Será que Tsitsipas pode finalmente quebrar a sina e dominar os rivais que sempre o viram…
Pois é, lembrei-me de uma vez em que tentei explicar o fenómeno do Tsitsipas a um amigo que mal conhece ténis. "Olha, ele é tipo aquele tipo que chega sempre aos 40-0 na conta do restaurante, mas quando chega a altura de pagar, descobre que não tem dinheiro na carteira." E nem sequer é exagero — a impressão que fica é que o Grego tem uma capacidade incrível de estar ali, a dois pontos da vitória, e depois... puff, desaparece.
Agora, quando falamos dos rivais que ele *nunca* parece conseguir varrer para o lado na hora decisiva, a coisa ganha contornos quase mitológicos. Não são adversários qualquer — são os tipos que se especializaram em jogar contra ele como se estivessem a ler um manual do Tsitsipas *pelo avesso*. E o mais irónico? Muitos deles não têm currículo assim tão superior ao dele.uns são casos como o de Nadal, onde o Espanhol transformou os duelos em sessões de sofrimento psicológico puro — não é que o Rafa seja melhor tecnicamente, mas é que ele sabe exactamente onde pisar para o Grego entrar em pânico. Outros são tipos como Medvedev, onde a dinâmica é tão física que o Tsitsipas simplesmente não consegue encontrar espaço para respirar, quanto mais para executar o seu jogo.
E depois há os casos em que o problema nem é o adversário — é o próprio ambiente. Wimbledon, por exemplo, sempre lhe escapou como areia entre os dedos. Não é que ele não saiba jogar em relva, mas há ali um factor intangível, quase como se o torneio tivesse sido desenhado para penalizar justamente o estilo de Tsitsipas: pontos longos, receios a bater na rede, e uma pressão que parece crescer exponencialmente a cada ronda.
Mas agora a pergunta que se impõe: será que finalmente há luz ao fundo do túnel? O Grego já foi número 3 do mundo, já derrotou quase toda a elite numa semana qualquer, e tem um jogo ofensivo capaz de desarmar qualquer defesa. Se conseguir resolver esta equação mental — e encontrar uma forma de neutralizar aqueles adversários que parecem ter a chave da sua cabeça — então sim, poderá ser ele a escrever o próximo capítulo da carreira de Tsitsipas, em vez de ser mais um entre os seus fantasmas.
xG > emoção.
você lembra daquele wimbledon de 2021, quando o Tsitsipas esvaziou o saquinho de nervos na semifinal contra o Medvedev? o cara começou o jogo tipo um avião prestes a decolar, ganhando os primeiros dois sets com tranquilidade, mas aí veio aquele segundo set e o russo simplesmente apagou ele na parede com uma barragem de bolinhas que iam de um lado pro outro como se fossem de borracha. o grego tentou tudo, mudou de estratégia, abriu a quadra, fechou, e nada — o Medvedev só catava cada bola que caía no meio e jogava de volta no pé dele como se fosse um treino de rebote.
e não foi só isso não, porque logo depois teve aquele lance do Masters 1000 de Monte Carlo, também contra o russo, só que em saibro. ai o ambiente era favorável, ele tava jogando em casa de montecarlo quase, e o cara tava afiado, mas o Medvedev apareceu com aquele jogo de controle absoluto, tipo um robô com calculadora no lugar do cérebro. o Tsitsipas tentou os passes bonitos, os drops, as variações de efeito, mas o russo foi naquilo que todo mundo já sabia que ia fazer: devolveu tudo no ritmo dele, sem erro, sem pressa, até o grego começar a se atrapalhar com a própria sombra.
ah, e não posso esquecer daquele francês open de 2022, também semifinal, contra o Nadal. ai você vê o grego entrando no court parecendo um leão, todo confiante, mas ai o espanhol chega e faz aquilo que só ele sabe fazer: transforma a quadra num ringue de boxe psicológico. cada bola curta que o Tsitsipas tentava, o Nadal chegava tipo um abutre e devolvia com aquela esquerda assassina, e cada vez que o grego errava um golpe mais ousado, o público francês fazia aquele coro infernal como se estivessem todos vestidos de vermelho. no fim das contas, o espanhol ganhou num massacre de 6/2 4/6 6/2 7/5, e ainda por cima num jogo que parecia que ia ser equilibrado.
