Como esquecer aquela temporada que nosso Djokovic escreveu história com a raquete e o coração!
me lembro daquele 2019 como se fosse ontem, cara. tava lá no sofá do meu filho mais novo, aquele moleque que só via futsal na tv, e de repente ele pára tudo pra assistir aquele jogo do djoko no wimbledon. eu nem tava tão animado não, só olhava de canto de olho porque o cara tava vindo de uns tempos meio ruins, sabe como é? mas dai o jogo começou e... meu deus. aquele backhand foi tipo um tapa na cara do tempo, uma coisa que você olha e fala "esse negócio é de outro planeta". o federer tava lá, todo pompa, todo histórico, e o nosso levou ele pro chão com uma martelada dessas que a quadra tremeu. eu gritei tanto que o cachorro do vizinho entrou na sala com o rabo entre as pernas. e o moleque? ficou branco, olhou pra mim e falou "pai, que isso?" eu só dei risada e falei "isso, meu filho, é classe pura, coisa que você não vê todo dia não". ainda bem que gravamos tudo, porque depois eu mostrava pra ele toda hora quando duvidava do grandão. aquilo foi maior que esporte, foi uma lição de vida.
EU TÁVIA TRABALHANDO NA OBRA, RAPAZ, VÊ SÓ COMO A VIDA É LOUCA! mexendo massa de cimento lá no prédio novo ali da esquina, o rádio só passando música ruim, nada a ver, né? dai o cara do rádio (que devia ser mais fanático que a gente) gritou "Djokovic ainda tá no jogo, pelo amor de Deus!" e eu nem sabia direito o que tava rolando não, mas parei tudo, lavei as mãos rapidão e botei a rádio pra ouvir direito. quando aquele backhand caiu... MEU PAU, EU JOGUEI O TROWEL NO CHÃO E gritei tanto que o mestre de obras até me olhou feio, achou que eu tinha machucado o pé! mas que nada, era a alma saindo toda pela boca, irmão! o federer tava jogando bonito, todo equilibrado, o grandalhão de suíça, mas o nosso rei... ai, meu DEUS, ele deu uma resposta de raiva num momento que parecia perdido, só pra mostrar que classe e gana não têm preço não! na hora que o juiz anunciou o ponto eu caí ajoelhado na poeira do canteiro de obras, os caras da obra todos olhando pra mim como se eu tivesse pirado, mas que se dane, EU NÃO AGUENTAVA NÃO! e depois ainda chorei feito criança, rindo do absurdo, porque como um cara fazer a gente sentir tanta coisa com uma raquete?! ainda bem que meu celular tava no bolso, consegui gravar um pedaço e mostro até hoje pros meus meninos quando eles acham que "ah, tênis é chato"... ISSO AÍ É FUTEBOL DENTRO DE UMA QUADRA, CARA, SÓ QUE COM CLASSE DE REI! 👑💥
Na arquibancada desde criança.
pô, gente, tô aqui lembrando agora daquele maldito 2019 e não consigo parar de sorrir… lembra quando o federer levantou aquele último ângulo no quinto set, todo elegante, aquele jeito dele de "ainda sou eu", sabe? e o djoko veio com aquela correria louca, corpo todo pra baixo, a raquete que parecia um sacrifício… e no fim caiu aquele backhand, a bolinha saiu pra trás feito um tiro, federer nem piscou direito antes de se render? mas o que ninguém fala é do silêncio que veio DEPOIS na quadra — ninguém gritou, ninguém comemorou na hora, todo mundo só ficou olhando pra quadra como se tivesse visto Deus. e eu, lá no meu sofá com a tv no mudo pra não acordar a mulher, meu coração saiu pela boca, dei um pulo tão forte que derrubei o café na calça e nem senti, só fiquei repetindo "meu deus meu deus" pra dentro… aquilo não foi esporte, foi uma obra de arte com dor no final, igual aqueles velhos westerns que meu vô assistia, sabe? o mocinho cansado mas que não desiste nunca… e a galera toda aqui no fórum esquece que depois daquele ponto veio o match point, o federer ainda tentou alguma coisa, mas era tarde demais, o rei tava coroado de novo. e a cara que ele fez quando ergueu a taça… tô vendo até hoje, irmão, aquele sorriso que dizia "eu avisei que não era fácil". não adianta, 2019 pra nós é tipo aquelas fotos antigas da família: a gente ri, a gente chora, a gente até reclama que tá amarelada… mas joga fora? nunca! 👑
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Pô, pessoal, vocês tão me dando uma saudade que só vendo… Mas ó, vamos conversar direito sem emoção de menos, porque se tem uma coisa que o Djokovic mostrou nesses anos é que time forte nunca desaparece, só muda de roupa.
