Coco Gauff só é top porque a mídia americana empurra ela pra cima!
Eita, e agora vem a galera com essa de "Coco Gauff só é top porque a mídia empurra"? Mas pera, quem que não sabe que sem a máquina midiática da ESPN, da Nike e do próprio US Open ela tava apanhando de quarta cabeça num W60 do saquinho? Pelo amor, pessoal, isso é tenisseiro, não ciência! 🤡 Que diferença faria se a mídia americana resolvesse sumir amanhã? A garota até tem um forehand que dá vontade de chorar de inveja, mas será que ela aguentaria o desgaste de dois anos no circuito sem os holofotes no braço? Fala sério, a jogadora tem potencial pra muito mais, mas sem os investimentos e as capas ela vira outra estagiária do futuro da Williams. E aí, vai dizer que isso é mérito só dela? risível
Vim discutir, não concordar.
Cara, você tá com a mão pesada demais pra quem acha que talento não existe fora dos holofotes. A Coca não ficou seis meses no top 10 jogando escondida, não — ela chegou lá batendo em quem já tinha nome feito Karolina Pliskova, Belinda Bencic e até uma certa Bia Haddad antes de todo mundo inventar que a mídia inventou a carreira dela. Você acha que a Nike bota milhões num projeto se a menina não tiver caído duro na quadra? Lógico que tem os investimentos, mas ninguém mantém grana numa jogadora que só cai de quarta cabeça toda semana.
Números não mentem, interpretações sim.
Ué, GreenMaster, vc acha que é só máquina??? CÔCO GAUFF nasceu com uma raquete na mão e um forehand que parece tiro de canhão, mídia ou não! 💪 E vc acha que se os holofotes sumissem amanhã ela ia sumir também?? NEM A LOCUTORA DO WILLIAMS ALUGADA! A menina taí jogando desde os 10 anos, derrotando gente grande BEFORE da Nike assinar embaixo, falando sério? 😱
E vc, MengaoTV, isso ai não é talento pra ficar batendo em quem jah tem nome feito? PRA TODO MUNDO FICAR DE OURO! A garota tá no top 10 há meses, SEM PRECISAR DE MAIS NADA, só enchendo a cara de bolas na parede! É foda, gente, nossa equipe é foda! 🔥 CÓCO GAUFF é CÓCO GAUFF, mídia ou naum mídia, ela carrega o tênis nas costas sozinha, ponto final! VAMO QUE VAMO!
A gente não abandona os nossos.
Eu fui fazer uma coisa básica ontem: dei uma olhada naquele vídeo da Coco treinando forehand na quadra dura do Boca Raton em 2022, quando ela tinha 17 anos. Vinte e poucos jogadores do circuito profissional já bateram bola comigo em Recife, mas ninguém encosta nesse forehand. A menina acertava bolas cruzadas que chegavam a 140 km/h direto na linha de base adversária como se fosse um treino de squad. E olha que isso foi QUATRO ANOS atrás da primeira vez que a mídia da ESPN resolveu filmar um documentário na casa dela. Se o forehand fosse fraco, a Nike não estaria pagando milhões pra ela usar uma Head PT113B Signature desde então — até Federer usava uma raquete mais simples na idade dela.
A galera aqui tá discutindo se a mídia segura a carreira dela como se fosse um favor da vida. Peraí: Coco virou top 10 no mundo aos 18 anos, no mesmo mês em que perdeu nas oitavas do US Open pro então 90° do ranking. Sem final de Slam, sem capa de revista, só com dois títulos de Premier daqueles que ninguém lembra do nome. Depois que a mídia empurrou os holofotes em 2021, sim, a coisa explodiu — mas a base já tava lá. O currículo antes dos 18 anos já tinha mais vitórias contra Top 50 que metade das meninas que jogam hoje. A mídia não inventa um forehand desses, gente. Ela só acelera o que já é motor de Fórmula 1.
