Como é lindo ver o Stefanos nos colocando no mapa do tênis mundial!
mas que saudades daquela época, cara... eu me lembro como se fosse ontem quando a gente ficava aqui no fórum falando do Stefanos ainda novo, meio esquisitão no jeito de jogar, mas com aquele backhand de fazer inveja. tinha uns aqui que diziam "esse guri não vai pra frente não", mas olha só onde ele tá agora, hein? mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Cara, eu tava naqueles dias do MEO Open 2017 quando a gente se reuniu pra assistir aquele jogo contra o... ops, não lembro o nome do cara, mas o Stefanos encostou nele como se fosse um treino! 😱🔥 O guri ainda meio esquisitão, aqueles passos largos, mas que raqueteada no backhand, meu deus! E eu pensei "esse maluco vai dar coisa boa". A gente aqui zoando, jogando pipoca pra cima, mas no fundo todo mundo sentindo que tava vendo coisa grande. E olha só agora, a Grécia inteira cantando o nome dele nos Masters 1000, nem preciso mais assistir com legendas! 💪🇬🇷 Aquele 2019 em Toronto? Então, eu chorei quando ele levantou o troféu, não aguento de emoção não! Vamo que vamo, gênio grego do nosso lado!
Na arquibancada desde criança.
então me lembro daquele dia no australiano de 2018 quando a gente se espremeu num barzinho lotado só pra assistir o Stefanos vindo de set perdido contra o andy murray — lembra? aquele murray que já tava no final da carreira mas ainda fazia a molecada tremer — e o gajo virou o jogo tipo "vamos brincar de quem é mais maluco hoje". o cara jogando com aquele timing, aqueles ângulos, e eu ali com uma imperial na mão esquecendo de tomar porque o jogo tava bom demais. depois do último ponto todo mundo gritou "gregos invadem a Austrália!" e eu juro que vi até uns australianos batendo palma, o troço era contagiante. aquilo não era só tênis, era a grécia inteira se levantando na quadra pelas costas dos donos da casa. hoje quando vejo o troféu do toronto 2019 eu sempre me lembro daquele barzinho no meio do nada, quando a gente ainda duvidava se o mundo ia prestar atenção nele — e olha só como o mundo tá correndo atrás agora pra tentar alcançar.
Pois é, galera… quem diria que aquele moleque esquisitão que a gente zoava aqui nos primórdios — aqueles passos largos de dar nó no pescoço e um backhand que parecia um chicote — ia virar essa máquina de títulos que enche os olhos da gente hoje. Mas olha só, não tem como negar: a evolução do Stefanos foi tipo aqueles filmes de guri de bairro que vira astro global, só que com mais super tiebreaks e menos montanha-russa emocional (a gente sabe que quando o gajo tá com o juiz achando que o mundo vai acabar, aí sim que ele empurra pro lado e faz o jogo dele).
Aquele Toronto 2019? Cara, a gente tava ali, na arquibancada ou no sofá, com uma cerveja morna e a certeza de que ia ver um circo — mas não imaginava que ia ser tão perfeito. O cara entrou no torneio e jogou como se os Masters 1000 fossem ATP 250s de segunda divisão, com direito a aplausos até dos adversários quando ele mandava aquele backhand de ponta a ponta da quadra. A final contra o Daniil Medvedev foi tipo assistir a um enxadrista gregão jogando xadrez no tabuleiro do adversário… só que com raquetes e suor.
Agora, comparando com os dias de hoje? O esquisitão ainda existe, só que transformado em gênio que a galera corre pra copiar — todo mundo quer ter aquele timing do forehand, aquele footwork que parece um dançarino de salsa com os pés grudados no chão. Antes a gente torcia pra ele ganhar pra mostrar pro mundo que tinha potencial; agora a gente assiste pra ver se o cara vai quebrar o Djokovic de vez na semana que vem. A diferença é que o medo sumiu: antes a gente torcia pra ele não morrer na praia; hoje a gente pede pra ele encher o saco dos caras até o juiz apitar o último ponto.
E ó, não é saudade de mato. É reconhecimento puro: aquele time de 2017/2019 era a turma que acreditou quando ninguém acreditava; o atual é a máquina que a gente ajudou a construir com caixa de pipoca, memes e uns gritos pra lá de altofalantes. A gente já não brinca de "gregos invadem" porque agora a Grécia inteira tá invadindo as quadras — e o melhor? ninguém mais pergunta se o gajo vai pra frente. 🇬🇷✨
Pô, galera, eu tava lá no MEO Open 2017 com uma galera do prédio só pra assistir aquele jogo contra o... sei lá, um desses caras que jogam que nem robô, sem graça. Aí o Stefanos apareceu com aqueles passos de quem tá fugindo da polícia e mandou um backhand que até os pombos da quadra ficaram zonzos 🤣 Eu gritei tanto que o vizinho do lado ligou pra polícia achando que tava tendo assalto. Chegou a PM perguntando "tem alguma coisa errada?", aí eu "não senhor, só o gênio grego dominando a raquete!". O cara ficou parado olhando pra tela, viu o jogo e falou "ah, então é assim que se joga, hein..." e foi embora sem fazer nada. A gente ainda ta com a conta daquele dia, porque o Stefanos mandou o cara pro espaço e eu mandei a polícia pro meu prédio 🍿💥 Agora imagina só aquele Toronto 2019, onde a gente tava reunido na casa do Colorado_Cria1994 com aquelas imperials que a gente não conseguia nem segurar direito, mas tava tudo certo porque o gênio tava jogando como se fosse o último dia da criação. E quando ele levantou o troféu? A gente chorou, bebeu, cantou o hino grego desafinado e ainda sobrou cerveja pro Medvedev vir tomar junto depois. A Grécia tem orgulho mesmo, mas ó, a gente também tem orgulho de ter apostado no maluco daquele jeito. Vamo que vamo, turma! Que o Stefanos encha os sacos dos caras até a gente criar uma igreja em homenagem ao backhand dele 🇬🇷🔥