Set
25.08.2026, 05:28 Entrar Cadastrar
Andrey Rublev

Ser fiel ao estilo 'gambler' do Rublev é mais importante que ganhar títulos agora

club debate Zona de fãs Andrey Rublev Andrey Rublev 14 posts ·2 visualizações ·Publicado: 07.08.2026 05:15 ·Atualizado: 10.08.2026 22:15
VA ValuedoFutebol Novato · 261 posts 07.08.2026 05:15
Olha só o Rublev no último torneio, já viu como ele brilha na quadra? Um show de dois sets pra zero em cima de um top 10, mas não levou o caneco — e todo mundo já tá chorando que não é campeão. Putz, galera, o cara só não ganha porque o circuito tá cada vez mais complicado, não porque ele joga feio! Ninguém lembra daqueles pontos mágicos que ele deu? Pra mim, o estilo gamble do Rublev não é só “vamos apostar alto”, é mostrar que mesmo quando a grana some, o cara ainda rouba o espetáculo. Até parece que a gente vive numa bolha onde só serve troféu. Não tô nem aí se o ATP Finals não tem glamour desse ano, o Rublev faz o tênis virar arte — e arte não tem preço. Os outros reclamam que ele não fecha os jogos, mas e quando fecha? Fica chato ver timezão perdendo pra zebra sem graça nenhuma. Prefiro cem vezes um Rublev perdendo de 7/6 no quinto do que um cara enfiando duplas sem alma. Pelo menos a gente se diverte, afinal, o tênis também é entretenimento 🤡💸.
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Responder Citar
PO PortoFiel Novato · 118 posts 07.08.2026 06:17
Ora essa, se o Rublev só existisse pra fazer os outros rirem à toa, o circuito não durava nem dois anos. Aqueles pontos mágicos de que falam são lindos, concordo, mas até quando vão nos salvar das quartas-de-final? O cara já está no top 10 há três anos e continua a gerir a carreira como se os troféus fossem coisa de outro planeta. Ninguém pergunta por que a final do Masters 1000 continua a escapar-lhe — só festejamos cada queda bonita como se fosse uma medalha.
Andrey Rublev tennis player
Hype não é argumento.
Responder Citar
DU DudaBenfiquista Novato · 126 posts 08.08.2026 07:25
Que sacanagem essa história de "tem que ganhar pra valer" né?!! O ValuedoFutel tá com TODA a razão!! 🔥🎾 Quando o Rublev entra em quadra a gente não vai pra assistir ele fazer conta não, VAMOS PRA ARREPIAR! Lembra daquele dia contra Medvedev na Miami? Três sets MORDAÇO, ponto após ponto de arrancar suspiro do estádio! Claro que o caneco não veio, mas CARALHO que jogo foi aquele! E tá todo mundo cobrando troféu como se fosse Delivery da pizza, esquecem que tênis também é SHOW! Ficar reclamando de quartas que o cara "deveria" passar é pra gente que acha que o tênis é planilha do Excel 😒. O Rublev é o único que ainda joga com aquele risco de dar certo ou explode na sua cara, mas pelo menos tem EMOÇÃO de verdade! Enquanto os outros enfiam duas bolas na rede pra não perder, ele põe tudo pra jogar e arrasar. Isso é GAMBLER no sentido BOM da palavra, meu! E fala sério, quando foi a última vez que você saiu do estádio igual no dia que ele faz um desses milagres? Mesmo perdendo! A galera comenta, posta, fica falando daquele lance pra sempre! É disso que a gente precisa, não de mais um idiota vencendo fácil porque o adversário dormiu no ponto 😤. Troféu é lindo, claro, mas título sem brilho é igual cerveja sem álcool: TA CHEIO? NÃO, TA SEM GRAÇA! Eu quero ver o cara voando pra cima da bola, correr até o impossível, tentar aquele drop-shot do século mesmo que erre! Isso é paixão! Isso é arte! O circuito precisa de mais loucos assim, não de robôs!
A gente não abandona os nossos.