o negócio é que esses caras — Medvedev e Nadal — parecem ter decorado o manual do tsitsipas antes mesmo dele inventar o jogo. e o pior é que não é só técnica não, porque o Medvedev bate ele na física, na intensidade, e o Nadal bate ele na cabeça com aquela história de "eu sou o rei da terra batida e você está em meu território". ai o grego fica ali, nesse aperto, como aqueles times de futebol que tem toda a posse mas não conseguem furar a defesa adversária justamente porque ela sabe onde ele vai chutar. mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
QUE história?! o Tsitsipas desse ano já mostrou que a raça tá no sangue dele, não é só coisa do passado não! gente, vocês já viram ele jogar esse ano? tipo, o cara que sempre tava perdendo a cabeça agora tá controlando o jogo, falando com o juiz, aquela calma toda... lembrei daquele torneio em Marselha que ele virou tudo de cabeça pra baixo, ganhou até do Berrettini quando todo mundo já tava dormindo nos louros.
Mas ó, não é que ele esqueceu os fantasmas não... é que agora ele parece que OS CONHECE. tipo quando eu ia pro estádio do Vitória Guimarães naquela época negra e ficava olhando pro Gerson Grêmio, mas depois comecei a estudar os zagueiros um por um e passei a bater neles na cabeça... o Tsitsipas agora tá fazendo isso! ele sabe exatamente onde o Medvedev vai acertar, ele sente quando o Nadal vai sacar curto, ele já tá um passo à frente desses carinhas.
E olha só, não é mágica não... é trabalho. o Grego treinou até o braço doer, mudou o físico, aquela postura que antes parecia desleixada agora tá impecável. acho que a gente tava tão acostumado a ver ele cair de joelhos nos últimos games que esquecemos que o cara pode evoluir, né? tipo aquele time do Vitória que sempre vencia no sufoco, mas quando finalmente trouxe um treinador que sabia mexer no time, começamos a ganhar de 3x0...
Agora é torcer pra ver se esse novo Tsitsipas aparece quando MAIS importa... porque se não for agora, quando? 🔥💪
Na arquibancada desde criança.
Eles tão há anos a fazerem o Grego de palhaço na hora H, mas agora o negócio tá mudando mesmo? Fala sério, gente, depois de ver o cara daquele jeito em Marselha, com aquela calma de quem finalmente baixou a cabeça e estudou os videos dos adversários… eu até aposto que dessa vez o Tsitsipas segura.
Afinal, se o Diogo falou que ele já tá batendo nos fantasmas na cabeça, então a conta deve fechar: Medvedev pode até ter aquele físico de robô, mas o Grego agora sabe que não adianta ficar correndo atrás das bolas do russo não — tem que deixá-lo vazar. E com Nadal, olha… aquele lance de psicologia é uma batalha diária, mas o Tsitsipas já ganhou sets contra o Espanhol, já mostrou que aguenta o tranco. Se ele conseguir não entrar naquele modo "sumiço" que o Gabriel falou, se os nervos não apertarem mais… pronto, problema resolvido.
Odds? Se tiver jogo contra esses dois, eu corto linha pra Tsitsipas em qualquer situação. Não é fé cega não, é conta: ele já venceu eles antes, só precisa fazer valer a raça nos pontos certos. E se for contra algum outro daquele rolê que só aparece pra atrapalhar, a banca tá boa demais pra deixar passar. 💸🔥
Que raiva que dá ver esse povão todo falando "ah mas agora mudou", gente, calma... Tsitsipas é aquele time que joga os 89 minutos show de bola e quando chega a hora do sufoco some que nem bicho com medo de barulho! 😱
Falou em Marselha? Sei, ele ganhou uns jogos de torneio pequeno, mas quando foi pra decidir mesmo? Sumiu! Agora inventaram que ele tá "estudando os fantasmas"... mas cadê a prova disso num Grand Slam?! Cadê a semifinal que ele vira e ganha do Medvedev ou do Nadal? Em Wimbledon já foram 3 vezes caindo nas quartas ou semis e NADA de trocar o placar, só sofrimento puro...
E aquela história de "agora ele conhece os adversários"? Show de ilusionismo do caramba! O Medvedev tem um físico que come qualquer um vivo, não adianta "conhecer" — tem que correr igual louco atrás da bola E fazer o ponto bonito no mesmo lance! O Nadal então... nossa, só de entrar na quadra com aquele cara o Tsitsipas já tá com os joelhos tremendo, olha o histórico: 4 vitórias em 17 jogos contra o Espanhol, e nenhuma dessas foi decisão de torneio importante!