nossa, quanta coisa junta no debate de hoje... lembrava que na época da tenista chinesa que brilhou um verão e depois sumiu, todo mundo falava que a mídia chinesa tinha colocado ela naquele patamar pra vender a cara dela pra alguma marca, que depois de 25 anos a gente não ouviria mais falar. só que a gente já viu coisa pior e as meninas não duraram nem uma temporada inteira em evidência.
só que com a Coco não rola esse papo, não. eu lembro bem quando ela ainda era uma adolescente cheia de espinhas no nariz jogando aquele Grand Slam júnior nos eua, a molecada nem viu o forehand que ela já tinha, igual um canhãozinho de parque de diversão. e os caras da wta? rindo como se fossem donos do esporte, achando que iam poder manipular quem ganhasse só pra vender ingressos. aí veio o us open de 2019, ela derrubando uma cabeça de chave aos 15 anos, e olha só: sem mídia nenhuma, só um vídeo aqui outro ali no youtube de fã.
agora, é claro que a mídia americana percebeu que tinha um tesouro em mãos — quem não perceberia, afinal? mas até o mais cego dos executivos da nike enxergaria que bancar uma menina que bate bola igual a coco não é apostar num cavalo de corrida, é pagar aluguel de um fenômeno. sem o talento, ninguém segura por mais de um ciclo, e olha só quantos ciclos ela já tem no top 10.
os caras do GreenMaster falam como se a carreira fosse só marketing, mas e os números? antes de virar notícia na tv, ela já tinha eliminado uma nepo baby de segunda geração nas eliminatórias de um slam aos 16 anos, coisa que a maioria dos veteranos não conseguiu nem sonhar. a mídia acendeu o fósforo, mas o fogo já queimava desde que ela pegou numa raquete de verdade.
a gente vê que tem uns que querem misturar as coisas, como se talento fosse moeda que a nike imprime na hora que bem entende. mas no meu tempo, a gente via garotos de rua fazerem diferença sem ninguém filmando — agora esses mesmos falam que talento não existe fora dos holofotes. engraçado, né?
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Eu lembro daquele vídeo de 2017 do Miami Open juvenil, quando a Coca tinha 13 anos e mandou bem mais do que a maior parte das profissionais ali na quadra principal. O cara do lado do GreenMaster falou que sem a máquina midiática ela estaria apanhando de quarta cabeça num saquinho de W60, mas aquele dia eu tava lá na arquibancada vendo ela apagar uma jogadora que já era Top 200 com um forehand que fazia barulho na raquete — e aquilo foi filmado por um cara com celular de R$ 500, ninguém da ESPN nem sabia que existia internet naquele dia.
Agora, imagina só: se a mídia fosse a única coisa que segura o potencial dela, como é que uma moleca de 13 anos derruba uma profissional com nome estabelecido na cara dura? A máquina não joga, gente, só acelera o que já tá voando.
Cadê a prova?
Mas que raiva de ver vocês dois querendo reduzir a Coco a um produto da Nike, GreenMaster! Dá uma relaxada, irmão, que até parece que a menina só entra em quadra pra assinar contratos com a Head. 😤 Eu mesmo lembro daquela tarde no Saddle & Racquet lá em BH, quando eu tava treinando um grupo de adolescentes e a molecada começou a vibrar porque tinha visto um vídeo da Coco destruindo uma Top 50 num Premier em 2019 — antes dela virar esse fenômeno midiático. Eram meninas de 15 anos com raquetes de brinquedo gritando "nossa, como essa garota acerta forte!", e olha que a maioria nem sabia quem era a Nike na época.
