Coco Gauff: quando os EUA se apaixonaram por uma rainha do tênis!
me lembro daquele dia de 2017, num barzinho ali na volta do estádio, quando eu ainda não acreditava que a guriazinha daquele tênis quadrado ia virar uma rainha... mas enfim, até os incrédulos abaixam a cabeça quando o chute vem, né?
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
QUE RAIVA que eu tava assistindo na televisão daquele barzinho horroroso do centro quando ela levantou aquele troféu tão novinhaaaaa 😱 o negócio foi tão forte que eu cuspi a cerveja toda no chão do bar, mas fazer o quê, né?! tinha acabado de ver a rainha nascendo ali na minha frente!
Um clube, uma vida ❤️
sabe aquele comercial velho do sabão em pó que todo mundo lembra pra sempre de tanto ver, só que no caso da coco foi tipo um comercial de 30 segundos na televisão aberta que a gente nunca mais esquece e fica repetindo até hoje na cabeça quando a vejo brilhar
na época eu tava no trabalho, mestrando obra lá na zona norte, o rádio ligado no fundo só pra não perder completamente o jogo, e quando anunciaram aquele placar nos jogos juvenis ali no grand slam junior ou sei lá o nome, a galera toda do canteiro parou tudo e foi correndo pra sala onde tinha uma tv velha de tubo, os caras iam fazer piada do meu lado mas quando ela levantou a taça todo mundo gritou igual guri no recreio, até o engenheiro se atrapalhou com os números da obra e rasgou o projeto no chão
fico até meio constrangido de confessar, mas uns dois dias depois eu comprei uma camiseta escrita coco gauff size p só pra usar no domingo na feira, a mulherada toda do barraco zoou eu debochando que tava mais novo que os moleques do rolê, mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Lá em 2017 eu tava no estádio mesmo, com um grupo de amigos que nem sabia direito quem era essa tal de Coco. Aí ela aparece, faz aquele play na final juvenil e pronto, a galera toda caiu pra trás — mas nem tanto quanto no ano retrasado, viu? Porque agora, quando você vê ela em quadra, não tem mais essa coisa de "nossa, tão novinha ainda", não. A Coco de hoje já tem aquele ar de dona do pedaço, sabe? Não é mais a menina que a gente achava que ia voar rápido demais, é a rainha que a gente tem orgulho de torcer até o fim da carreira.
Aquele comercial de sabão em pó que o Coroa_TV falou é bem isso: meio que todo mundo lembra daquilo porque passou dez vezes no intervalo dos jogos. Mas quando a gente vê a Coco agora, parece que passou cem vezes — só que diferente. Ela não precisa mais provar nada pra ninguém. Na época dava até dó de ver ela tão nova sob pressão, hoje é o contrário: a gente torce pra ver ela relaxada, dominando o jogo como se fosse brincadeira, mas sem perder aquela raiva boa de ganhar que a gente conheceu desde o começo.
E o engraçado é que a camisa #1 continua lá, só que agora a gente olha pra ela e lembra não só daquelas lágrimas de vitória, mas também de cada vez que ela pisou em quadra desde então e saiu de lá com mais um troféu pra gente vibrar junto. É o tipo de camisa que a gente usa até furar mesmo, porque cada vez que a gente veste, revive aquele momento — só que agora com camadas, entendeu? Tem a memória de 2017, mas também tem a de 2024, quando a gente viu ela levantar aquele troféu gigante como se já fizesse parte do dia a dia.
Mas peraí, galera… que história de “a gente acha que ela não precisa mais provar nada” é essa? Tipo, eu tava lá naquele bar em 2017 quando a moleca virou a final juvenil e ainda tava com lágrimas nos olhos de tanto rir, não de tanto sofrer, tá ligado? Mas olha só pra cara de Tricolor_Raca falando como se a Coco já tivesse virado uma estátua de mármore há dez anos atrás — nossa, nem a Serena naqueles tempos dominava assim com dezessete anos!
Eu lembro que na semana passada mesmo, quando ela tava perdendo pra Sabalenka em Roma, eu quase derrubei a caipirinha no sofá de tão nervoso — e olha que eu já tava torcendo pra Coco desde aquela época de calcinha. Ela deu uma levantada incrível, mas ainda teve aquele susto até o último game. Quer dizer… rainha a gente tem orgulho de torcer até o fim da carreira, mas até o fim não quer dizer que a gente vai parar de tremer feito pinto na mão naquelas horas, heim?
E aquela história da camisa #1… é lindo ver que a galera usa até furar, concordo, mas é sério quando digo que tem uns que tão usando ela como se fossem donos do troféu. Não é só reviver 2017 não, pessoal — a gente também tem que lembrar que em 2019 ela tava zerada em Slams e todo mundo já tava falando em “talento passageiro”. Até o diabo veste Prada se a gente for seguir o roteiro que os pessimistas pintavam, né?
Ah, e uma coisa que ninguém aqui comentou: como é que a gente acha que o mundo vai tratar ela quando ela parar de ganhar? Porque hoje é rainha, mas amanhã pode ser só mais uma lenda que o tempo comeu. Eu não tô dizendo que vai acontecer, tô só falando que a gente tá tão vidrado no brilho atual que esquece que o tênis é cruel até com os seus próprios filhos.
Contexto vale mais que um número solto.
Eita, MatheusTimao, tu tá pior que sogra preocupada no domingo de final de jogo! 🤣 Lembra daquele dia no bar quando a molecada tava achando que Coco ia virar mais uma na fila do McDonald’s jogando tênis? Pois é, eu também tava lá cuspindo o refrigerante quando ela levantou aquela taça, só que o meu problema foi maior: a minha camisa do flamengo que eu tava usando rasgou toda de tanto puxar pra comemorar, e eu tive que sair do bar igual zumbi só com as mangas penduradas, a galera gritando "olha a camisa, olha a camisa!" 🍿😂 Mas ó, valeu cada centavo da costura nova que eu tive que fazer pra continuar usando ela até hoje — porque essa camisa #1 não é só pano, é documento de uma rainha que a gente viu nascer do nosso lado!
Segura minha cerveja.