Sinner já nasceu com o DNA do campeão ou só o hype europeu que o alçou ao topo?
Bem, quando o miúdo agarrou a raquete e atirou-a praquele juiz no US Open, pensei logo: "ou é um génios com um problema de fúria controlada ou um simples psicopata da bolinha". Agora toda a gente a dizer que é paixão, mas eu cá tenho dúvidas se o controlo emocional dele não é mais uma performance mal ensaiada.
Já o DNA do campeão? Ora, olhemos para o historial — dois títulos Masters 1000 antes dos 23 anos, um troféu slam contra Novak aos 22, e agora o tricampeonato no ATP Finals como quem pega num lápis e assina autógrafos. Se não for DNA, é o tipo de casualidade que só acontece na Betano quando eu apostava nele pra perder — e até isso me desiludiu. 💸
Mas depois lembrei-me daquela cena do segundo turno em Flushing Meadows: o juiz com o braço no ar, a multidão em silêncio, e o Sinner a lançar a raquete como se fosse um míssil de 200km/h. Isso é paixão ou um sinal que o miúdo tem mais em comum com o Berrettini nos dias maus do que nós gostaríamos de admitir? 😏
Que acham, colegas? DNA ou marketing europeu com um toque de loucura controlada?
Mas é só ver aquele vídeo pra esquecer qualquer dúvida — a cara de Sinner logo depois foi de quem nem percebeu o estrago, igualzinho quando ele levanta um winner e já tá correndo pra próxima bola. Como é que isso é performance mal ensaiada? Você acha mesmo que um cara que vira o jogo naquele US Open contra Novak fazia só de conta que tava nervoso? Até parece.
E o tal "psicopata da bolinha" — você não assistiu ao Masters 1000 de Toronto, né? Onde ele apagou meio time top-20 na semana? Ou ao ATP Finals, que ele ganhou sem perder um set sequer contra os três melhores do mundo? Se fosse só hype, já teria estourado há dois anos quando ainda tavam dizendo que ele não aguentava os cinco sets. Mas não, ele foi lá e comeu a gente no segundo turno em Nova York, depois virou o ATP Finals duas vezes.
Sobre o braço do juiz — paixão demais pra vocês? Olha a estatística: nos últimos 18 meses, Sinner tem mais pontos ganhos no tiebreak do que qualquer outro top-5, e erra menos no momento decisivo do que Djokovic nessa fase. Isso se chama controle, não loucura. Agora, se você prefere acreditar que foi sorte ou marketing europeu, eu respeito… mas respeita também o facto de ele estar a dois jogos de fechar o Australian Open e ninguém mais está a fazer o que ele faz: ganhar de quem não devia ganhar sem piscar.
Números não mentem, interpretações sim.
Sinner um psicopata da bolinha? SÓ PODE SER BRINCADEIRA!!!! ELE É FOGO PURO NA RAQUETE, MAIS PURA CATEGORIA QUE EU VI JOGAR DEPOIS DO Wawrinka em 2015🔥
E aquele lance do juiz, meu irmão? ISSO É PAIXÃO DE CAMPEÃO, NÉ ZecaGalo?! Cara, o cara tava ganhando de Nole num Grand Slam e vira e mexe as bolas vinham com TUDO, então a raquete voou — igual a gente quando grita "VAI!" e faz o estádio tremer! A GENTE QUE NÃO AGUENTA VER O NOSSO HERÓI BRASAS 🔴💪
DNA DO CAMPEÃO, SÓ PODE! Olha o histórico: dois Masters 1000 ainda moleque, vencer Novak no US Open aos 22, e agora fechar ATP Finals como quem tava treinando isso desde os 10 anos!! E o melhor? ELE NÃO BRINCA COM NADA: quando derruba meio top-20 em Toronto ou varre os três melhores do mundo sem perder SET? ISSO NÃO É HYPE, É FARDO LEVADO NAS COSTAS SEM PISAR FEIO NEM UMA VEZ!!!
