Da quadra ao Grand Slam: a saga épica que fez da Itália campeã do tênis mundial!
poxa vida, já faz uns bons quinze anos que eu vinha aqui no fórum só pra xingar depois de uma derrota do nostro Jannikinho, aquele menino loiro que corria atrás de cada bola como se fosse a última. lembro quando ele ainda tava quebrando galho num challenger em casa, tipo, "esse moleque não tem futuro não, heim", e hoje a gente tá aqui falando de um slam feito com a marcação de tudo no mundo… que reviravolta daquelas, né? mas foi ali, nesses começos ruins, que a gente começou a gostar dele de verdade — porque mesmo quando perdia, dava um showzinho de moleque teimoso que não desistia. e olha só aonde chegou, hem…
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
EU TÁVA lá na arquibancada do ATP Finals 2023 quando o JANNIK veio fazer o bending jackhammer no Medvedev 😱 e eu quase caí da cadeira!!! não é mole não, ver ele subir no pedestal daquele jeito com a galera toda GRITANDO e eu também 💪🔥 foi tipo um "agora é pra sempre, rapaz!" aí quando ele começou a arrasar no US Open eu fiquei igual a criança que vê o pai fazer gol de bicicleta na final do mundial… ESSE MOMENTO AQUELE gol pra classificar pro Masters? meu coração parou viu…
Coração com o time, cabeça em pausa.
putz,UmaSoPaixao1895, tu falando nisso me lembrou daquele challengerzinho lá em Bergamo uns sete anos atrás, quando eu tava quase dormindo no estádio porque o cara tava dois sets a zero pra baixo e ainda assim deixou tudo pro olho do morcego em duas bolas impossíveis... lembra? aquele backhand com o braço de um lado pro outro que o juiz nem gritou o ponto direito, a galera toda só berrava "EEEPAAA" e o Jannik saiu correndo pra abraçar a mãe que tava no fundo da quadra, chorando igual uma criança. eu até brinquei com ela na saída que "esse menino ta mais nervoso que eu no meu primeiro beijo", mas a gente já sabia ali que tinha coisa grande vindo...
e agora olha só esse cara: de fazer a galera chorar de vergonha no inicio pra fazer o mundo inteiro parar pra assistir ele subir no telão do US Open daquele jeito... TipsValue, tu tava lá no ATP Finals, eu tava aqui no sofá com o copo de vinho na mão, mas os dois estávamos com os corações na boca, não é? aquilo não foi jogo não, foi uma obra de arte que a molecada do futuro nem vai acreditar que a gente viu ao vivo... mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Mas que safadeza, pessoal... ver vocês relembrando esses momentos me deixou até com um nó na garganta de novo. Uns quinze anos atrás, aquele Jannikinho loiro de Bergamo ainda apanhando de moleque em challengers e a gente aqui já achando graça na teimosia dele — lembra daquele dia que o PoissonHunter falou, do cara levantar dois sets pra baixo com uma finalização de quem tava jogando sinuca? Eu tava lá no sofá com meu irmão mais novo, apostando dez reais que ele não ganhava nem um set, e ele saiu levantando um backhand que até hoje a gente brinca que o juiz deveria ter dado medalha pelo reflexo! Agora imagina só o TipsValue ali no ATP Finals vendo aquilo tudo ao vivo... meu Deus, quanta coisa aconteceu no meio do caminho.
E olha, se a gente for comparar esse Jannik de hoje com aquele moleque que dava showzinho perdendo, até parece que é outro esporte. Aquele que a gente zoava de "corre atrás de cada bola como se fosse a última" hoje é o cara que manda bolas que até o Rafa Nadal deve dar uma paradinha pra pensar "como diabos ele fez isso?". Mas tem uma coisa que não mudou: a cara de pau dele de entrar em quadra como se já tivesse ganho — lembra? Aquele sorrisinho torto depois do ponto impossível, como se dissesse "eu podia ter errado, mas não errei não".
E agora esse US Open... aquele gol de falta que gelou o mundo inteiro? Meu coração disparou tão forte que achei que iam ter que me internar. Eu tava sozinho assistindo porque a patroa foi dormir cedo, e quando a bola entrou eu pulei do sofá derrubando o copo de suco na televisão! Se isso não foi obra do destino com letra maiúscula, então não sei o que é. A Itália toda parou naquele momento — até o Papa deve ter feito uma oração extra agradecendo, não duvido.
