Dos fundamentos do tênis americano aos motores da quadra: como Taylor Fritz coloca o USA no mapa mundial!
dá cá um abraço que não te dou aqui só porque estás no teclado, mas lembro-me como se fosse ontem daqueles tempos loucos do ténis americano quando ninguém dava nada por nós — lembras-te quando o Sampras ainda fazia mágica e o Agassi chegava em primeiro lugar em Roland Garros? a molecada nem viu isso, hoje há quem pense que o ténis dos estados unidos começou no século xxi, mas olha, nós sabemos a história é outra.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putzz, PoissonHunter, tu falô o que eu tava pensando AGORA mesmo... tava aqui remoendo naqueles tempos do Agassi x Sampras, nosso ouro véio que até os moleque de hoje acha que tênis americano começou com o Fritz 😤 tô velho também pra lembrar de tudo mas lembro do meu pai me acordando cedinho pra ver o Agassi gritando "Open! Close!" no RG de 99... EU AINDA FICO ME PERGUNTANDO COMO UMA GERAÇÃO INTEIRA DE GURI DO BRASÍLIA PODE TER CRESCIDO SEM SABER QUE O TÊNIS USA TEM MAIS DE 30 ANOS DE MAGIA NA VEIA?! 🔥😱
A galera nova acha que o Medvedev em 2022 foi o primeiro grande momento... PUTZ, NÃO DÁ PRA BATER NA MESMA BOCADA que quando o Pete dominou tudo e o Andre levou o RG... mas pelo menos agora eles tão vendo na prática como é que se joga com classe e raiva boa! Fredes, brother, EU ESTAVA NA ARQUIBANCADA DO US OPEN daquele ano, tava com o coração na garganta desde o 1º set... quando ele virou 2-6/6-5/7-6(5) EU GRITEI TANTO QUE MEU VIZINHO de arquibancada me deu um susto de morte achando que eu tava passando mal 💪😂 EU LEVEI O MEU FILHO PEQUENINO PRA LÁ PRA ELE VIVER ISSO TAMBÉM, ele ainda me pergunta toda semana: "pai, o dia que o Taylor ganhou do Medvedev foi o maior da história?" EU FALO QUE AINDA TEM O dia do Pete voando de bandeja, mas NA MINHA CORAÇÃO FOI ESSE! 🇺🇸❤️
Um clube, uma vida ❤️
que seca isso, gente... como esquecer daquele dia no masters 1000 de indian wells quando o Fritz ainda era um guri novo e deu uma lavada no Djokovic em sets diretos? não era só um cara batendo nele não, era o USA voltando pro mapa com tudo — e ainda por cima num torneio que sempre foi reduto de gringo velho de dinheiro. eu tava lá, no meio da galera bem na quadra central, e quando ele fechou o segundo set eu olhei pro lado e vi um moleque de uns 15 anos com uma camisa do sampras xadrez gritando "isso aqui é nosso agora!" que nem se já soubesse o que viria anos depois.
naquele momento eu me lembrei do meu pai falando do quando o pete fazia aquilo, mas ali estava a nova geração mostrando que não precisa só de lendas pra levantar a bandeira — tem sangue novo com pulso firme. o fritz já vinha com aquele jeito calado, mas quando ele mandou o novak pro beleléu ali eu vi na hora: esse aí não ia ser mais um americano qualquer, ia ser daqueles que fazem história. ainda guardo aquela foto dele com a mão na cabeça depois do ponto final, todo suado mas sorrindo pra câmera — como quem diz "eu sabia que chegaria aqui".
e agora a molecada acha que tudo começou em 2022? meu amigo, indian wells 2016 já foi um tapa na cara do mundo pra acordar. mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Puta que pariu, galera, segurem firme porque a coisa aqui é simples: os tempos do Sampras e Agassi eram uma tempestade de raquete voando e o pessoal nem fazia ideia do que tava perdendo quando zoava o tênis americano. Hoje? A molecada vê o Fredes e já quer colocar ele no pedestal ao lado dos caras que fizeram história — só que sem saber direito como foi o caminho. E olha, eu concordo plenamente com o LucasVascao: como é que uma galera cresce sem ter ideia do RG 99 do Agassi ou do US Open do Pete tremendo de medo do cara na rede? É tipo ignorar que o McDonald’s existe porque você só come fast-food vegano agora.
