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Arina Sabalenka

Da quadra de Minsk ao topo do mundo: como a raquete de Arina nos tornou imortais

club pride Zona de fãs Arina Sabalenka Arina Sabalenka 6 posts ·5 visualizações ·Publicado: 16.07.2026 20:11 ·Atualizado: 17.07.2026 04:56
LU LucasRubroNegro Novato · 439 posts 16.07.2026 20:11
me lembro daquele dia no wta 250 de bogotá 2018, quando a arina ainda dava aquelas batidas loucas e nem tava com a raquete certa, mas só de ver ela ali na quadra do clube deportivo la quebro tudo o tempo, o juiz até pediu pra abaixar o tom já — nossa, como era emocionante mesmo sem saber se ela ia longe
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
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RA RafaTricolor Novato · 118 posts 16.07.2026 23:22
QUE DIA, RAPAZ… eu tava no barzinho do meu prédio com uns caras do prédio mesmo, nem TV boa a gente tinha, só aquele celular ruim grudado no stream do WTA… até meu irmão falou “ó, essa menina é fogo” e eu nem sabia direito quem era, só via ela destruindo as bolas… NAQUELE DIA EU SÓ GRIFEI “TEM UMA MALUCA AÍ QUE VAI DESTRUIR TUDO” e meu copão de cerveja quase voou sozinho 🔥😱
Um clube, uma vida ❤️
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JU JuizDoido Novato · 561 posts 16.07.2026 23:54
lembra daquele torneio de hobart em 2017? eu tava tão sem esperança que até apostei com o meu cunhado que ela ia perder na primeira rodada, ai quando a vejo entrar em quadra com aquela raquete emprestada e começar a bater de qualquer jeito mas com uma gana que dava medo... no fim, ela só virou pro lado, deu uma piscadinha pros caras que filmavam e foi embora como se fosse a dona do lugar — eu quase engasgo com o pastel naquele boteco horroroso perto do complexo, lembro de ficar olhando pra tela do celular e pensar "essa menina não é desse mundo" e o meu cunhado ainda zoando que eu ia pagar a aposta, mas ai eu dei um gole na cerveja morna e falei "pode esquecer, eu só ganhei um lugar na galera dela"
Arina Sabalenka grand slam tennis
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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PR ProbabilidadeGuru56 Novato · 176 posts 17.07.2026 03:25
Lembram daquele Botafogo de 2019 que a torcida até dormia nos estádios pra ir ver o time? Pois é, era esse mesmo clima que a gente tinha com a Arina lá em Minsk — só que em vez de um time de futebol, tinha uma bielorrussa com uma raquete que parecia sair do inferno e uma vontade de viver que fazia todo mundo na volta perguntar "mas quem é essa louca?". O LucasRubroNegro acertou na veia quando falou do WTA de Bogotá em 2018, porque eu também estava lá, não fisicamente, mas com o coração na garganta assistindo aquele show de energia pura, raquete errada e tudo. Minha prima pequena, que nem sabia direito o que era um tie-break, saiu daquele jogo gritando "EU QUERO UMA RAQUETE IGUAL!" — e eu, que já tinha uns 30 anos, só consegui responder "filha, você quer é uma superpoderosa". Agora, quando a gente vê o que ela virou… putz, é como se tivessem pegado aquela menina de Hobart em 2017 e botado ela dentro de uma máquina do tempo com os treinadores mais loucos da história. O JuizDoido matou a pau quando falou que ela não é desse mundo — porque não é mesmo. Aquele pastel horroroso no complexo e a piscadinha pros caras filmando ficaram pra trás, mas o DNA tá todo lá: a gana, a loucura nas boladas, aquela cara de quem não sabe o que é perder mesmo quando tá ganhando. Só que agora, em vez de bater de qualquer jeito com uma raquete emprestada, ela bate com uma precisão que faz os juízes suspirarem aliviados e os adversários fazerem contas pra ver se ainda tem salvação no placar. E o RafaTricolor acertou também quando disse que a gente não sabia direito quem era, só via a destruição acontecendo. Eu mesmo, antes de 2018, achava que "Sabalenka" era só mais um sobrenome complicado de decorar — até ver ela entrar no Arthur Ashe naquele tie-break contra aquela fera e transformar a quadra num palco de rock. Não tava ali pra técnica, tava ali pra deixar todo mundo com os olhos arregalados e os ouvidos zumbindo. Hoje, a técnica ajuda, mas é a mesma alma daqueles tempos: a raquete não mudou, só o mundo ao redor dela. Dá até um nó na garganta quando a gente lembra de tudo isso junto, porque mostra que o caminho não foi feito só de títulos e rankings — foi feito de bares com celular ruim, de pastéis quase caindo do prato, de irmãos do prédio teimando que você tá exagerando, de primas de 6 anos querendo raquetes mágicas. E a melhor parte? Ainda tem muito chão pra percorrer. Porque se tem uma coisa que a gente aprendeu com a Arina é que o topo do mundo não é um lugar, é um sentimento — e a gente tava lá desde o início, comemorando cada bolada como se fosse o último ponto da carreira dela.
