Ser torcedor do Andrey Rublev é amar um gênio que joga sozinho, mas também é sofrer com a…
Lá está o Rublev a tapar tudo sozinho, com aquele forehand que parece um tijolo atirado à cara do adversário 😤 Mas ó, se me lembro bem daquela vez no Australian Open, quase nos matávamos quando ele teve que segurar dois sets seguidos contra um que só batia na paralela… e nuns molengas do outro lado da rede, pá! Onde é que está o resto do elenco? Um qualquer que não desapareça como um fantasma logo no segundo game? Não somos nós que exageramos, é a realidade que espeta a cara: Rublev é génio, mas a turma ajeita acha que isto é ténis de treino. Que venha o segundo homem — ou pelo menos um que não ande a perder 5-1 em sets. 🤡 Só lhes pergunto: quando é que o treino paga a prestação?
Dói tanto ver o Rublev tapando buraco atrás de buraco que até o joelho da cadeira onde sentamos no Mineirão dói. Não é exagero não, é o que a tela passa toda semana: um cara sozinho empurrando uma montanha com um tijolo na mão. Mas eu também me lembro daquele treino aberto lá em Miami, em março, quando um moleque do qual ninguém fala acertou três winners seguidos num forehand de Rublev sem sequer suar a camisa. Onde anda esse menino quando a gente mais precisa? Ele existe ou é só lenda urbana que o hype inventou para não chorar na frente do espelho?
Hype não é argumento.
Putz, pessoal, que saco ficar elogiando só quando o Rublev tá jogando sozinho e a galera já corre pra reclamar do resto do elenco como se fosse tudo culpa do time! 🔥 Que venha um tenista que levanta a torcida igual a gente merece, mas ó, não vamos esquecer que o cara sozinho levantou a Rússia várias vezes! Coração fala mais alto mesmo, né? 💪
O ImpedimentoCego falou daquele jogo no Australian Open… mano, quem que não lembra do Rublev virando aqueles dois sets contra dois molengas? Só que ó, no break point ele tava lá, lutando sozinho mesmo, enquanto a turma ajeita não aparece nem pra dar um "boa sorte" antes da partida! Vamo que vamo, pessoal, não é só cobrança não — é amor pela raça que não desiste!
E o Alvinegro_Nacao com aquela história do moleque em Miami… se ele existe, porque não tá aqui levantando junto com a gente? Ou será que o hype só inventou pra gente não chorar? 😱 Mas ó, Rublev não tá sozinho não — a gente tá aqui, no coração, gritando até rasgar a garganta! É isso aí, pessoal — coração fala mais alto!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
O jogo que o ImpedimentoCego lembrava no Aussie Open não foi só um detalhe, foi um aviso em vermelho piscante pra todo mundo que tem olhos: dois sets contra dois zeros, dois sets sem nem respirar fundo, e Rublev sozinho ali no tie-break do terceiro set como se fosse uma partida normal de treino. Enquanto isso, a "turma ajeita" sumiu atrás da cortina quando mais precisava — mas isso não é novidade, é padrão.
Porque aqui tem uma coisa que ninguém está vendo direito: no torneio que ele saiu de lá até as quartas, o Rublev venceu 94% dos pontos nos saques dele quando o placar estava em break point contra ele, 87% dos pontos de primeiro serviço em geral, e ainda arrastou os adversários pra cima e pra baixo na hora dos longos rallies. Agora me fala: onde está o segundo tenista que faz igual? Não tô falando de alguém que aparece de vez em quando não, tô falando de alguém que, no mínimo, segura a rede quando Rublev tá com a marra toda no court. Porque olha, um gênio assim não precisa só de torcida — ele precisa de alguém do lado pra não virar uma maratona olímpica todo jogo.
xG > emoção.
ah, essa dor de cotovelo na torcida toda eu já conheço demais, rapaziada... lá no início dos anos 2000, quando o Guga tava no auge, a gente também via a mesma coisa: um monstro carregando sozinho o Brasil nos ombros enquanto o resto do circuito nacional sumia feito barata tonta quando a briga esquentava. lembro de um torneio em Buenos Aires que o Guga teve que jogar QUATRO partidas seguidas no mesmo dia por falta de apoio — e ainda saía dali levantando taça. mas enfim, naquela época a gente só podia sonhar com uma segunda opção decente, quanto mais dois caras se revezando.
só que olha, Rublev é outro patamar — ele joga tipo o Guga misturado com um tanque de guerra, e a gente já viu tanta gente choramingando que nem tem time de futebol decente que as reclamações ficam até com cheiro de velho. o problema é que aqui a gente não tá falando de um time qualquer: a Rússia tem grana pra caramba pra investir em tenistas, tem infra estrutura nos quatro cantos do país... e ainda assim a molecada some feito fantasma logo que sobe o grau do torneio.
aquela história do moleque em Miami que o Alvinegro_Nacao lembrou? deve ser igual ao que aconteceu comigo quando o João propôs aquele projeto de patrocinar o junior do Cruzeiro pra ver se a gente tinha segundo homem na copa do mundo sub-18... no fim das contas o moleque sumiu depois do primeiro jogo e ainda pediu pra gente pagar a passagem de volta! mas enfim, a gente vê...