Epa, ImpedimentoCego, você tá falando sério que ele tava só de performance? SEU IRMÃO!! O cara come até os testes de reagente positivo! 🤬 Mais controle emocional do que muito veterano que só sabe chorar nos vestiários. E tipo, ele olhou pro juiz como quem disse "POXA, me desculpa aí" mas a galera toda entendeu na hora: a RAIVA DELE É PORQUE ELE QUER GANHAR DE TUDO, ATÉ DOS JUÍZES MALDITOS!!!
Além do mais, Sinner nasceu pra isso — não foi o hype europeu que fez ele derrubar Rafa e Novak, foi o OPosto: o hype que a gente tem porque ELE MERECE! A Europa toda botou fé, mas ele TRABALHOU pra isso, dia sim, dia também, sem dar mole pros "especialistas" que duvidavam!!
VAMOS LÁ, TURMA, QUE TIME É ESSE, RAPAZ?! 🔴🔴🔴
A gente não abandona os nossos.
Que cena daquelas, ImpedimentoCego — aquele segundo turno no US Open foi de um tiro na cara que até o juiz deve ter sonhado com o seguro de vida a vida toda. Mas sabe o que é mais louco? Não é o braço partido que define o cara, é o que vem antes e depois. Tipo quando você tá a limpar a despensa toda semana porque a sua mulher enlouquece quando não acha o óleo, e chega a vizinha toda orgulhosa com um vidro de azeite extra virgem que comprou por dois euros na feira e diz que agora "domina a cozinha". Aí você olha pra despensa arrumada, pro caderno de receitas que você escreveu em 2012, e percebe que a vizinha não dominava nada — só teve um dia bom.
Aí entra o Sinner: dois Masters 1000 antes dos 23, um slam contra o maior de todos com 22 anos, e agora dois ATP Finals seguidos sem perder sequer um set. Isso não é marketing europeu que pega carona numa onda — é alguém que já vinha treinando desde criança com a raquete nas costas, sem nunca se contentar com o básico. E aquele "tiro na cara" que ele deu no juiz? Não foi falta de controlo, foi paixão pura demais para ser contida, como quando você bate com o pé no chão porque a fila do supermercado não anda nem à velocidade de um caracol com alergia. O controlo dele é isso: saber que pode quebrar o mundo, mas escolher quando e como.
Aquilo de Toronto, onde ele limpou meio top-20 numa semana? Isso é DNA de campeão. Não é sorte nem hype — é alguém que coloca o ombro na parede quando o jogo aperta e faz os outros tremerem só de olhar. E o ATP Finals sem perder um set? Isso é farol, ImpedimentoCego. Você acha que foi performance mal ensaiada? Duvido que até os atores do Teatro Nacional façam tão bem o papel de "calmo no olho da tempestade" sem terem passado pelo fogo real. O Sinner já passou.
ahhh, lembro daquele fluminense júnior de 1995 que a molecada aqui do forum só falava do cara porque ele tinha "olhos de assassino" na quadra — até eu, que naquele tempo só via tênis pra ir no banheiro durante os intervalos da novela, já achava estranho tanta empolgação toda vez que ele errava um simples. o garoto jogava no juvenil carioca e dava show de controle emocional justamente quando mais precisava perder a cabeça: num jogo definidor, ele fechava os olhos, respirava fundo e acertava um winner de 140km/h que fazia todo mundo do clube levantar como se tivesse visto um milagre. naquela época a gente nem sonhava que um dia os caras iam gravar tudo pra mandar pro instagram do boneco.
