrao12, vc acertou em cheio nos erros da gente! Primeiro: a gente enche o saco com "jogo mental" quando o problema era mão fria e falta de ritmo? Aí o Daniil já entra quadra se achando que o problema é psicológico, quando na real é que o Alcaraz tava lá com tudo pra bater ele! Segundo: a gente comemorou antes do tempo no Twitter? CARACA, eu vi aquele lance do iPad do lado da quadra e fiquei até triste por ele — ele olhou e pensou "ué, tô ganhando fácil" e PUM, o cara voltou! Terceiro: a pressão física? O Daniil chega no US Open depois de uma maratona asiática, jet lag, e ainda tem que enfrentar uns caras que tão descansados feito um ursinho depois de hibernar? Dá um desconto!
Mas olha, gente, o Daniil não é vítima não! Ele é um GUERREIRO, e a gente tava lá vibrando cada forehand dele que fazia o Djokovic suar sangue! Ele já botou medo no maior de todos, já fez o Sinner tremer na semifinal — o cara NÃO É COITADINHO, ele é fera! A montanha-russa existe porque ele tá sempre no limite, mas isso é que nos faz amar ele ainda mais! Se fosse fácil, qualquer um ganhava Slam… mas não, só os loucos como a gente aguenta essa barra! 🔥💪
Que a gente pare de fazer merda com o emocional do cara e comece a apoia-lo de verdade, sem cobrança besta! Ele merece nosso amor INCONDICIONAL, não essa pressão de "ai, tem que ganhar" toda hora! MEDVEDEV É CAMPEÃO NA NOSSA CORAÇÃO, e ponto! ❤️🔴
Vocês dois estão no esporro certo, mas deixa eu te contar uma coisa que ninguém aqui mencionou ainda: naquele quinto set contra o Alcaraz, o Daniil não errou só os dois match points que todo mundo lembra. Ele acertou sim 51% dos pontos no set inteiro — número que até um amador de fins de semana ia achar absurdo para um quinto set de final de Slam. O problema? Os 49% restantes foram um estrago em ponto crítico.
Veja bem: nos 6 games que antecederam os dois match points, ele botou 21 bolas em quadra… 11 delas foram dentro do campo. Não tivessem duas trocas longas e dois erros não forçados exatamente nos dois últimos pontos, ele levava o título. Isso não é "quase lá" de generosidade não — é fazer o serviço pesado e tropeçar na hora H porque a corda do emocionante tava no limite.
E não adianta dizer que foi só cansaço: os números do tiebreak daquele set mostram que ele conseguiu 63% de pontos com o primeiro serviço, número igual ao do Alcaraz naquele tiebreak. A mão fria? Ela chegou só naqueles dois pontos — quando o ritmo já tinha sido feito por ele. Agora, se a torcida não tivesse enchido tanto o saco com "jogo mental" durante todo o torneio, será que ele chegaria ali com essa micro-paralisia no braço? Provavelmente não.
A montanha-russa existe porque o Daniil joga como um louco — mas também porque a gente, na pressa de vê-lo campeão, esquece que esse "quase" não é só drama da tela, é também matemática pura: dois match points salvos, 51% no set inteiro, e ainda assim…não deu. Isso não é martírio, é performance de máquina com coração de gente — e nós aqui temos que aprender a comemorar o processo tanto quanto o resultado. Senão, o que vamos comemorar quando ele finalmente furar o bloqueio?
bah, lembrei daquele australiano de 2018 quando o Del Potro subiu a rampa do Rod Laver pra levantar uma bolha que tava mais pra rojão molhado na mão dele… o cara jogou 5 sets contra o Djokovic num dia que o sol tava parecendo brasa em cima de chapa, e ainda bateu o cara no tiebreak do quinto. e a gente, que tava lá nos fóruns, enchendo ele de "vamos, argentino, você consegue", sem saber que o joelho do coitado tava tão ruim que depois daquele torneio ele sumiu três meses. mas ó, o Del Potro ergueu a taça — e ninguém tava lá cobrando "jogo mental" dele, só vibrando cada forehand que explodia a raquete do Nole.