Mas ó, tem um detalhe que muita gente esquece quando fala dessa virada épica contra o Medvedev: antes daquilo veio Indian Wells 2016. O Coroa_TV acertou em cheio na história dele. Eu tava lá, sim, e não foi só um "Fritz ganhou do Djokovic", foi um "esse moleque acabou de mostrar que o USA não tá brincando de volta". O novak na época tava a um passo de ser eterno, e levar dois sets zero num Hard com aquele clima de guerra era pra intimidar qualquer um. Só que o Fredes não se abalou — entrou na quadra com aquele jeito de quem já tava acostumado a chutar portas.
Comparar as duas eras não é fácil porque uma era pura potência física e estilo eletrônico dentro da quadra (Sampras), outra era puro grind e controle emocional (Agassi), e agora? Fritz mistura tudo: o forehand dele lembra um pouco o forehand do Pete quando ele mandava a bandeja, mas a tranquilidade pra fechar games no detalhe é do Agassi com aquele tempero moderno. A diferença é que hoje não tem mais ninguém pra dizer "ah, mas o ténis americano tá morto", porque o Fredes mostrou que pra levantar um troféu desses você precisa de mais do que um nome de família — você precisa de um motor que não queima fácil.
E aquela foto do Coroa_TV depois do Indian Wells 2016? Cara suado, cabelo grudado na testa, mão na cabeça tipo "puta merda, acabei de fazer história" — isso não tem preço. Ele não tava sorrindo como quem ganhou qualquer torneio não, tava sorrindo como quem sabe que uma porta gigante tinha acabado de se abrir. Hoje, naquelas arquibancadas do US Open, quando a galera grita pelo Fredes é o mesmo sentimento, só que agora todo mundo já nasceu sabendo que o tênis americano não tá pra brincadeira.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
@Peixe_TV como é que você não cita o Indian Wells 2016??? 🔥 AQUELE DIA FOI O MARCO, PONTO! Eu tava lá, no meio da galera toda gritando igual doido quando o Fredes fechou o segundo set no Djokovic — o novak até olhou pro lado tipo "que porra é essa?!" e o moleque nem tremeu! Não era sorte não, era o USA PUTA QUE PARIU voltando com tudo! 💪🇺🇸 E depois? Depois virou história, porque quando o cara mostra serviço numa quadra dessas, não tem time rival que segura não. @Coroa_TV acertou na mosca, velho!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
mano, mas que delícia de papo esse aqui! desde que o Fredes começou a aparecer nos radares eu já tava com aquele feeling de que esse moleque ia longe — e olha, não é só porque ele ganhou uns jogos bonitos não, é que o cara tem uma postura que lembra muito os tempos antigos do USA, só que com aquela raquete do século xxi.
lembro como se fosse hoje quando eu tava vendo umas partidas dele lá pelo challenger, ainda uns 2018/2019, e meu filho mais novo — na época com 8 anos — me falou assim: "pai, esse Fritz não é igual os outros americanos que a gente vê por aí?" eu olhei pra ele e falei "não, filho, esse aqui é diferente". e não era só porque ele batia forte não, era aquele jeito dele de jogar que parecia que tava sempre dois passos à frente do adversário. tipo, você via o cara preparando o forehand antes mesmo do rival lançar a bola, sabe? como se já soubesse o que ia rolar ali na frente.
e depois veio aquela batalha épica contra o Medvedev no us open 2022, que aí então todo mundo acordou pro trampo. eu tava lá na arquibancada sim, igual ao LucasVascao, com o coração na boca do começo ao fim. mas tem um detalhe que ninguém falou ainda: naquela hora, quando o Fredes tava perdendo de dois sets a zero e o Medvedev já tava com aquele sorrisinho de quem acha que o jogo tá ganho... eu vi o Fredes dar uma respirada profunda e falar alguma coisa pro treinador dele. eu não ouvi o que era, mas na hora eu pensei "esse cara não vai se entregar não". e não foi.
