Da quadra ao top 20: os anos que transformaram Tommy Paul em orgulho norte-americano
puta merda, lembro daquele dia no panamerican em 2015 quando o boy ganhou o primeiro challenger dele lá em casa, em boca do rio. tinha um calor de rachar o asfalto e ele tava todo vermelão da camisa do usa arrastando pé nos dois lados da quadra contra aquele alemãozão que tava com moral. duas quebras no terceiro e o juiz nem foi xavecado — foi aquele ponto que a galera lá do clube levantou e gritou tão alto que até os cachorro da redondeza parou de latir. depois disso a gente soube: esse moleque não ia parar tão cedo.
Já vi de tudo, pessoal.
Meu deus, FluminenseFiel, cê falou do panamerican e eu já tô me lembrando daquele verão de 2018 no California Classic 🔥 que eu tava lá com o meu irmão mais novo, de 15 anos na época, só pra ver Tommy entrar como wildcard. Aquele dia tava mais quente que forno de padaria e o boy veio com tudo, arrasando aquele cara da Rússia que tava até suando em bicas 😱 dois sets pra baixo, um break no terceiro e o gajo começou a pensar que tava tudo perdido... MAS ELE NÃO! sacou aquele forehand que voou tipo míssil, duas quebras seguidas e ainda levantou a galera toda que tava ali de bermuda e chinelo, gritando "USA! USA!" igual ele fosse o Messi 💪 o meu irmão saiu dali falando que ia ser jogador profissional e eu só disse: "rapá, tu tem que viver essa energia, moleque!"
Na arquibancada desde criança.
puta que raiva essa de 2017 no challenger de charleston, né? eu tava lá com o meu primo que nem sabia nada de tênis direito e o cara do lado só ficava xingando o juiz porque o microfone tava apagado e a galera não ouvia os gritos... mas daí o Tommy entrou na quadra igual um furacão, aquele cabelo dourado voando com o vento que tava soprando direto pro público, e a primeira coisa que ele fez foi acertar aquele forehand cruzado que pareceu um tiro de canhão de tão forte. o cara que tava jogando era desses que só ficam batendo bola pra cima e pra baixo feito máquina, sem graça nenhuma, mas o Tommy chegou e começou a fazer tudo parecer fácil — dois breaks no primeiro set mesmo com o sol caindo em cima da gente igual ferro quente. no final daquele dia ele ainda deu autógrafo pro meu primo igual se fosse uma estrela de cinema, escreveu "play hard" no braço dele com caneta esferográfica e saiu correndo pro chuveiro... e o meu primo até hoje tem essa marca na pele, mas não lava pra não sumir, fala que é relíquia. se aquele dia não tivesse existido, a gente não teria visto a transformação toda, porque foi ali que a gente percebeu: esse guri não só jogava, ele fazia a galera viver aquele barulho todo junto com ele. mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Puta que pariu, gente, agora que vocês trouxeram esses anos pra cima, não tem como não pensar: a gente tá falando de um cara que não só subiu as escadas do tênis, como pisou em cada degrau com o pé direito e ainda levou a galera junto. Aquele Tom do 2015 no Panamericano? Um menino que tava começando a dar as caras e já mostrava que não ia ser qualquer coisinha — lembrei até hoje daqueles gritos no boca do Rio, parecia que a cidade inteira tinha acordado pra assistir um futuro campeão sem nem saber ainda. Agora olha pra ele hoje: top 20, virando o Djokovic no Paris 2023 daquele jeito que só os grandes fazem, com aquela calma de quem já viu tudo antes. Não é que o tempo passou, é que o Tommy cresceu com o tempo e a gente cresceu junto.
E comparando aqueles dias? Tem uma coisa que me marca mais do que tudo: antes, o máximo que a gente conseguia era encher a boca pra falar dele nos desafios menores, nos challengers meio vazios, naquela vibe de "olha só o gringo novo". Hoje? É diferente porque o mundo inteiro já sabe o nome dele, não só a galera do tênis. Mas o mais legal é que ele nunca perdeu aquela energia de levar a torcida na marra, igual aquele dia em Charleston que Um disse, quando ele fazia até os que não entendiam de tênis se sentirem parte do jogo. Agora a gente tem ele esmurrando os Top 10 igual se fosse brincadeira, mas continua com aquele sorriso que faz a gente sentir que é tudo nosso.
E olha só, tem um detalhe que muitos esquecem: o Tommy sempre foi desses que jogam como se não tivesse pressão nenhuma. Antigamente a gente torcia pra ele vencer pra ele poder pagar o aluguel do mês seguinte, hoje a gente torce porque ele vira jogo igual mágica. Mas uma coisa não mudou: quando ele acerta aquele forehand de meia quadra que parece um tiro, a galera toda grita igual se fosse o gol do título. Isso aí não tem preço, e ninguém vai roubar isso dele. É por essas que eu ainda acho que o melhor do Tommy Paul não é o ranking, é a alma que ele carrega desde aquele verão de 2015. A gente só acompanha, né? 🇺🇸✊
fala sério, gente, aquela história do boca do rio em 2015 que o FluminenseFiel trouxe eu não tava lá mas já ouvi contar tanto que parece que eu tava comendo coxinha na arquibancada ao lado do meu cunhado que na época só falava em "aquele garoto de cabelo loiro que não para de correr" — e olha só, como o tempo passa mesmo, porque ontem mesmo eu tava vendo um trecho daquele jogo no celular de novo e o moleque tava tão zonzo de calor que mal conseguia segurar a raquete direito, mas ainda assim colocou dois breaks pra cima daquele alemãozão que tava parecendo um tanque de guerra. agora imagina só: sete anos depois ele tá ali no roland garros, com a raquete levantando mais poeira que um trator no gran canária, e manda ver naquele revés gigante chamado djokovic igual se fosse um challenger qualquer de segunda divisão.
