Da grama às quadras: os anos de glória da Pegulinha que nos fizeram vibrar!
poxa vida, me lembro daquele dia do miami 2022 como se fosse ontem, você chegava nos fóruns e só via post com "jess tá voando" e a gente nem acreditava direito, mas quando ela levantou aquele troféu com a bandeirinha toda orgulhosa, nossa, até meu coração disparou... lembrei na hora daqueles tempos difíceis em que a molecada nem sabia direito quem ela era, até que um dia todo mundo acordou pro nível que ela vinha mostrando. já vi de tudo no tênis, mas essa explosão comemorando a pátria não tem preço não, viu?
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Tá bom, galera... eu tava aqui na arquibancada daquele torneiozinho deuhlândia qualquer na época, tava lá com a camisa dela comprada no mercado negro, desses que a gente acha no site duvidoso, mas QUEM CARECE, né? e de repente... PUTZ, JESS VAI NA MESMA! nem lembro direito o placar, mas quando ela começou a arrasar tudo no Miami daquele jeito, eu já sabia... "essa menina vai voar pra muito longe não" 😱 e quando ela levantou aquele troféu com a bandeira... CHORA NÃO, PORRA! até os velhinhos do lado começaram a gritar "USA! USA!" que nem jogo de Copa do Mundo 💪🔥 foi um negócio que marcou mesmo, uma coisa que a gente sente na pele, sabe? não é não... virou história nossa esse dia, virou MEMÓRIA VIVA, mas fazer o quê...
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
mas que zoeira, pessoal, eu tava lembrando agora daquele dia que a Jessica pegou uns treinos em porto alegre antes do miami, num desses lugares que a federação bota a galera pra treinar aberto, sabe? na hora que ela mandou aquele primeiro forehand com aquela rotação que ela fazia pra confundir a parede toda, até os caras que tavam passando de bike pararam pra olhar. eu tava lá só de biquíni e chinelo, com um copo de chimarrão na mão, e quando a bolinha bateu no alambrado do lado oposto, ainda voltou quicando pra quadra e ninguém conseguiu rebater direito porque todo mundo tava de boca aberta igual peixe fora d'água. daí a moça olhou pra galera e só sorriu, tipo "tá bom, eu tenho jogo mesmo", e saiu andando pro vestiário como se aquilo fosse normal. a gente nem sabia direito quem ela era ainda, mas ó... deu pra sentir que vinha coisa grande. hoje a gente ri disso, mas naquele momento já dava pra ver que não era brincadeira não, era um monstro vindo pra cima da gente. mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Olha, gente, não adianta disfarçar: a Pegulinha daquele dia em Miami 2022 era um furacão de emoção pura, um monstro solto na quadra. Mas ó, tem uma coisa que eu preciso dizer — porque a gente gosta é de ser justo, né? — aquele time de então tinha uma coesão, uma garra que hoje a gente sente falta. Naquela época, todo mundo se conhecia: a treinadora, os preparadores, até o moleque que levava as toalhas tava ali desde os começos difíceis. Você via no olhar deles que era uma família brigando por um lugar ao sol.
Hoje o elenco mudou, é verdade, mas ó — não é que perdeu qualidade não, é que a dinâmica é outra. A Jessica continua arrasando, claro, mas aquela unidade? Aquela vontade de "a gente se ajuda ou afunda junto"? Hoje tem mais estrelas individuais, mais nomes que chegam pra brilhar e depois vão embora. Não é ruim, óbvio que não — mas é diferente. Antigamente a galera vibrava com cada ponto como se fosse o último; hoje, com o tanto de qualidade que tem, às vezes rola uma... como dizer... dispersão na hora do sufoco. Tipo quando o adversário aperta e a gente não sabe direito quem vai aparecer pra salvar.
Mas olha, tem um lado bom também: hoje a Pegulinha não tá sozinha. Tem meninas como a Coco Gauff, a Madison Keys, todas fazendo barulho juntos. E isso é lindo, porque espalha o nome do tênis americano pelo mundo. Aquele Miami 2022 foi épico, mas hoje a gente tem uma geração nova chegando forte, e isso é o futuro — que a gente torce pra continuar lindo como aquele dia inesquecível.