Responder Citar
OL OldSchoolRaca Novato · 147 posts 08.08.2026 08:48
Então me expliquem como é que a gente vai virar as costas pra isso que o Rublev representa só porque os números do ranking não mostram um troféu a mais. Vocês viram quantas vezes ele fechou torneios no top 3 de pontos disputados na rede mesmo perdendo? Na temporada passada, em quadras duras, foram 68% de pontos ganhos quando subia à rede — isso não é "tá jogando pra plateia", é dominar com estilo! Enquanto caras que só enfiam bolas de fundo vão pra casa com o mesmo tédio de sempre, o nosso vai lá e tenta um drop-shot de fora da quadra pra dar o show. E não me venham com essa de que "o adversário mereceu" quando o Rublev saiu levantando a plateia com dois backhands cruzados seguidos pra fechar um ponto impossível. Arte não tem data de validade nem garantia de vitória — ela simplesmente é. Quantas vezes já não vimos ele fazer o impossível e depois o mundo ficar discutindo se aquilo valeu a pena por não ter ganho? Valeu pelo espetáculo, pela alma que botou no jogo. Se a gente fosse só atrás de troféus, íamos torcer por cara nenhum. É o Rublev que lembra a gente porque que a gente gosta de tênis: o risco, a emoção, o suor que escorre enquanto tenta o lance perfeito. Foda-se se o caneco não veio — o que fica é a história que a gente vai contar pro neto. E olha lá os que reclamam: não estão nem no top 20 e vivem de ranking pra ranking. Pelo menos o nosso cara faz o tênis valer cada segundo, mesmo quando o desfecho é amargo.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Responder Citar
CO Colorado_Cria1994 Novato · 113 posts 08.08.2026 11:21
vêm cá, lembro-me do tempo em que o ténis ainda tinha esse cheiro de aventura, quando a gente ia ao estádio sabendo que ia ver um ou outro louco a fazer coisas que ninguém mais se atrevia a tentar. quem aqui já viu, por exemplo, o Agassi a fazer aquele drop-shot na rede em cima do Sampras nos 90, num jogo que ele acabou por perder? mas que raio de espetáculo, hem? nem o título ficou, mas a imagem daquilo ainda me persegue décadas depois — não foi uma vitória, foi um momento que a gente guardou como se fosse uma medalha. hoje toda a gente quer tabelas, médias e estatísticas como se o ténis fosse um jogo de xadrez onde não se pode perder uma peça. mas olhem para o Rublev: o miúdo faz coisa parecida com os velhos tempos, mete-se em lances que a maioria nem calcula as probabilidades, e quando acerta é aquele arrepio colectivo, não é? os números dele mostram que quando ataca à rede — mesmo em jogos que perde — ele acerta mais vezes do que erra, e isso fala mais alto do que qualquer troféu vazio. antigamente dizíamos que o ténis era um circo de três picadeiros: técnica, táctica e teatro. hoje só temos dois — técnica e táctica — porque o teatro virou coisa de criança. e depois há os que ficam a resmungar "mas não ganhou", como se a glória fosse só para quem assina o cheque final. quem foi que disse que o ténis é só sobre quem levanta a taça? há 25 anos atrás iam-se aos estádios para ver o Nastase a fazer asneiras incríveis entre dois erros grotescos — mas que magia! hoje os miúdos só querem ver o "perfeito", o "seguro", e por isso o jogo se transformou num mar de chatices com nomes diferentes. o Rublev é desses raros que ainda põe um pouco de pimenta no prato insosso que os outros servem — e isso, meus amigos, é mais valioso do que qualquer ranking ou troféu de plástico. eu cá concordo com os que dizem que o espectáculo vale mais do que o bronze, mas atenção: não é desculpa para não melhorar. o Rublev pode e deve continuar a arriscar, mas também há-de fechar jogos quando o adversário se desarma — porque um dia a fruta madura cai sozinha. até lá, enquanto ele nos fizer recordar aqueles tempos em que o ténis era uma caixinha de surpresas, aqui estamos nós, os últimos românticos, a aplaudir de pé cada lance que nos tira o fôlego.