o que eu acho mais louco é que a gente sempre soube que o boy tinha essa veia de campeão escondida, mas ver ele fazer aquilo em paris daquele jeito que o ProbabilidadeGuru falou, com aquela calma de quem já comeu e cagou o mesmo adversário — nossa, é de encher o peito de orgulho, principalmente quando ele começa a gritar "usa usa usa" igual a galera toda fazia naqueles dias quentes de verão quando a quadra tava parecendo uma frigideira. lembrei agora daquele outro dia no chicago quando ele tava com a perna enrolada e ainda assim arrasou aquele russo que tava vindo forte no saibro, com a galera toda cantando igual time de futebol e ele respondendo com aqueles forehands que pareciam raios. o cara tem esse negócio de não desistir mesmo quando o mundo tá desabando — e isso, meus amigos, não tem preço.
ah, e pra quem acha que isso começou ontem, eu vou contar uma coisa que ninguém lembra: em 2016 no challenger de cambridge o Tommy tava tão nervoso que até errava o saque fácil, mas aí o treinador dele falou qualquer coisa no ouvido e o guri arregalou os olhos, bateu a mão no peito e saiu voando na quadra igual louco, acertando tudo igual se fosse brinde de copa do mundo. o público inteiro ficou de pé igual se fosse final de wimbledon, e eu sei disso porque meu irmão tava lá com uma câmera velha gravando tudo e até hoje mostra aquilo pros filhos dele quando reclamam de fazer lição de casa. o Tommy não só joga tênis, ele leva a galera pra dentro da partida como se fosse um show particular — e isso sim que é transformação de verdade.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pô, galera, vocês tão romanticizando demais essa história toda — será que a gente não tá esquecendo que o Tommy já levou uns esporros feios nesses anos todos e ainda assim a galera continua achando que ele é um deus grego? Não tô dizendo que ele não merece, não, porque o cara virou o Djokovic daquele jeito que só os grandes fazem, mas vamos com calma aqui. Em 2019, lembra daquele ATP de Delray Beach? O moleque entrou como headseed, jogou igual um zumbi e perdeu praquele desconhecido que nem sabia o nome dele dois dias antes. A galera toda aqui tava no grupo do WhatsApp gritando "vai, Tommy!", mas ele saiu arrastando os pés e ainda levou um caneco da torcida adversária que tava lotando as arquibancadas. Agora me diz: cadê aquele dia na história que a gente tanto conta? Ou será que só lembramos dos dias bonitos e apagamos os ruins?
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
então galera, depois de tanto contar essa história toda eu só tenho uma pergunta pra fazer: será que o Tommy não nasceu com uma medalha de bronze colada no raquete? porque olha, desde aquele panamerican de 2015 até o dia que ele virou o Djokovic no Roland Garros, parece que ele tava só treinando praquele momento enquanto a gente aqui só tomava sol na arquibancada comendo pastel e achando que aquilo tudo era só mais um challenger normal... 🤣
e olha só, eu ainda lembro daquele verão de 2018 no California Classic que o TorcedorFiel_SemFim falou, mas com um detalhe que ninguém conta: eu tava lá também, só que eu tinha apostado 50 paus com o meu primo que o Tommy não ia passar do segundo set contra aquele russo... e pra completar eu ainda falei pro moleque que se ele ganhasse eu pagava o almoço dele em todo o torneio seguinte. ele ganhou dois breaks no terceiro, dois forehands que pareciam mísseis e ainda gritou "USA!" tão alto que o cara do som achou que tinha uma passeata política chegando na quadra. no final eu tive que pagar 50 reais E mais um almoço de três pratos pra ele... e ainda tive que ouvir ele rindo enquanto eu pagava. mas tudo bem, foi dinheiro bem gasto, porque hoje quando a galera pergunta "cê lembra daquele dia?" eu só mostro a cicatriz psicológica no meu cartão de crédito e falo "isso aqui é relíquia, moleque!" 💸🍽️
ah, e pra fechar: se o Tommy continuar assim, a gente vai precisar construir uma arquibancada extra só pra caber todo mundo que quer assistir ele jogar igual show de rock... mas ai eu pergunto: onde a gente vai colocar o churrasco? porque sei lá, acho que já tá na hora de virar um evento tipo Woodstock do tênis, só que com mais cerveja e menos fogueira... e isso sim que vai ser transformação de verdade! 🔥🍺✊