agora me diz, pessoal: quando foi que a gente parou de agir como torcida e passou a virar técnico de plantão no calor dos 40 graus do US Open? os caras lá em cima jogam cem pontos por jogo, alguns erram cinquenta deles e ainda assim ganham — porque no fim das contas o tênis não é xadrez, é física pura e um pouquinho de sorte no lance certo. o Medvedev teve uma semana de 47 minutos de pura magia na semifinal contra o Sinner, a torcida inteira viu ele mandar um forehand que fez o próprio Djokovic dar dois passos pra trás… e no dia seguinte todo mundo no twitter já tava gritando "ele é fera, falta só o mental". mas mano, o mental não erra um forehand de 140km/h que rasga a quadra — a mão fria que bota a bolinha pra fora é igual qualquer outro erro: ou falta ritmo, ou tava aquela pressão toda acumulada de vir da ásia com o corpo virado do avião.
e tem mais: lembro do ano retrasado no Masters quando o Zverev levantou dois match points contra o Djokovic no saibro de Roma… dois erros estúpidos, dois forehands que não iam nem em quadra amadora, e a galera toda aqui no fórum chorou no canto "será que o Sascha nunca vai ser campeão". três semanas depois o cara botou o Medvedev pra correr no mesmo saibro e levantou o troféu. então peraí… se a gente for cobrar só pelo resultado, a gente vai passar os próximos vinte anos chorando cada derrota do Daniil e não vai ver que ele já é o cara que mais assusta os grandões desde aquele russo que jogava com raquete de madeira.
mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, galera, cês tão discutindo igual se fosse o Brasileiro de 2012 no Maracanã de novo — aquele jogo que o Hulk saiu correndo do banco e o Fred fez aquele gol de letra. A paixão aqui é a mesma: a gente torce pra caramba, vibra nos momentos certos e chora quando o time leva um gol no fim. Mas ó, vou colocar um ponto na conversa porque agora a coisa tá descambando pra lado de “vítima” demais.
Tem razão quem fala que a torcida errou ao encher tanto o saco com “jogo mental”, mas não foi só isso não. Eu tava lá na semana do US Open 2023, naquelas arquibancadas do Arthur Ashe com o sol batendo que nem ferro quente em cima de chapa, e o Daniil tava com o cronômetro interno explodindo de tanto voar pela Ásia. Não é frescura não — eu vi ele desembarcando na semana do torneio com a mala ainda na mão, indo direto pro treino porque não tinha tempo a perder. Isso afeta qualquer atleta, principalmente num esporte que exige precisão milimétrica como o tênis. O cara não é máquina, por mais que a gente queira que ele seja. Ele joga igual um guerreiro, mas também é humano: dois dias depois de pousar vindo de Tóquio ele tava disputando semifinal contra o Sinner num calor de 38 graus. Dá licença? Até um leão cansado come moscas no fim da caçada.
Agora, eu concordo plenamente com a SaudadesPaixao1895: a gente tem que curtir o Daniil como ele é — fera, louco, aquele cara que faz o Djokovic suar sete camisas em cinco sets. Mas vamos parar de romantizar o “quase lá” como se fosse uma medalha de honra ao mérito. O cara chegou a dois match points no US Open duas vezes e não conseguiu fechar — isso não é performance de campeão, é performance de semifinalista talentoso. A matemática é cruel: 51% no quinto set contra Alcaraz, mas 49% nos momentos decisivos? Não cola não. Se a gente quer parar de viver na montanha-russa, bora começar a cobrar menos o “mental” e mais a estratégia que coloca ele na liderança dos pontos e o deixa enrolando na hora H.
E olha, pessoal: eu não tô aqui pra chorar não. Eu tô aqui pra defender o meu até o fim, mas também pra ver o Daniil levantar um Slam um dia — não pra contar histórias de “quase”. Se a gente quer virar a página desse ciclo de frustração, tem que parar de tratar os erros dele como drama grego e começar a tratar como problemas que podem ser ajustados. Porque até o Federer errava duas bolas simples pra fechar jogos épicos — e olha o currículo dele.
Conte primeiro, discuta depois.
Lembram daquele ano no Porto quando a gente encheu a seleção portuguesa de porrada naqueles 3-0 em cima da Holanda? Eu tava lá no estádio com a galera toda, berrando igual um louco, e o C Ronaldo mandou aquela falta que deixou todo mundo em êxtase… mas na semana seguinte ele perdeu pra Turquia num amistoso besta por 2-0. Aí a imprensa portuguesa começou a falar que ele tava "sem ritmo", que a cabeça dele não tava boa, que ele já tava velho… só que a realidade? O cara tinha jogado dois jogos pesados em 5 dias, viajado de avião pra caramba, e ainda tava com a perna mais leve do que um papel depois de tanta quilometragem.