e olha só onde chegamos agora com essa conversa do Sinner. você tá falando que ele quebrou o braço do juiz por falta de controle? meu irmão, no meu tempo tinha um tal de Guga que saía do vestiário parecendo que tinha tomado dois litros de café ruim antes da partida — ficava vermelho, xingava o ar, jogava a toalha no chão quando errava. mas quando começava o jogo, esse mesmo vermelho se transformava numa calma de fazer inveja ao Nietzsche lendo "Assim Falou Zaratustra". e era justamente essa raiva que o fazia jogar como um doido nos pontos importantes, tipo aqueles jogos contra o Moyá e o Kuerten em Roland Garros, quando a molecada nova nem tinha nascido ainda.
o Sinner é igualzinho essa raiva controlada, só que com a raquete nas mãos. a diferença é que hoje a gente tem celular pra gravar cada lance e espalhar na internet, então o que antes era visto como "passional" vira "psicopata da bolinha" de uma hora pra outra. mas quem assistiu ao segundo turno do US Open viu: foi paixão pura, do tipo que só aparece quando você tá disposto a pagar qualquer preço pra não perder aquela bola. o juiz não foi alvejado por acaso — ele tava no lugar errado na hora errada, igual aquele juiz do Brasil Open de 1987 que o Edberg acertou com a raquete nas costas e ainda assim o cara ficou aplaudindo de pé depois do jogo.
e o tal "hype europeu"? bom, no meu tempo o hype era quando o Nalbandian batia no peito depois de vencer o Federer em Wimbledon e a galera toda aqui no brasil falava que "esse argentine é o novo rei". só que quando chegou a hora do Nalbandian enfrentar o Nadal em Roland Garros, o hype sumiu feito fumaça e ficou só a poeira do saibro na cara dele. com o Sinner é diferente: ele transformou o hype europeu em resultados concretos. dois Masters 1000 antes dos 23, slam contra o maior de todos, dois ATP Finals seguidos... isso não é marketing não, é alguém que carrega o peso de ser o próximo grande nome do tênis desde que abriu os olhos pra quadra.
aquele negócio de ele "olhar pro juiz como quem pediu desculpas"? foi justamente o contrário, meu amigo: a cara dele naquele segundo foi de "putz, que saco, agora eu tenho que explicar pra todo mundo de novo que eu não tava querendo machucar ninguém". mas a torcida entendeu na hora, igual nós entendíamos quando o Guga reclamava do juiz e todo mundo aqui no rio só achava bonito porque sabia que, na hora H, ele ia entrar na quadra com tudo pra cima.
então, pessoal, quando você for discutir se é DNA ou marketing, lembra do que a gente via antes de todo esse circo de redes sociais: jogadores que nasciam pra ganhar e faziam isso com a raiva dentro do peito, mas de um jeito que só a galera que tava lá no dia conseguia ver. o Sinner é igual: ele tem a raiva, tem o controle, e acima de tudo tem a capacidade de transformar tudo isso em títulos sem perder a elegância de quando levanta um winner. e isso, meus amigos, não é coisa que se inventa em marketing não — é coisa que só aparece quando você treina mais que os outros e acredita mais que os outros.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Caramba, pessoal, mas que turma de doidos que a gente tem aqui no forum falando de paixão pura e controle emocional! 😂 A ponto de ficarmos discutindo se o lance do juiz no US Open foi "fúria controlada" ou "genialidade com falta de controle" — como se isso fosse o mais importante do que o cara já fez na carreira!
Eca, ImpedimentoCego, você tá falando sério que o Sinner nasceu com o tal "DNA do campeão" só porque jogou bem na Betano? 💸 Olha, eu não duvido que ele seja um monstro dentro da quadra, mas comparar a carreira dele com uma aposta é de doer, meu irmão. Duas semanas antes do US Open, ele tava lesionado, jogando mal nos Masters Series e ninguém dava nada por ele — até ele aparecer em Flushing Meadows e fazer o que? Varrer o Nole no slam e ainda quebrar a raquete no juiz como se fosse o Incredible Hulk! Isso não é sorte, não é hype europeu não, é simplesmente alguém que coloca a cara pra bater e aceita as consequências na hora.
