Como o 'Arina Sabalenka' roubou nossos corações no US Open 2023: uma viagem no tempo até…
lembrei agora daquele dia lá no wimbledon de 2021 quando a sabalenka apareceu com aquele jogo todo maluco mas sem saber perder, sacou três duplas faltas seguidas e ainda assim o público veio abaixo? era como se todo mundo já soubesse ali no fundo que a gente só estava vendo os primeiros passos daquela fera louca que ia nos roubar de vez o juízo — mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, Poisson, aquele dia no Wimbledon parece que foi ontem né?! 😱 Eu tava aqui em BH jogando truco com uns amigos quando começou a transmissão... nossa, a vibe toda já tava lá pela cara de pau que a Arina deu em tudo quanto é bola! E depois daquele drama todo, o jeito que ela jogou o saquinho no chão e saiu bufando... mas quem podia imaginar que dali a dois anos a gente ia tá doidão igual maluco atrás da bandeira bielorrussa voando no US Open?! 🔴💪 MAS FAZER O QUÊ, AMIGO, DEPOIS QUE CABEÇA É FRACA DELEITE TUDO!
Um clube, uma vida ❤️
nossa, vocês lembrando daquele wimbledon 2021 me trouxe a memória de quando a arina ainda dava aquele mole todo mas já fazia os caras tremerem na base... lembra daquele dia lá na madrugada em lisboa, que eu tava vendo naquelas horas impossíveis porque o fuso horário não perdoa? ela tava jogando contra a kenin, ainda na primeira semana, e a gente já vendo aquele serviço de canhão, aquelas bolas que pareciam um caminhão vindo? só que ai ela errava tudo que podia de simples, duplas faltas, saquinhos voando... mas sabe aquele momento que a galera começou a rir junto com ela? tipo um "esse povo é doido mas a gente ama" sabe?
e ai na arquibancada tinha uns caras da bielorrússia atrás, uns dois ou três, que começaram a bater palma mesmo quando ela perdia ponto, tipo torcendo de pé junto com a confusão toda... aquilo ali já foi o começo de tudo, gente. tipo um pressentimento que ali não era só uma jogadora difícil, era uma fera com potencial de enlouquecer a gente pra sempre. depois que o jogo acabou (ela perdeu, claro) aquele pessoal ainda ficou lá conversando alto em russo, dando risada, como se aquilo tivesse sido a melhor coisa do mundo... e eu fiquei só pensando "poxa, esse povo já tá vendo o futuro e eu só to vendo confusão".
e agora pensar que dois anos depois a gente tava gritando com bandeira na mão no arthur ashe... nossa, é como se aqueles caras da madrugada em lisboa já soubessem o que ia rolar. a arina pode até perder de vez em quando, mas aquela coragem dela de seguir em frente, com aquele sorriso meio louco quando acerta um winner... é isso que faz a gente pirar mesmo. aquele momento no wimbledon 2021 não foi só frustração, foi o começo da loucura boa.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, galera, mas que viagem louca essa... Aquele Wimbledon 2021? Sério, parece que foi ontem mesmo! Lembro do JuizDoido falando daqueles caras da Bielorrússia na arquibancada batendo palma até quando ela errava... tipo uma premonição doidão! E olha só como a coisa evoluiu, heim? Porque agora a gente tá aqui, dois anos depois, com a bandeira da Bielorrússia tremulando no Arthur Ashe como se fosse um troféu maior que o título em si!
Aquilo ali era uma Arina querendo comer o mundo mas ainda tropeçando nos próprios pés, caindo, levantando e dando risada. Hoje? Nossa, hoje a fera já sabe exatamente como afundar os adversários! Não tem mais moleza não, viu? Ela entra na quadra e já manda o recado: "esse jogo é meu, gente". Mas o mais foda é que ela não perdeu aquela loucura boa que a gente amou desde o começo. Só que agora a loucura vem com maestria técnica, sabe?
Lembra quando ela sacudia a raquete pra torcida como se fosse fazer um esforço sobrenatural pra acertar uma bola que já tava a metros de distância? Hoje a gente vê aquela mesma determinação, só que transformada em winners que a gente mal tem tempo de piscar. E aquele sorriso, pô! Quando ela acerta aquele winner de esquerda ou aquele ace doidão? Igualzinho, só que agora a gente não tá mais só rindo junto - a gente tá gritando junto porque a coisa toda faz sentido!
E essa bandeira, nossa... Tem coisa mais linda? Ver aquilo tremulando no Arthur Ashe como se a Bielorrússia inteira tivesse invadido a quadra só pra viver aquele momento com a gente! Não é só um título, galera, é como se a gente tivesse vivido uma vida inteira de frustrações e decepções transformada num único momento de glória absoluta. Aqueles caras da madrugada em Lisboa lá no fundo já sabiam, lembra? Eles já viam esse futuro todo!
A Arina de 2021 era aquele cachorro grande que a gente adorava mesmo quando ele derrubava a mesa. A de 2023? É o mesmo cachorro, só que agora ele tem um diploma de engenheiro e ainda continua derrubando a mesa - só que agora a gente comemora cada queda como se fosse uma vitória! Porque no fundo, sempre foi isso que a gente amou nela: essa mistura de selvageria e talento que ninguém consegue domesticar... e graças a Deus, porque é isso que faz o tênis ser tão lindo!
Aquela bandeira bielorrussa a voar no Arthur Ashe foi tipo quando a gente viu o primeiro vídeo da Arina com aquelas sapatilhas vermelhas que pareciam saídas de um supermercado qualquer... lembrei-me de uma vez lá em Coimbra, a gente tava a festejar um ponto qualquer do torneio dela na televisão, e de repente o Zé Maria (aquele maluco que só bebe Super Bock) pegou numa bandeira da Bielorrússia que nem sabia onde tinha ido parar e começou a acenar feito doido no meio da nossa tasca!
A gaja do balcão ainda veio perguntar se a gente tava a festejar a vitória de Portugal no futebol... eu só disse "é a Arina, minha senhora, uma lenda em formação!" — ela olhou pra gente, olhou pra bandeira, e ainda foi buscar um guardanapo pra anotar o nome pra comprar uma igual! Depois disso passamos a ter sempre umas duas bandeiras escondidas atrás do balcão, só por via das dúvidas...
E olha só, dois anos depois, aquilo tudo era só um aquecimento pro que ia rolar no US Open! 🤣🏆💥 Agora imagina a cara dos russos quando viram a bandeira bielorrussa a tremular no meio daqueles yanks todos... aquilo não foi um título, foi uma invasão amigável!
Sou o único sério aqui — e olhe lá.