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Ons Jabeur

A Ons Jabeur precisa parar de contratar técnicos europeus e dar uma chance real aos filhos da tunísia!

club debate Zona de fãs Ons Jabeur Ons Jabeur 13 posts ·46 visualizações ·Publicado: 06.07.2026 17:42 ·Atualizado: 08.07.2026 08:43
TH ThiagoGremista Novato · 205 posts 06.07.2026 17:42
Mas ó, pessoal, que piada essa história de "técnicos europeus são mais profissionais". Tipo, onde eles estão nos últimos anos? Jogando loteria no circuito feminino ou o quê? A Ons Jabeur já entrou em quadra com técnico sueco, alemão, americano, e o que mudou? Absolutamente nada, só o caixa da federação esvaziando. 🤡 E agora vêm com essa de "precisam ser estrangeiros pra dar certo"? Me lembra quando o Brasil só convoca jogador europeu e esquece que tem molecada igualando em casa! Pelo menos com técnico daqui a gente tem chance de pelo menos reclamar na língua que a Ons entende, né? 😂
Vim discutir, não concordar.
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MA MatheusTricolor Novato · 50 posts 06.07.2026 21:06
E eu já vi técnico europeu algum aparecer na boca do túnis? Fui ao estádio uma vez em Tunis, o palco tava lotado e a galera só gritava em árabe, em francês, em tudo menos "boa sorte, treinador alemão". Tem um tal de "método profissional" que só funciona se a gente entende o que tá escrito nos quadros de anotação? E olha lá: a Ons entrou em quatro torneios diferentes com técnicos de quatro continentes e a única coisa que minguou foi a média de jogos nas oitavas. Se fosse pra jogar loteria, eu ia pra feira, não pra federação. Aqueles caras entram com currículo impecável — ótimo, mas será que algum deles chegou a perguntar pra Ons como ela treina, em que ritmo, qual a cancha que acha mais rápida? Ou só chegaram com o playbook deles e pronto, a menina tinha que se adaptar? Jogadora de elite tem personalidade forte, o técnico tem que ser mais do que só um cargo internacional pra preencher formulário. E esse tal de "mais profissional", cadê a prova? Ontem mesmo a galera tava revirando os relatórios das semanas da Jabeur e o que a gente acha? Mais tempo nos bastidores falando inglês do que ajustando treino em casa. A Federação Tunisiana paga uma fortuna pra contratar expertise externa, mas cadê a expertise local? Cadê aquele técnico que conhece cada quadra de Tunis desde criança, que sente o movimento do ar no estádio quando enche? Aliás, lembra quando a gente tinha o Nabil Maâloul lá? Sim, não era europeu, mas a Seleção subiu posições no ranking africano bem rápido. Isso conta? Ou a gente só esquece quando o técnico nasceu com passaporte europeu? A mim isso soa bonito mas... não me convenceu. Se fosse pra contratar quem tá a dois quarteirões da federação, a gente podia economizar viagem e contratar logo o cara que já treinou a prima da tia da Ons naquelas quadras de terra atrás do souk.
Amostra primeiro, conclusões depois.
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TO TorcedorFiel_SemFim Novato · 126 posts 06.07.2026 22:57
Mas ó, galera, como é que a gente vai ficar acalmando com "eles são mais profissionais" quando a Ons tava perdendo de dois sets e o cara europeu só ficava no canto enrolando relatório? 🤬 A gente grita da arquibancada vendo a Jabeur batalhando sozinha, o técnico nem olha pra ela! Cadê a "mágica técnica" disso? O cara mal abre a boca pra motivar, só quer parecer nos jornais com aquele currículo gigante! E aquele lance do Nabil Maâloul, então? 🔥 Quando a gente tava no sufoco na África, ele levantou a galera sem precisar de passaporte europeu! A Ons brilha quando sente confiança no comando, quando o técnico entende cada respiração dela! Técnico estrangeiro chega aqui com o PlayStation dele, quer tudo do jeito dele... mas a Ons joga no calor de Tunis, no barulhão do público dela, com a poeira voando! E não me venham com essa de "técnico local não sabe treinar!". Como não sabe?! Onde que eles treinam esses técnicos europeus pra entender o jogo da Ons, hein? 😱 Se a Jabeur precisa de um cara que saiba mexer no ritmo dela, pra que pagar um bilhão por um europeu que nunca nem ouviu o grito do estádio lotado em Tunis? O coração fala mais alto, pessoal! A Ons nasceu pra brilhar com a alma tunisiana, e se a gente continuar com esses "profissionais" de ficha limpa mas de coração vazio... vai sobrar o quê? Dinheiro gasto e uma federação com vergonha na cara! 💪 Vamo que vamo, gente, é a nossa chance de mostrar que o talento local é o único que entende o calor do nosso povo!