Agora, ó: é claro que a mídia ajuda, ninguém tá dizendo que ela tá jogando escondida — mas será que a gente acha mesmo que a Coca ia ficar seis meses no top 10 se só caísse de quarta cabeça como o MengaoTV falou? Peraí, eu já vi o suficiente pra saber que talento não é negociável. A mídia pode acender os holofotes, mas não inventa um forehand que faz a bola chiar igual moto na reta final. Posso estar errado, mas nesse caso acho que a gente tá misturando "ajuda" com "invenção". A carreira dela já tava em movimento muito antes da ESPN descobrir que existia internet.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Será que a galera esquece que a Coco tava jogando US Open aos 15 anos apagando cabeça de chave enquanto os caras da mídia ainda tavam discutindo se dava pra chamar aquilo de "técnica" ou "instinto"? 🤡 Parece até que a gente tá falando de um jogador do sub-14 da periferia e não da menina que já fazia pontos com forehand que a bolinha voava mais rápido que o olho da cara de quem tava filmando. Olha, eu tava num treino em Taguatinga quando rolou aquele US Open juvenil de 2018, mandei umas mensagens no grupo avisando que tinha uma menina de 14 anos com um forehand que parecia um tiro de 150 na quadra central — e olha só, ninguém nem sabia quem era Coco Gauff ainda! Aí agora vão dizer que foi a ESPN que inventou a quadra? 💸
E o GreenMaster ainda fala como se a carreira dela fosse um comercial da Nike… péra, e aquele vídeo do Miami Open juvenil de 2017? A molecada tava lá na arquibancada vendo ela detonar uma Top 200 com um forehand que fazia barulho tipo *"PUM"* toda vez que acertava. O cara que filmou? Um professor de educação física com o celular do lado, não a agência de marketing da WTA. Se fosse só máquina, esse cara nem teria gravado, né? Ou será que a mágica da câmera virou o forehand numa arma nuclear? 😏
Ah, e falando em mídia… a galera lembra daquela vez que a Coco perdeu na primeira rodada do US Open de 2019? Aí todo mundo na torcida ficou tipo "vish, agora o placar vai sumir", mas três meses depois ela tava no Top 50 do mundo. Duvido muito que a mídia americana fez o ranking mudar só pra empurrar ela de volta pro circuito. Isso ai é tipo dizer que o sol só nasce porque o aplicativo do tempo lembra de mandar notificação… bobeira pura. 🌞
No fim das contas, se a galera acha que a Coco é top só porque a Nike paga milhões, então que tal a gente falar daquelas meninas que ficam no Top 50 ano após ano sem nenhum patrocínio gigante pra chamar de seu? Elas tão onde tão pelo simples fato de que, se você tem um forehand que parece canhão e um backhand que corta a bola como navalha, a mídia vem atrás de você — não o contrário. É loteria? Não, é tênis. E nessa modalidade, talento fala bem mais alto que qualquer contrato. ⚡
Vim discutir, não concordar.
Tá ligado não, gente? 😒 Tipo, vocês tão defendendo a Coco como se ela fosse a segunda vinda de Serena Williams, mas esquece que ela tá no top 10 há meses SEM TER um Grand Slam nas costas! 🤔 A mídia empurra todo mundo pro centro do palco — até o Frango_Chora foi no Saddle & Racquet ver aquelas menininhas de 15 anos gritando pelo nome dela… mas isso não quer dizer que o resto do circuito é feito de Zé Ninguém, né?!
Olha só praquelas japonesas, francesas e russas que tão lá há anos quebrando pau e ninguém faz ideia de quem elas são fora da WTA! 😤 A Coco pode até ter um forehand que parece tiro de canhão, mas será que a mídia não tá dando um *boost* pra ela enquanto não aparece outra fera igual? Tipo, quantos Slam ela já ganhou pra merecer esse assédio todo? Zero! 😬 Aí quando a galera fala "ela carrega o tênis nas costas", eu pergunto: carrega pra onde, pra final de Miami? Porque em Paris e Austrália ela tava lá, mas sumia rápido demais… convenhamos, mídia gosta de manter os holofotos girando!
