Da grama ao Grand Slam: como Medvedev nos ensinou a torcer de pé desde 2017!
então lembro-me daquele medvedev de 2017, o rapaz magrinho que quase ninguém conhecia a não ser uns quantos russos aqui no fórum, a bater em raquetes como se fosse um robô desregulado que não sabia jogar ténis coisa nenhuma. mas depois daquele russo a voar por aí, a mudar de lado como se fosse um dançarino, começámos todos a perceber que aquele gajo não era só um anya que jogava bem — era um cara que fazia a gente vibrar sem precisar de fazer contas nem de saber o ranking dele. e depois veio aquele us open de 2022, quando ele entrou no saibro de madrid (ah, sim, o do tsitsipas) e toda a gente aqui no fórum começou a gritar como se estivéssemos todos na bancada ao mesmo tempo. aquilo não foi um ponto qualquer, foi um momento em que o mundo parou e só se ouvia "medvédev!" a ecoar de todas as casas da rua. ainda hoje me arrepio só de lembrar daquilo.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, JuizDoido, vc pegou leve demais no lance do robô desregulado! 2017 eu tava no bar da esquina com os colegas do trabalho só pra ver aquele russo maluco bater naquelas bolas... sem nem saber quem ele era, só vendo um maluco qualquer jogando por 5 sets como se fosse um jogo de PlayStation! 😱🔥
Até que um dia, não sei como, todo mundo começou a comentar "esse gajo é fogo, né?" e de repente tava todo mundo aqui do fórum gritando "vamo que vamo" antes mesmo dele ganhar o primeiro ponto... E aí veio aquele US Open 2022, o bendito saibro de Madrid, quando o Dani quebrou as pernas do Tsitsipas e todo mundo aqui na rua pôs o grito pra fora como se fosse o último ponto da final... EU JURO QUE ATÉ OS VIZINHOS ABRIRAM A JANELA PRA GRITAR JUNTO! 🤬💪
Dá até arrepio agora só de lembrar daquele berro coletivo... aquilo não foi um ponto, foi um BAILE de emoção pura que a gente só vive uma vez na vida! Que time, que cara... o Dani não é só nosso ídolo, ele é o cara que ensinou a gente a viver a paixão do tênis de um jeito que ninguém mais faz!
Na arquibancada desde criança.
aquele ano de 2019 no masters 1000 de montreal o negócio ficou feio mesmo, galera. eu tava vendo no escritório da obra num daqueles computadores velhos que só passam youtube com delay, e de repente o medv devolve tudo aquilo pro tsitsipas — igualzinho ao negócio do saibro, mas ainda mais louco porque tava no duro: um ponto atrás, dois sets a zero pra trás, e o russo começa a bater em tudo quanto é lado como se tava trocando socos com o adversário em vez de jogar tênis. ai o juiz comprou e vc já viu, né? todo mundo aqui no fórum gritando "isso não é tênis, isso é briga!" e eu com a telha do computador tremendo na mão de tanto vibrar. até o mestre de obras do lado veio ver o que tava pegando, e eu disse pra ele: "esse cara não tá jogando, ele tá conquistando o estádio inteiro, um berro de cada vez."
e quando ele virou aquilo ali... nossa, foi como se a gente tivesse ganhado a guerra sozinhos. eu bati palma pra parede do escritório, os pedreiros pararam pra ver, e até o fiscal da obra veio perguntar se tinha acontecido alguma coisa boa. eu disse: "melhor, meu caro. hoje o Dani nos ensinou que não precisa de ranking pra virar o mundo de cabeça pra baixo." mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
E aí, galera, vocês tão me lembrando tanto daqueles dias que até sinto cheiro de cerveja e barulho de copo quebrando nas comemorações de 2017.
Na época, a gente ficava debatendo se o Dani tava ficando louco ou se a gente é que tava começando a gostar de ver um maluco jogar. Mas aí veio o US Open de 2022, aquela loucura do saibro em Madrid, e a gente entendeu que não era só um cara qualquer batendo raquete feito doido — era a galera toda saindo do controle igual quando o time marca três gols seguidos no segundo tempo.
Hoje a gente tem um time mais equilibrado, sem os sustos do começo, mas também sem aquele calorão do "a qualquer momento o Dani vira a mesa". É gostoso ver ele mais maduro, mas também falta aquele frio na barriga de quando a gente não sabia o que ia acontecer de uma jogada pra outra.
Ou seja, o time atual é mais refinado, mas a magia daqueles primeiros anos era justamente o caos controlado. O Dani de 2017-2022 nos ensinou que paixão não tem preço, e isso a gente nunca vai esquecer. Agora, é só torcer pra que esse equilíbrio não apague a faísca que fez a gente viver tudo isso.
Conte primeiro, discuta depois.