Duvido até que o DiogoCruzmaltino12 aposta o rim nesses confrontos, porque ele sabe que a banca não paga por esperança... paga por resultados! 💸🤬 Tsitsipas até pode ter evoluído, mas os carinhas que ele nunca consegue vencer continuam os mesmos monstros de sempre... e enquanto eles tiverem saúde, o Grego vai continuar dando tchauzinho pro título...
Um clube, uma vida ❤️
Pois então, escutem só essa cena de ontem no café aqui na Praia de Iracema: o cara da padaria, que mal sabe a diferença entre forehand e backhand, soltou um "ué, mas se o Tsitsipas joga tão bonito, por que ele some quando precisa?" e aí eu vi ali, na hora, que o problema não é o jogo dele — o problema é que os caras tipo Nadal e Medvedev entram na quadra como quem veste uma armadura feita dos seus próprios medos. Não adianta o Grego ter aquele forehand que destrói qualquer defesa se, quando o jogo aperta, o Nadal chega e devolve tudo aquilo com aquela esquerda parada, de pé firme, olhando nos olhos dele como se dissesse "esse ponto é meu, e ponto final".
E tem outro detalhe que ninguém aqui citou ainda: aquele lance que o Tsitsipas faz de abrir a quadra toda para bater com tudo, só que quando o adversário responde com uma paralela seca ou um passing-shot na diagonal, ele fica ali, plantado igual a um poste, esperando a bola cair no pé — é como se o cérebro dele travasse na hora que a decisão tem que ser tomada. Você vê o cara correndo feito um maluco, se atirando em cada bola, mas quando chega a hora de definir, ele some; é igual aquele seu amigo que sempre pede a conta no restaurante depois de horas de conversa, mas quando o garçom aparece, some no banheiro até o cara ir embora.
Agora, se o Tsitsipas conseguiu controlar os nervos no Marselha, ótimo, mas até agora só vimos isso em torneios menores. Quando ele enfrentar de novo o Medvedev ou o Nadal num mata-mata de Slam, ai sim a gente vai ver se aquele novo Tsitsipas é real ou se foi só mais um desses curtos-circuitos que ele costuma ter.
Conte primeiro, discuta depois.
Já viram quando a gente põe uma cobaia num labirinto e ela chega à saída mas, na última curva, resolve se sentar e lamber o próprio rabo só pra não ter que virar à direita? Pois é esse o Tsitsipas nos pontos que definem tudo: o cara chega a dois games da vitória em Doha ou Marselha, mas ai a cobaia dentro dele decide que o queijo pode esperar amanhã. A história? Sim, tem razão quem diz que ele evoluiu fisicamente, que o saque melhorou, que o forehand dele é capaz de estilhaçar a alma do adversário em três batidas — mas pergunta séria: quantas vezes já vimos esse "novo Tsitsipas" exatamente quando o adversário veste a camiseta amarela de Wimbledon ou quando o juiz grita "30-40, break point, terceiro set"? Ele vira um espectador do próprio jogo, como aquele lateral que faz cinquenta cruzamentos perfeitos e na hora do pênalti some no banheiro.
O problema não é o Medvedev com o braço robótico dele nem o Nadal com aquela esquerda que parece sair de uma máquina do tempo; o problema é que o Tsitsipas, quando o placar aperta, esquece que ele mesmo inventou o manual que os caras estão usando contra ele. Você não muda o enredo só porque trocou o personal ou decorou as jogadas do adversário na véspera — precisa é entrar no court sabendo que vai ser massacrado caso entre em pânico, e mesmo assim manter o joystick na mão. Até agora, nos momentos em que o Medvedev começou a devolver as bolinhas como se fossem de borracha e o Nadal resolveu transformar a quadra num ringue de boxe psicológico, o Grego apagou a tela do cérebro e ligou o modo "sumiço".
E agora a pergunta que ninguém aqui quer responder direito: será que o novo físico, os novos treinos de respiração e aquela calma toda são suficientes para segurar o gatilho quando o Medvedev vier com aqueles passes de trinta metros ou quando o Nadal resolver sorrir para ele com a raquete na mão depois de um drop-shot que praticamente ganha o ponto sozinho? Porque evoluir é uma coisa, vencer o cara que já te conhece por dentro é outra — como dizer para um cão de caça que o coelho que ele persegue há dez anos agora resolveu trocar de toca toda vez que o apito soa. A torcida pode gritar até ficar rouca, mas até agora a matemática continua implacável: ele entra nos duelos importantes e a conta sempre fica a pagar.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