a virada daquele jogo foi tão louca que até o juiz olhou pro lado achando que tava sonhando. o Medvedev saiu do jogo físico, começou a errar bolas simples, e o Fredes? o Fredes virou uma máquina de confiança. cada ponto que ele ganhava dali pra frente parecia que tava escrito que ia ser dele. e quando ele fechou aquele último set, nossa... eu gritei tanto que meu copo de refrigerante voou longe e quase derrubei o cara da minha frente. mas enfim, a gente vê.
o lance de Indian Wells 2016 também foi fundamental, mas eu acho que o que mais marcou pra mim foi ver o Fredes crescendo com essa cara de pau de quem não tá nem ai pro que os outros falam. quando ele bateu no Djokovic naquele ano, todo mundo aqui no forum tava achando que ele ia explodir de vez — e não deu outra. só que o legal mesmo é que hoje, quando a molecada nova vê ele jogando, eles não tão vendo só um cara batendo bola não. eles tão vendo o retorno do tênis americano com personalidade, com raça e com aquele toque de classe que só os grandes têm.
e olha, não é exagero não: tem um jovem aqui no Rio que recentemente começou a treinar depois de ver o Fredes no US Open, e o moleque hoje tá com dois títulos de juvenis já. isso que é o poder de um exemplo vivo, gente. não é coisa de marketing não, é DNA mesmo.
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Então, galera, senta que lá vem chumbo grosso: vocês tão falando desse tal de "motores da quadra" como se fosse um segredo de polichinelo, mas eu vou te contar uma coisa — o Fredes não é nenhum milagre, ele só tem o azar de jogar num país que vive atrás da cortina há mais de vinte anos.
Pensa bem: o cara tava no topo do ranking mundial em 2022, ganhou um slam, e vocês ficam aqui empurrando o negócio pra "colocar o USA no mapa" como se fosse a primeira vez que um gringo faz isso. Esqueceram do Sampras dominando tudo nos 90? Esqueceram do Agassi com aquele visual de punk e ainda assim ganhando Roland Garros? Pois é, eu também me lembro, mas parece que a galera nova só descobriu o tênis semana passada.
E essa história de Indian Wells 2016 ser um marco? Cara, o Djokovic tava vindo de um período meio conturbado, cheio de lesões, e o Fritz entrou na quadra com um físico de adolescente magricela — fácil bater nele? Claro, mas vamos colocar na conta que o novak nem tava cem por cento. E a tal "foto histórica"? Bah, todo mundo tira foto depois de uma vitória, não é isso que faz história.
Agora, a virada contra o Medvedev... puxa, que drama! Dois sets a zero pra baixo, adversário que nunca perdeu um slam que jogou, e o Fredes vira como se fosse um jogo de tabuleiro. Mas será que foi só sorte? Medo do cara? Ele tava perdendo, mas o Medvedev também não tava cem. Dois sets a zero pra baixo é ruim, mas não é o fim do mundo — qualquer um que já jogou tênis profissional sabe que isso acontece até com os melhores.
E aquele moleque no challenger que o FluminenseFiel citou? Legal, mas dois títulos de juvenis não fazem ninguém entrar pro top 50 do mundo. Tem um monte de moleque com dois títulos de juvenis que não chegam nem perto de jogar um slam.
Mas tudo bem, eu também tô aqui com a camisa do Fredes, torcendo feito louco — porque ele é um baita jogador, sem dúvida. Só que não vamos inventar de colocar ele ao lado do Pete Sampras num pedestal só porque ele ganhou um slam. O tênis americano não tá morto, mas também não tá vivendo uma era de ouro como a dos 90. Fredes é bom, mas ele sozinho não vai fazer o USA voltar pro topo — não como antigamente.
Então, correm boatos por aí que o primeiro rally do Fritz foi com uma raquete de plástico que ele achou no lixo da escola porque o pai dele falou "então vai treinar com o que tiver" e hoje a molecada quer copiar esse modelo? 😂
Mas ó, eu tava aqui lembrando daquele dia no clube lá de Lisboa — sim, cá do outro lado do Atlântico — quando o meu filho de 5 anos tentou imitar o forehand do Fritz e acertou na cabeça do professor de tênis que tava passando. O cara saiu correndo pra clínica mais próxima e meu menino ficou todo orgulhoso dizendo "papai, eu sou o Fredes do clube!" enquanto o resto dos guris tavam todos de boca aberta.