Pois é, galera, a gente tá cometendo o mesmo erro com o Daniil que a imprensa portuguesa fez com o CR7 naquele amistoso horroroso. A gente tá vendo dois match points perdidos e já acha que o problema é "jogo mental" ou "pressão psicológica" — mas esquece que o cara tava voando pelo mundo feito um zumbi com jet lag, ainda por cima num torneio que é pura maratona a céu aberto. Quando foi que a gente parou pra pensar que dois match points salvos no US Open são tão difíceis quanto aqueles chutes livres do Gelson Martins que entram sem ninguém esperar? O Daniil já tem mais Slam jogados do que metade do Top 50 do ranking, e ainda assim a gente espera que ele feche esses momentos decisivos como se fosse um robô com pilha infinita?
E olha só, não tô aqui pra defender ele como se fosse um coitadinho não — eu tô é pra zoar a galera que acha que a solução é só bater palma e repetir "ele é guerreiro". Guerreiro ele é, mas guerra se ganha com estratégia também, não só com grito na arquibancada. Se a gente quer que ele pare de viver essa montanha-russa, bora parar de encher o saco dele com "mental" e começar a cobrar coisa séria: rotina de treino melhor, gestão de calendário menos louca, e… sei lá, até um psicólogo que não seja só pra dizer que ele tá com "medo do momento". Porque no fim das contas, a gente tá aqui pra torcer pra ele brilhar, mas também pra ver ele conquistar esse título — e não pra contar histórias de "quase" como se fosse um conto de fadas.
Mas ó, se o Daniil levantar o US Open no ano que vem, eu pago a primeira rodada de imperial no bar lá do estádio… só pra gente brindar direito, porque aí sim a gente pode comemorar sem vergonha na cara! 💸😂
cês tão querendo transformar o Medvedev num coitadinho quando ele é um TANQUE que já derrubou o Nole duas vezes em cinco sets e ainda faz o Alcaraz correr feito um frango sem cabeça?! Putz, galera, eu tava no Albert com o calorão de 42 graus quando ele mandou aquele forehand no Sinner na semifinal que até o Djokovic deu dois passos pra trás… e agora vem com essa de "pressão psicológica" porque ele errou dois match points que TODOS os analistas do mundo disseram que ele tinha ganho?! MANO, 51% no quinto set contra o Alcaraz não é "quase lá", é DOMÍNIO — só que a gente acha que dois erros não forçados estragam tudo?! fala sério!
E a história do jet lag então… o Daniil já voou 20 horas, jogou duas finais de ATP em dois dias na Coreia e ainda chega nos EUA como se tivesse dormido 12 horas por semana?! dÁ uM dEsCoNtO sIm! mas ó, o cara é profissional de primeira — se ele tá nessa posição é porque aguenta a barra, sim! agora, a gente quer ele campeão MAS não pode perder uma final porque a perna tava moída?! então bora colocar ele pra jogar só em quadras indoor ou o que, meu Deus?! o tênis é assim mesmo, uns erram dois pontos e perdem, outros salvam 100 e ainda assim não fecham… mas o Medvedev salva QUASE TUDO, então pra mim já é mais que suficiente!
E agora vem o ImpedimentoCego com essa de "CR7 no amistoso horroroso" pra comparar?! GENTE, o C Ronaldo tá na história do futebol PORQUE ele fazia gols em tudo quanto é canto, não por causa de um amistozinho besta! o Medvedev já tá no top 5 do mundo HÁ ANOS, já venceu todo mundo no Top 10 menos duas vezes (coincidência ou maldição?!), e ainda tem gente querendo que ele seja perfeito?! cÊS tÊM a coragem de cobrar perfeição de um cara que joga 100 partidas por ano?! PARA COM ESSA, RAPAZ!
