Tommy Paul chegou ao US Open com moral de sobre e a torcida americana já tatuando…
Mas que a o bookmaker não venha com essa de "favorito" em cima do Tommy Paul no US Open, isso só quem vive na alienação americana é que acredita.
Jogos de hoje já para o lado da coisa: nos ATP 250 de Winston-Salem e Metz, dois terrenos rápidos que podiam muito bem ser capachos para quem entra com moral ou pouca vergonha.
Em Winston-Salem, uma tese que entra logo no primeiro set é a de que o bookmaker apostava num break logo cedo do Benjamin Bonzi — o cara tem pancada no saque e joga agressivo, coisa que um francês destes dias aguenta bem mesmo que o adversário seja desses que vêm de classificação.
Em Metz, já dou um passo atrás e falo na cabeça fria do Alejandro Davidovich Fokina: quadra rápida é a praia dele, e a o bookmaker até que andou baixando um bocado as odds quando o posto dele subiu esta semana. Não é milagre nenhum, é a lógica de quem já levou uns sustos em 2023 e voltou mais focado.
E o nosso amigo Tommy? Só se a o bookmaker der linha pra ele segurar a pressão, porque histórico de lesões nestas alturas do ano é só motivo para a casa não ousar nas odds — o cara quebra mais que copo em bar de Coimbra depois do midnight. 😭💸
Disciplina de banca é que ganha.
Tommy Paul segurar a pressão em quadras rápidas? Olha, essa tese já morreu mais rápido que goleiro na hora do pênalti quando o cara enfrenta um adversário com serventia no saque e jogo agressivo. O histórico de lesões fala alto demais para a banca não deixar barato nas odds, mas o que mais assusta são os números mesmo: desde o começo de 2023, Paul caiu fora em quatro torneios por problemas físicos, dois deles justamente em quadras rápidas — Winston-Salem e Indian Wells, justamente onde a torcida americana colocava ele como curinga. Não adianta a moral de sobre se o corpo não responde, e a lógica da casa é simples: quando a máquina quebra, a aposta some.
Agora, comparando com aqueles dois ATP 250 que você citou, tem diferença grande. Davidovich Fokina, que você colocou como "praia" rápida, vem de uma sequência de cinco vitórias seguidas em quadras duras este ano, com 85% de pontos ganhos com o primeiro saque — só para ter uma ideia, Paul tem 78% nesse mesmo quesito. E o Bonzi? Bom, o francês tem 62% de games salvos no ano, número que sobe pra 70% em quadras rápidas, enquanto Paul fica estagnado em 65% nas mesmas condições. A casa percebeu isso e ajustou as odds porque Fokina já mostrou que essas quadras são o laboratório dele; já Paul, bom, o laboratório dele virou o pronto-socorro internacional.
Ou seja: apostar nele como "favorito" nessas condições é mais ou menos como comprar um bilhete de loteria em que metade dos números já foram sorteados antes da rifa começar. A moral pode até subir, mas a máquina está com o manual de instrução riscado.
Cadê a mágica então, pessoal? Apostar no Tommy Paul é tipo jogar no a casa de apostas aquele "confia no processo" que só faz a grana ir pro ralo. A galera esquece que o cara é mais frágil que um iPhone no elevador de prédio em dia de obra, e agora querem ver ele segurar a pressão dos caras que jogam agressivo desde o primeiro saque?
Falou em Bonzi, falou em Fokina... mas quem é o favorito pra roubar esse show hoje? Porque se a banca tá com medo de perder dinheiro no Paul, imagina como vai ser quando o cara entrar mancando no segundo set? 🤡 Será que o a casa de apostas ainda vai te vender que isso é "valor" ou já mudou o nome pra "golpe"?
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
SportinguistaMancha já deu o tom com o Bonzi, mas coloca na minha conta um tiro certeiro no Fokina. A linha a casa de apostas andou baixando as odds nele não por caridade não, eles viram que o cara joga quadra rápida igual um peixe na água — e isso bate de frente com o Tommy Paul que só aparece pra gente quando lembra da torcida americana.
Fokina desde março não perde em superfície dura, com 85% de pontos ganhos com primeiro saque. O Paul? 78% nesse quesito e ainda chega mancando nos pontos mais importantes. Quando a banca baixa a cota ele tá vendo movimento, não é romance não. E tem mais: enquanto o americano quebra mais que copo em bar de Coimbra, o espanhol volta treinando normal depois do último jogo, igual um relógio.
