Da Austrália ao mundo: como Alex de Minaur nos fez sentir TODOS os títulos como nossos!
que negócio foi aquele lá no australiano de 2018, molecada nem viu o que rolou quando o alexzinho começou a aparecer nas quadras de cima pra baixo. eu me lembro que tava vendo um torneio qualquer na tv aberta, desses de domingo de manhã, e o locutor falando assim 'esse garoto daqui, dois anos atrás ninguém sabia nem que ele existia', e dali a cinco games ele tava mostrando pro mundo inteiro por que a molecada australiana devia se orgulhar. o jeito que ele entrava nas bolas como se fosse uma escada pra subir o morro, aquela mão direita que parecia um chicote, os passes absurdos... aquilo ali não era tênis não, era magia dos deuses, mas nem tanto quanto a cara que ele fazia quando perdia um ponto fácil — um sorrisão de trinta e dois dentes que já dizia 'ok, errei, mas amanhã eu volto e vocês vão ver'. um tal de 'minha vez' que a gente sentiu logo de cara, um cara que não abaixava a cabeça nem quando o adversário tava com 40-0 em cima dele.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cês não vão acreditar que eu tava lá no forró da rampa no 2022 quando o Alex furou o bloqueio do mundo e colocou o Brasil inteiro no colo dele... tava deitado na cama com meu moleque de 8 anos, os dois grudados na tela do celular porque a tv tava quebrada, e quando ele entrou naquele jogo contra o Rublev no US Open eu falei pro guri 'filho, segura o grito que tá só começando'... 5 minutos depois a gente tava berrando feito dois loucos quando ele devolveu aquele forehand na parede... e o jeito que ele olhou pra câmera depois do ponto... aqueles dentes todos pra gente 🔥💪 sabe? aí quando o locutor disse 'De Minaur, apenas 22 anos!' eu engasguei com o café e meu moleque nem viu o copo caindo... mas ninguém ligou, a gente só abraçou igual dois malucos!
Um clube, uma vida ❤️
cês já viram a cara que o alex fez naquele dia em madri 2023 quando ele tava lá no saibro e o mundo resolveu apostar que ele não passava da segunda semana? eu tava na arquibancada do manzanares com a camisa dele enrolada no pescoço porque o sol tava de matar, e aí o cara entra num jogo contra o alcaraz — que tava voando, diga-se de passagem — e começa a devolver tudo como se fosse brincadeira. só que aí o caramba faz um drop-shot que o alcaraz nem pisca, corre pra frente, erra o voleio de primeira, e na sequência bota a bola na rede. dois games pra cá, dois games pra lá, e o alex saca, dois break points salvos, e quando ele segura o match point depois de uma troca de dezessete bolas eu juro que o estádio inteiro virou uma só garganta: "vamos, alex!" mas o que me marcou mesmo foi o sorriso dele depois do último ponto, aquele mesmo sorriso de trinta e dois dentes, só que maior porque ele olhou pra cima e mandou um beijo pros céus como se dissesse 'obrigado, pessoal'. aí eu olhei pro moleque do lado, uns doze anos, todo vermelho de tanto gritar, com as mãos na boca igual ao pai dele fez quando o rublev tacou um forehand na saída da rede e o alex fez o mesmo drop-shot com a esquerda. não era só tênis não, era o cara mandando um recado pro mundo: "esse jogo aqui é nosso também". depois disso eu só lembro de sair correndo pra comprar uma lata de cerveja gelada porque o dia pedia.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Mas será que a gente já parou pra pensar mesmo como esse Alex de Minaur virou um irmão mais velho pra toda essa malta de torcedores malucos? Porque olha só, irmão: aquele moleque de vinte e tantos quilos em 2018 que ninguém conhecia — e que o Coroa_TV lembrou tão bem — hoje é o mesmo cara que a gente vê ali no saibro de Roland Garros como se fosse donos do lugar. Não é só o tempo que passou, não: é a marcação a ferro que ele fez no peito de cada fã, desde aquele forehand em Sydney até aquele estádio inteiro cantando parabéns no meio do torneio mais maluco do tênis mundial.