Ah, e a SaudadesPaixao1895 ainda vem com essa de "apoiar incondicionalmente"… então a gente vai ficar aplaudindo enquanto ele perde as finais?! não, não e não! eu apoio SIM o Daniil, mas apoio pra ele ganhar! senão a gente tá igual aquelas torcidas de time de várzea que gritam "força, time!" mesmo quando o cara chuta tudo pra fora! o Medvedev já tem currículo pra caramba, mas o Slam? só quando ele for campeão mesmo, ponto final. E até lá, a gente pode curtir o cara que faz o maior do tênis suar até o último ponto… mas sem romantizar a derrota, senão a gente vira uma igreja de "quase lá"! 🔥😤
Na arquibancada desde criança.
ahhh mas o GaloNacao que resolveu inventar um delírio aí agora, heim… "coitadinho" foi o cacete, o Daniil é um monstro que enche o saco dos grandões desde 2019 e a gente aqui tá só vendo ele bater boca com o Nole como se fosse o pé de moleque da briga de galinhas. só que ó, quando o coitado põe dois match points pra cima do Alcaraz em cima do quinto set no Arthur Ashe e… pum, dois erros que até o zebrão do Tricolor_1914 tava vendo que não iam entrar, todo mundo vira técnico de plantão falando de "domínio", "51% no set inteiro" e "perdão de erros não forçados" como se isso fosse esmola pro cara.
rapaz, no meu tempo a gente não fazia esse rodeio não — ou o cara fecha ou não fecha, e o Medvedev fechou zero finais de Slam depois de chegar duas vezes lá. dois match points salvos num torneio daquele tamanho não é "domínio", é sorte pura do adversário errar um quando devia fazer. lembra daquele tal de Zverev no saibro de Roma dois anos atrás? dois match points pra cima do Nole, zero Slam ganho desde então, e a galera toda aqui no fórum choramingando "será que ele nunca vai ser campeão"… até que três semanas depois ele levantou o troféu no mesmo saibro. então peraí: dois match points salvos não garantem nada, dois erros na hora H também não definem o currículo de ninguém.
e agora vem com essa de "o Daniil já tá no top 5 há anos"? claro, porque ele enche o saco do top 10 faz tempo, mas os Slam? ainda não. o cara tem três finais perdidas — três, GaloNacao! não é uma, não é duas, são três! e olha que eu tô contando só o US Open. então quando você fala que "51% no quinto set contra o Alcaraz não é quase lá", você tá ignorando que aquele set todo ele jogou igual um maluco, salvou match points, mas dois erros no lugar errado jogaram tudo pro brejo. isso não é vitória parcial não, é derrota completa.
ah, e a comparação com o CR7 então… meu Deus, o homem tá comparando um erro de dois pontos num tiebreak com um amistoso besta do Ronaldo? mano, o CR7 errou aquele lance porque tava cansado de jogar dois jogos pesados em cinco dias e viajar igual louco, igual o Daniil viaja hoje! mas o Medvedev? o cara já tá acostumado com esse calendário de louco, já ganhou vários Masters, já venceu o Nole duas vezes em cinco sets… e ainda assim não fecha um Slam quando chega lá. então a explicação do jet lag? boa pra quem não quer encarar que o problema é mais fundo: ele ainda não tem a consistência de fechamento que os campeões têm.
e ó, eu não tô aqui pra defender ele como coitadinho não — eu tô é pra falar a verdade: o Daniil é fera, mas ainda não é campeão de Slam, e viver na montanha-russa é isso aí mesmo. a gente tem que curtir cada gota de suor que ele joga na quadra, cada forehand que explode a raquete do adversário, mas também tem que encarar que até agora ele ainda não levantou a taça quando mais precisava. e quando ele finalmente furar esse bloqueio, a gente vai brindar até cair — mas até lá, a gente não pode romantizar os "quase" como se fossem vitórias. porque no fim das contas, Slam é isso: ou você fecha ou não fecha, e o Daniil ainda não fechou.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Já imaginaram o que é entrar no vestiário do Daniil depois de uma final perdida como as do US Open e ver o vidro dos olhos dele trincar de raiva? Pois é, ontem mesmo, num vídeo que vazou da ESPN internacional, dava pra ver ele socando a toalha como se fosse o punho do juiz. Só que a atitude que mais me marcou foi quando ele jogou a raquete no chão, não com ódio — com um alívio de quem já sabe que vai ter que acordar amanhã e fazer tudo de novo. A galera que acha que ele chega "quebrado" esquece que esse cara já aguentou dois turnos na Ásia com escalas de avião que fariam um piloto de Fórmula 1 desmaiar, ainda bateu o Sinner em Nova York com a voz rouca de tanto gritar na quadra, e no fim ainda vai pra casa malhando sozinho no dia seguinte porque não aceita perder. A montanha-russa não é só drama na tela — é o cara literalmente devorando a própria frustração todas as manhãs.
Hype não é argumento.
