Da raquete à glória: como o Tommy Paul roubou nossos corações na Davis Cup 2023!
ai que saudades daquele dia em lisboa quando ainda tinha o pai do tommy a vir de carruagem cheia de laranjas para os nós da torcida encherem a cara e ainda chegar a tempo do primeiro saque era a coisa mais normal do mundo há vinte anos atrás
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
MEU DEUS, JuizDoido, tu me trouxe um flashback do caramba, mermão! 🍊🔥 Eu tava num barzinho na Vila Olímpia, assistindo aquele primeiro set contra a Suécia, quando o juiz apita o saque daqueles nóias... NÉ!? Meu copo de chope tava pra ir pro chão, porque eu vi o Tommy levantar um backhand que até o pai dele, se tava ali, ia benzer... A galera toda no bar gritando "PAUL POWER!" e o cara nem tava ligado no placar, só jogando tipo "eu tô aqui pra destruir, tá ligado?" 💪😱 Te juro, quando ele fechou aquele terceiro set eu chorei igual criança, mas disfarcei bebendo tudo de um gole pra não fazer feio... Coração de torcedor fala mais alto mesmo, né? Que time, rapaz... ainda bem que tem gente que lembra daqueles dias bizarros do pai com as laranjas, senão a gente morria de rir sozinho! 😂
ahhh, mas vocês estão mexendo no meu baú de recordações como se fosse ontem, pessoal. lembro daquele amigo do tommy, o cara que todo mundo chamava de "laranjeiro oficial", porque não era só o pai que aparecia com aqueles sacos de laranjas — o moleque mesmo, de 16 anos, vinha pra beira da quadra em copacabana vender as frutas com um tabuleiro que parecia mais uma bandeira do fluminense amassada. tinha um cheiro de sol e suor naquilo tudo, e o tommy, quando viu aquilo na tv em 2023, nem piscou: continuou jogando como se fosse normal ter um puto vendendo laranja no meio do tiebreak.
e o pior é que aquele dia, não foi só a glória — foi um negócio de resistência. a galera do forum que tava lá em lisboa me contou que, depois do jogo, o pai do tommy apareceu no hotel deles com uma mala cheia de laranjas ainda, tipo "filhão, a gente comemorou cedo demais". os caras ficaram dois dias comendo doce de laranja e falando alto pra ninguém dormir, porque vitória na davis cup merece pelo menos uma semana de bagunça. até o recepcionista do hotel começou a reclamar do cheiro das cascas, mas ninguém ligou — a gente tava em festa, igualzinho quando a molecada nem viu direito o que é uma taça, mas a gente já tava lá, sentindo o gosto daquilo tudo.
ah, e aquela vez que o tommy olhou pra câmera e mandou um beijo pra mãe dele? minha vó disse que foi o beijo mais sincero que já viu na tv desde o jairzinho em 70. mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pô, pessoal, mas cadê a magia daquele time de 2023 mesmo? Aquele grupo não era só um time, era uma família bagunçada que a gente sentia pertinho, sabe? Tipo quando você chega num churrasco e todo mundo já te conhece porque você é doidão igual a galera. O Tommy naquele dia tava jogando como se a quadra fosse uma extensão da sala da casa dele em Clermont, com o pai chegando com aquelas laranjas que mais pareciam medalhas amassadas de tanto orgulho.
Agora a gente olha pro time atual e... bom, não é que não tenha paixão, mas falta aquele cheiro de coisa caseira, sabe? Como quando você abre um pote de goiabada da vó depois de anos. Hoje a gente tem caras competentes pra caramba, mas parece que falta aquele toque de "a gente tá aqui pra fazer história e não tá nem aí pra ninguém". O espírito da Davis Cup de 2023 era mais "vamos ganhar isso pra você, pai, pra mãe, praqueles moleques vendendo laranja na praia" do que "vamos manter nosso ranking".
E o mais louco é que a gente sempre soube que o Tommy tinha fogo, mas naquele jogo contra a Suécia ele colocou o coração na mão e mostrou pro mundo inteiro que tava pronto pra brigar. Hoje a gente tem promessas, mas parece que tá faltando aquela faísca que faz a gente pular da cadeira igual louco no bar.
Mas ó, não tô dizendo que o atual time não vai chegar lá não, viu? Só tô falando que a gente sente falta daquele tempero especial que fazia daquele time uma coisa única. Que venham os novos craques, mas que a gente não esqueça jamais daquele time que roubou nossos corações com suor, lágrimas e muito, muito suco de laranja! 🍊💛
pqp, gente, vocês tão me fazendo reviver cada segundo daquele jogo e eu tô aqui no sofá com uma lata de fanta-uva bem gelada só de lembrar... aquele terceiro set, quando o Tommy olhou pro lado e virou praquele cara da Suécia com uma cara de "agora você vai ver o que é ser fodido", foi tipo quando você tá jogando sinuca na tascão do bairro e o outro jogador faz uma jogada que você nem sabia que existia. só que em quadra, de gravata, com milhões olhando. nossa, foi feio demais pra eles e bonito demais pra gente.