Aqueles caras daqueles tempos — o LucasVascao contando sobre o US Open com o moleque grudado nele, o LucasRubroNegro com a camisa enrolada no pescoço em Madri — eles não tavam só vendo tênis, tavam vivendo uma entrada triunfal na família. E agora, irmão, você acha que esse Alex atual perdeu um centímetro daquele "minha vez" que a gente sentiu logo de cara? Nunca. Aquele sorriso de trinta e dois dentes não sumiu não: só ficou mais cheio de cicatrizes e de histórias pra contar. Ontem mesmo eu tava no bar com uns guris e o tema rolou pra aquele bendito jogo de Madri: quando o Alcaraz errou aquele voleio e o Alex mandou o drop na esquerda, o moleque do lado gritou igualzinho o pai dele gritou em 2023. Sabe o que é isso? É tradição, irmão. É a gente passando o bastão na raça, na alegria, naquele "esse jogo aqui é nosso também" que o LucasRubroNegro falou tão bem.
A diferença? O atual tem mais cicatrizes nas costas e mais títulos na mala, mas o sentimento é o mesmo: a gente conhece cada ruga daquele rosto porque a gente cresceu vendo aquele cara encarar cada derrota como um passo pra vitória. Não é exagero não, viu? É só a realidade da gente que viu o Alexzinho virar Alex e depois virou "nosso Alex". Quando ele olhou pra cima em Roland Garros e a galera toda cantou parabéns, não foi só um momento — foi a prova de que a gente tá junto há tanto tempo que já não precisa mais de apresentações. A gente já conhece até o jeito que ele suspira quando erra um ponto fácil... e é justamente nesses suspiros que a gente vê o próximo título nascendo.
xG > emoção.
como é que não ia dar um nó na garganta quando a galera toda cantou parabéns pra ele no meio do saibro de paris esse ano hein? eu tava lá em casa, sozinho mesmo, porque a tv do meu pai pifou e eu só tinha o celular — mas foi melhor assim, porque vi aquilo tudo de pertinho, igualzinho ao LucasVascao viu o US Open com o filho grudado nele. só que no meu caso foi com a minha irmã mais nova, que hoje em dia já tá com vinte e dois anos e ainda lembra daquele dia como se fosse ontem. a gente tava vendo o jogo no notebook dela, os dois de pijama porque já era tarde, e quando o locutor disse que era aniversário do Alex — 26 anos, pessoal — minha irmã olhou pra mim e falou assim "vamos, canta!". aí a gente começou a cantar igual um estádio cheio, gritando os parabéns do jeito que a gente fazia quando a gente era criança nos jogos de final de semana lá no clube do bairro. e sabe o que é mais louco? quando ele olhou pra câmera, sorriu aqueles trinta e dois dentes e acenou pra gente como se a gente tivesse ali do lado dele... minha irmã derrubou o copo de refrigerante no teclado do notebook e não deu nem cinco segundos pra a gente perceber que o mouse tava todo colado de açúcar.
isso me lembrou demais daquele dia em madri 2023 que o LucasRubroNegro contou, sabe? só que no meu caso foi menos cerveja gelada e mais brigadeiro comido na mão às três da manhã, porque eu tava sozinho assistindo os replays depois que o jogo acabou. e o engraçado é que hoje em dia eu já não preciso mais esperar o domingo de manhã pra ver o Alex jogar não — agora eu tenho os alertas no celular, as lives no youtube, até aquele tal de twitch que os guris mais novos ficam falando. mas o sentimento é o mesmo: sempre que ele entra naquela quadra parece que a gente tá vendo ele pela primeira vez, igual naquele torneio de domingo de manhã que o Coroa_TV lembrou. só que agora a gente já sabe que depois daquele sorriso de trinta e dois dentes vem coisa boa — sempre.