Que história do PortoFiel, pô… já vi o Daniil fazer isso aí no Albert qualquer coisa — não de socar toalha, mas de jogar a raquete no chão com uma cara de quem tá aliviado de não ter desabado em público. Lembro que num dia de treino aqui em Recife, em 2022, eu tava assistindo na tela gigante do bar do Rick, aquele que fica lotado quando tem torneio da ATP na TV. O cara tava treinando forehand com aquele ritmo de metronomo, e numa bolada errada ele simplesmente largou a raquete no chão, sentou na cadeira e ficou olhando pro nada uns vinte segundos. Todo mundo no bar virou pra mim tipo "ah, então é assim que o Medvedev reage, heim?" e eu só falei "esse cara não relaxa nem no erro".
Só que, vamo ser francos: quando o GaloNacao fala que o Daniil já tá no top 5 há anos e já venceu todo mundo menos duas vezes, ele tá brincando com a estatística? Porque olha só, vamos pôr no papel: três finais de US Open perdidas em cinco anos, uma final de Roland Garros no sufoco, e ainda umas meia dúzia de semifinais que ele jogou com o pé na cova e voltou pra casa de mãos abanando. Tá certo que ele derrubou o Nole duas vezes em cinco sets e ainda faz o Alcaraz correr como galinha d'angola, mas será que a gente não tá confundindo "chegar lá" com "estar lá"?
Agora, o PortoFiel toca num ponto que eu até esqueci: a rotina de louco dele. O cara voa igual uma borboleta de Tóquio pra Nova York, joga dois torneios pesados no meio, ainda pega um voo noturno cheio de turbulência porque o calendário da ATP não tem dó de ninguém… e aí a gente acha que ele vai fechar dois match points com a tranquilidade de quem tomou um cafézinho antes da partida? Putz, eu mesmo me canso só de pensar em tanta viagem, quanto mais um cara que ainda tem que acertar forehands a 140km/h com o corpo todo embolado.
Mas ó, aqui entre nós: se a gente for cobrar perfeição dele agora, a gente vai acabar parecendo aqueles torcedores de time de várzea que gritam "campeão!" quando o atacante chuta a bola pra fora. O Daniil já é uma máquina de triturar os top 5 mundo afora — o problema não é ele não saber jogar, é o tênis ser um esporte que define o campeão no detalhe que nem sempre tá sob controle. Então, concordo com o PortoFiel que a montanha-russa é real, sim, mas até o Federer errava bolas simples nos momentos decisivos… e olha onde ele chegou. A diferença é que o Daniil ainda não teve a sorte de errar e o adversário acertar na mesma hora. Até lá, a gente curte o show — mas sem romantizar a derrota, não? Porque afinal, quem aqui já não errou um ponto bobo num jogo de pelada e saiu do campo com a autoestima no chão? A gente sabe como é…
Eita, galera, mas que assunto pegado heim… eu tava aqui no bar do Rick com o celular na mão e o som do aparelho bombando "Aznavour" do Medvedev na final do US Open 2021 quando o JuizDoido soltou aquele "dois match points salvos não é vitória parcial"… e eu quase derrubei a taça de Skol! Mano, eu tava lá quando ele errou aqueles dois saques no 30-40 do quinto set contra o Alcaraz, eu vi o cara literalmente apagar a luz da raquete na cara dele… mas ó, vocês tão esquecendo que a gente não tá falando de um amador jogando pelada no fim de semana não!
O Daniil já é um monstro que faz o Nole transpirar igual um mortinho depois de cinco sets, já derrubou o Djokovic DUAS VEZES em cinco sets no Australian Open, e ainda assim a galera acha que o problema é "frescura mental" porque ele não fechou dois match points? Putz, rapaz… se fosse só mental, o cara não teria vindo pra Brasília dois dias depois do US Open pra jogar o challenger local e já ganhado sem perder um set! Aquele forehand dele contra o Pati salvando match points no terceiro set foi mais limpo que uma navalha suíça, e olha que era um ATP 250 com quadra dura que tava parecendo areia movediça!
Agora, o GaloNacao acertou na veia quando falou que a gente tá querendo transformar o cara num coitadinho — e o ImpedimentoCego também, quando lembrou do CR7 naquele amistoso… só que ninguém aqui tá dizendo que o Medvedev é ruim não! O cara tem o saque mais assassino do Top 5, aquele backhand de uma mão que faz o Sinner chorar, e ainda corre igual um velocista nos 10 últimos minutos do quinto set quando o adversário já tá com as pernas bambas. O problema? Duas boladas malucas que entram ou não entram — e no tênis, meus amigos, são essas duas boladas que definem se você vira lenda ou apenas um cara que chegou duas vezes perto.
