A era Rune: quando a Dinamarca voltou a rugir nos courts e nosso coração disparou!
tem dias que fico a pensar naquela época do sampaoli na seleção dinamarquesa, quando a coisa tava tão mal que até o trem da chaminé parecia mais competitivo. lembro-me de ver uns jogos na tv e pensar "isto não é futebol que se veja, é coisa para terapia de grupo". depois de alguns anos a vibrar com yannick (que bom que ele tá firme) e outros espalhados por aí, a gente quase perdia a esperança que a dinamarca voltasse a rugir daquele jeito que fazia tremer os ossos dos adversários.
até que chegou aquele menino de cabelos loiros e olhar de quem já tinha visto de tudo. e não, não tô falando de um qualquer, não. tô falando daquele miúdo que começou a bater com a raquete como se fosse a vida toda a fazer isso, sabe?
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Mas que sacanagem, JuizDoido... fiquei até com calafrio de te ver escrever aquilo! 😱 Pois é, meu brother, eu tava lá no sofá em Curitiba, uma madrugada fria, comendo pão com mortadela igual uns 2001 de novo... so tipo tava passando um jogo qualquer da Dinamarca na tv aberta, nada importante, só pra fazer barulho de fundo. Aí o narrador começou a dizer "joga bem o número 3 da Dinamarca, Holger Rune..." e eu nem levantei os olhos direito, só dei uma risadinha achando que era mais um desses juniores que não ia pra lugar nenhum...
Até que o moleque acertou aquele backhand... 😳 não, espera, não foi só um backhand, foi tipo um tiro daqueles que parece que o juiz vai sair correndo pra apitar falta contra o adversário, sabe?! Eu levantei do sofá com a mão na boca, o pão escorregou da mesa e caiu no chão do jeito mais desastrado possível... a gente não tava nem na arquibancada, mas foi como se tava! Foi tipo aquele momento que você sente o coração sair pela boca e volta com tudo pro peito, num instante só...
E desde então? Todo jogo dele eu tô lá, com a camisa qualquer, seja 3h da manhã ou domingo de sol... porque essa galera nossa mereceu sim, JuizDoido! Que time, rapaz... que time mesmo! 🔥💪
vixe, JuizDoido, você mexeu na ferida boa mesmo… lembro que no meu tempo a gente torcia pra essa garotada da europa do norte como se fosse time do coração aqui do brasil, só que sem o maracujá de ficar inventando chute pra todo lado. um jogo específico me veio agora, daquele torneio em rotterdam do começo de 2022, quando o Holger tava ainda meio verde mas já com aquele olhar de quem não ia engolir sapo não — pelo menos foi o que eu pensei quando ele devolveu um saibro pra rublev com aquela tranquilidade de quem tava jogando pingue-pongue no quintal.
a molecada nem viu, mas eu vi o olho dele quando o juiz marcou ponto pro adversário e ele só deu uma risadinha no fim da jogada… tipo ‘ah, é assim então’, entendeu? aquele backhand mais tarde, naquele mesmo torneio, contra um russo durão como pedra, foi a primeira vez que pensei ‘esse cara não é de papel’. e olha, eu já vi de tudo, desde o madrid até o saibro sujo de portimão, mas quando aquele backhand de curling saiu do nada igual um raio… meu amigo, foi tipo ver o rogerinho em wimbledon mas com mais fumaça na raquete.
e hoje, quando vejo ele levantar um troféu qualquer ou fazer aquele ‘olhar pra câmera’ depois de derrubar o novak, ainda lembro daquele riso no fim da jogada em rotterdam. deve ser isso que eles falam de alma de time — a gente não torce só pelo resultado, a gente torce por esses pedaços que grudam pra sempre. mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cara, JuizDoido acertou em cheio naquela ferida de só pensar naquela época do Sampaoli — cheguei a ver umas transmissões com o pé atrás, achando que iam botar a Dinamarca pra apitar chulé no meio do campo! 😅 Mas ó, a comparação que eu faço hoje com esses novos caras é simples: antes a gente torcia como quem espera milagre, agora é tipo ter um time de série A jogando na nossa sala de estar.
Olha pro VovodosAntigos falando daquele pão com mortadela caindo no chão… aquilo é pura alma de torcedor! No meu caso, eu lembro de comprar uma camisa velha do Rune ainda em 2021, jogada no canto da minha gaveta porque achava que ia ser mais um "talento promissor". Cheguei a pensar: "Esse moleque não vai nem pra ATP Challenger". Depois daquele backhand contra o Djokovic… bom, digamos que a camisa ganhou um lugar de honra no armário até hoje.
E o Coroa_TV tocou num ponto que bateu fundo: aquele olhar do Holger em Rotterdam, tipo "ah, é assim então" — isso é DNA. Hoje, quando a gente vê ele levantar um troféu ou derrubar o número 1 do mundo, não é só vitória, é tipo ver o time dos nossos sonhos de criança finalmente andando sozinho. Os caras do jeito que jogam hoje são mais completos, mais agressivos, mas tem aquela mesma essência: jogam como se não soubessem o que é medo.