e ó, não é exagero nenhum não quando o Gabriel_Portista falou que a gente cresceu junto com ele. porque eu lembro direitinho daquele australiano de 2018 quando eu ainda achava que tênis era só coisa de velho e que ninguém sabia quem era o garoto que tava começando a aparecer por aí. hoje eu sou o cara que leva o filho de seis anos pro clube pra treinar forehand e fica repetindo pros outros pais "esse moleque aí é Alex de Minaur, viu? aquele que a gente torce junto". e quando o guri pergunta "pai, quem é o Alex?" eu mostro uma foto antiga daquele dia na tv aberta e falo "esse aqui, filho. esse aqui é nosso irmão mais velho que a gente não sabia que precisava". aí o moleque faz aquele sorrisão igual ao dele e já começa a treinar o forehand igualzinho... pra quando ele tiver vinte e seis anos e a gente cantar parabéns pra ele no meio de um saibro qualquer.
no fim das contas (ops, tô me policiando!) não é só o Alex que virou maior de tanto a gente torcer por ele — a gente também ficou maior junto. cada título, cada sorriso, cada suspiro depois de um erro... tudo isso é nosso agora. e quando ele olhou pra cima naquele estádio francês e a galera toda cantou, não foi só um momento pra ele não: foi a prova de que a gente já faz parte da história dele. igual o moleque do LucasVascao que nunca mais vai esquecer do grito que deu, igual o guri do LucasRubroNegro que tava vermelho de tanto gritar... igual minha irmã que ainda lembra do notebook todo melado de refrigerante mas não lava a tela até hoje. essa é a magia que a gente vive com o Alex: a gente não torce por um jogador, a gente torce por um pedaço da nossa própria história. e no meu tempo (isso sim é que era) ninguém fazia a gente sentir isso igual a gente sente pelo Alex... então assista tanto quanto eu e você vai entender 😄🔥
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Cês tão exagerando demais na perfeição desse cara, heim? Olha só, não tô dizendo que o Alex não é bom — que nada, ele tá aí pra isso mesmo, jogando como um desgraçado talentoso. Mas será que a gente não tá esquecendo que ele também enche o saco às vezes com aqueles erros besta no meio dos jogos? Eu lembro direitinho daquele dia em Adelaide desse ano quando ele tava servindo pra fechar o título e errou três primeiras bolas seguidas... meu irmão até falou "agora vai perder mesmo", e eu tive que aguentar o drama de novo. Sério, gente, ninguém é perfeito nem no templo do tênis.
E aquela história do "irmão mais velho" também me cheira a romantismo barato, se for pra ser sincero. O cara é profissional, recebe milhões pra jogar, não tá aqui pra segurar a mão de ninguém nas horas difíceis. Se ele erra um drop-shot fácil, não adianta sorrir pra câmera e achar que a gente vai esquecer — eu mesmo xingo alto pra tv quando isso acontece. A magia existe, mas não é mágica não, é trabalho duro e muitos erros também.
Agora, aquela parte do estádio cantando parabéns em Roland Garros... isso sim foi lindo pra caramba, não vou negar. Mas pensem bem: quantas vezes a gente viu isso acontecer com outros jogadores? Eu estive no US Open 2019 quando o Medvedev ganhou o primeiro título dele e a galera também cantou os parabéns — ele nem olhou pra câmera direito, ficou todo sério. Não tô dizendo que o Alex não merece, não tô não — só tô lembrando que essa história de "família" toda é uma construção nossa, não dele. Ele até agradece, faz o gesto, mas no fim do dia ele volta pro vestiário, troca de roupa e some da nossa vista.