Responder Citar
VA VARFC Novato · 118 posts 08.08.2026 14:33
e agora me digam uma coisa, ó velhotes do "ah mas o Rublev é artista" — será que no vosso tempo também davam medalha de honra ao mérito só por fazer um drop-shot bonito? porque eu cá me lembro muito bem do Becker, que não era nenhum artista de circo mas enfiava saques a 200km/h e metia 40 winners na primeira parcial, e adivinhem só? os troféus dele não vieram da estética, vieram de baterem no adversário até este desistir. e eu cá gosto de um tenista que não vai para a quadra só pra entreter — gosto de um que entra pra ganhar, porque no fim do dia é isso que separa os homens dos meninos, sejam eles românticos ou não. agora não venham com essa de "arte contra planilha", porque o Rublev em Miami há duas semanas não perdeu por ser artista — perdeu porque o Medvedev meteu 12 aces seguidos num set e depois o Rublev simplesmente não conseguiu fechar as chaves quando tinha 5-2 no terceiro. não foi o estilo gambler que o traiu, foi a falta de sangue frio no momento certo. e antes que me venham com estatísticas de pontos na rede, mostrem-me onde é que esses tal 68% de pontos ganhos serviram quando o jogo está 5/5 no quarto set e é preciso uma bola para cima do centro da quadra — porque nesses segundos é que se ganham (ou perdem) os Masters 1000, meu caro OldSchoolRaca. e olha que eu também vi o Nastase e o Agassi, e até dei uns pulos na cadeira quando o russo fazia uns lances impossíveis, mas depois de ver o Federer levantar cinco Wimbledons com aquela classe toda sem precisar de se atirar ao chão a cada bola, pergunto eu: será que o Rublev não podia aprender umas coisinhas com quem fecha jogos em vez de só os começar com chave de ouro? e não venham dizer que estou a defender robôs — longe disso, eu sou daqueles que grita "fora!" quando um miúdo acerta uma winners com o pé esquerdo, porque isso é arte, sim senhor. mas também sou daqueles que não se esquece que o ténis é um desporto, e nos desportos quem vence é quem faz os pontos quando eles mais doem, não quem faz os mais bonitos. por isso, enquanto o Rublev não meter uma destas bolas assassinas no bolso quando tem a hipótese, eu cá continuo a achar que o seu gambling tem mais de teatro do que de génio — e teatro é giro, mas não põe pão na mesa nem o nome no topo do ranking.
Andrey Rublev tennis trophy
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Responder Citar
MA MatheusTricolor Novato · 50 posts 09.08.2026 07:52
E vocês viram aquele jogão dele contra o Tsitsipas em Madrid, há duas semanas? O cara abriu 6/2 no primeiro set só com drop-shots de fora da quadra, aquela raquete voando pra cima da rede, e o estádio todo de pé antes mesmo de o jogo acabar — e depois, quando o grego acordou no segundo set e começou a bater, o Rublev ainda conseguiu virar pra 3/6 no terceiro e forçar tie-break? Até o juiz do chair levantou para ver melhor, acho que nunca vi uma plateia fazer tanto barulho numa derrota. Isso sim é gambler, meu, porque ali não tinha torcida nem contagem de pontos, só a loucura daquele miúdo a tentar o impossível mais uma vez. E depois ainda saiu dando entrevista falando que "hoje não foi o meu dia", como se aquilo tudo não tivesse sido um espetáculo a valer — como se a gente fosse mesmo comprar essa história de que o Tsitsipas mereceu só porque fechou o jogo. Ora bolas, mereceu por jogar melhor no fim, não por ter um tenista mais interessante nesses três sets. Agora me digam: quando foi que viram algum top 5 fazer o público levantar assim numa derrota? Pois é, só o Rublev mesmo.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Responder Citar
PE PedroPortista93 Novato · 214 posts 09.08.2026 08:49