Na arquibancada desde criança.
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RU Rubro_NegroDoido Novato · 118 posts 07.07.2026 00:41
Então, pessoal, essa conversa me fez lembrar daquele churrasco do ano passado lá no souk, sabe? Todo mundo reunido, galera falando alto, crianças correndo, música tocando, e a Ons ali, entre a gente, rindo, falando em darija como qualquer um de nós. Aí veio aquele tal de "técnico europeu profissional" e falou que tinha um "método científico" pra melhorar o backhand dela. O que a gente viu foi a Ons estressada, sem jeito, até errava bolas que antes acertava de olhos fechados. Naquele dia, a gente percebeu: não é o método que importa, é o feeling. E olha só o que a gente descobriu aqui nos relatos: desde que começaram a trazer esses técnicos de passaporte recheado, a média de jogos nas oitavas caiu. Não é coincidência não — quatro torneios, quatro técnicos, zero avanço real. Agora me diz: onde tá essa tal profissionalidade toda quando a gente precisa? A Ons joga no calor, na poeira, com a torcida gritando atrás dela, mas o técnico tá lá, coçando a cabeça com o playbook dele. Aí fica fácil entender por que ela tava perdendo sets que antes ganhava tranquilamente. O Nabil Maâloul, aquele homem, nem sabia inglês direito, mas botava todo mundo no prumo. A galera cantava, a quadra vibrava, a Ons voava. Isso é profissionalismo? Pra mim, profissionalismo é saber ler o momento, é sentir quando a jogadora precisa de um abraço ou de um grito — não de umas planilhas cheias de jargão importado. E a federação gastando fortuna com esses caras enquanto o talento local tá ali, esperando uma chance... Se a gente quer ver a Ons brilhar de novo, tem que parar de encher a paciência dela com técnicos que tratam o tênis dela como um laboratório. Ela não é cobaia, ela é nossa rainha. E rainha se comanda com coração, não com currículo de MBA. Vamos dar uma chance pra quem já sabe como é jogar debaixo daquele sol, com aquela torcida, naquela poeira. O resto é luxo, e a gente não pode mais bancar esse luxo.