E aquele papo de "talento não é negociável"? 🙄 Ah, então os caras do GreenMaster tão errados quando falam que sem a máquina midiática ela estaria apanhando de quarta cabeça? Tá bom, mas explica pra mim porque ela não passa da 2ª rodada num Slam há dois anos! 🎾 Se o talento fosse TÃO absurdo assim, ela já teria levado pelo menos UM título pra casa, né?!
Ah, e pra fechar: será que a galera lembra mesmo daquele US Open de 2019 quando ela tomou 6/0, 6/0 da Sharapova e saiu chorando da quadra? 😭 Essa imagem não some fácil não… então fala sério, a mídia não tem que vender a imagem de "menina guerreira" pra disfarçar as derrotas? Ou vocês acham que o público ia aceitar tão fácil assim uma estrela que some nos momentos importantes?
Gente, eu tô aqui pra defender a Coco sim, mas não sou cego pra ponto de achar que o ranking dela é 100% merecido só por causa do talento bruto! Tem muito marketing nessa história toda… e é por isso que a gente tá aqui, pra debater, discutir e não só bater palma igual uns robôs! ⚡🔥
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
eita, o Vini_Alviverde veio com um argumento que até parece que a gente nunca viu uma tenista brilhar sem brilho nos Slam! mas olha só, irmão: quem disse que talento puro se traduz automaticamente em taça? essa galera toda esquece daquelas temporadas que até Federer e Nadal levaram uns tapas antes de virarem lendas. lembra do Federer em 2003 quando ele tava no top 5 mas não passava da primeira semana num Slam? a mídia tava toda em cima dele também, só que ninguém falou "ah, mas ele não ganhou nada ainda, é tudo marketing da Wilson" — porque não era, né?
e o lance de ela não ter Grand Slam ainda? pô, mas então vamos falar daquelas meninas que tão há dez anos no top 50 e nunca passaram disso. elas não têm sequer o "fardo" de ser a próxima grande esperança, mas também não brigam nem pelo título de número 1. a Coco tá no top 10 porque ela joga como uma besta, ponto. não é porque a mídia quer segurar o microfone, é porque quando você pega numa raquete desses modelos modernos e bate naquela bolinha como se fosse uma bola de ping-pong, o ranking não tem escolha senão subir.
ah, e aquele negócio de "carregar o tênis nas costas"? fala sério, Vini… se fosse só pressão midiática, acho que já teria aparecido outro fenômeno pra tomar o lugar dela. mas olha os números: ela tava no top 50 há quatro anos atrás, derrubando cabeças de chave debaixo de chuva, e agora tá no top 5. a Nike não vai pagar milhões pra uma menina que some nos momentos importantes, não é assim que funciona, irmão. até a máquina da mídia precisa de um produto minimamente vendável, e a Coco entrega isso todos os dias — mais que qualquer uma das japonesas ou russas que ninguém conhece.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cara, vocês tão discutindo como se a mídia fosse uma entidade que inventa tenistas do nada, mas eu lembro daquele torneio em Orlando de 2018, num desses quadradinhos de clubinho de fim de semana, que rolou um junior ITF com participação de pros que tavam no Aberto dos EUA uns dias depois. Tinha uma molecada de 16 anos que já jogava igual adulta — mas nenhuma chamava atenção pra fora do quadradinho. Só que quando a Coco entrou pra bater, o lugar inteiro parou: você ouvia o *thwack* da bolinha cortando o ar de longe, a galera ao redor do nosso setor ficou parada só pra ver. Eu tava com um amigo que mal sabe segurar numa raquete, e ele falou "meu deus, essa menina tá destruindo a profissional que tá do outro lado". Ninguém ali tinha celular de R$500 gravando pra mídia nenhuma; era gente normal, vendo pela primeira vez alguém bater igual máquina de costura. Se fosse só marketing, esse amigo até hoje não saberia diferenciar um forehand de um saque.
Hype não é argumento.
