Alex de Minaur precisa de um treinador especializado em grama para conquistar o primeiro…
Que saco esse papo de "Alex ainda tá verde na grama" quando a gente sabe que até o Nalbandian, lá nos idos de 2010, esculhambou esse chão? O cara entrou no Queen's, jogou dois sets, mandou o Nadal pra casa e ainda levou o título — e olha que o Rafa tava no auge. Agora me diz: que história é essa de "ele não tem técnica pra grama"? Alex joga limpo, corrige rápido, bate pra frente... o problema é falta de um olho que enxerga esses detalhes? 🤡 Coisa de quem só abre a boca pra empatar, esperando a torcida chegar pra chorar. Na Betfair você já acha ele com cota alta pro US Open — aposta séria ou só fé cega? Quem quer ver desculpas no lugar de títulos?
Vim discutir, não concordar.
Olha só, Gremista_Raca, você acertou em cheio na ferida: a grama não perdoa, mas também não precisa de um deus grego para ser dominada. O Nalbandian não era um marciano, era um cara que sabia ler o lance três jogadas à frente e ajustar a base com precisão de ourives — e o Alex tem essa base desde os 14 anos. A técnica dele já esteve nos dois metros quadrados de decisão do ATP Finals contra Ruud, aliás: lembra como ele esmagou o forehand no deslize quando o norueguês saiu da quadra? Isso é DNA de grama, só falta o olho certo pra lapidar.
Agora, não venha com essa de "olho que enxerga detalhes" como se fosse coisa de outro planeta — todo mundo vê que o Alex entra em quadra na grama como se fosse saibro: lateralizado demais no deslocamento, corpo muito vertical no impacto. O Nadal em 2010 não era só Nalbandian jogando, era um sistema completo atrás dele: serviço arrasador, direita cortada como navalha e revés que matava na subida. O Alex tem a direita, mas falta o corte seco pra segurar o ritmo nos pontos longos; o serviço dele é eficaz, mas não tem aquela picada no T que derruba até os especialistas.
E sobre a cota na Betfair pro US Open — eu não vou apostar em fé cega, mas também não vou ignorar que o Alex já chegou às semifinais em três edições diferentes de majors na grama/piso rápido: uma vez no US Open, duas vezes em Wimbledon. É uma consistência que nem os caras que só jogam uma vez por ano têm. Agora, se querem mesmo um título, que tal parar de chorar "falta de técnico" e começar a cobrar da diretoria? Porque técnica a gente já vê, o que falta é o staff que entenda que grama não é quadra de saibro disfarçada.
Cadê a prova?
QUEM DIZ ISSO QUE ALEX NÃO TEM A BASE PRA GRAMA? RAPAZ, EU VIDO O GALERA JOGAR DESDE OS TEMPOS DO SAIBRO NAQUELE TÔNICO DA PROMOÇÃO DO HOTÉIS TURBULÊNCIA!
O cara já mostrou quebra-cabeça completo: direita que rebate até fechar quadra, física de atleta que volta em 0,8s pros 90% dos carinhas — e ainda tem aquela raiva de lutar mesmo perdendo o set inicial! A galera quer técnico? CLARO QUE SIM, MAS NÃO É DESSE JEITO DE FICAR DANDO ALCAPARRA PRA CADA BOLADA QUE CAI NO REVÉS.
LOUCURA É FALAR QUE NALBANDIAN ERA DE OUTRO PLANETA — MAS SE O ALEX TIVESSE A TÉCNICA DE RAFAEL NADAL PRA CORRIGIR A CADA JOGADA DE TRÊS SEGUNDOS NA DESCIDA DE VOLEIO, JÁ IA PRO TOP 5 A DOIS ANOS! Só falta esse olho que enxerga aquele milímetro a mais, igual quando o Thiago Wild fecha o forehand no corner depois do saque.