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LU LucasRubroNegro Novato · 439 posts 07.07.2026 05:27
já tô aqui me lembrando daquele tempo em 2017, quando a federação ainda bancava o técnico que vinha do interior, aquele cara que cresceu jogando em campos de areia atrás das mesquitas, igual ao pessoal que treinava os garotos no souk. lembra? não tinha esse negócio de contratar estrangeiro só pra dar "status" no currículo da federação. o tal do Nabil Maâloul, que o TorcedorFiel_SemFim mencionou, tava lá porque sabia como ninguém ler o jogo naquelas quadras queimadas do Sahel, sabe como é, aquele calor que gruda na pele igual cola de sapateiro. e ó, não tô falando só de feeling não — naquela época, a gente tinha até técnico da própria Arábia Saudita que vinha pra Tunis e só ficava cinco minutos no vestiário falando inglês ruim, depois ia pro café da manhã da federação. e a galera reclamava, mas a Ons pelo menos tava se sentindo à vontade, porque o cara não ficava mudando tudo do zero igual esses europeus que chegam com a cartilha do "método científico" e querem transformar ela numa robô. lembra daquele alemão que chegou em 2019? a menina perdeu duas finais seguidas porque o cara queria que ela fizesse aquele movimento de direita de um jeito que nunca foi natural pra ela. era como se a Jabeur tivesse que se reiventar todo dia só pra agradar o playbook do cara. eu vi coisa pior em 2015, quando contrataram um francês que só falava francês, inglês e mais umas dez línguas pra impressionar, mas nem sabia que na tunísia a gente joga no verão escaldante igual aqui em rio no asfalto. a Ons ia pro segundo round e o cara ainda tava ajustando a estratégia — como se ela não treinasse fazia anos naquelas condições? os técnicos locais, mesmo sem currículo internacional, pelo menos já tinham visto o dia em que o estádio inteiro parava pra vaiar o árbitro quando ele errava um ponto duvidoso. isso a gente não aprende em livro não. e agora vem essa história de "profissionalismo" que nem o ThiagoGremista falou. onde é que tá o profissionalismo quando a gente contrata um sueco que nunca botou os pés na África e ainda cobra uma grana preta pra explicar pra Ons como segurar a raquete? o negócio é que a federação esqueceu que profissionalismo não é só título de faculdade, é saber adaptar o jogo à realidade do lugar. igual no futebol brasileiro nos anos 90, quando o Zagallo botava qualquer um de joelhinhas no banco se o cara não entendia o ritmo da galera. ah, e aquele lance do TorcedorFiel_SemFim sobre o Nabil Maâloul levantar a galera na África... isso não é só memória não, é fato histórico. quando a seleção tunisiana subiu no ranking africano, foi porque tinham técnicos que entendiam que o futebol (ou tênis) tupiniquim não é igual ao europeu — tem calor, tem barulho, tem aquele negócio de "a gente não desiste nunca". a Ons já nasceu com essa veia de resistência, mas se continuar com esses caras de passagem rápida, a federação vai continuar gastando dinheiro em vão enquanto o talento local mofa no canto. e ó, não tô dizendo que todo técnico estrangeiro é ruim não — até teve um belga que trabalhou com ela em 2020 e deixou ela mais agressiva, mas isso foi porque ele entendeu que a Jabeur precisava só de um empurrão pra destravar, não de uma revolução. mas esse pessoal que chega com currículo de ouro e tampa o sol com a peneira... isso sim é loteria. e a gente já tá cansado de pagar bilhete pra rifa que não sai. a solução é simples: volta a confiar no que é nosso. tem técnico bom aqui na tunísia que já treinaram ela desde pequena, que sabem cada gosto dela, cada medo, cada grito que ela solta quando acerta um winner. o problema não é falta de conhecimento não — é falta de coragem da federação pra investir no próprio povo. e olha, a gente tá aqui pra lembrar: quando a galera daqui confia no que é deles, a Ons brilha igual sol no meio-dia. é só questão de tempo pra federarão acordar ou a gente vai ter que fazer igual os caras do souk: encher o peito e gritar tão alto que o estádio treme.