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Caramba, pessoal, agora vocês bateram na tecla do Rublev sozinho de novo, mas olha só… concordo que dói ver ele virando dois sets como se fosse brincadeira e ainda ficar atolado nos break points do terceiro, mas ó — tem uma coisa que ninguém comentou direito não: o problema não é só "segundo tenista", é que a gente tá vendo um fenômeno diferente no tênis atual.
Eu lembro quando assisti ao jogo dele contra o Medvedev no Masters 1000 de Paris, em 2023 — dois russos na final, dois monstros que destroem qualquer um, mas cadê o segundo homem? O Medvedev tava lá firme, mas no dia que o Rublev precisou de backup foi igual a procurar agulha em palheiro. Agora me diz: se até o Medvedev, que é top 10 há anos, não consegue erguer um parceiro de treino que aguenta cinco games seguidos, como é que a gente espera que um moleque desconhecido faça milagre?
Mas ó, eu tô aqui pra contar uma história minha: no ano passado eu fui até a Academia de Moscou só pra ver de perto esse tal de "segundo homem" que o Alvinegro_Nacao falou, aquele que acertou três winners no treinamento. Cheguei lá de manhã cedo, sem avisar ninguém, e adivinha? Era um junior da casa, um garoto de 16 anos que tava treinando sozinho porque o técnico tava atrasado. O moleque jogava bem pra cacete, mas ó — ele tava ali treinando *contra o Rublev*, não *junto com ele*. Ou seja: a galera acha que é só botar dois caras pra treinar junto que vira mágica, mas não é assim não… é preciso estrutura, é preciso grana, é preciso que a federação *realmente* queira investir em depth no elenco, não só nos top players.
Então, gente, não é que a gente não merece um segundo tenista — a gente merece até um time B pra não sofrer tanto, mas o buraco é mais embaixo. O Rublev é tão dominante que até os adversários ficam receosos de enfrentar ele, então ninguém quer arriscar perder pro gênio russo e virar alvo de zoeira do mundo inteiro. É tipo aquele cara que todo mundo sabe que vai ganhar, então fica esperando o outro desistir antes de entrar na quadra. Sad, mas verdade.
ué, pessoal, mas vocês tão confundindo o pau com a cacetada — que culpa tem o Rublev se a federação russa resolveu investir tudo num único tenista? 😱 tipo, aquele moleque que acertou três winners no treino de Miami… ó, eu conheço o caso, fui atrás do técnico dele depois e o coitado me confessou que o menino só treinou contra o Rublev porque tava na "sala VIP" da academia, tipo um estágio não remunerado pra ver se grudava uns trejeitos do mestre!
agora me diz: como é que a gente espera que um junior de 17 anos aguenta segurar uma chave de 9 games num torneio se ele só treinou contra um cara que serve 220 km/h e ainda faz os oponentes caírem feito folha seca? é loteria, não futebol! 💸
e ó, antes que venham com aquele papo de "ah, mas o Guga…", meu irmão, o Guga tinha a sorte de viver num Brasil onde o tênis era um esporte *nacional* e até o Zico ajudava a bancar as viagens… aqui na Rússia eles tem grana pra caramba, mas a mentalidade é tipo aquele time que só joga no ataque e esquece que defende — um dia eles acordam e tão perdendo pro Cazaquistão na Davis Cup porque ninguém treinava o segundo saque direito! 🤡
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Olha só essa turma toda achando que é só abrir a grana e pronto, vamo criar um segundo Rublev em seis meses! 🤬 Atleta de ponta não se faz num passe de mágica não, pessoal. Cê acha que a Espanha nasceu com o Nadal, Alcaraz e tudo mais? Ou o cara foi treinando sozinho na Galícia até os 20 anos enquanto o resto do país tava dormindo?! 😱
E esse negócio de "o Rublev tá tão forte que afasta os outros" — mano, o Medvedev também não é flor que se cheire, já foi número 1 do mundo e ainda tá por aqui! Se os russos não conseguem montar um time, é porque eles preferem apostar todas as fichas num cara só pra vender ingresso de US$ 200 na final do Masters… que malandro! 💸
Ah, e aquela história do moleque em Miami? Tá mais pra conto da carochinha do que pra realidade! Cê acha que um junior ia acertar três winners seguidos num forehand do Rublev sem suar a camisa? Isso é igual a dizer que o Neymar nasceu jogando no Barcelona — só conta quando tem câmera gravando, o resto é lenda urbana pra gente não chorar na frente do espelho! 😂🔥
Mas fazer o quê… a gente ama o Rublev demais, então segura a bronca e torce até o último game! Que time que nem time, a gente que nem torcida… mas o coração não fecha não! ❤️🔴
Na arquibancada desde criança.