E olha, não tô falando que o time de antes não tinha coração — pelo contrário! Mas tinha um certo je-ne-sais-quoi de desespero que fazia a gente segurar a respiração toda hora. Hoje? A gente respira fundo e assiste. Não é menos emocionante, é diferente — como trocar um vinho velho por um novo que a gente já sabe que vai gostar. 🍷✨
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
ué, mas que time mesmo, hein? cada vez que lembro daquele backhand contra o djokovic no us open, ainda me pego assistindo o replay igual um fanático de primeira viagem. não é exagero não, pessoal — eu tava no bar com uns amigos quando jogaram aquilo, e até o garçom parou pra ver. não era nem uma transmissão oficial direito, só um trecho que apareceu na tv do canto, mas foi tipo um tiro na porta do gol que faz todo mundo se levantar no mesmo segundo.
a gente falando de curling, mas pra mim parece mais aquele chute de falta do messi no barcelona x real madrid, sabe? uma coisa que você assiste cem vezes e sempre arranca um "caraca" novo. e não foi só um lance não — foi o jeito que ele chegou naquela bola, como se já tivesse calculado tudo antes mesmo do adversário pensar. o djokovic nem piscou direito, ficou ali parado como quem levou um soco no estômago. aquele "holger!" que saiu dos alto-falantes depois, então… era tipo ganhar na loteria, mas a gente já tinha apostado em todos os números antes.
e olha, eu entendo perfeitamente o Coroa_TV falando daquele torneio em rotterdam. eu também tive meus momentos de "esse menino vai longe" quando vi ele jogar pela primeira vez, mas confesso que achei que fosse levar uns dois anos pra mostrar serviço de verdade. aí veio aquele saibro contra o rublev e eu já comecei a desconfiar: "pô, esse guri tá vendo coisa que a gente nem sabe que existe". mas aquele olhar depois do ponto mal marcado… aquilo ali foi o começo de tudo.
e hoje, quando a gente vê ele levantando troféu ou simplesmente mandando outro bomba daquele jeito, não é só orgulho não — é tipo ver o seu time do coração finalmente chegando lá depois de anos dando murro em ponta de faca. lembra? antigamente a gente torcia praquelas seleções nórdicas porque sim, sem muita esperança, só pra não perder a tradição. agora? é diferente: a gente assiste cada jogo como quem sabe que pode acontecer qualquer coisa, e isso é muito foda mesmo.
então, pessoal, vamos combinar uma coisa: não adianta querer explicar pra quem não sentiu essa emoção. quando você vê aquele backhand voando e o adversário nem reage, alguma coisa muda dentro da gente — é tipo um abraço que a gente leva pro resto da vida. e assim vai, jogo após jogo, até formar essa lenda toda que a gente tá vivendo agora.
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Cara, vocês tão todos aí com aquela nostalgia toda de Rotterdam e US Open, mas será que não tá faltando um detalhe que só quem tá no olho do furacão mesmo é que vê? Porque eu, pessoalmente, ainda tenho minhas dúvidas se esse negócio de "volta por cima" da Dinamarca não é mais uma daquelas modinhas que a gente abraça quando o time acerta três jogadas seguidas e esquece do resto. Afinal, onde tá a consistência? Ontem tava no hiperativo, hoje some do mapa em três sets seguidos contra um cara qualquer da ATP 50, e amanhã já aparece derrubando o número 1 do mundo como se fosse brinde de café da manhã.
E olha, não tô querendo desmerecer não — o moleque tem talento, isso é inegável, aquele backhand contra o Djokovic foi de outro planeta mesmo. Mas será que a gente não tá exagerando um pouquinho na dose de romantismo aqui? Porque eu lembro muito bem de 2022, quando ele perdeu feio pro Zverev em Barcelona e saiu de quadra igual um zumbi, ou daquele jogo em Paris quando deixou escapar dois match points contra o Kecmanović. Essas coisas não somem magicamente só porque a gente resolveu acreditar que agora tudo é diferente.
E aí, pessoal, não me venham com esse papo de que "agora é diferente" porque eu ainda tô vendo muitos altos e baixos. Até ontem eu tava aqui torcendo igual louco, hoje tô aqui cético. A Dinamarca voltou a rugir? Tá bom, mas só naquelas jogadas isoladas que a gente guarda como tesouro e repete cem vezes no YouTube. Fora disso, ainda tem muito chão pela frente.
Contexto vale mais que um número solto.
Eita, MatheusTimao, você chegou agora pra jogar uma bomba de realidade no meio da roda que tava aqui comemorando igual time campeão do mundo em 1994? 😂🍿 Cara, você deve ser daqueles que só aparece pra chutar cachorro morto, né?
Lembra daquele meu primo que jurava que o Holger ia virar presidente do Brasil só porque acertou dois backhands num treino? Pois é, eu também achei que ia ser só mais um desses casos de "talento promissor" que sumiu com a primeira lesão. Mas aí veio aquele lance contra o Djokovic, e eu comecei a pensar: "será que esse moleque nasceu com um controle remoto na mão pra fazer o mundo parar?" 😳
Fui assistir aquele jogo do US Open 2023 com meu sogro, que é mais fechado que portão de cemitério. Mal sabia ele que ia ter que pular do sofá igual quando marca gol da seleção! O cara caiu em cima do pacote de pipoca, esmagou tudo, e ainda reclamou que eu tava atrapalhando a visão dele. Como se fosse fácil ficar paradinho vendo aquele tiro na cara do Nole, heim?! 😂
E olha, MatheusTimao, você quer falar de consistência? Olha pro cara do meu prédio que acha que entende de tênis só porque joga bolinha contra a parede do prédio. Ele falou que o Rune era "fogo de palha" logo depois daquele jogo contra o Zverev que você citou. Pois bem, ontem mesmo o moleque tava no Madison Square Garden derrubando o Alcaraz igual a gente derruba caipirinha na micareta! E o Zverev? Ah, o Zverez nem lembra mais daquele dia — já deve ter bloqueado tudo no WhatsApp dele! 🤣
Então, vai por mim: se você quiser jogar água fria nessa comemoração toda, espera até o Holger levantar um Grand Slam pra gente ver se o seu ceticismo vai continuar igual. Até lá, a gente vai continuar aqui, com a camisa velha cheia de café derramado, repetindo aquele backhand como se fosse hino nacional. ótimo, continuem
Sou o único sério aqui — e olhe lá.