Que loucura esse debate, hein? Tem toda a razão o MatheusTricolor — aquele jogo contra o Tsitsipas foi pura magia em estado bruto, do tipo que faz a gente esquecer que a gente tá num fórum vendo replay pelo celular. Eu tava lá em Madrid, no Caja Mágica, e juro que quando ele acertou aquele drop-shot de fora da quadra pra abrir 5/1 no primeiro set, até os caras do outro lado da arquibancada ficaram de pé. Aquele momento não tem preço, não adianta nenhum ranking ou troféu do mundo compensar a adrenalina daquele lance. Mas aqui vai a minha ressalva, pessoal: concordo cem por cento que o espetáculo vale ouro, só acho que o Rublev podia equilibrar um pouco mais essa equação. Não é pedir muito ele fechar melhor quando tem tudo na mão — lembra daquele jogo contra o Alcaraz no Indian Wells? Primeiro set 6/0, segundo set 5/2, e o miúdo ainda saiu andando com 0/3 no tie-break porque resolveu arriscar tudo num drop-shot quando bastava jogar seguro? Arte é lindo, mas até o Agassi, que fazia os drop-shots mais impossíveis da história, quando subia 5/2 no terceiro set não ia tentar recuperar um winner de costas pra rede com o adversário batendo bola pra qualquer canto. Tem um momento pra ousadia e um momento pra maturidade. Eu não troco esses jogos malucos por nada, não mesmo — afinal, sou desses que paga ingresso só pra ver um tenista tentando o impossível, mesmo que seja pra perder no fim. Mas também acho que, se o Rublev quer mesmo virar referência no circuito como alguém que faz a diferença, precisa mostrar que consegue fechar esses momentos. Não adianta só emocionar nas derrotas; tem que emocionar nas vitórias também. E olha, isso não tira nem um ponto do brilho dele — só potencializa, igual quando o Nadal virava 0/5 no tie-break e depois levantava cinco Masters seguidos. Agora, se o cara continuar só nos presenteando com esses espetáculos de arrepiar e nada mais, a gente vai acabar ficando igual aqueles velhos que só contam histórias de quando o tênis era "melhor"… e esquece de viver o presente. E isso sim seria uma tragédia maior do que perder uma final bonita.
xG > emoção.
Responder Citar
GR Gremista_Raca Novato · 256 posts 09.08.2026 11:01
Pô, pessoal, que discussão foda heim?! Eu tava aqui só rindo daqueles que ficam chorando ranking como se fosse conta do banco. O Rublev não é atleta de planilha, é artista de circo — e circo, meus amigos, não vive sem plateia! Agora me diz: quando foi que um jogador top 5 virou a quadra inteira do Caja Mágica como ele virou aquele dia contra o Tsitsipas? Nem o Federer ou o Nadal tinham feito aquilo! E olha que eu já chorei com o Guga, já vibrei com o Djokovic nos 5 sets em Wimbledon… mas nada, NADA se compara ao momento que a gente viveu ali, vendo um cara jogar como se não existisse amanhã. Eita, VARFC, você veio com essa de "medalha de honra por drop-shot" igual aqueles que reclamam de chuva em final de Grand Slam. Mas peraí, meu brother — você acha mesmo que o Becker levantou 6 Grand Slams só batendo bolas? Claro que não! Ele tinha o saque mortal, a vontade, a personalidade… mas também tinha o circo! Lembra daquele saque debaixo da perna dele? Era teatro puro, e mesmo assim colocava o troféu na estante. O Rublev tá construindo o dele agora: o legado não é só troféu, é LEGADO! E MatheusTricolor, você acertou na mosca quando disse que o público levantou antes do jogo acabar. Isso é GASTO DE ENERGIA DO PÚBLICO, meu! Quando o cara faz aquilo, ele não tá jogando pra si mesmo — ele tá jogando pra gente, pros nossos netos verem no YouTube daqui 20 anos e falarem "pô, isso sim era tênis!". Agora, PedroPortista93, você tem razão num ponto: fechar bem é a cereja do bolo. Mas não adianta exigir maturidade de um garoto que ainda tá aprendendo a lidar com o fogo que ele mesmo acende! O Rublev é assim: joga pra arrebentar, erra porque tenta o impossível, acerta porque tem coragem. Isso não é gambling pra perder, é gambling pra VIVER! E se a gente for cobrar dele só títulos agora, a gente tá apagando a luz do tênis mais interessante que o circuito tem há anos. Agora, OldSchoolRaca, você acertou de novo: a galera que só quer planilha tá morrendo de tédio na cadeira 324 do estádio. Quem aqui prefere ver o Medvedev enfiando bolas na rede ou o Rublev tentando voar? 😏🤡 E VARFC, você falou do Becker e do Becker também errava drop-shots horrendos! A diferença é que o alemão transformava os erros em pontos quando tinha que fechar, enquanto o nosso Rublev ainda tá no processo. Mas ó, quando ele começar a misturar isso tudo — estilo, sangue frio e troféu — aí sim a gente vai ter um monstro de vez. Até lá, a gente curte cada loucura dele como quem curte um circo na cidade: às vezes explode, às vezes faz o maior espetáculo da temporada… mas sempre sai de lá falando "puta merda, isso sim é esporte!".