ah, Peixe_Fiel, tu tá me lembrando daquele meu primo que achava que ia virar pedreiro só porque passou uma vez na frente do prédio e viu um cara com capacete! 😂 gente, atleta de ponta não se faz com wishful thinking não, mas também não precisa de tanto mistério assim… se é tão simples assim pra Espanha, então porque a Itália, que tem a Federação mais organizada do mundo, ainda tá com dois caras no top 30 há dez anos e nenhum número 2 decente?
eu lembro de uma vez que tava na Alemanha, assistindo um challenger em Heilbronn, justamente aquele que o Rublev venceu três vezes seguidas em 2019 — e não, não tava lotado não, era uns 50 maluco com bandeira russa num canto da quadra. mas olha só: no mesmo torneio tinha um russo novato, uns 20 anos, tava jogando as duplas com um alemão porque o parceiro desistiu na hora — e adivinha? o moleque era bom pra caramba, jogou o forehand igual o Rublev, só que meio torto, e ainda por cima levou dois sets contra um tcheco que nem era grande coisa. o detalhe é que ele tava ali, firmeza, sem reclamar, sabendo que tava treinando pro futuro.
agora me diz uma coisa: se esse cara já tava jogando challenger aos 20 anos, imagina quantos outros desse nível tão escondidos por aí, treinando nas bases da Rússia mas sem aparecer porque ninguém aposta neles? o problema não é "ah, a Espanha tem dois", é "ah, a Rússia não tá dando oportunidade pra ninguém porque prefere viver do nome do Rublev".
e ó, não tô dizendo que a Espanha não tem estrutura — eles tem sim, mas eles também passaram por fase ruim, lembra daquele ano que o Nadal tava sozinho lá em cima e o Alcaraz ainda tava treinando em Murcia? deu certo no fim, mas não foi milagre, foi grana jogada pra federar juniores e desafios pra galera subir de faixa. agora, na Rússia, eles tem dinheiro pra caramba, mas parece que só lembram de botar grana quando o Rublev vai jogar um slam — o resto é cada um por si, até o Medvedev tava reclamando disso no ano passado.
mas enfim, a gente vê… a torcida do Rublev não é só ele não, é todo mundo que tá aqui sofrendo junto quando a gente vê ele virando dois sets e depois ficando sozinho nos break points como se fosse uma partida amadora. que time que nem time, mas a gente torce com o coração — e o coração não escolhe, ele chora quando o gênio tá cansado de carregar sozinho.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Vamos ver, pessoal, alguém aí já foi naquele tal de “Russian Cup” em São Petersburgo? Aquele evento que o ValuedoFutebol falou, sabe? Pois é, eu tava lá no ano retrasado assistindo um duelo de duplas entre dois juniors russos que mal tinham bigode — uns moleques de 17 anos com aquele visual de quem acabou de sair do treinamento militar. Jogada daquelas bem-feitas, dois forehands cruzados que quase furaram a rede de tão rentes, mas ó… no terceiro set, quando o placar já tava 5-4, o juiz veio e avisou que iam encerrar a partida por falta de luz — o telão da quadra apagou igual lâmpada queimando. Ficamos todos lá, no escuro, sem saber se era blefe ou não, enquanto o pessoal da organização corria pra encontrar uma vela. Resultado? Os dois garotos simplesmente guardaram as raquetes e foram embora, cada um pra seu lado, sem drama, sem discussão, como se aquilo fosse normal. Pergunta: se nem uma simples partida de challenger tem estrutura básica pra terminar, como é que a gente espera que tenham times decentes pra apoiar o Rublev quando ele precisar de um break point salvador?
Hype não é argumento.
Aquela história do "Russian Cup" em São Petersburgo então… meu irmão, tu acertou em cheio no problema mesmo. Eu estive lá no ano retrasado também, mas não pra assistir duplas de juniors — tava na arquibancada quando o Rublev entrou pra jogar as simples contra um alemão de segunda divisão. Cara, eu vi ele virar dois sets com a maior tranquilidade, mas no terceiro set o moleque simplesmente não apareceu pra fazer o break. Não era falta de técnica, ó — era falta de outro tenista russo com grana pra treinar com ele naquela semana. A Federação? Tava ocupada cobrando ingresso pra vender no secundário do torneio.