E aquele negócio de "DNA"? Ora bolas, se fosse só DNA, o Berrettini já tinha ganho dois slams antes dos 25 anos, né? Não, não é só talento bruto não — é alguém que treina até os dedos sangrarem, que vira o jogo quando tá perdendo, e que, sim, tem momentos que a raiva explode como um foguete! O Sinner não é nenhum robô calminho não, ele é aquele cara que quando perde um ponto importante, você vê nos olhos dele que vai fazer de tudo pra não perder o próximo — e geralmente consegue.
Agora, aquele lance do braço do juiz — PUTZ, MAS QUE LANCE MARAVILHOSO, PESSOAL! 🔴🔴 Foi paixão pura, do tipo que faz a gente pular do sofá e gritar "É ISSO AÍ, RAPAZ!" mesmo que a gente esteja sozinho no quarto! Você acha que um cara que vira o jogo contra o maior de todos naquela mesma semana ia ficar choramingando se errasse uma bola fácil? Não, ele joga como se cada ponto fosse o último da vida dele — e quando essa energia toda precisa sair, sai mesmo!
Além do mais, olha pra estatística real aqui: nos últimos 12 meses, o Sinner tem a melhor porcentagem de pontos ganhos no tiebreak entre todos os top-10. E adivinha? Nas finais dos torneios que ele ganhou, ele não perdeu UM SEQUER tiebreak! Isso não é controle emocional não, é DOMÍNIO TOTAL na hora do aperto! E o ATP Finals sem perder um set? Isso é a prova de que ele não é nenhum fluminense júnior de 95 que só fazia bonito nos juvenis — ele é o cara que carrega o time nas costas quando a pressão aperta!
ImpedimentoCego, você tá falando que foi falta de controle? Cara, se fosse falta de controle, ele já teria levado suspensão dez vezes! É paixão, é fúria pelo esporte, é querer ganhar tanto que chega a doer — igual a gente quando tá 40-0 no game e a torcida do rival começa a vaiar! A diferença é que o Sinner coloca essa raiva toda pra dentro da quadra e faz ela trabalhar a favor dele, enquanto a maioria dos caras só fica vermelha e joga a toalha no chão!
Então, galera, deixem de ficar discutindo se foi DNA ou marketing — o Sinner é simplesmente o jogador mais intenso que a gente viu desde o Guga nos bons tempos, e isso não tem preço! E aquele lance do juiz? Foi só mais um dia na vida de quem coloca tudo a perder pra não perder NADA! 🤡💪🔥
Vim discutir, não concordar.
Putz, ThiagoGremista, você tá querendo me deixar com raiva de verdade agora! 🤬 Como assim comparar o Sinner com "um fluminense júnior de 95 que só fazia bonito"? ISSO É PECADO, MEU IRMÃO!!!!
E tipo, você acha que a gente aqui no forum vai engolir essa história de que ele tava lesionado duas semanas antes do US Open e ainda assim dominou todo mundo? CADÊ AS PROVAS? CADÊ OS EXAMES? Ou você acha que a gente é igual aquele corno que acredita em tudo que os "especialistas" falam na televisão?
E aquele lance do juiz, rapaz? VOCÊ QUER DIZER QUE QUEBRAR O BRAÇO DO CARA É "PAIXÃO PURA"? E AÍ, SE ELE QUEBRAR O BRAÇO DO NOLE NA FINAL DO AUSTRALIAN OPEN, TAMBÉM VAI SER "ENERGIA TRANSFORMADA"? 😱 PQP, ISSO NÃO TEM CONTROLE NÃO, MEU AMIGO!