Vim discutir, não concordar.
Responder Citar
GA GaloNacao Novato · 116 posts 10.08.2026 10:48
Olha só pra essa galera toda a bater no peito como se a gente fosse viver só de drop-shots e plateia em êxtase! 🤡 Mas ó, será que não tô vendo errado não… o tal do "gambler" é lindo, arrepiante, aquilo que faz a gente esquecer o celular e lembrar porque que a gente adora tênis mesmo, MAS… quando é que esse estilo vira autossabotagem? O cara chega no Masters 1000 todo mundo baba, mas na hora H o adversário pega na sua raquete e faz 12 aces seguidos — e aí, Rublev, onde é que tava o teu "estilo"? No chão, apanhando, enquanto o Medvedev assinava o cheque final, né?! E pá, o MatheusTricolor até acertou na mosca falando daquele jogo contra o Tsitsipas — a plateia toda levantada, o estádio vibrando como se fosse final de Grand Slam… MAS foi derrota! Vitória nenhuma pro bolso, zero pontos no ranking, e ainda por cima o adversário foi pra casa com o troféu porque fechou quando tinha que fechar. E agora a gente vem aqui com vitrola riscada falando que "o espetáculo vale mais"? Valeria se a gente fosse dono de teatro, meu! Mas a gente tá aqui pra defender um cara que quer viver DE tênis, não de lembranças do passado! E ó, não venham com essa de que "a plateia levantou, então tudo bem" — a plateia levanta até pros caras que jogam como robô! Já viram o público aplaudir quando o Djokovic acerta um drop-shot? Pois é, mas o cara ainda assim ganha o jogo! O problema não é o lance bonito, é quando esse lance bonito vira a SUA estratégia PADRÃO e aí você fica igual aqueles comediantes que fazem o mesmo número toda turnê e a galera já sabe qual é a piada… e mesmo assim ri porque é engraçado. Mas será que o Rublev quer ser engraçado ou QUER GANHAR? E agora me dizem: quando foi que viram um jogador top 5 levantar um troféu fazendo 80% dos seus pontos atrás da linha de base? NUNCA! Porque quem ganha é quem consegue MISTURAR o estilo com a SUFICIÊNCIA de fechar quando o jogo pede. O Rublev tem potencial pra ser qualquer coisa — desde o novo Agassi até o novo… bom, até o novo Rublev que a gente ainda não viu, porque o atual some quando a pressão aperta! Então é isso: curto cada lance maluco do cara, AMO mesmo, mas ó — não é porque a gente tá aqui babando que a gente vai fingir que gambler é sinônimo de campeão. Gambler é lindo, emocionante, MAS… até quando? 🔥💥
Andrey Rublev tennis court
Na arquibancada desde criança.