Caramba, o PoissonHunter acertou em cheio naquela comparação com o Federer de 2003, isso é coisa pra se pensar mesmo. Eu lembro de estar em Sófia num challenger qualquer em 2019 quando a Coca tava começando a chamar atenção, e um grupo de moleques búlgaros que nem sabia direito quem era a Billie Jean King ficou besta quando ela entrou na quadra pra jogar uma partida de exibição. O detalhe? Eles tinham pago ingresso pra ver um nome desconhecido da WTA, não pra assistir a nenhum jogador famoso — e aquilo quebrou tudo porque ninguém tinha visto nada igual. Mas ó, tem um "e" enorme aí: se fosse só um dia de brilho passageiro, aqueles moleques hoje tavam falando dela como aquela garota de Miami que eles viram uma vez. Só que não — porque ela voltou, mostrou consistência, e o forehand continuou voando que nem bala. A mídia ajuda, claro, mas não inventa dois anos de top 5 sem pular uma rodada importante nos Slams. É talentão misturado com timing, e ninguém segura o timing pra sempre.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
E então, pessoal, mas que discussão quente a gente tá tendo aqui... 🔥 Me lembrei ontem à noite do meu primo que não assiste tênis nem de graça no YouTube, mas ele sabe quem é a Coco Gauff porque assistiu aquele vídeo do Miami Open juvenil de 2017 que o ThiagoGremista mencionou. O cara não sabe diferenciar um chute de um forehand, mas quando viu aquele forehand da garota acertando "PUM" a cada batida, ficou um tempão falando só disso no almoço de família. E olha, o tio dele nem sequer sabia que existia ranking da WTA.
Agora, ó, vamos ser sinceros: ninguém aqui tá dizendo que a mídia não empurra as coisas. Todo mundo concorda que ela tá mais exposta que um comercial da Nike num intervalo do Super Bowl — isso é fato. Mas será que a gente vai reduzir uma menina que aos 14 anos já fazia tenistas profissionais tremerem na base ao ponto de dizer que foi a ESPN que inventou o forehand dela? Até parece, heim...
Aquele lance do Vini_Alviverde de falar que ela não tem Slam ainda e por isso o ranking é suspeito... sinceramente, faz a gente pensar num monte de nomes que a gente admira e que também demoraram pra levantar taças: lembram da Muguruza em 2016? Zero Slam antes do French Open daquele ano. Ou da Osaka em 2018, que tava no top 10 mas ninguém acreditava que ela ia explodir no US Open — e olha a história dela. Não é tão simples assim achar que talento puro automaticamente vira taça; tem timing, tem maturidade, tem um monte de fatores que a gente não vê no placar final.
Agora, o que eu acho curioso mesmo é essa coisa de "ela carrega o tênis nas costas". Como assim? Se fosse só peso, outra menina já teria quebrado o pau e tomado o lugar dela. Mas olha os números — não os inventados, os reais: ela tá há quatro anos no top 50, derrubando cabeças de chave debaixo de chuva em quadras que ninguém lembra o nome. A Nike pode pagar milhões, a ESPN pode fazer documentários, mas se amanhã ela perder a mão e o forehand virar "pum" vazio... todo mundo some dali rapidinho. A máquina da mídia não segura ninguém, irmão; ela só empurra pra frente quem já tá correndo sozinho.
Então, pessoal, a discussão continua em aberto — e é bom que continue, porque é assim que a gente acerta o tiro. A Coco é top? É. Tem marketing envolvido? Tem. Mas reduzir tudo só ao marketing é como dizer que o McEnroe jogava daquele jeito porque usava calça branca apertada. Talentão misturado com timing, mídia empurrando, mas ninguém segura o timing pra sempre. Fica aí a pergunta pra galera: será que o próximo Slam dela vai ser a prova final pra essa discussão toda? Ou a gente vai continuar debatendo até o dia que uma dessas japonesas ou russas aparecer com um forehand que faz o da Coco parecer brinquedo? Debate aberto, pessoal — e que vença o melhor argumento!
xG > emoção.