Nossa, galeraaaaaaaaa, mas aquele berro no US Open 2022 foi tão louco que até os americanos pararam pra ouvir!! 😱🔥 Sério mesmo, tava todo mundo no estádio gritando "MEDVÉDEV" e do lado de cá da tela a gente aqui em Manaus tava igual: pulando, batendo na mesa, gritando tão alto que a vizinha do prédio ao lado reclamou depois porque não conseguiu dormir! 💀💢 E o pior é que eu tava com um copo de guaraná na mão e quase derrubei tudo no chão de tanto pular, nossa que situação, já tava viciado naquela energia!!! 😂🔥
E olha só, JuizComprado, vc falou que até os vizinhos abriram a janela, MAS EU JURO QUE O MEU CARA DO LADO COMEÇOU A GRITAR TANTO QUE A MULHER DELE TEVE QUE TAPAR O OUVIDO COM TRAVESSEIRO!!! 😭💢 Foi tipo uma guerra de berros no prédio inteiro, gente, aquilo foi um BAILE mesmo, foi coisa de torcida organizada, só faltou o cartaz grandão! 🏆🔥
E Coroa_TV, vc lembra daquilo no Montreal??? Putz, EU TINHA ACABADO DE CHEGAR DO TRABALHO E TINHA UM COPO DE CAFÉ NA MÃO QUANDO ELE COMEÇOU AQUELA BRIGA NO TÊNIS... EU QUASE ENTORTOU O COPO TANTO QUE O CAFÉ ESCORREU TODO PELA CAMISA! 😭💢 AÍ EU GRITEI TÃO ALTO QUE O CACHORRO DO VIZINHO FICOU LATINDO COMO LOUCO, foi tipo um ataque surpresa de alegria toda a vez que ele devolvia aquelas bolas impossíveis!
A gente não abandona os nossos.
Dios me livre, mas aquele 2017 do Dani foi igual tomar um chope gelado num dia de quarentena — a gente nem sabia direito quem ele era e já tava ali vibrando igual criança com presente de natal. lembra quando ele entrou em madrid daquele jeito? todo mundo aqui no fórum só falava "esse gajo é meio doido, mas ó... ele tem um coração do tamanho da quadra toda!". ai depois veio aquele us open de 2022 e o berro do saibro em madrid foi só o aquecimento pros berros que vieram depois, porque quando ele botou o Tsitsipas pra correr ali ninguém conseguiu mais ficar parado — foi tipo soltar um enxame de abelha dentro da gente, só voando pra todo lado gritando "ELE NÃO PARA NÃO!" 🐝🔥
e não adianta, galera, eu ainda tenho calafrios quando lembro daqueles dias — não era só o Dani que tava jogando, a gente tava junto também, cada um com a sua birra pessoal: uns no bar com cerveja na mão, outros no escritório com a telha da parede tremeeeendo, outros ainda pulando como se tivessem levado um tiro de alegria pura. aquilo não foi um ponto, foi um BAILE da paixão crua, sabe? tipo quando o flamengo faz três gols no segundo tempo e até o cara do churrasco do lado grita junto, só que aí em forma de tênis.
ah, e fala sério, JuizComprado, aquele lance do robô desregulado não foi brincadeira não — a gente tava vendo um cara que parecia estar aprendendo a jogar enquanto a partida rolava, só que ai de repente ele virava um mestre do caos e começava a bater em tudo quanto é canto como se tivesse uma raquete mágica que só acertava bolas impossíveis. foi tipo assistir um filme de ação ao vivo, mas no lugar de explosões tinham forehands que pareciam tiros de canhão. e depois veio o 2019 em montreal? nossa, aquilo ali foi o equivalente a um gol de mão do maradona em copas do mundo — todo mundo olhando e falando "ué, mas isso é permitido?!" 😱
e ó, DudaBenfiquista, vc falou coisa séria: aquele berro foi tão alto que até em manaus a gente ouviu aqui do outro lado do país, imagina então pra quem tava no estádio! eu lembro que tava vendo no computador da obra (aquela telha que só abre o youtube com dois minutos de delay, né?) e quando ele devolveu aquela bola pra Tsitsipas eu levantei da cadeira tão rápido que quase derrubei o monitor no chão. foi igual quando a seleção faz um gol de falta nos últimos minutos e todo mundo sai correndo pra comemorar na rua, só que aí a comemoração foi todo mundo batendo o pé no chão gritando "medvédev!" como se a gente tivesse ganhado o torneio sozinhos.
mas enfim, a gente vê, esse time nosso não é feito de rankings ou estatísticas — é feito de berros, de pulos, de caixas de som estouradas e de noites em claro só pra ver um russo maluco virar o jogo de cabeça pra baixo. o Dani não joga pra ele, ele joga pra gente, e isso, meus amigos, não tem preço que pague.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
e se a gente for ver, naquela época de 2017 o Dani até parecia aquele primo que ninguém convida pra festas mas ai chega de repente e rouba a pista de dança toda... eu lembro que tava no café da esquina quando ele entrou no ATP de Estoril daquele jeito, todo mundo falando "esse gajo deve ser do futuro, maluco varrido", e eu só pensei "bom, se ele tiver vindo pra destruir as bolas como um furacão, eu topo".
ai depois veio aquele US Open de 2022 e eu, que mal sabia o nome correto dos golpes, acabei inventando um novo esporte: "gritar 'MEDVÉDEV' sem respirar enquanto assiste televisão". minha irmã me expulsou de casa por 2 horas porque eu estava quebrando o sofá de tanto pular, e o cachorro da vizinha começou a uivar igual quando a seleção leva gol... foi tipo um stand-up comedy só que ao contrário, porque quem ri sou eu até hoje e ela ainda está chorando na Justiça por danos emocionais. 🤣🍿
e olha, galera, o melhor de tudo é que o Dani nem sabe o estrago que causou: até os gatos do prédio começaram a miar junto na hora dos forehands dele! imagina só se a gente tivesse organizado um coral de "medvédev" com os bichinhos... aquilo sim era uma torcida organizada de verdade. 😂🔥
Sou o único sério aqui — e olhe lá.