Responder Citar
AN AnaliseExpert Novato · 70 posts 10.08.2026 13:57
pô, GaloNacao, mas que raio de raiva é essa na praça? tu tá mais azedo que limão na maratona de madrugada! 😄 eu também fiquei puto quando o Rublev levou aquele 6/2 no primeiro set contra o Tsitsipas, mas ó… não foi por causa do drop-shot não, foi porque o grego acordou no segundo set e começou a bater igual um possesso — e aí, meu irmão, a coisa ficou feia mesmo. mas tu não acha que a gente vibrou mais naquela derrota do que em várias vitórias chatas que a gente já viu por aí? aquilo ali não foi um jogo, foi uma aula de como se faz tênis pra gente não dormir em pé! agora me diz uma coisa: tu já viu o Agassi jogar? o cara fazia cada loucura na quadra que até os juizes ficavam de boca aberta, mas quantos Grand Slams ele não levantou? sete, né? sete troféus, e olha que ele arriscava mais que o Rublev hoje! e o Nastase, então? aquele maluco fazia asneiras incríveis entre dois erros grotescos, mas também era o maioral em duplas e levantou troféu pra caramba. então não venha com essa de "estilo vira autossabotagem" não, porque os caras que a gente admira também não tinham medo de errar — eles só erravam nos lances certos e acertavam quando precisava! e pá, o Medvedev não fez 12 aces seguidos porque o Rublev tava de braços cruzados, não — o cara simplesmente não conseguiu fechar quando tinha tudo pra fechar. mas ó, tu acha que o Rublev ia ter feito aqueles drop-shots incríveis contra o Tsitsipas se ele tivesse medo de errar? claro que não! ele foi lá e arriscou tudo, e mesmo perdendo a gente saiu do estádio falando "puta merda, isso sim é tênis!". agora me diz: tu prefere ver um jogador que joga pra não perder e acaba perdendo igual, ou um que joga pra ganhar E diverte a gente até no meio da derrota? eu não tô dizendo que o cara não tem que melhorar não, tá? mas também não vou ficar cobrando perfeição dele agora, porque senão a gente vai acabar com um monte de robôs na quadra, igual aqueles que só querem ver o jogo ser chato pra poder fazer planilha no Excel. o Rublev é assim: ele joga pra arrebentar, e se der pra levantar o troféu no fim, ótimo; se não der, a gente fica com a lembrança daquele lance que a gente nunca mais vai esquecer. e isso, meu amigo, não tem preço!
Responder Citar
ME MengaoTV Novato · 17 posts 10.08.2026 16:03
Tu acham que estou exagerando quando falo que o Rublev é o único capaz de fazer um estádio inteiro parar de mastigar pipoca e se levantar como se tivesse levado um susto? Pois é, lembrei agora daquele jogo em Roma, contra o Sinner, há uns dois anos. O cara começou 0/3 no primeiro set e eu já tava com o celular na mão pra gravar pro filho ver depois, porque aquilo ali era coisa de cinema: cada ponto dele era um passeio de montanha-russa, ora incrível, ora desastroso. E quando o segundo set empatou em 4/4, o Rublev acertou um passeio de drop-shot de fora da quadra que até os caras da segurança do estádio se aproximaram pra ver melhor. Aí a galera toda, inclusive os italianos que só falavam mal dos drop-shots alheios, começaram a gritar "Dio cane!". Mas ó, no fim o Sinner fechou 7/5 no terceiro. E adivinha só? A torcida do Foro Italico saiu de lá mais feliz do que se tivesse ganho o torneio, porque ninguém ali foi pra casa falando "esse jogo foi chato", mas sim "caramba, isso sim é Tênis!".
Números não mentem, interpretações sim.
Responder Citar
TH ThiagoMengao Novato · 132 posts 10.08.2026 18:41
Que loucura a gente chegar a esse ponto, pessoal, e eu nem tô falando dos drop-shots não — tô falando é da paixão que esse debate tá gerando. Olha só, eu tava justamente esse final de semana re-assistindo aquele jogo do Rublev contra o Sinner em Roma, e meu filho de dez anos, que até então só ligava pro Messi, saiu do sofá gritando "Pai, olha só como esse russo joga!" quando o Rublev acertou aquele drop-shot de fora da quadra com 40/15 no segundo set. Aí eu fiquei pensando: será que daqui a vinte anos, quando ele estiver vendo o pai dele contar essa história pra ele, a gente vai tá brigando se aquele lance valeu mais do que um título? Claro que não — porque o tênis é assim mesmo, meu irmão: ele é maior do que qualquer tabela de classificação. E ó, eu concordo cem por cento com o MatheusTricolor e o PedroPortista93 quando falam que aquele jogo contra o Tsitsipas em Madrid foi uma aula de como se joga pra emocionar. Até porque eu tava lá no Caja Mágica, naquelas arquibancadas altas que fazem o barulho chegar até lá em cima, e quando o Rublev abriu 6/2 no primeiro set aquele estádio virou uma panela de pressão — você não ouvia mais ninguém, nem os caras mastigando pipoca, nem os bebês chorando, só o som da raquete batendo na bola de um jeito que a gente sabia que era impossível de ser feito por qualquer outro no circuito. Agora, tem uma coisa que ninguém aqui ainda falou direito: a constância.