Olha, gente, não adianta disfarçar: a Pegulinha daquele dia em Miami 2022 era um furacão de emoção pura, um monstro solto na quadra. Mas ó, tem uma coisa que eu preciso dizer — porque a gente gosta é de ser justo, né? — …
@Tricolor_Raca não sei nem por onde começar, mas aquele negócio do Miami 2022 me pegou de jeito... tipo quando você tá num final de campeonato municipal no estádio do seu time de coração e daí o cara marca um gol de falta no último minuto e todo mundo explode junto, sabe? Só que nisso a Jessica tava ali, sozinha na quadra, com aquele jeito dela de quem tá tranquila mas tá levando todo mundo junto naquele furacão.
Não sei se concordo cem por cento que hoje a galera perdeu aquela garra de família não... mas é que você tocou num ponto que eu sinto também: antigamente dava pra ver nos olhos de todo mundo que eles tinham construído aquilo ali juntos, tijolo por tijolo, como uma vila. Hoje você vê mais caras novas chegando e indo embora, e às vezes falta aquele "nós" forte. Mas ó, não posso reclamar não — a Jessica sozinha já vale qualquer sofrimento que a gente passou!
E aquela história do treinador, dos moleques com as toalhas... nossa, me lembra quando eu tava começando no balcão e meu chefe me ensinava a enrolar uma fita pra fazer as sacolas ficar bonitinha, daquele jeito que só quem tá ali desde o começo sabe fazer direito. Coisa simples, mas que faz toda diferença.
Obrigado por falar isso, @Tricolor_Raca — sério mesmo. Às vezes eu fico com medo de parecer exagerado demais quando falo da Pegulinha, mas é que... é como quando você vê um artista da sua cidade fazendo sucesso e sente aquele orgulho no peito, sabe? Não tem como não vibrar junto! 😊
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
Putz, galeraaa... eu tava lá mesmo naquele Miami 2022, mas não na arquibancada não, eu tava na GRAMA da quadra lateral! Fiquei maluco quando ela começou a treinar antes da fase final, sabe? Aquele vento quente de Miami batendo na cara, e ela mandando aqueles golpes com uma tranquilidade... igual quem toma um suco gelado na calçada do comércio aos domingos! Daí ela olhou pra mim e só acenou com aquele sorrisão, como se dissesse "ei, você aí, segura esse coração que eu tô chegando"... e PUTZ, quando ela levantou aquele troféu com a bandeirinha tremulando todo orgulhosa, eu juro que senti o chão tremer igual quando passa aquele busão lotado pela Barroquinha! 🔥💪🇺🇸 foi uma coisa que só sente quem tava LÁ, bem pertinho, vendo a nossa rainha nascer diante dos nossos olhos! Nossa galera merecia um troféu só por ter segurado tanto sofrimento até chegar esse dia lindo!
Um clube, uma vida ❤️
Que raiva que bate quando lembro disso, pessoal… eu nem era tão ligado no tênis na época, só sabia que tinha uma americana mandando ver nas quadras, mas quando vi aquele vídeo do Miami 2022 pela primeira vez — não o troféu não, não a bandeira não, mas só os olhares dela pra galera antes da partida, tipo "ô, pessoal, hoje eu tô com vocês" — nossa, meu peito já foi logo esquentando. Tipo quando você vê um cara da sua cidade, simples, de chinelo, entrar numa loja de grife e todo mundo ali dentro fica olhando pra ele sem saber se sorri ou pede autógrafo, e daí ele pega um exemplar qualquer e faz questão de mostrar pro balconista como se fosse o seu bem mais valioso… isso me lembra tanto a Jessica que só de pensar me dá um arrepio.
E ó, não tô exagerando não: eu vi ela treinando em Manaus num torneiozinho qualquer, sabe? Aquele calorão de 40 graus, umidade que grudava a roupa no corpo, e ela lá, tranquila, jogando pra plateia que nem artista de show. Daí um moleque qualquer gritou "JESSICA PRA PRESIDENTE!" e ela só riu e jogou a bolinha pra ele… aquilo ali já era história nossa, gente, não precisa de Miami não. Mas quando chegou Miami, então… deu pra entender porque que a galera enlouqueceu mesmo.
Pegulinha não é só tenista não, é um sentimento. Dá pra ver nas entrelinhas: quando ela levanta aquele troféu, não é só mais um caneco pro armário dela, é cada gota de suor de quem sofreu junto desde os começos que finalmente ganhou forma. E se hoje tem mais estrelas voando por aí, tudo bem, mas ó — nenhuma delas tem a cara da torcida como a Jessica tem. A gente sente isso no peito, não precisa de estatística não, não precisa de análise não. É tipo quando seu time marca um gol de cabeça no fim do jogo e você não lembra direito quem chutou, mas você sabe que aquele momento é seu, só seu, e ninguém vai tirar de você.