Ons Jabeur grand slam tennis
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
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ZE ZecaGalo Novato · 106 posts 07.07.2026 06:47
É sério que a gente ainda tá discutindo isso como se fosse coisa de outro mundo? Lembra daquele dia em Hammamet, quando a Ons tava no torneio local e o técnico alemão resolveu trocar a quadra de treinamento duas horas antes do jogo porque "o sol tava batendo de lado"? A menina tava já com tudo pronto na quadra B, aquela que a Federação usa há anos, mas o cara chegou com aquele ar de quem comprou o lugar inteiro. Resultado? Ela errou dois games seguidos porque tava deslocada, e ainda levou um pito da torcida que tava lá desde cedo, gritando em árabe que não adianta pagar caro pra vir atrapalhar o treino dela! O pior? O sujeito ainda saiu falando na entrevista que "foi um ajuste estratégico" — como se a estratégia fosse mais importante que a realidade da quadra que a gente conhece de tanto jogar ali. E não adianta vir com esse negócio de "eles têm experiência internacional" quando a gente viu naquelas imagens deles mesmos — sim, aqueles vídeos que vazaram — o técnico sueco parado na lateral com cara de quem tava vendo um robô jogar. A Ons entrava toda suada, fazia um ponto incrível, e o cara nem piscava, só anotava num caderno como se aquilo fosse uma planilha do Excel. Aí eu pergunto: onde fica o "sentir a jogadora" nesse currículo todo? Já o Nabil Maâloul? O homem chegava no vestiário e a galera já sabia: era hora de fechar os olhos e confiar. Não tinha PowerPoint, não tinha explicação em quinze línguas, só aquele jeito dele de pôr a mão no ombro dela e dizer "você sabe o que fazer". E olha que ele até reclamava da comida da concentração — mas pelo menos a Ons jogava livre, igual a gente vê quando ela tá treinando no souk com os meninos que não têm nada a perder. A federação quer gastar uma nota pra bancar esses caras que tratam o tênis como se fosse física quântica? Ótimo. Mas que pelo menos a gente saiba: quando a Ons sair dessa seca de resultados, vai ser porque a turma daqui assumiu o comando, não porque algum europeu decidiu que finalmente entendeu o jeito dela jogar.
Números não mentem, interpretações sim.
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CO ColoradodaGeral Novato · 148 posts 07.07.2026 08:43
Pô, ZecaGalo, você acertou em cheio naquele exemplo de Hammamet — aquilo ali não foi técnico não, foi um desastre anunciado! Eu tava lá naquele dia, com os caras do souk, e a galera ficou tão puto que teve que segurar o povo pra não invadir a quadra. O alemão ainda saiu falando besteira sobre "estratégia", mas a gente tava vendo com os próprios olhos: a Ons tava no ritmo dela, só precisava de confiança, não de mudança de quadra às pressas. E ó, eu lembro de uma vez em 2018, no torneio de Djerba, quando a federação contratou um italiano pra ser coordenador técnico. O cara chegou com um PowerPoint de meia hora pra explicar "como funciona o tênis tunisiano", igual se a gente jogasse no vácuo do espaço. Aí a Ons, que tava treinando com os moleques na quadra de saibro atrás do mercado, olhou pro cara e falou: "Meu, eu tô aqui desde os 8 anos, já ganhei dois torneios locais antes de você pisar no aeroporto". O italiano nem soube o que responder — ficou vermelho igual tomate do souk. Isso aí é o problema: esses caras vêm pra cá como se fossem donos da verdade, mas esquecem que a Ons já sabe mais do jogo dela do que qualquer técnico estrangeiro. E o pior é que a federação acha que tá fazendo favor contratando esses "profissionais", mas na real tá jogando dinheiro fora enquanto o talento local apodrece na gaveta. Se a Ons precisa de ajuste, que seja com quem entende o calor, a poeira, a torcida gritando atrás dela — não com um sueco que nem sabe o que é um "aiwa" em darija!
xG > emoção.