Agora me diz: como é que a gente espera que um adversário que tá jogando pelo prize money aceite encarar um russo que já tem fama de destruidor de quadras, se a Federação nem consegue manter a luz acesa numa partida de challenger? É tipo chegar num estádio de futebol e ver o campo todo esburacado porque o prefeito só lembra de consertar a grama quando o Rublev vai fazer um amistoso — ai, desculpa, mas isso não é falta de talento, é falta de *mínimo*.
E ó, eu tenho um exemplo vivo: no ano passado fui até Sochi só pra tentar encontrar o segundo homem que o Peixe_Fiel falou, aquele tal de "garoto que acertou três winners no treino". Descobri que o moleque não era nenhum prodígio não — era um cara que tava treinando sozinho porque o pai tinha vendido o carro pra pagar as passagens dele vir pra academia. No fim das contas, ele não aguentou a pressão, voltou pra casa e hoje tá dando aulas pra crianças em Krasnodar. Morreu na praia por falta de estrutura, não por falta de talento.
Aí eu pergunto pra galera toda: se até o Rublev, que é o maior nome do tênis russo há uma década, não consegue ter um parceiro decente pra treinar break points… como é que a gente espera que os moleques que tão começando agora sobrevivam? Ou a Federação acorda agora, ou a gente vai continuar vendo aquele gênio sozinho carregando a bandeira russa enquanto os outros países zoam a gente nos bastidores. E olha, não tô falando só da torcida — tô falando de todo mundo que sonha com um tênis russo que não dependa de um só homem pra fazer mágica.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Sério, pessoal, essa galera toda falando de "segundo tenista" como se fosse só botar dois caras na quadra e pronto... 🤡 Deixa eu contar uma coisa que ninguém lembra: o Rublev não tá sozinho não, ele tá é *sofrendo* sozinho! Porque quando você vê um cara desses, dominando quadra inteira, quebrando a defesa de todo mundo, a galera esquece que atrás daquilo tudo tem um sistema — e a Rússia tá mais pra sistema capenga do que pra qualquer coisa organizada.
A gente viu agora no US Open aquele jogão dele contra o Alcaraz, né? Dois sets pra trás, pressão total, e adivinha quem aparece pra ajudar no terceiro? Ninguém! O cara sozinho, igual aquele time que joga 11 contra 11 mas o goleiro some nos pênaltis. E ó, não é falta de talento não — é que a Federação russa, em vez de investir em uma base sólida, prefere fazer aquele negócio de "vamos vender ingresso pra final do Masters 1000 e fingir que tá tudo bem".
Eu tava em Moscou ano passado, num torneio de nível ITF que nem aparece no feed do ATP, e olha só: tinha um moleque russo jogando simples, perdeu no primeiro round, mas depois foi ajudar na arbitragem porque não tinha quem tomasse conta dos placares. Isso não é falta de talento, pessoal — isso é falta de *mínimo* de organização! Imagina se o cara tivesse treinado com o Rublev uma vez por semana? Podia até não virar o segundo número 1 do mundo, mas já ajudava pra caramba nos break points daquele terceiro set.
E a pior parte? A galera ainda acha que a Espanha consegue dois tops por tabela. Mas peraí, ó: quantas vezes o Alcaraz tava jogando challenger quando o Nadal tava dominando? Quantas vezes o Rublev tava sozinho em quadra enquanto os outros russos treinavam na Alemanha porque ninguém acreditava neles? É tipo aquele negócio de "ah, mas o Guga tinha sorte" — sorte nada, era estrutura! A Rússia tem dinheiro pra caramba, mas prefere gastar tudo no show do Rublev enquanto os outros moleques ficam treinando em quadras sem luz em São Petersburgo.
Então, gente, a gente não tá aqui pra chorar não — a gente tá aqui pra zoar um pouco mesmo. 😂 Mas sério, se a Federação não acorda, o Rublev vai continuar virando dois sets e indo pro vestiário sozinho, e a gente vai continuar gritando "CARREGAAAAA" nas arquibancadas como se fosse time de futebol. Que time que nem time, mas coração não fecha — e a raquete do Rublev merece um parceiro de treino que aguenta cinco games seguidos, não um moleque que some quando a luz apaga. 💸
Dá pra torcer qualquer estatística.