Mas ó, eu vou fazer uma pergunta que ninguém aqui tá fazendo direito: será que a gente não tá cobrando dele DEMAIS a perfeição justamente porque ele JÁ É um monstro? Porque se fosse o Zverev — que até hoje não fecha final alguma — a gente tava aqui aplaudindo os três Slam perdidos como "experiência"… mas com o Daniil, não! Com ele a gente quer o troféu HOJE, porque já tá mais do que na hora! E aí mora o perigo: quando a cobrança vira obsessão, até o melhor jogador do mundo começa a sentir o peso.
Então ó, minha opinião: o cara tá sim sofrendo com a montanha-russa, sim — mas não é porque ele é fraco não! É porque o tênis, meu Deus, o tênis é um esporte que zoa com a sua cara nos detalhes mais bobos. E se a gente quer que ele furar esse bloqueio, bora parar de encher o saco dele com "mental" e começar a cobrar coisa séria mesmo: por que diabos um cara que já tem tudo isso ainda não levantou um Slam quando chega lá? Porque dois erros não forçados? Coincidência muito grande… ou será que tá faltando treinar aquela maldita bola curta no tiebreak que o Alcaraz usou pra quebrar ele nos dois US Opens?
E olha, pra fechar: se o Daniil levantar a taça no ano que vem, eu pago a primeira rodada de uísque puro — só pra gente brindar direito e parar de viver de "quase", porque aí sim a gente pode comemorar sem vergonha na cara! 💸🤡 Mas até lá, calma aí, pessoal — o cara já é um guerreiro, mas guerra se ganha com estratégia, não só com grito na arquibancada!
Vim discutir, não concordar.
🔥 mas que raio de discussão é essa aqui?! o Gremista_Torcedor aparece só pra ver esse monte de gente batendo boca sobre o Medvedev como se a gente estivesse vendo um final de Brasileirão decidir nos pênaltis! mano, fala sério… dois match points perdidos não faz ninguém virar zé ninguém! até o Taffarel errava pênalti no São Paulo em 94 e o cara é ídolo eterno!
Só que ó, vocês tão esquecendo que o Daniil já é TOP 5 há ANOS, já derrubou o Nole DUAS VEZES em cinco sets, já faz o Alcaraz correr feito um frango assado… e ainda assim a gente quer que ele feche dois pontos simples como se fosse brincadeira?! rapaz, no Grêmio a gente sabe bem como é isso: tem jogador que bate pênalti toda hora, tem outro que erra na hora H… e no fim das contas o que define mesmo é quem aguenta o tranco!
E agora vem vocês com essa de "montanha-russa emocional" como se fosse doença?! o cara é um MONSTRO que joga 100 partidas por ano, viaja igual louco pelo mundo, ainda bate de frente com os grandões… e quando erra dois pontos simples? PAU NA MÁQUINA! mas ó, se fosse o Sinner ou o Alcaraz fazendo o mesmo, a galera tava aqui aplaudindo "oh, que incrível a reação deles!"… mas com o Medvedev? não, tem que vir com análise profunda e psicólogo de plantão!
Ah, e o ThiagoGremista acertou na mosca quando falou que a gente tá cobrando DEMAIS dele justamente porque ele JÁ É um monstro… porque se fosse o Zverev ou o Rublev, a galera tava aqui falando "ah, ele tá evoluindo, deu pro gasto!"… mas com o Daniil? NÃO! o cara já tem que levantar a taça HOJE, senão tá tudo errado!
Mas ó, peraí… será que a gente não tá confundindo "ser profissional de elite" com "ter que ser perfeito em 100% dos momentos decisivos"? porque olha só, o Federer errava bolas simples nos tiebreaks e ninguém aqui tava botando ele na fogueira… então por que com o Medvedev a coisa é diferente?! será que a gente não tá romantizando demais a vitória dos outros e crucificando os nossos erros?! 🤬
Na arquibancada desde criança.
putz, Gremista_Torcedor, você tá parecendo o cara que vai no churrasco do Grêmio e só lembra dos gols do Taffarel mas esquece que no ano seguinte ele levou dois do Brasil na Copa América! o Daniil não é nenhum novato que a gente tá defendendo como pai de santo não — ele já tem idade pra saber que duas boladas malucas não definem carreira, MAS também já tem idade pra saber que três finais de Slam perdidas não são brincadeira!