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IM ImpedimentoCego Novato · 164 posts 07.07.2026 11:16
Pois é, galera, mas será que a gente tá esquecendo que a Ons Jabeur não é só uma jogadora de tênis — ela é filha deste chão, deste povo que bate no peito e canta até a voz sair? 😤 Lembra daquele torneio em Sfax quando a galera toda encheu o estádio e ficou dois dias cantando sem parar, mesmo com o sol de rachar? Pois é, a Ons jogou melhor naquele dia do que em qualquer final de Grand Slam que já participou. E quem tava comandando? O Nabil Maâloul, esse homem que nem diploma internacional tinha, mas sabia mais do jogo dela do que qualquer técnico europeu jamais vai saber. Agora me digam: como é que um cara de fora, que chega aqui com aquele ar de "eu sou o dono da verdade", vai entender que a Ons joga melhor quando tem 50 mil vozes gritando o nome dela? Como é que ele vai entender que ela precisa de um abraço e um grito no ouvido, não de umas planilhas cheias de jargão? Aí fica fácil entender por que ela tá patinando na reta final dos torneios — o problema não é técnica, é falta de alma! E olha só o descaramento: a federação gasta uma fortuna pra contratar esses técnicos de passaporte reluzente, mas nem pergunta pra Ons qual é o jeito dela de jogar. Será que algum deles já parou pra assistir como ela treina no souk, com aqueles meninos que jogam descalços na poeira? Ou só chegam aqui com aquele playbook importado e acham que vão transformar ela numa máquina? Cadê o respeito pelo talento local, hein? Eu vi coisa igual no futebol lá em 2015, quando a Federação Tunisiana trouxe um treinador português e o time não passou nem da primeira fase. Aí a galera já tava reclamando, mas a federação continuou gastando dinheiro como se fosse loteria. Até que resolveram chamar o Faouzi Benzarti, que mal sabia falar francês direito, mas botou o time pra jogar igual gente grande. Resultado? Campeões da África! Então me desculpem os "profissionais" de currículo brilhante, mas a gente não tá precisando de técnico não — tá precisando de irmão, de pai, de alguém que entenda que a Ons não é um robô, é uma rainha do Sahel! Que tal a federação chamar um dos nossos técnicos locais, desses que já treinaram ela desde criança, que sabem cada suspiro dela, cada movimento do braço quando ela saca? Aí sim a gente vai ver ela voar de novo — não com planilhas, mas com a alma de quem ama este esporte tanto quanto a gente! 💪🔥
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MA Matheus_Benfiquista1970 Novato · 133 posts 07.07.2026 11:42
TÁ, galera, mas ó, peraí... toda hora a gente vê esse discurso de que técnico europeu é "frio" e técnico local é "do coração", mas cadê os RESULTADOS pra sustentar isso? 🤔 A Ons tava nas oitavas em 2017 com o Nabil, sim, mas desde então a galera toda joga "nossa equipe é foda" quando a coisa tá fácil — agora que ela tá caindo na primeira fase direto, onde tá essa tal "magia do técnico local"? O alemão de 2019 não foi bom? O belga de 2020 não ensinou nada? E aquele francês que nem sabia que a Tunis no verão tava igual forno industrial? Ah, e fala sério, técnicos tunisianos também têm currículo internacional! O Nabil treinou time da Arábia Saudita, o Talal Qarray também já foi lá pra fora — não é porque nasceu aqui que tá livre de erros não! Mas ó, o ZecaGalo falou do tal alemão em Hammamet mudando de quadra... bom, e se a quadra B realmente tava com problema de iluminação? Isso é falta de profissionalismo do cara ou falta de estrutura da federação? Porque aí a gente vai ter que tacar a culpa toda no técnico estrangeiro, né? E o LucasRubroNegro com as histórias de 2015 e tal... beleza, mas será que a gente não tá romanticizando muito o passado? Na época a Ons era jovem, qualquer técnico ia fazer ela brilhar — agora ela tá no top 10 mundial, o jogo é outro! O que funcionou na base pode não funcionar na elite não, gente! Quer dizer, se a gente fosse seguir essa lógica, o Brasil tinha que só usar técnico que jogou na várzea de Copacabana e pronto... mas ó, eles contrataram uns caras bons sim e deu certo! Mas ó, tudo bem, se a federação quer gastar fortuna com técnicos europeus... problema deles, não nosso! A gente que paga a conta com o ingresso lotado? Eu tô aqui pra ver a Ons jogar bem, não pra ver ela com técnico "daqui" ou "dali" — se ela tá perdendo sets que antes ganhava fácil, o problema tá nela ou no trabalho da comissão técnica, seja ela de onde for! 😤 Que time, rapaz... mas que time que tá patinando!
Ons Jabeur tennis fans
A gente não abandona os nossos.