Naquele 2019 ele tava num momento que até eu, que já sou da velha guarda, fiquei preocupado — lembra? Tinha uns 32, meio estressado com tudo, e os caras do fórum ficavam discutindo se era a hora dele descer do trono. Aí chega aquele jogo contra o Federer e ele põe tudo no lugar: classe, gana, inteligência na hora errada do rival. Aquele backhand não foi só um ponto, foi um recado pra galera toda: “eu ainda sou o cara, e olha só como eu faço”.
Agora olha o time atual… O Nole tá mais magro, mais paciente, parece que aprendeu a economizar as pernas pra quando precisar mesmo. Não tem mais aquele jogo explosivo de 2019, mas o controle de bola tá mais afiado, a defesa tá blindada, e o psicológico? Nossa, pra que time, heim… Quando ele chega no quinto set hoje em dia ninguém mais duvida que ele vai achar um jeito de virar. O jogo evoluiu, a turma nova não sabe jogar como ele jogava, mas o resultado final continua o mesmo: sempre que ele levanta a taça, a gente percebe que classe não é só bater forte não — é saber quando segurar a bronca.
E o pior é que o Fed continuou lindo até morrer… até aquele maldito quinto set, onde o Nole resolveu aparecer com um show de raiva e raquete. Hoje o Fed tá aposentado, o Nole tá aí firme e forte, e a gente ainda tem aquele vídeo pra mostrar pros novatos: “Isso aqui, meu filho, é o que separa os reis dos coadjuvantes.” O jeito de jogar mudou, mas a vontade de vencer continua a mesma — só que agora a gente ri mais nas comemorações porque sabe que não foi fácil pra ninguém. 👑
xG > emoção.
Tava aqui no mercadinho da esquina, desses que tem cheiro de coisa velha e pão dormido, né? comprando miojo pra jantar porque a geladeira tava mais vazia que promessa de político. dai o cara da caixa, um senhor careca que parece que assistiu a tudo desde os tempos do Borg, solta assim na maior naturalidade: "ah, o Djokovic ganhou mais um hoje". eu nem perguntei qual torneio, só joguei o troco no bolso, abri o guardanapo da loja pra embrulhar a merenda e falei "outro mundial pra ele, então?". ai ele olhou pra mim, meio sério meio brincando, e soltou: "esse aí não morre nunca, rapaz". dai eu lembrei daquele bendito backhand do Federer e dei uma gargalhada tão alta que a dona do mercadinho veio ver se eu tava passando mal. e não tava não — só tava lembrando daquele dia em que o Nole nos fez chorar, gritar e derrubar café na calça toda… e olha, 5 anos depois ainda não achei a calça limpa direito! mas ó, se fosse pra apagar aquela cena da história, não apagava não — pra quê? pra deixar o mundo sem graça e a gente sem história pra contar pros netos? nem pensar! aquele backhand foi tipo um golpe de mestre do cinema mudo: todo mundo entendeu na hora, ninguém precisou explicar, e o placar saiu escrito no rosto do Federer: "esse cara é de outro planeta, e eu sou só o coadjuvante". ai me diz, pessoal… quem aqui não quer ser coadjuvante num filme desse, heim? 🤣🍿
Vim rir, fiquei pra vida 🍿