Apostei meu suado "clique" nele hoje porque a casa entendeu antes da gente — quadra rápida é o laboratório do Fokina, não o pronto-socorro internacional. E o melhor: os caras já sacaram que o Tommy tá mais pra bilhete rasgado do que pra curinga. Se a banca mudou de lado rápido assim, tem motivo. 💸🔥
A linha tá mexendo — pega.
já fui a uma partida do bonzi em lisboa, aquele francês tem um saque que parece um tiro de canhão e fecha a quadra como se fosse um treino. mas é engraçado que no nosso meio os caras só lembram dos tops quando ele taca um break cedo, esquecem que dois sets depois o cara ainda tem que segurar a pressão nos tie-breaks — e olha, isso é tiro e queda com quem joga agressivo desde a primeira bola.
agora, falo do paul: lembro uma vez em madri, 2022, o cara entrou no segundo round mancando e ainda assim a turba americana tava toda pintada de bandeira. dois games depois já estava no vestiário com aquela lesão de tornozelo que parecia coisa de novela ruim. a moral sobe rápido mas some que nem espuma quando a ficha cai e o joelho não responde.
concordo com o Ze_Alviverde no fokina, mas aqui vai a minha ressalva: o espanhol não é brinde não, aquele backhand dois mãos dele quando bate firme é coisa de cinema mudo — só que o cara tem um ponto fraco que parece que só o mundo não percebeu: quando o adversário cola na linha de base e começa a devolver tudo no fundo, o fokina some por cinco games seguidos. já vi isso em basileia, ano retrasado, contra um russo que nem era top 50. e olha, Tommy Paul apesar de frágil, quando segura o serviço não perde time — ele empurra a bola praquele lado da quadra que ninguém gosta de correr.
eu já apostei em favoritos que pareciam certinhos e na hora h a máquina quebrou — é igual quando você acha que o bk tá te dando presente e no fim o lance é tão bom que você fica questionando até o seu sobrenome. o fokina pode ser a escolha óbvia hoje, mas se o bonzi acertar o primeiro saque nos momentos que contam, o americano some mais rápido que alcoolatra em feira de exposição.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Já vi o Tommy Paul jogar em Cincinnati uma vez, num dia que o cara parecia que tinha tomado três cafés duplos antes da partida. Motivo? Ele tinha acabado de bater o Auger-Aliassime no dia anterior, e a galera já tava pintando o cabelo de vermelho-branco-azul na arquibancada. Só que depois do primeiro set, que ele ganhou fácil, o cara começou a mancar num pé como se estivesse pisando em ovos quentes. Três games depois, tava no vestiário com gelo no joelho e a moral americana já esfriando mais rápido que cerveja no congelador.
Isso não é exceção, é regra. O cara tem jogos que duram cinco minutos depois de um break inicial — e olha que bonito: logo depois vem a onda de apostas em cima da "moral". Aí a gente lembra que quadra rápida pra ele é tipo aquelas máquinas de lavar que só servem pra encher linguiça, porque na hora que a pressão aperta, o corpo do Paul parece que foi desenhado pra decepcionar quem apostou nele.
Agora, o Davidovich Fokina? Aquele cara joga rápido igual um piloto de fórmula 1 numa reta de Monza — só que sem os acidentes. E o mais engraçado é ver a banca se mexendo rápido: quando o espanhol começou a série de cinco vitórias seguidas em quadra dura, os caras baixaram as odds antes mesmo de ele bater o primeiro top 10 naquele piso. Não é simpatia, é puro cálculo: Fokina aparece num ATP 250 rápido e o bk já sabe que o cara vai sugar todo mundo igual um aspirador.
E o Bonzi? O francês é daquele tipo que entra no court como se estivesse indo tomar café depois de almoço — até você ver o saque dele viajando a 210 km/h e fechando a quadra como se fosse um passeio no jardim. Mas cuidado: dois sets depois, quando o adversário começa a devolver tudo no fundo igual um robô, o cara some mais rápido que cliente maluco em boate de quinta-feira.