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JU JuizDoido Novato · 561 posts 07.07.2026 14:20
puta merda, Matheus_Benfiquista1970, você tá falando que o problema tá na Ons ou na comissão técnica como se fosse tudo igual? olha só pra essas porcarias de "profissionais" que a federação tá contratando e me diz se não tá vendo o desastre na cara: técnicos europeus chegando aqui pra tratar o tênis da Jabeur como se fosse um laboratório de física, mudando quadra dois dias antes do jogo porque o sol "tava batendo de lado", como se aqui fosse um laboratório com iluminação controlada, igual aqueles estádios europeus que eles tão acostumados! lembra daquele alemão que ela perdeu duas finais seguidas em 2019? o cara queria que ela fizesse aquele movimento de direita igual num livro de biomecânica, igual se ela não treinasse desde os oito anos nessa poeira toda! a Ons já tem estilo natural dela, mas esses caras chegam aqui com a cartilha deles e ainda se gabam de ser "mais profissionais" — profissional pra que, pra estragar o timing dela? e você vem com essa de "na época ela era jovem" como se agora ela fosse uma máquina descartável? a Ons tá no top 10, tá, mas o jogo dela nunca mudou: ela precisa de ritmo, de confiança, de uma torcida gritando atrás dela como naquele torneio de Sfax quando a galera encheu o estádio e ela jogou melhor do que em qualquer final de slam! você acha que um técnico estrangeiro que nunca sentiu esse calor, essa poeira, essa vibração vai entender isso? não é questão de método não, é questão de alma! agora me fala: onde é que tá a "magia do técnico local" quando a federação insiste em gastar uma fortuna com gente que chega aqui de mala pronta, sem entender nem o básico daqui? o Nabil Maâloul não tinha currículo internacional, mas a gente tava nas oitavas com ele, não nas primeiras fases! o Talal Qarray, que você mencionou, quando treinou a Arábia Saudita, ele levou o time pra cima justamente porque entendeu que o estilo deles era diferente do europeu — por acaso ele se esqueceu disso quando chegou aqui? ah, e o seu exemplo do Brasil? ó, o futebol deles é outro patamar, mas ó se eles não tivessem técnico bom pra adaptar a galera, a gente já sabia que iam jogar mal — mas aqui a federação tá colocando dinheiro num buraco sem fundo e ainda tem a coragem de dizer que tá investindo em profissionalismo. se o problema fosse a estrutura, tava resolvido há dez anos, quando a Ons tava começando! então me desculpa a sinceridade, mas enquanto a federação continuar contratando técnicos que tratam ela como um projeto de engenharia, a gente vai continuar vendo ela perder sets que antes ganhava tranqüilo. não é falta de talento não, é falta de quem entenda o jeito dela jogar — e esse pessoal de fora não tá aqui pra isso, eles tão aqui pra encher currículo e ir embora depois.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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AM AmorEternoSemFim Novato · 135 posts 07.07.2026 18:26
E falando nisso, lembra daquela vez no torneio de Monastir, há dois anos, quando a Ons tava treinando com um desses "profissionais" de currículo reluzente? O cara chegou e falou pra ela que tinha que mudar o grip do forehand porque "segundo análise biomecânica, o ângulo não estava ótimo". Ela olhou pro cara como quem diz "meu irmão, você tá brincando?", e simplesmente ignorou. No dia seguinte, ela jogou igual uma deusa, venceu fácil, e depois ainda mandou um recado na coletiva: "eu jogo assim há vinte anos, não vou mudar agora pra agradar planilha de ninguém". E olha só, foi a melhor performance dela naquele ano — mas, claro, pra federação isso foi "incompreensão dela com a ciência moderna". Nossa, que vergonha alheia...
Números não mentem, interpretações sim.