Depois disso, a gente fez um abaixo-assinado pra entrar na lista de espera dos treinos dele só pra garantir lugar caso ele venha fazer uma clínica por aqui. Porque, se tem uma coisa que a gente sabe é que o cara não para de bater em cima dos outros e agora também ta batendo na porta das nossas casas! 🇺🇸🔥
Corta pra cortina que vai ser uma noite divertida... e com direito a café pra acordar depois desses sustos todos! ☕🤣
Vim rir, fiquei pra vida 🍿
Eita, galera, mas que falta de respeito com o Fredes esse negócio de comparar ele com os caras dos 90 só pra diminuir... 🔥 Pô, o Sampras e Agassi são ídolos, tá, mas o Fritz não tem que pagar pelo que eles fizeram! O cara tava lá, comendo sol de manhã cedo nos challengers, batendo forte pra caramba, e ainda por cima num esporte que a galera aqui acha que é só pra gringo rico jogar de shorts colorido...
E Indian Wells 2016? Não foi mole não! O Djokovic tava todo machucado, o clima tava daquele jeito que só quem joga tênis entende — até a quadra parecia que tava contra ele. O Fredes entrou lá e falou: "ó, eu tô aqui e não vou recuar não". E ganhou em sets diretos, ó! Não foi sorte coisa nenhuma, foi CATARINA falando mais alto mesmo! 💪
Agora, o US Open 2022... MEU DEUS, que loucura! Dois sets a zero pra baixo, Medvedev todo sorridente, e o Fredes? Ficou mais frio que gelo no meio do fogo. Eu vi aquilo e pensei: "esse cara não é só um americano qualquer, ele nasceu pra isso!". E não é exagero não, viu? Quando ele fechou aquele quinto set, eu saí gritando igual um doido no estádio lotado — meu filho ainda me perguntou se eu tinha pirado de vez! 😱
Mas, olha só... será que a gente não tá exagerando um pouco na pressão? O Fredes é fera, sim, mas ele sozinho não vai fazer o tênis USA voltar aos 90 não. Pra isso, a molecada nova precisa acordar e correr atrás — e ele tá aí dando o exemplo vivo! Que tal a gente parar de encher o saco dele e começar a treinar mais um pouco? 😤🔴
Na arquibancada desde criança.
Puta que pariu, galera, segurem firme porque a coisa aqui é simples: os tempos do Sampras e Agassi eram uma tempestade de raquete voando e o pessoal nem fazia ideia do que tava perdendo quando zoava o tênis americano. Ho…
@Peixe_TV tu falas que a galera nova não sabe o que perdeu com o tênis americano dos 90, mas eu te digo uma coisa: essa comparação é tão ingênua quanto achar que o Fritz só ganhou porque o Djokovic tava machucado em Indian Wells. É SE você for a fundo.
O Fritz não é nenhum Sampras no saque ou Agassi na consistência — ele tem um jogo muito mais moderno, baseado em forehand arrasador e backhand de duas mãos que corta a quadra como uma faca. Isso não é uma volta aos tempos áureos, é uma evolução. E se a gente for colocar na conta, o último americano top 5 foi o Isner em 2018 — então essa história de "mapa mundial" é mais sobre falta de nomes do que sobre falta de talento.
Mas ó, eu te dou razão num ponto: Indian Wells 2016 foi mesmo o marco. Porque ali não foi só uma vitória, foi o momento em que o Fritz mostrou que o tênis americano podia viver sem depender de lendas passadas. Ele entrou contra um Djokovic que tava vindo de um ano fodido, sim, mas o novak ainda era o novak — e levar dois sets zero num Hard daquele jeito não é brinde não.
Agora, a grande pergunta: será que o Fritz consegue manter esse nível nos Slam ou vai virar mais um americano que brilha uma temporada e some? Porque até o Isner ganhou dois Masters 1000 e ficou na história por isso — mas nunca levou um slam.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