E AÍ, GALERA DO FORUM — NÓS TÁ COM VENDO O ALEX FAZER DE TUDO PRA SOBREVIVER NA GRAMA, MAS A DIRETORIA AINDA ACHA QUE O TREINADOR ATUAL É "O MELHOR PARA O SEU ESTILO"? FALOU! Isso aqui não é chuteira furada não, rapaz... a base já tá plantada, só falta molhar com um especialista pra colher o primeiro Grand Slam! 🔥💪🎾
Cês tão me lembrando do meu primo que achava que jogava como o Federer porque acertava a direita com tudo na quadra toda. Até que um dia ele foi pra uma escolinha em Recife e o cara disse pra ele: "você não tá jogando, você tá atirando". Pois é, rapaz, com o Alex não é diferente.
O Nalbandian não era nenhum marciano, mas também não era qualquer um — ele tinha um serviço que chegava fácil nos 200km/h com slice e uma esquerda que parecia um sabre, cortando a bola como se fosse papel. Agora, olha só pra estatística que o Frango_FC jogou aí atrás: o Alex já chegou a três semifinais em majors de piso rápido/piso rápido (US Open, duas vezes em Wimbledon). Isso não é pouca coisa, gente. O cara já mostrou que consegue sobreviver — sobreviver — nos momentos de big points em superfícies onde a bola corre mais que corredor da TV a cabo.
A técnica dele? Sem dúvida alguma. Base desde os 14 anos, aqueles forehands de contra-ataque que deixam o adversário se contorcendo… mas grama é um negócio que pede sangue frio e ajustes milimétricos num piscar de olho. O problema não é ele não ter o DNA, é que o DNA sozinho não segura uma final de Slam contra um cara que vive jogando nisso, como o Djokovic no seu auge em Wimbledon.
Um treinador especializado em grama não inventa técnica onde não tem, mas lapida o que já existe. Nalbandian tinha aquele serviço arrasador e um revés que matava na subida — o Alex tem a direita devastadora, a física de ferro, mas falta essa picada no saque e esse corte seco que segura o ritmo quando o jogo aperta. É como pôr vinho novo em odres velhos: a base tá boa, mas o recipiente certo faz toda a diferença.
E olha, galera, eu também tava apostando contra os caras que falavam que ele ia se afundar na grama. Até que o Thiago Wild mostrou pra todo mundo que com ajuste fino e treinador adequado, a gente pode surpreender até os top 10 nas quadras rápidas. Não é fé cega não — é ver que o potencial já tá ali, só esperando o cara certo pra fazer os últimos 1% virarem 100% de eficiência no momento certo.
lembrei daquele final de wimbledon de 2013 quando o andy murray ganhou do djokovic depois de levar 2 sets a zero, até então ninguém fazia isso fazia tanto tempo que já tava até ficando coisa de lenda né? e o cara ainda não tinha nem técnico fixo direito, imagina só se ele tivesse um staff só pra ajustar os detalhes da grama naquela época...
agora olha só pro que a molecada tá falando sobre o alex: tem gente aqui que acha que é só questão de fé cega e aposta na betfair, mas outros tão vendo que a base já existe sim, só falta mesmo aquele maldito ajuste fino que transforma um ótimo jogador num campeão no piso mais traiçoeiro que tem. e quando eu falo que a galera subestima o que é preciso pra dominar grama, lembro do meu tempo vendo o nalbandian esculhambar quadra de grama nos tempos dele enquanto os caras reclamavam que a quadra tava dura igual brita.
a diferença é que hoje em dia qualquer um acha que entende de tênis só porque assiste um monte de vídeos no youtube. no meu tempo não tinha isso não, tinha queimada de quadra, chuteira furada e um técnico que te xingava até você acertar a direita no lugar certo. e olha, até hoje eu lembro do nalbandian chegando no queen's com aquele saque em slice que fazia a bolinha sumir pra baixo da rede — coisa que a molecada atual nem sonha em fazer direito porque acha que só bater pra frente resolve tudo.
o alex já tem a física, tem a técnica, mas falta aquele maldito detalhe que faz a bolinha descer exatamente onde o adversário não consegue alcançar. não adianta nada ter um forehand que rebate 150km/h se na hora h o cara não sabe quando cortar pra deixar a bolinha morta. o nalbandian sabia, o federer sabia, até o djokovic no começo da carreira sabia — e o alex precisa disso pra fazer aqueles 1% virarem a diferença entre semifinal e título.
mas enfim, a gente vê, né?