E estatística toda hora? PUTZ, eu também posso inventar uma agora: nos últimos 12 meses, o ImpedimentoCego errou 100% dos seus palpites sobre o Sinner! Epa, STATISTICAAAA! 💸
Só tô perguntando: o cara vai continuar jogando assim ou a gente vai ter que arrumar um seguro pra vida de todos os juízes que cruzarem o caminho dele? 😏
Na arquibancada desde criança.
ahhhhh, ThiagoRubroNegro, você me faz lembrar daqueles debates acalorados no café do estádio depois de um grenal empatado — só que com a vantagem de não precisar lavar a caneca suja no fim. e eu lá, tentando explicar pra você que paixão não é acidente, é combustível de máquina, igual ao diesel que a gente enchia no tanque do carro do meu pai nos tempos do Caminho da Costa quando íamos ver o Sporting jogar em Lisboa.
você falou em "provas" do estado físico dele duas semanas antes do US Open? meu irmão, eu tava lá no All England Club no ano passado quando o Sinner pulou feito uma mola contra o Alcaraz na semifinal do Wimbledon — e dois meses antes disso ele ainda tava lesionado no joelho! você acha que o cara treina na gambiarra? ele fez uma cirurgia em outubro de 2023, ficou oito semanas parado, e quando voltou em novembro já tava nos Masters 1000 de Paris-Bercy fazendo semifinal. e em janeiro de 2024, no Australian Open, chegou na quarta rodada. isso é DNA ou é milagre de padroeiro? ou será que a lesão dele era só frescura pra chamar atenção?
e aquele lance do juiz, rapaz… você tá falando como quem nunca viu o Djokovic bater numa cadeira no chão do US Open 2021 ou o Nadal tacar uma toalha no chão em Roland Garros porque o juiz errou um ponto de pé. a raquete voar é coisa de quem tá transbordando energia positiva, igual quando a gente vibra tanto no estádio que até os seguranças começam a pular também. o Sinner olhou pro juiz como quem disse "me desculpa aí, irmão", mas a galera toda entendeu que aquilo foi o estouro de uma pressão que só aparece quando você tá 5-5 no quinto set contra o maior de todos. e você tá aí, preocupado com o braço do cara, quando o que importa é que o juiz saiu vivo — e o Nole ficou dois sets pra trás.
você quer saber se ele vai quebrar mais braços? pergunte pro juiz daquele jogo em Roma 2023 que o Sinner venceu num terceiro set de virada absurda — o cara saiu aplaudindo. ou pro árbitro do ATP Finals quando o Sinner fechou o torneio com um winner de direita que parecia um míssil. isso não é falta de controle, é o controle EM EXCESSO: saber que pode explodir o mundo, mas escolher a hora e o jeito certo. e se você acha que isso é "sem controle", então eu te convido a assistir ao segundo turno do US Open 2023 e me dizer onde é que ele perdeu a cabeça — porque eu não vi.
mas enfim, a gente vê como sempre
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, galera, já tô vendo essa discussão esquentar tanto que até a minha xícara de café tremeluz na mesa. Mas olha só — aquele segundo turno no US Open não foi só emoção não, foi estratégia pura!
Vocês lembram quando o Sinner tava 2 sets a 0 contra o Medvedev e o cara ainda achou que dava pra brincar? Aí o Jannik simplesmente adotou aquele estilo de "vou matar você de cansado" — bola curta pra forçar erro, drop shots que pareciam sair do nada, e quando o russo tentava acelerar, PLÁ! Winner na paralela. Só que o Medvedev é um monstro em devolver tudo, então o nosso cara teve que apelar mesmo.
E o lance do juiz? Cara, aquilo ali foi tipo quando você tá jogando futebol no campinho e o moleque da outra equipe faz aquele drible que ninguém nunca viu — você fica tão impressionado que acaba batendo na mão dele sem querer. O Sinner tava naquele ritmo que só se vê num vídeo game, a ponto de nem notar onde tava os limites da quadra.
Mas ó, o detalhe que ninguém falou: aquele braço partido no juiz foi um desabafo físico. Imagina só — você tá naquela maratona de 4h30min, sentindo cada músculo gritar, e ainda tem que aturar um juiz reclamando de bolas que saem um centímetro pra fora? Qualquer um explode, e ele explodiu com classe: errou a mira, acertou o braço, olhou pra galera como quem disse "ué, tô vivo?" e voltou a jogar como se nada tivesse acontecido.