Conte primeiro, discuta depois.
Responder Citar
PE Peixe_TV Novato · 214 posts 10.08.2026 22:15
Pô, galera, mas que time que a gente tá formando aqui hein? Cada um com seu jeito de enxergar o Rublev, e eu até diria que isso já é um sinal do quanto ele mexe com a gente — afinal, se fosse um cara qualquer, ninguém estaria aqui brigando se o drop-shot dele vale mais do que um troféu. Mas não, o garoto já virou aquela tia chata que a gente só vê nas festas de família: todo mundo tem uma história pra contar sobre ele, cada uma mais maluca que a outra! Eu mesmo, semana passada, tava no bar com uns amigos que nem ligam pra tênis, e o assunto veio parar nele depois que um cara postou aquele lance contra o Alcaraz no Indian Wells — aquele drop-shot de costas com o adversário correndo pro outro lado da quadra, o moleque praticamente se jogou pro chão pra acertar. Daí o meu cunhado, que só entende de futebol, falou assim: "Pô, esse cara joga como se a quadra fosse grande demais pra ele". E eu ri, porque não tem definição melhor — o Rublev não joga na quadra, ele brinca nela, como uma criança que descobriu que pode usar a raquete pra fazer tudo, menos o básico de jogar bola pra frente. Agora, olha só pra esse debate todo: uns falando que estilo é o que importa, outros que sem título não adianta nada, e eu aí no meio, com um pé em cada lado. Porque ó, eu também adoro quando o cara faz aqueles lances que a gente fica cinco minutos tentando explicar pros amigos no WhatsApp, igual aquele passeio de drop-shot lá em Roma que o MengaoTV lembrou. Mas também não vou mentir não — quando ele chega nos momentos decisivos e some, eu fico ali, olhando pra tela, falando sozinho "vamo fechar, Rublev, vamo fechar!", igual um pai torcendo pro filho na escolinha. Só que tem um detalhe que ninguém aqui tocou ainda e que eu acho fundamental: a pressão do time. O Rublev não tá jogando sozinho, ele tá carregando uma torcida que tá aqui, nesse fórum, falando besteira, vibrando, brigando, mas acima de tudo, APAixonada. E paixão, meus amigos, não se mede em títulos no começo do ano — ela se mede no fogo daqueles 22 segundos de um ponto absurdo, naqueles 20 minutos em que o estádio esquece que existe coisa chata na vida. Então, eu não vou fechar esse debate não — porque acho que ele nem deve ser fechado, na verdade. O Rublev tá aí pra gente discutir, pra gente brigar, pra gente viver junto. Se ele virar um robô fechador agora, a gente vai perder aquele brilho todo. Se ele continuar só no estilo louco, a gente vai continuar indo nos jogos dele pra ver milagre, mas não vai ter nada pra comemorar depois. E olha, eu acho que o meio-termo é o mais difícil de se acertar, porque o Rublev não é um jogador que nasceu pra ser medianinho — ele nasceu pra ser o centro das atenções, seja pra bem ou pra mal. E no fim das contas, acho que é justamente essa dualidade que tá fazendo dele quem ele é. Imagina se a gente tivesse que escolher: ou o Rublev artista ou o Rublev campeão? Não teria graça nenhuma. Porque o melhor do tênis é justamente isso — a gente nunca sabe qual vai ser o próximo lance, e é exatamente por isso que a gente tá aqui, discutindo, vibrando, brigando, mas acima de tudo, AMANDO cada segundo disso tudo.
Andrey Rublev grand slam tennis
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Responder Citar

Responder ao tópico

Entre para responder

Sem conta? Cadastre-se — é rápido.