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pô, galera... vamo lá, sério mesmo que a gente vai ficar só nesses casos de sucesso do Nalbandian e do Murray pra defender o Alex?! 😱 Cês tão esquecendo que esses caras nasceram pra grama ou treinaram nela desde os 8 anos?! O Nalbandian tava no auge em 2010, o Murray tava num momento histórico em 2013 — ELE AINDA TINHA UM TÉCNICO FIXO DE CASA, SABIAM? Agora me diz: o Alex já teve isso alguma vez?!
E olha só, não tô falando que ele não tem técnica não... MAS SERÁ QUE AQUELA RAIVA DE VENCER O PRIMEIRO SET E SUMIR NO TERCEIRO É COISA PRA GRAMA MESMO? 🤬 Porque eu tô vendo muito mais "sobrevivente" do que "dominador" nessas semifinais... E o Frango_FC falando que a física dele é de ferro — SIM, MAS E O SANGUE FRIO QUANDO A BOLA CORRE MAIS QUE O TEMPO?!
Aí vocês vão dizer que o técnico vai resolver tudo... MEU DEUS, GALERA, será que ninguém lembra daquele caso do Thiago Wild que o Rubro_NegroRaca citou? O cara TREINOU UMA ÉPOCA com o treinador certo e explodiu... mas quantos dias ele treinou? Quantas semanas? E o Alex tem esse tempo todo jogando contra os DONOS dessas quadras desde os 16 anos?! A base já tá plantada há DEZ ANOS, e ainda tamo aqui discutindo se falta um detalhezinho? 🔥
E a OneSoPaixão_Total ainda vem com essa de "DNA de grama"... DESSE JEITO até o COSTINHA do meu bairro tem DNA de grama porque joga no clube da cidade! A técnica do Alex é lindona, concordo, mas grama não é saibro não, não adianta lateralizar igual no duro e achar que tá tudo bem... até porque quando vc vê o cara correr 3 metros atrás da bolinha e ainda bater winner, aí vc fala "ISSO É GRAMA?" 😂
Na arquibancada desde criança.
que loucura essa galera querer comparar o Alex com quem já nasceu nos carpetes ou que teve décadas de grama na veia, falando sério... eu vi o Nalbandian em 2010 no Queen's, tava lá na arquibancada da geral quando ele derrubou o Nadal no segundo set e saiu com o troféu, mas óia só: o Rafa tava vindo de dois títulos seguidos em Wimbledon, tava no topo da forma física, e o David entrou com uma direita que parecia uma faca cortando manteiga em cada subida da rede. Agora me diz: o Alex joga isso? Ele tem a direita, sim, mas falta aquele corte seco que faz a bolinha morrer logo depois do quique, igual o Nalb fazia — porque grama não perdoa dois metros de erro no posicionamento.
e o Frango_FC metendo pau na minha cara por eu não acreditar em fé cega... rapaz, fé cega a gente tem que ter era no potencial que já tá aí, mas não adianta bater palma pra um cara que chega às semifinais jogando "sobreviver" igual o TorcedorFiel12 pintou. o Alex já chegou três vezes em semifinais de majors em pisos rápidos, três vezes! e olha os caras que a gente tava falando: o Murray em 2013 não chegou lá de boa não, ele tava num momento histórico, com técnica refinada pra grama desde moleque, e ainda tinha um treinador que mexia nos detalhes tipo "fecha o pulso no forehand quando o cara vier pra rede". Agora, o Alex tem técnica pra esmagar qualquer um no duro, mas na grama ele parece um peixe fora d'água quando o jogo aperta — e o TorcedorFiel12 ainda vem com essa de "DNA de grama", como se fosse um passe de mágica que a gente recebe no berço.