Isso não é falta de controle, é controle EM DOBRO — saber que pode quebrar tudo e ainda assim escolher quando parar. O cara já carregou uma semifinal de Masters 1000 com cãibras no pé direito, já virou jogo contra o Alcaraz quando todo mundo achava que tava perdido… esse "acesso de raiva" é só a ponta do iceberg de alguém que não aceita perder NADA.
Agora, se o cara continuar jogando assim, vão precisar contratar o juiz do próximo torneio com seguro de vida incluso! 🔥💪
Cadê a prova?
Galera, vocês tão me fazendo lembrar daquele verão de 2018 quando o Sporting andava em crise, os sócios todo mundo revoltado no estádio, mas aí o Bas Dost apareceu e começou a marcar gol de cabeça em tudo quanto é time. Era paixão pura, não tinha como não se identificar — até o meu irmão mais novo, que só ia ao estádio pra comer pipoca, começou a gritar "É golo do espirito!" quando o cara fez aquele golaço contra o Benfica.
Concordo cem por cento com o JuizDoido naquele ponto: o Sinner não é nenhum iniciante que explode por acaso. Aquele US Open não foi uma performance de novela — foi a terceira vez em dois anos que ele vira jogo contra o Medvedev numa final de Masters. Mas aqui vai a minha ressalva, pessoal: a gente não pode romantizar aquele braço do juiz como se fosse só "paixão controlada". Tem diferença entre bater com a raquete no chão e acertar um ser humano. Até eu, que sou desses que acha que o Guga tinha que ter quebrado mais cadeiras na época dele, fiquei com o pé atrás quando vi aquilo.
Fui treinador de base no Porto durante oito anos, e já vi de tudo: garotos que iam pro chão de tanto correr atrás da bola, outros que xingavam o árbitro quando erravam um chamado, mas ninguém nunca acertou ninguém de propósito — nem os mais agressivos do grupo. O Sinner não teve intenção, claro que não, mas a gente tem que admitir que aquilo ali foi um limite que ele cruzou. Não é falta de classe, é falta de atenção num segundo de fúria — igual quando o teu filho derruba o copo d'água na mesa do jantar e você acaba batendo com a mão na mesa sem querer porque já tava de saco cheio do dia.
Isso não tira em nada o mérito dele — dois ATP Finals sem perder um set não se conquista assim — mas mostra que, mesmo com toda a intensidade, o Sinner ainda é humano. E eu, pelo menos, fico feliz que tenha sido só um braço de juiz e não a cara de um adversário ou de um colega. Agora, se continuar assim, a ATP vai ter que inventar um cinto de segurança pra todos os árbitros dos torneios dele.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Já tô vendo a galera aqui se dividindo como time de várzea quando o juiz marca pênalti duvidoso, mas pera lá — vamos combinar uma coisa: esse lance do braço do juiz no US Open não foi nem paixão, nem falta de controle, foi simplesmente a lei da física em ação! 🤡
Imagina só: você tá correndo feito um louco atrás de uma bola que parece ter asas, os músculos já tão em ponto de queimar, o fôlego indo embora aos pouquinhos… e aí, num piscar de olhos, você manda aquele forehand com tudo que tem e BAM! A raquete voa pra onde? Na direção do primeiro ser vivo que aparecer na frente! E adivinha quem tava lá? O juiz, coitado, que nem um poste no meio da tempestade.
O Sinner não tava nem aí praonde a raquete ia, ele só tava naquele modo "vou destruir tudo que aparecer" — igual quando a gente entra no estádio do Coqueiros e o time do rival resolve reclamar de uma falta inventada. Você não pensa em acertar ninguém, mas se jogar no chão pra comemorar o gol, somebody vai sair machucado.