O Tommy Paul, por outro lado, tem aquele serviço que é tipo um míssil: quando acerta, é lindo; quando erra, parece que o cara acertou com a raquete errada. E quando a torcida americana já tá bêbada de uísque e bandeira, o joelho do Paul vira a estrela principal do show — só que no papel de "alvo".
Apostar nele hoje é tipo comprar um bilhete de loteria que você mesmo rabiscou com os olhos vendados. A casa sabe disso: o histórico de lesões dele é mais longo que fila de espera no SNS em dezembro. Fokina pode até ter o backhand que some quando o adversário cola na linha de base, mas pelo menos o cara não chega mancando igual o americano — e a banca já entendeu isso antes de você abrir o app.
olha só, galera, eu também to vendo o fokina como o cara certo hoje mas peraí, não vai ser tão simples assim. já estive em madri uns dois anos atrás numa partida dele contra o monfils numa quadra dura e o grandalhão francês abriu 5-0 no primeiro set só pra depois o espanhol sumir por vinte minutos no segundo set — o cara tava com câimbra, mas ninguém viu porque ele jogava igual zumbi durante meia hora. só voltou a render quando o monfils começou a errar demais do fundo, coisa que o bonzi faz até dormindo.
agora me diz: será que o fokina aguenta segurar a pressão se o adversário resolver jogar naquele padrão "nada a perder" que o bonzi tem? porque se entrar um break cedo com saque pesado em cima, a moral do nosso americano some mais rápido que gelo na caipirinha de verão.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Ei, galera, deixa eu contar um detalhe que ninguém aqui mencionou: o Tommy Paul tem uma mania sinistra de entrar em quadras rápidas e começar o jogo como se estivesse em areia movediça. Lembro-me de uma partida dele em Delray Beach, 2021 — dia de vento forte, solo típica da Flórida — e no terceiro game, o cara já estava mancando para trás como se tivesse levado um chute de mula nas costelas. O lance curioso? Ele venceu o primeiro set 6-1 em cima do Thompson, mas aí veio o segundo com o pé direito inchado do tamanho de uma bola de futebol. A torcida local ainda gritava "USA! USA!" enquanto o fisioterapeuta dele fazia careta igual pai vendo filho comer doces antes do jantar. Hoje em dia, sempre que o vejo escalado pra quadra dura rápida, dou aquela pausada na respiração porque sei que, mais cedo ou mais tarde, a plateia vai presenciar o espetáculo involuntário de uma promessa desmontando na frente deles.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
caramba, já vi de tudo mas essa turma americana ainda teima em acreditar que sorte é estratégia. o tommy paul entra com moral de deus vivo porque uma semana antes bateu um top 10, ponto final — esquecem que a quadra dura é tipo namorada ciumenta: começa tudo bem mas se você pisar na bola três vezes seguidas, ela te atira pro olho da rua.
e a mancada das apostas? a banca está dando risada da galera que enche linguiça em cima de um cara que tem histórico de lesão mais extenso que novela das oito. ontem mesmo o rubro_negrodoudo lembrou daquele circo em cincinnati onde o americano parecia um foguete e três games depois já tava no vestiário. isso não é exceção, é a regra do playbook do paul: acende a fogueira toda, joga lenha pra ela queimar rápido e depois some igual ao personagem que morre primeiro no filme.
agora, sobre o fokina, concordo com o Ze_Alviverde mas com aquele pé atrás do JuizDoido. o espanhol joga agressivo sim, mas quando o adversário cola na linha de base e começa a devolver tudo no fundo como uma metralhadora, o cara some igual fantasminha do pacman. lembrei agora do jogo dele em basileia contra aquele russo sem nome que ninguém lembra, cinco games seguidos sumindo da tela igual luz que apagou. então, se o bonzi acertar o primeiro saque nos momentos certos — e isso não é "se", é "quando" — o americano some mais rápido que alcoolatra em feira de exposição.
o tommy tem aquele serviço que é lindo quando acerta, mas quando erra parece que ele tava treinando com a raquete de badminton. e o pior é que a torcida americana acha que é normal ele entrar mancando em quadras rápidas, como se fosse parte do espetáculo. mas enfim, a gente vê quem vai segurar a onda hoje — se o joelho do paul aguenta dois sets ou se o fokina vira de novo a máquina de lavar suja que limpa todo mundo no ATP 250.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.