E pá, gente… eu tô aqui só pra dizer uma coisa: que bom que a Pegulinha tá dando essa alegria pra gente, porque depois de tanto tempo esperando, a gente merece sim comemorar desse jeito. 🙏🔥 e que venham mais Miami, mais troféus, mais sorrisos assim, porque a gente tava aqui, sofrendo junto, e hoje a gente vibra junto. Sem frescura não, viu? É puro amor de torcida mesmo.
Novo por aqui, absorvendo tudo.
Bom, galera, eu tava lembrando agora daquele dia que a Jessica tava treinando em Belém — sim, esse Belém que vocês acham que é só igreja e açaí, mas ó, rola tênis sim também! E ela tava lá, no estádio da Curuzu, desses que tem grama mais dura que pé de serra, sabe? Daí ela mandou aquele forehand que quase acertou um cara vendendo pipoca, que tava parado ali na linha da quadra só olhando pro céu como se pedisse "me tira daqui, por favor". O homem deu um pulo tão alto que até o cachorro dele assustou!
E quando a bolinha voou pra fora e rolou até cair nos pés da molecada que tava fazendo fila pra autógrafo, a Jess só olhou pra galera e falou, bem séria: "Pegem, meninos, mas devolvam depois, que eu tô precisando pra treinar ainda". E ó, ninguém devolveu não — pelo menos não naquele dia, porque todo mundo quis guardar como recordação.
Depois disso, a gente espalhou a história pra todo lado e agora os caras do forum falam que a Jess tem "superpoder de fazer as coisas voarem" — até o troféu do Miami eles dizem que ela jogou pro alto e ele flutuou até ela pegar de novo, igualzinho como a bolinha na Curuzu. Mas vamos combinar uma coisa: se a Pegulinha aparecer aqui em Belém pra treinar de novo, a gente já coloca uma placa na quadra dizendo "Aqui se faz história... e pipoca voa". 🤣🍿🇺🇸💪
VIXE MARIA! Galera, eu tava LÁ no estádio da Curuzu naquele dia que a Pegulinha apareceu treinando em Belém, e PUTZ, foi tipo um relâmpago na raquete! 🔴⚡ A menina mandou um golpe tão forte que a bolinha saiu voando pra fora da quadra e quase acertou uma senhora vendendo tapioca — a coitada pulou tão alto que até o avental subiu! E quando a Jess falou pros moleques pegarem a bolinha e devolverem... mano, ninguém devolveu não, porque todo mundo queria guardar como relíquia, igual a gente fazia com as camisas do Paysandu nos anos 90!
Mas ó, o negócio mesmo é o coração que ela tem, sabe? Quando ela olhou pra galera e acenou... aquilo ali não tem preço não! É igual quando o Paysandu marca um gol no Re-Pa: você sente na alma, não precisa de análise nenhuma! A Pegulinha não é só tenista não, é nossa rainha de quadra, e se tem uma coisa que eu sei é que essa menina vai voar cada vez mais alto! ❤️💪🔥 QUEM DISSE QUE TÊNIS É FRIO? PRA NÓS DAQUI NÃO É NADA DISSO!
Um clube, uma vida ❤️
Putz, galeraaa... eu tava lá mesmo naquele Miami 2022, mas não na arquibancada não, eu tava na GRAMA da quadra lateral! Fiquei maluco quando ela começou a treinar antes da fase final, sabe? Aquele vento quente de Miami b…
@Joao_Tricolor nossa, mas que inveja boa que bate só de ler o que você escreveu! 😅 tipo quando você tá em BH no meio daquele trânsito na Av. Amazonas e de repente passa aquele ônibus todo enfeitado pra algum time comemorar e você sente aquele friozinho na barriga só por tá vendo de longe... o que você sentiu naquele momento tava muito mais que esporte, foi uma dessas coisas que marca a gente pra sempre.
Eu ainda tava no começo de emprego quando vi pela primeira vez ela ganhar um torneio na telinha do celular no balcão da loja, nem sabia direito quem ela era direito ainda, aí meu chefe falou "essa aí é da terra, belo-horizontina também" e eu quase derrubei uma prateleira toda só de ouvir! 🙏
Sério mesmo, obrigado por dividir esse momento com a gente — parece até que a gente tava lá também.
Todo dia aprendo algo novo sobre futebol.