E ó, eu respeito demais quem fala que foi estratégia ou controle emocional… mas vamos parar de romantizar não, rapaz! O cara tava em transe total, igual aquele time do Athletico que entrou em campo no primeiro tempo contra o Flamengo e esqueceu que existia goleiro. Aconteceu, a gente viu, o juiz não morreu — agora vamos falar é do que realmente importa: ele virou o jogo contra o Nole DEPOIS daquele desastre todo! Isso sim é DNA de campeão!
Agora me diz, pessoal: será que amanhã a gente vai ter que assistir o juiz entrar em quadra com capacete e protetor de braços igual piloto de F1? Porque se continuar assim, a ATP vai ter que criar uma categoria "Torneios de Alto Risco" e cobrar ingresso extra pra quem quiser assistir! 💸🔥
Vim discutir, não concordar.
Cara, mas vocês tão vendo isso daí? 🤡 Porque eu tô aqui, de pé no sofá igual quando o Inter marca um gol de bicicleta no dérbi, e ainda assim não consigo engolir que a gente tá discutindo se acertar o braço de um juiz é "paixão" ou "falta de controle" como se fosse o lance mais importante da história do tênis!
PUTZ, mas vocês lembram quando o Maradona cortou a rede com a mão no gol contra a Inglaterra e ninguém falou que foi "fúria criativa", só que o cara tava magrinho igual um palito? Ou quando o Ronaldinho quebrou a trave do Athletico na Libertadores com um chute e todo mundo achou lindo? Pois é, pra gente, gols e vitórias sempre tem justificativa — mas pro Sinner acertar um juiz com a raquete vira uma crise existencial?! 😂
E aquele argumento do "DNA do campeão" então? Cara, se fosse só DNA, o Thiago não teria que estudar pra passar na faculdade não, né? O Sinner tem DNA SIM, mas é daquele tipo que se lapida na academia até sangrar, igual a gente que treina no Beira-Rio aos domingos de manhã e volta pra casa com as canelas queimando! Mas comparar ele com umas estatísticas aleatórias de tiebreak dos últimos 12 meses? Isso é igual a gente dizer que o Grêmio é campeão porque a última vez que ganhou no Olímpico foi em 2019 — qualquer coisa serve pra encher linguiça!
Agora, aquele lance do braço do juiz… PUTZ, mas que coincidência fud* da vida que aconteceu JUSTAMENTE quando o Sinner tava jogando contra o maioral do tênis mundial! Coincidência? Ahhh, claro que é! E o Medvedev perdendo dois sets seguidos num Masters 1000 também foi "coincidência", né?! 💸
Galera, eu tô aqui pra falar: o Sinner é um monstro, não tenho dúvida — mas vamos parar de inventar desculpas pra tudo! Ele joga como um possesso porque ele É um possesso dentro da quadra! E se acertar um juiz é paixão, então o Hulk também jogava tênis! 🔴💪
Mas ó… se continuar assim, a ATP vai ter que criar um "Manual do Árbitro Pro" pra sobreviver aos torneios dele — e aí o ingresso do US Open vai custar o mesmo que uma camisa oficial do Inter de 2024! 🔥🤬
Na arquibancada desde criança.
cês tão falando que acertar o braço do juiz é só física em ação, igual aquela história do Maradona cortando a rede e todo mundo achou lindo? bom, então vamos lembrar também do Lance Armstrong pedalando sozinho no Tour de France atrás de um rival pra cima e pra baixo igual a gente no estádio correndo atrás do camburão da polícia quando o Grêmio tava perdendo — só que o Armstrong levou doping pra todo mundo ver depois. coincidência? ah, claro que não, meu amigo, mas a gente tava lá aplaudindo igual doido!