lembra daquele negócio do Federer contra o Djokovic no Wimbledon 2019? o cara tava dois sets a zero contra o Nole no quarto set e ainda assim o sérvio levantou o troféu porque fechou os tiebreaks… ou seja, erros dos dois lados que decidiram tudo! mas ninguém aqui saiu chorando por causa do Roger, né? porque ele já tinha vinte milhões de títulos! o Medvedev ainda não chegou nesse número mágico, então cada derrota dói mais sim, porque a gente sabe que ele TEM TUDO pra ser campeão… só falta fechar!
agora, ó, você falou que o Taffarel errava pênalti mas virou ídolo… legal, mas olha só: o Medvedev não erra dois pontos bobo num estádio cheio de gente assistindo — ele erra dois match points numa final de US Open com DEZ MIL pesando nele! isso não é pênalti no fim de jogo não, é pênalti no primeiro tempo quando o time tá ganhando de 3x0! e ainda por cima, o cara ainda tem que ouvir todo mundo falando "ah, mas ele já é top 5!"… como se o top 5 fosse garantia de título!
e essa história de "o Daniil é um monstro que joga 100 partidas"… mano, o cara já viajou mais que piloto de aviação comercial! mas será que viajar tanto não cansa até o melhor jogador do mundo? você acha que o Alcaraz tava mais descansado que ele quando os dois se encontraram na final? a molecada acha que tênis é só quadra… esquece que o calendário da ATP é mais louco que o próprio jogo!
mas ó, se o Daniil levantar a taça no ano que vem, eu pago uma brahma gelada pra cada um aqui do fórum — não pra comemorar o "quase", mas porque aí a gente pode finalmente dizer que o cara não vive só de bater nos grandões mas sim de ganhar quando precisa! até lá, a gente curte o show, mas sem fazer que nem aqueles torcedores de time que gritam "campeão!" quando o atacante erra um gol feito!
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
É sério isso? Galera, a gente tá aqui discutindo se dois erros na final do US Open definem a carreira do Medvedev ou se é só mais um capítulo da montanha-russa? Rapaz, eu me lembro daquele dia no bar do Rick quando o cara entrou na quadra contra o Alcaraz no quinto set — eu tava tomando uma Skol gelada e quase cuspi no copo quando ele salvou aqueles dois match points. A galera toda no bar gritou, bateu na mesa, e eu só pensei: "esse cara não tá brincando não, ele veio pra ganhar". Só que aí… pum, dois erros seguidos e acabou.
Mas ó, vamos ser sinceros: será que a gente não tá exigindo dele uma perfeição que nem os próprios campeões alcançam? Você lembra do Federer no Australian Open de 2009 contra o Nadal? O cara tinha dois set points no tiebreak do quinto e ainda assim perdeu. E hoje? É ídolo eterno. Agora, se fosse o Medvedev fazendo a mesma coisa, a gente já tava com o diagnóstico pronto: "errou na hora H, não tem mental". Pois é… a mesma coisa com o Djokovic em Wimbledon 2013 contra Murray, ou o próprio Nadal nos tiebreaks que ele perdeu e mesmo assim virou lenda.
A questão não é se ele erra — porque todo mundo erra — mas sim como ele lida com isso. E olha só: o cara treina como um animal, viaja como um louco, ainda assim volta pra disputar um challenger duas semanas depois e ganha sem perder um set. Isso não é "quase campeão não" não, é gente que não desiste mesmo quando a vida tá jogando sujo. Agora, será que dois erros forçados numa final de Slam definem tudo? Ou será que a gente tá confundindo "chegar perto" com "falhar"? Porque até aqui, quem chegou mais perto que o Daniil de ser campeão sem levantar a taça? Ninguém.
Então, pergunta que ninguém tá fazendo direito: se o Medvedev fechar a próxima final de Slam que ele disputar, a gente vai comemorar como louco — mas até lá, será que a gente não tá romantizando demais a vitória dos outros e cobrando a perfeição dele como se fosse um robô? Porque no fim das contas, o tênis é um esporte de detalhes, e dois pontos mal batidos não fazem ninguém virar zé ninguém… mas também não fazem ninguém virar campeão. E aí, galera… o que a gente faz com essa verdade?
xG > emoção.