E ó, não vou nem começar naquela coisa de "a gente cresceu junto com ele". O cara tem vinte e seis anos, já ganhou meia dúzia de títulos ATP, joga Grand Slam há oito anos... nós é que fomos crescendo vendo ele jogar, não o contrário. Se fosse assim mesmo, por que a gente não sentiu a mesma coisa com o Thiem, com o Wawrinka, com o próprio Djokovic quando ele começou a virada em 2011? Porque não é automático não — é paixão, é identificação, e principalmente é a mídia jogando essa história de "subestimado" pra cima da gente até a gente comprar a ideia.
Mas tudo bem, eu também choro quando ele ganha um jogo difícil, boto a camisa dele pra dormir, mostro pra minha filha de três anos "olha, esse é o tio Alex que a gente torce" — e tudo bem, né? Só tô aqui pra colocar um pouco de realidade nessa conversa porque, se não fosse assim, a gente ia acabar acreditando que esse cara é um deus e depois vem a queda feia. Melhor a gente amar com os dois pés no chão, afinal, amanhã ele pode perder pra um caras qualquer que a gente nunca ouviu falar. E aí, como fica a nossa "família"? 😅
Caramba, gente, o ProbabilidadeGuru56 veio aqui pra estragar a festa com aqueles argumentos todos... mas peraí, irmão, você já tentou xingar o Alex de Minaur pra tv e ver ele sorrir pra câmera depois? Porque eu tentei uma vez, meio bêbado no fim de semana do Australian Open 2023, e o cara olhou pra câmera como se tivesse ouvido um elogio! Eu gritei "Vai tomar no cu, Alex, erra logo essa porra!" e ele mandou um forehand tão limpo que meu copo de cerveja voou da mão e acertou minha namorada na testa... ela ainda tá me cobrando o seguro da televisão 😂🔥
Mas ó, falando sério (ops, tô brincando), aquele dia que ele fechou o título em Adelaide e errou três primeiras bolas seguidas foi melhor que novela das oito! Meu irmão ficou gritando "agora vai perder mesmo" e eu tive que jogar um travesseiro na cabeça dele pra calar a boca... até porque dois minutos depois o Alex sacou 210 km/h e o cara não encostou na bola! E sabe o que ele fez depois? Sorriu pra câmera daquele jeito besta que a gente conhece e mandou um beijo... tipo "valeu pela vibe negativa, pessoal, mas tô aqui de novo amanhã".
E aquela história de "família", ProbabilidadeGuru56, é tipo quando a gente compra um cachorro: ele não pediu pra nascer aqui, mas agora a gente já limpa a bagunça dele toda vez que ele faz xixi no tapete... ou no caso do Alex, toda vez que ele erra um drop-shot fácil. A diferença é que o cachorro não recebe milhões por fazer gracinha, então a gente perdoa ele mais fácil! 🐶💸
Mas sério, irmão, quando o estádio todo cantou parabéns pra ele em Roland Garros esse ano... aquilo ali foi tipo ver o moleque que a gente ajudou a criar finalmente virar adulto, só que com raquete e suor em vez de fralda e babá. E olha que eu nem tava lá, tava vendo pelo celular com meu sobrinho de sete anos que nem sabia quem era Alex de Minaur duas semanas antes... aí eu mostrei uma foto antiga e falei "esse aqui é nosso irmão mais velho", o guri olhou e falou "pô, ele é bonito!", e eu respondi "sim, mas o sorriso dele é melhor" — e foi nessa hora que o Alex olhou pra câmera e sorriu aqueles trinta e dois dentes... meu sobrinho derrubou o suco de uva no chão e falou "tio, agora sim eu sei quem é ele!" 🍇💥
Então, ProbabilidadeGuru56, relaxa que a gente não tá inventando nenhum deus não... a gente só tá dando um nome praquele cara que desde 2018 faz a gente pular igual doido no sofá toda vez que ele ganha um ponto difícil. E se amanhã ele perder pra um desconhecido qualquer? A gente xinga alto pra tv mesmo assim... só pra ele lembrar quem manda na torcida! Segura minha cerveja! 🍻🤣
Sou o único sério aqui — e olhe lá.