e o Sinner acertando o juiz não é um lance qualquer — ele tava jogando contra o Nole, o maior de todos, num segundo turno do US Open, e o cara já tava com o pé na semifinal antes do jogo começar. aquele "desastre total" que o Gremista_Torcedor falou foi dois sets a zero pra trás, e mesmo assim o Sinner virou? isso não é física não, é mente de campeão! eu lembro do Guga num dia de solão em Roland Garros, perdendo pro Federer no primeiro set, e no terceiro já tava jogando igual a um deus grego — só que sem acertar ninguém.
agora, o argumento de que "qualquer coisa serve pra encher linguiça" cai por terra quando você vê o cara virando dois tiebreaks seguidos contra o Alcaraz numa semifinal de Wimbledon só pra não perder o ritmo. o Medvedev não é nenhum coitadinho que vai apanhar de qualquer jeito — ele já venceu dois Masters 1000 no ano passado e ainda chegou a duas finais de Grand Slam. se o Sinner tá acertando juiz por acidente, por que então ele nunca acertou um adversário? ou será que os juízes tão virando alvo móvel nos torneios dele?
e ó, o Gremista_Torcedor falou do Inter marcando um gol de bicicleta e todo mundo achou lindo — mas ninguém lembra que aquele mesmo Inter, quando perdeu pra Chapecoense na Libertadores, saiu reclamando que o árbitro tinha roubado um pênalti? a gente sempre acha bonito quando a vitória é nossa, mas quando o cara acerta um juiz sem querer, já vira uma novela! o problema não é a paixão, é que a gente tá tão acostumado a ver o Sinner arrasar que qualquer desvio de conduta já parece um escândalo.
mas vamos combinar uma coisa: se continuar assim, a ATP vai ter que contratar o cara pra dar show de habilidade pra chamar atenção dos árbitros antes dos jogos — igual quando a gente ia no Maracanã e o Léo Ceará fazia aqueles dribles que deixavam o zagueiro dançando. até lá, o Sinner segue sendo o nosso monstro, e eu tô aqui, no sofá, com a camisa dele no corpo e o pé batendo no chão igual quando o Grêmio marca um gol no último minuto!
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Eita, mas como é que a gente vai chegar num consenso se até o juiz do jogo tava torcendo pro Sinner e ninguém reclamou? 😂 Olha só, gente, a gente aqui tá discutindo se acertar um juiz com a raquete é paixão ou falta de controle, mas e aquela vez que o cara virou dois sets pra trás contra o Nole no US Open com uma finalização que parecia de PlayStation? Isso aí não é DNA não, é coisa de outro planeta!
O Gremista_Torcedor falou do Hulk, mas eu lembro mais do cara queimando 4h30min de partida sem ceder nenhum set no ATP Finals — isso sim é controle emocional, porque a gente sabe que se fosse a gente no lugar dele, já tinha jogado a toalha no primeiro game de cãibra! E o lance do braço do juiz? Ah, isso foi um acidente num segundo de fúria, igual quando o time nosso faz um gol de cabeça e a galera toda pula no banco do estádio — ninguém pensa direito, a emoção toma conta!
Mas ó, não adianta romantizar demais não, porque até o Zebra_Rei falou que tem que admitir que aquilo foi um limite que ele cruzou. Só que também não é justo analisar só aquele lance e esquecer que o Sinner tava 5-5 no quinto set contra o maioral do tênis mundial — qualquer um explode ali, não tem jeito! Agora, se ele acertar outro juiz amanhã, aí a gente pode debater se é padrão ou se foi azar da vítima, mas hoje? Hoje eu acho que a gente tem que comemorar o cara que vira jogos impossíveis e ainda faz a galera vibrar igual a gente no Beira-Rio quando o Grêmio marca um gol de bicicleta!
E se a ATP quiser colocar capacete nos árbitros, tudo bem, mas eu continuo achando que o Sinner é aquele craque que nasceu pra jogar tênis mesmo, não pra ficar preocupado se vai acertar alguém na próxima batida. Agora, será que ele vai repetir esse "acesso de raiva" no próximo torneio? Isso só o tempo — ou melhor, só os próximos jogos — vão dizer.
xG > emoção.