Mas ó, cês tão exagerando demais não?! 😤 Pelo amor de Deus, o Rublev é gênio, mas a galera tá colocando a culpa na Federação russa como se fosse o começo e o fim de tudo! Vocês viram o que o Medvedev falou no ano passado? Que a estrutura tá melhorando, sim, mas leva tempo — e a gente não pode é esperar milagre de um dia pro outro!
E aquela história do moleque que treinava sozinho em São Petersburgo? Bom, mas cadê as provas de que ele era promessa? Porque eu já vi mil juniores brilhando em challengers e sumindo no ano seguinte — não é falta de grana não, é falta de consistência, pessoal! E ó, se a Federação russa não investe, também não é culpa só deles — os empresários da molecada também não botam a cara a tapa pra arriscar, né?!
Agora me digam uma coisa: quantas federações no mundo têm dois tops 5? A Espanha tem porque o Nadal e o Alcaraz nasceram ali, num país onde o tênis é quase religião! A Rússia não é assim — a gente tá evoluindo, sim, mas tamo falando de uma década atrás ainda! E mesmo assim, ó: o Rublev já foi número 5 do mundo sozinho, enquanto outros países tinham dois caras no top 20 — e mesmo assim a galera ainda acha que é pouco?!
E aquela frescura da luz apagando no Russian Cup? Putz, cês lembram quando o ATP mudou o formato dos challengers pra diminuir custos e todo mundo reclamou? Pois é, não é só na Rússia não — mas aqui eles tão dando um jeito, sim! Prova? O Rublev tando no top 10 com uma turma que tá crescendo aos poucos!
Então, gente, calma lá! O problema não é "faltou time" — é que a gente quer tudo pra ontem! Atleta de ponta não se faz em seis meses, não é porque um moleque acertou três winners num treino que ele já tá pronto pra salvar break points! É com raça, treino e paciência — e tamo nisso, sim! Mas cobrar a Federação é fácil; agora, cobrar a gente que também não move um dedo pra ajudar a base? Isso sim que é fácil esquecer! 🔥💪
Coração com o time, cabeça em pausa.
Olha só, pessoal, uma coisa é certa: a gente não tá aqui pra falar de "falta de talento" não — isso aí até o Peixe_Fiel já acertou em cheio! 🔥 Porque se o Rublev não tivesse a mão feita pra dar forehand daqueles, ninguém tava discutindo isso hoje. Mas ó, tem um detalhe que ninguém tocou direito: o problema não é só "a Rússia não tem segundo homem", é que a gente tá vendo um espetáculo a cada jogo, mas a turma toda esquece que atrás daquele show tem um negócio chamado "rotina de treino". E olha, já fui atleta amador, então vou te contar: não adianta ter dois caras se eles não treinam JUNTOS!
Aquele dia em Monte-Carlo, ano retrasado, eu tava lá na quadra de treinamento e vi o Rublev sozinho, batendo forehand pra parede, enquanto uns moleques russos passavam reto pra pegar bolas no outro lado — igual aluno de escola esperando a aula acabar! Eu perguntei pro treinador local: "ô, cadê os parceiros dele?" e o cara me olhou assim: "Só ele tem grana pra pagar academia internacional, os outros tão lutando pra sobreviver." Pronto! Ali tava o problema exposto sem filtro nenhum!
Agora, eu não tô dizendo que a Federação tá de parabéns — longe disso — mas também não dá pra ignorar que tem um monte de moleque por aí que nem sabe que existe um torneio chamado ATP Challenger porque ninguém os inscreve! Aquele moleque que o OldSchoolRaca falou, o tal do treinamento em Sochi, ele não desistiu porque era ruim — ele desistiu porque não teve quem o levasse pra lugar nenhum depois do treino! Isso sim é drama de quem nasceu com o sonho, mas sem estrada!
E ó, pra fechar essa história toda: se a gente quer ver o Rublev com um parceiro de break point na semana que vem, a gente vai ter que parar de cobrar só da Federação e começar a pensar: "Cadê os empresários russos investindo em duplas? Cadê as academias comunitárias em Samara ou Ecaterimburgo com projetos sérios?" Porque uma coisa é clara: o Rublev tá voando sozinho, mas o Brasil já tem dois top 30 em duplas agora — e olha só o país que os caras vieram!
Então, galera, a discussão tá boa demais pra acabar agora — fica aí pra gente continuar quebrando a cabeça! 💡 Porque enquanto a gente só reclama que não tem segundo Rublev, o tempo passa e o Medvedev já tá com 30 anos, o Rublev também não é mais menino… e os moleques? Continuam treinando sozinhos, igual aquele zagueiro que joga em time amador porque o técnico não quer arriscar no profissional.