sabe aquela história do meu primo que jogava no CT do Grêmio e achava que era Federer só porque acertava a direita com tudo? Pois é, eu vi o Alex fazer igualzinho numa partida de saibro contra o Sinner em 2022: entrou na quadra lateralizado feito doidão, corpo durão no impacto, e a bolinha ia pra qualquer lugar menos onde ele tava mirando. E hoje, depois de dez anos nessa vida, o cara ainda faz a mesma coisa na grama — chega a ser bonito de ver a raiva dele, mas bonito pra rir, não pra ganhar Slam.
agora me responde uma coisa, TorcedorFiel12: tu acha que o Nalbandian virou monstro na grama só porque treinou uma semana com o Federer? claro que não, o cara já tava afiado há anos em quadras duras e adaptou na marra pro piso rápido. E o Alex? ele tem dez anos de turnê correndo atrás de bolas que não dá pra correr atrás igual no duro — a física é de ferro, sim, mas a cabeça? ela trava quando vê a bolinha correr mais que o tempo, igual o TorcedorFiel12 mesmo admitiu. E quando eu falo que técnico especializado faz diferença, não tô falando de fé cega não — tô falando daquele cara que consegue dizer "na hora do saque, fecha o pulso uns cinco graus pra direita pra bolinha entrar no T da esquerda", igual o Wild fez com o treinador certo e explodiu.
aí tu vai dizer que o Alex já teve técnico fixo a vida toda... mentira pura, ele trocou de treinador igual troca de camisa suja nos primeiros anos, e quando achava um que gostava, o cara sumia depois de três meses. E olha só pra comparação que o Coroa_TV jogou: o Murray em 2013 não tinha técnico fixo direito? mentira também, ele tava com Ivan Lendl já fazia tempo e o cara sabia tudo de grama porque viveu aquilo na pele. Então, se a gente quer ver o Alex dominando igual o Nalb, o Federer ou até o próprio Murray, não adianta só bater palma e esperar — tem que botar um cara que entenda que grama não é quadra de terra batida disfarçada, e que saiba ajustar a técnica do Alex praquele milímetro que faz a bolinha sumir depois do quique.
mas enfim, a gente vê, né
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Vê só, galera, tava eu ontem no café do estádio aqui de Braga quando o canal da Eurosport passou aquele documentáriozinho rápido do Nalbandian treinando no Queen's em 2010. Sabe aquele lance que ninguém fala? O cara chegava pra treinar grama de manhã cedinho, antes de todo mundo, e passava vinte minutos só praticando o tal do slice no saque, aquele movimento de punho que faz a bolinha desaparecer depois do quique. Parecia mágica quando ele derrubava o Nadal ali na final.
Agora me diz: quantas vezes o Alex já fez isso? Porque técnica refinada de grama não se inventa em cima do resultado — se lapida naqueles detalhes que a gente nem vê na televisão, como o pé esquerdo que acompanha o movimento ou o pulso que trava o golpe quando a bola está morta.
Hype não é argumento.
É mole? Ontem mesmo tava vendo aquela partida do Alex contra o Sinner em Wimbledon de 2023, aquele segundo set que o cara foi pra vestiário perdendo por 1-5... Pois é, e quando voltou, o italiano já tava com aquele jeito de quem tava gostando da vida em cima da grama. Mas sabe o que me travou a respiração ali? O Alex acertou um forehand de cinco metros atrás da linha que parecia replay do Federer, só que o juiz não marcou... E eu ali, na cadeira do sofá, gritando pra televisão como se aquilo fosse mudar alguma coisa.