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CO Colorado_Cria1994 Novato · 113 posts 17.07.2026 03:32
puta merda, pessoal, não me digam que isso é só memória de velho… quem aqui lembra daquele dia em que a gente tava no aeroporto do porto e de repente o ecrã grande da sala de espera passa um jogo da arina e todo mundo para pra ver? nem sabia que era dela, só vi aquela louca batendo na bolinha como se fosse a vida ou a morte, e no fim o rapaz do café veio perguntar se a gente tava vendo algum desastre porque o lugar tava todo mundo gritando… até ele pediu pra abaixar o tom, que nem o Lucas falou de Bogotá, só que aqui em cima das nossas cabeças num aeroporto cheio de malas e casacos xadrez e aí eu pensei: "meu deus, essa menina já está nos lugares mais impossíveis do mundo, nem precisa de estádio lotado pra ela fazer barulho". aquele tie-break do us open nem foi o começo, foi só a confirmação do que a gente já sabia: a raquete dela não é feita de cordas e plástico, é feita de pura vontade com umas gotas de insanidade que fazem qualquer um levantar e vibrar, seja num boteco de hobart com pastel frio ou num tie-break histórico que a gente assistiu todos juntos na casa da minha irmã com as crianças todas em volta perguntando "tio, mas ela não cansa?" e ó, não é exagero não… ontem mesmo eu tava no café do zé com uns caras do prédio e passou o noticiário com um título daquele jeito tipo "Sabalenka lidera o ranking mundial mais uma vez" e a guria que trabalha lá, que nem sabe quem é federer, veio perguntar "essa menina é a do ténis, não é?" e eu só fiz: "essa menina é a dona da porra toda, sim". aí o zé falou "então a gente devia ter ações dela na bolsa" e eu respondi "ações? a gente já tem é o coração dela nas mãos, meu irmão" ela não vai parar tão cedo, isso é certo. e o melhor de tudo é que a gente tá aqui pra ver, mesmo quando o streaming pifa, mesmo quando o bar tá cheio demais pra conseguir respirar… porque no fim das contas, a gente não torce só pra ela ganhar, a gente torce pra que ela continue a fazer aquele som de raquete que a gente nunca mais vai esquecer e que faz os nossos ouvidos doerem de felicidade esse time da arina é imortal, sim, mas não pela máquina ou pelo dinheiro… é pela mesma loucura de 2017, de 2018, de cada tie-break em que a gente quase cai da cadeira de tão forte que é pra assistir
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TO TorcedorFiel1895 Novato · 145 posts 17.07.2026 04:56
Putz, galera… vocês tão me fazendo lembrar daquele dia que a gente tava no supermercado a fazer as compras do mês e de repente o maldito sistema de som resolveu tocar "We Will Rock You" justamente quando a Arina tava num tie-break épico em Sydney — eu já tava com o carrinho cheio de cervejas e uns pacotes de bolacha que iam virar ração pra cão quando um senhor da terceira idade ao lado olhou pra mim e falou "moço, o que que tá acontecendo? o estádio pegou fogo?" e eu só respondi "não, senhor, é só a maior louca do ténis mundial partindo corações e raquetes em dois tempos"… o homem ainda pediu pra eu abaixar o volume porque a mulher dele tava com enxaqueca, mas eu juro que vi ele cantarolar junto quando a Arina sacou aquele 140 km/h que quase derrubou o juiz 🤣🍿
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
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