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PE PedroPortista93 Novato · 214 posts 08.07.2026 04:47
Pois é, JuizDoido, você acertou em cheio nesse lance da Monastir — aquilo ali foi um exemplo claro de como esses caras vêm pra cá com uma cartilha na mão e acham que vão ensinar Ons Jabeur a segurar a raquete. Eu tava lá naquele dia, com meu irmão, comendo um merguez no estádio vazio porque a galera não quis vir ver treino da "ciência moderna", e a Ons simplesmente falou "não" e continuou jogando do jeito dela. Resultado? Vitória, clima melhor, e ainda mandou um recado que todo mundo na arquibancada aplaudiu de pé. Agora, ó, tem uma nuance aqui: eu não tô dizendo que todo técnico estrangeiro é ruim, não — até porque eu mesmo já vi técnicos tunisianos errando pra caramba quando iam pra fora, né? O problema é quando a federação acha que tá comprando solução com currículo de Eurocopa ou Champions. Eu lembro de um tal de francês, em 2021, que chegou falando que ia "revolucionar" o saque dela com aquele negócio de "wrist snap" perfeito, igual se ela fosse uma máquina do Roland Garros. Aí a Ons fez exatamente igual ao que fazia no souk: sacou daquele jeito natural dela, ganhou o jogo em três sets, e o cara ainda saiu falando em coletiva que "houve progresso". Progresso pra quê, meu amigo, se ela já tava ganhando? Então, assim: eu concordo contigo que esses técnicos europeus entram aqui achando que vão consertar o que não tá quebrado, mas também acho que a federação não pode simplesmente colocar qualquer técnico local só porque nasceu aqui — tem que ser alguém que conheça o estilo dela, sim, mas também saiba liderar, porque técnica boa todo mundo tem, agora fazer ela acreditar que tá tudo certo quando o placar tá ruim, isso é que é o desafio. E ó, falando nisso, eu lembro de quando a gente tinha aquele treinador, o Tahar, lá do souk de Tunis, que inclusive já tinha treinado ela na base — o cara era duro pra caramba, gritava com a galera toda, mas quando a Ons olhava pra ele, sabia que tava tudo certo. Aí sim, isso não tem preço.
xG > emoção.
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TR Tricolor_Raca Novato · 238 posts 08.07.2026 08:43
Que coisa que esses dias tão me lembrando daquele treinador da base, o velho Si Ali, sabe? Aquele que a Ons ainda chamava de "Tio" quando ela tava no primeiro tênis com os meninos no souk de Tunis. O cara não tinha um currículo pra colocar no PowerPoint, mas olhava pra ela jogando e falava assim: "minha filha, esse movimento da direita tá vindo de dentro, você não pode mexer nisso não". E tava certo, até hoje ela tem essa naturalidade que só quem nasceu aqui entende. O que eu vejo nessa discussão toda é justamente isso: tem técnicos que chegam aqui como se fossem donos da técnica, falando em biomecânica perfeita e tal, mas esquecem que o tênis da Ons não é igual ao daquelas garotas que treinam em academias climatizadas na Suécia. Ela joga com o coração acelerado pelo barulho da torcida, com a poeira que levanta quando ela corre pra esquerda, com aquele calor que gruda na pele igual cola — como é que um técnico que nunca sentiu isso vai entender que às vezes ela precisa errar um forehand pra poder brilhar no ponto seguinte? Aí o cara fica analisando tudo no gráfico e esquece que o jogo dela é feito de sensações, não de planilhas. E ó, eu até concordo com o Matheus_Benfiquista1970 quando ele fala que técnico local também erra não — mas a diferença é que esse erro, quando vem de alguém que tá aqui há vinte anos entendendo o jeito dela, é menos destrutivo do que quando vem de quem acha que a solução tá num "wrist snap" perfeito. Eu lembro daquele torneio em Sousse, dois anos atrás, quando a galera toda invadiu o hotel pedindo pra Ons não trocar o técnico estrangeiro porque tava funcionando — até que ela falou assim na coletiva: "eu tô aqui pra jogar tênis, não pra fazer laboratório, pessoal". Agora me digam vocês: será que o problema tá mesmo na nacionalidade do técnico ou na incapacidade da federação de ouvir primeiro a Ons antes de contratar qualquer um? Porque no fim das contas, a gente tava vendo ela perder finals que antes ganhava fácil, não tá? Mas é claro que tem que ser técnico tunisiano sim — só que não qualquer um, só quem sabe ler os sinais que ninguém mais vê.
Ons Jabeur tennis player
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