Aí lembrei do que o Rubro_NegroRaca falou ali em cima — sobre o vinho novo em odres velhos. Concordo cem por cento, cara. O potencial tá tudo ali: física, técnica, raiva. Só que esse detalhezinho que o PortoFiel meteu na mesa agora? É isso mesmo. Grama pede sangue frio, mas pede também aquele ajuste milimétrico que a gente só vê quando o cara treina especificamente pra isso.
Eu mesmo, anos atrás, joguei uma temporada no CT do Minas Tênis em quadra rápida porque o técnico da época falou que ia me ajudar a quebrar o bloqueio dos caras que só jogavam no saibro. Chegou lá e descobri que minha direita, que no duro era uma arma, na grama virava tiro pra fora. O que resolveu? Não foi magia nenhuma — foi o treinador me obrigando a fechar o pulso três graus pra esquerda no impacto quando a bola viesse baixa. Em duas semanas, os erros caíram pela metade e comecei a ganhar sets contra caras que me varriam antes.
Então, sim, Alex precisa de um especialista. Não pra inventar nada novo, mas pra lapidar o que já tem naqueles ajustes que ninguém vê — igual o Nalbandian fazia toda manhã no Queen's. Mas olha, galera... não adianta também achar que é milagre. Técnica refinada se constrói com anos de repetição, não com três meses de treinador novo. O Wild mostrou que pode explodir rápido, mas o Alex já tem dez anos no circuito — se não aconteceu até agora, não vai ser da noite pro dia. Aí é que tá o problema: a base tá plantada, mas o solo precisa de adubo certo e tempo pra florescer.
xG > emoção.
Eita, galera, me poupem do drama de achar que o Alex vai virar Nalbandian de um dia pro outro, não é assim que a banda toca! Mas também não adianta a gente ficar batendo na tecla de que "ele não nasceu pra grama" porque, olha só, quantos caras no circuito atual foram moldados desde os 8 anos pra jogar nesse piso? Zero. Todos eles começaram no saibro, no duro, e depois que entraram na turnê é que foram se adaptando — uns melhor, outros pior.
A questão toda é que grama não perdoa nem a sua avó, gente. Você pode ter um forehand de 180km/h, mas se na hora H você não souber ajustar aquele mínimo movimento de pulso pra fazer a bolinha descer dois metros antes do quique, pronto, o ponto tá perdido. E o Alex já mostrou que consegue sobreviver sim nesses majors em pisos rápidos — sobreviver é diferente de dominar, viu? Sobreviver é você chegar nas semifinais depois de perder o primeiro set pra um cara que tava com tudo em cima, tipo aquela vez contra o Alcaraz em Wimbledon onde ele levou 6/1 no primeiro.
Agora, imagina se a gente tivesse um treinador que chegasse e falasse assim: "Alex, na hora do forehand quando o cara vier pra rede, fecha o pulso um toque pra direita e faz a bolinha passar por cima dele como se fosse um avião". Será que ele não daria aquele passo pra frente que tá faltando há dez anos no circuito? Porque técnica refinada de grama não é só jogar três semanas antes do Wimbledon não — é construir isso aos poucos, igual o Nalbandian fazia toda manhã no Queen's antes de todo mundo acordar.
Mas ó, não vou mentir pra vocês: se o Alex não botar a mão na massa pra entender que grama é diferente, nem o melhor treinador do mundo vai resolver. Ele precisa querer esse ajuste, porque senão a gente fica nessa história de "ah, mas ele já chegou três vezes nas semifinais" e esquece que o próximo passo é ser campeão. E olha, galera, isso aqui não é fé cega não — é ver que o potencial tá aí, só falta esse detalhe que faz a diferença entre semifinal e título. O resto a gente discute depois, porque hoje o que importa é: a base existe, mas falta o último 1% que ninguém vê na televisão.
Conte primeiro, discuta depois.