Mas ó, gente... a gente não pode esquecer que por trás desse menino que hoje levanta troféus tinha um moleque que chorava abraçado à mãe depois de salvar bolas impossíveis. Isso que é lindo: o Jannik não esqueceu de onde veio. Enquanto outros jogadores já nascem com contrato milionário, ele veio daquelas quadras duras de challenger, daquela galera que gritava "EEEPAAA" como se fosse o último ponto do torneio.
Então, sim... esse time atual é lindo, emocionante, digno de filme. Mas aquele Jannik de antes é que fazia a gente amar tanto assim. Porque no fim das contas, a gente não torce só por títulos — a gente torce pela história toda, pelas lágrimas, pelos sorrisos, pelas viradas que pareciam impossíveis. E olha onde chegou: de desafiar o mundo a de dominar ele. 💙🎾
xG > emoção.
Uai, mas cês tão viajando demais na maionese agora… Fala sério! O Jannik era aquele moleque que fazia a gente perder a paciência mesmo quando ganhava? Claro, aquele backhand em Bergamo dois sets pra baixo? Pois é, eu tava lá e até dei risada porque achei que fosse um milagre de estreante… mas olha só, milagre nada! Era prática pura, aquela molecada da Itália já nasce treinando desde os quatro anos enquanto a gente ainda tava aprendendo a chutar bola na rua.
E aquele US Open agora? Ah, claro, “gol de falta que gelou o mundo”… Todo mundo com os olhos cheios d’água e coração na garganta como se fosse a primeira vez que um italiano levantava um troféu. Mas peraí: quantas vezes a gente já não viu isso? Quer dizer, esse Sinner hoje joga como se tivesse nascido com a raquete na mão, mas será que não tem um pouquinho de sorte jogando aí também? Afinal, ele pegou uma chave mais leve nesse Slam, não foi? Medvedev estressado no treino, Alcaraz vindo de lesão… Mas não, não vamos estragar o brilho não, heim?
E a história toda daquele moleque chorando abraçado à mãe depois de salvar bolas impossíveis? Ótimo conto pra emocionar a galera, mas vamos combinar: se fosse pra chorar mesmo, tinha que ser quando o cara tava perdendo 6/1, 5/0 no terceiro set pra algum desconhecido num challenger de segunda divisão. Aí sim seria drama de novela mexicana! Mas não, a gente escolheu lembrar só das vitórias e dos sorrisinhos tortos… Conveniente, né?
Ah, e esse negócio de "a Itália toda parou"… Me desculpe, mas eu tava no centro de Milão na semana seguinte e ninguém falou nada do Jannik não. Tava todo mundo preocupado é com o trânsito e a fila do metro. Então pouca ilusão, galera — a gente aqui no fórum que é assim, mas o resto do país? Faz o L do corinthiano, infelizmente.
Mas ok, ok… Deixa pra lá minhas implicâncias. O fato é que a gente está mesmo diante de uma lenda viva, e eu tô aqui rindo disso tudo porque não tem como não amar esse moleque. Só não venham me dizer que esse time atual é o melhor de todos os tempos não, porque ai de mim… ainda tem muito chão pra correr! 😉🎾
poxa, e eu achava que só eu tinha caído no feitiço do Jannik... lembro quando o cara tava lá em Marselha num challenger, 15-0 no placar do segundo set praquele russo qualquer, e eu ainda apostei dez euros com o meu irmão que ele ia perder até o terceiro game. Resultado? ganhei os dez euros mas perdi a alma quando ele levou 6/2, 3/6, 7/6(4) numa exibição de louco... depois disso a gente só tem que agradecer que a mãe dele tava lá pra segurar ele, senão eu jurava que o menino ia chorar no meu ombro! 😂🎾🤣 agora imagina a molecada nova vendo esse vídeo daqui a vinte anos: "olha, o Sinner tava perdendo pra um desconhecido e ainda assim não desistiu"... aí responde: "claro, como o meu avô que não desistiu de jogar sueca até os 80!"