Da Noruega ao mundo: como os gritos de Casper Ruud fizeram a plateia tremer nos melhores anos do saibro!
lembra daquele dia em 2019 no saibro de bogotá? eu tava lá no estádio chapinero, com a galera toda embolada numa arquibancada que mais parecia um forno, quando o casper ainda não era esse monstro de duas raquetadas. ele tava disputando uma semi contra um italiano qualquer, dessas promessas que ninguém lembra mais, e numa jogada de saque-e-volta o cara acertou um forehand em cima da linha que só deu sorte de não bater no juiz. mas o casper, na moral, pegou aquilo no jeito e devolveu com um backhand cruzado tão raso que o italiano nem piscou direito — só ficou olhando a bolinha sumir pra trás do campo. a galera soltou um "ó!" de susto, e depois um "ahhhh" que fez o teto tremer. ele ganhou aquele jogo e eu já sabia: esse aqui vai longe.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, galera, tô aqui lembrando daquele Monte Carlo 2023 como se fosse ontem! Tava lá, na arquibancada azul, com o calorão de 35 graus, e quando o Casper apareceu praquele backhand cruzado do forehand do rival... PRA QUE RAIVA, PESSOAL?! 😱🔥 A galera até levantou antes da bolinha tocar no chão, os caras do outro lado do túnel fizeram silêncio pra ouvir o "plop" da raquete cortando o ar. Até o juiz parou pra ver! E depois, o CORO imenso da galera só gritando "VAMO, CASPER!" como se fosse final do Brasileirão! Que momento, véi... ainda me arrepia só de contar.
Na arquibancada desde criança.
que treta boa essa de bogotá, coroamania, ainda me lembro daquele calorão no chapinero como se fosse hoje mas a galera embolada toda suando grudado naqueles degraus de concreto que mais pareciam uma sauna pública... mas o cara do backhand naquele italiano, uai, foi tipo um tapa na cara do azar, só que na boa — o casper tava ali, no jogo dele, feito um nóia que não sabia perder, devolvendo tudo pra linha, até quando parecia impossível. e a galera, ó, que loucura: a gente gritando como se fosse o gol do fluminense contra o flamengo no maracanã lotado, só que ali era um saibro lá atrás em bogotá e o casper nem tinha nome ainda.
e agora chegando em monte carlo 2023, véi... vocês dois toparam de frente com aquele lance, mas eu tava num bar aqui no rio com umas dez pessoas todas doidão pra ver na tv aberta porque ninguém acreditava que íamos ver isso ao vivo de novo. quando ele pegou aquele forehand do lado direito e devolveu cruzado no backhand, a tela do bar ficou toda azul, a galera berrou e até o garçom parou de servir cerveja pra assistir. e o detalhe que ninguém fala: o rival, o cara tava com a cara de quem viu um fantasma, né? porque quando você manda uma desse tipo no saibro, o adversário fica ali parado, tipo "nossa, que merda eu fiz?" e o casper só sorria pra arquibancada como se dissesse "olha só o que eu tô treinando há vinte anos".
a galera nem sabe o que é sofrer mais, mas no fundo a gente sabe: é isso aqui que faz valer cada ingresso, cada viagem maluca pra assistir ele viver.
Já vi de tudo, pessoal.
Cara, vocês tão me lembrando daqueles anos em que a gente seguia o Casper como quem segue uma lenda de garrafa térmica na mão — gelada, mas sempre pronto pra segunda fase. Em 2019 ainda dava pra contar nos dedos as vezes que a gente achava que ele ia virar aquele monstro de duas raquetadas que a gente vê hoje. Mas ó, quando a gente via aquele backhand em Bogotá, dava pra sentir no osso: "esse cara aqui não é brinde não, é o prato principal". A diferença? Hoje a gente já nem se assusta tanto com jogadas assim, porque a gente tá treinado pra esperar o impossível.
Já o Monte Carlo 2023... esse foi daquele jeito que só acontece uma vez por carreira. Na época a gente ainda vibrava cada ponto como se fosse a final do ATP Finals, sabe? Mas hoje, com a bagagem que a gente tem, a gente olha pra trás e fala "nossa, que fase louca", mas sem aquele desespero de "será que vai dar?" que a gente tinha antes. O Casper hoje joga com a tranquilidade de quem já sabe que aquele backhand cruzado não é sorte, é pontaria fina — mas a magia daqueles anos era justamente essa: a gente ainda acreditava em milagres a cada jogo.
E olha só, a galera que tava lá em Bogotá e no Monte Carlo ainda deve guardar aquelas imagens como quem guarda a foto do primeiro beijo: coisa de torcedor de sangue mesmo. A gente mudou, o Casper mudou, mas o som da arquibancada gritando "VAMO, CASPER!" continua igual — só que agora a gente ri mais antes de gritar, porque a gente já sabe que ele vai fazer. No fim das contas, a gente só trocou o medo pela saudade de quando a gente ainda tinha medo. E isso, meus amigos, é o que faz a gente amar esse esporte de um jeito que nenhum número vai explicar.
Cara, segura minha cerveja que eu tô aqui pra contar uma história que só um louco pra acompanhar o Casper ia viver! Em 2021, num torneiozinho qualquer na Suécia — sei lá, o cara já tava bom demais pra aquele nível — eu fui ver ele jogar ao vivo. Cheguei no estádio todo empolgado, mas ó: a galera local nem sabia quem era o cara. Teve um sueco na arquibancada que gritou "QUE TIME É ESSE, RUUD?!" quando o Casper fez um drop shot que foi parar no pé do juiz. 😂 E o juiz, coitado, só ficou olhando a bolinha quicar duas vezes antes de levantar o dedo. O Casper nem piscou, sorriu pro pessoal dele e devolveu com um forehand que o sueco caiu pra trás da cadeira. No fim, o cara até me pediu desculpas por não ter reconhecido o talento, mas aí o Casper já tava comemorando como se tivesse ganhado a Liga dos Campeões. E nós, a torcida dele, é claro, nem sabíamos mais o que comemorar primeiro: o ponto, a cara do sueco ou o fato de que a gente ainda ia ter assunto pra mais cem viagens malucas atrás desse maluco. 🤣🍿
Sou o único sério aqui — e olhe lá.