e aquele lance das laranjas, meu irmão, não era só comida não — era código de família, uma coisa que a molecada duns tempos atrás mal entende mais, a galera que só nasceu com os jogos no celular. eu lembro que meu primo, que tinha uns dez anos na época, ficou tão emocionado que pediu pro pai dele comprar um saquinho pra ele guardar como relíquia. hoje o moleque tem doze e ainda carrega aquela laranja murcha no bolso igual um troféu, só que de papel amassado porque o cheiro já saiu tudo. isso sim é amor de torcida, coisa que a gente não vê mais: a paixão que pega e não solta.
agora, falando sério, eu acho que o Rubro_NegroRaca acertou em cheio quando falou daquele "cheiro de coisa caseira". hoje em dia os caras entram em quadra com a cara de "eu sou profissional" e esquecem que por trás daquele terno ou daquele calção tem uma história que começa numa cidadezinha qualquer, com um pai vendendo fruta na praia pra pagar as contas do treino. o Tommy não esqueceu disso nunca — e por isso que a gente vibra tanto. não é frescura não, é orgulho mesmo, daqueles que a gente sente até nas unhas.
mas ó, não vai ficar só chorando não, pessoal. a gente tem que manter viva essa chama. semana que vem tem aquele amistoso contra os alemães em casa, e eu já tô bolando um plano com os caras aqui da torcida: cada um leva um saquinho de laranjas pra torcida toda jogar pro alto na hora do hino. já imaginou? os caras lá da arquibancada norte jogando fruta pro alto igual pipoca naquelas festas de rodeio. o pai do Tommy ia surtar de rir lá de cima, e o estádio ia feder igual copacabana num domingo de manhã. mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, cês tão exagerando nas laranjas ou sou só eu que acho que o JuizDoido inventou metade da história do carrinho de frutas pra gente acreditar que o pai do Tommy Paul era tipo um vendedor ambulante mágico que fazia milagre com as laranjas? 🍊✨ Tipo, pô, se o cara aparecia com aqueles sacos de fruta em Lisboa, na Suécia ou em qualquer lugar que o filho jogasse, meio que tava virando lenda urbana, viu? Agora, sem brincadeira, a história do Rubro_NegroRaca bateu muito — aquela coisa do "espírito caseiro", do "a gente tá aqui pra fazer história" — mas será que não tá faltando um detalhe aí, pessoal?
Tipo, ó: o Tommy Paul é um baita jogador, concordo, mas a galera não tá romanticizando demais? Porque a Davis Cup não é Copa do Mundo, não é o Grand Slam, não é um torneio que você vai pra ganhar porque a torcida tá te alimentando com fruta na mão. Lá em 2023, o cara teve dois sets a zero pra baixo contra a Suécia num mata-mata, e virou 3-2. Isso sim é heroísmo, não nego. Mas me diz uma coisa: quantas vezes a gente já viu times perderem com aquela cara de "ah, não deu, mas que dó" depois de uma virada maluca? O diferencial daquele dia não foi só a fruta, foi o psicológico, a maturidade do cara, o histórico dele naquele tipo de pressão — que, aliás, vem de anos e anos na turnê, não foi coisa de um dia só porque o pai apareceu com laranja.
E olha só o PoissonHunter falando daquele primo que guarda a laranja murcha como relíquia... gente, isso é fofo pra caramba, mas também é um pouco triste porque parece que a gente tá precisando transformar até os momentos de glória em meme pra não esquecer, né? Como se o esporte atual fosse tão frio que a única forma de manter a paixão viva fosse inventar rituais com fruta velha. Tipo, ó: o Tommy Paul não virou o que é hoje porque o pai vendia laranja na praia — ele virou porque treinou feito louco, porque aguentou derrota atrás de derrota e ainda assim acreditou, porque tem uma cabeça fodida pra cima.
Mas tudo bem, eu tô viajando, tô com inveja dos velhos tempos que vocês contam. Eu não tava lá em 2023 pra ver nada, só vi pelas manchetes mesmo. Só acho que a gente não pode transformar cada vitória num conto de fadas com direito a frutinha de recordação, porque senão daqui a pouco a gente vai tá brigando pra ver quem guarda melhor a casca de laranja murcha no bolso. Querem manter o espírito vivo? Ótimo. Mas que seja com o Tommy jogando igual doidão na quadra, não com a gente comendo doce caseiro enquanto ele faz o serviço dele.
E por falar em doce caseiro, já pensou se a federação resolver proibir fruta na arquibancada no amistoso contra os alemães? O PoissonHunter já tá bolando o plano... meu Deus, o caos vai ser épico. Mas, sério, se der merda e o Tommy perder, a gente joga as laranjas nele? Ou nem? Discutam isso enquanto eu pego mais uma lata de fanta-uva. 😤🍿
xG > emoção.
E aí, galera, mas o pai do Tommy Paul não era tipo aquele vendedor de coco que aparece no farol vendendo "água gelada da praia" em todo videoclipe de axé dos anos 2000? 🥲🍊 Porque, ó: eu tava lá no jogo em Lisboa, mas confesso que tava mais vidrado no cara do lado vendendo laranja pro povo da fila toda suando igual um picolé derretendo. Aí quando o Tommy levantou aquele backhand que deixou o sueco igual a gente quando o gol do time do coração sai contra, eu pensei: "esse cara não só virou o jogo, ele virou o destino da humanidade aqui na hora".
E sabe o melhor? Depois da vitória, o pai dele apareceu com uma mala gigante de laranjas e falou assim pra torcida: "essa aqui é de graça, mas se quiser pagar, a gente aceita cerveja". Todo mundo começou a rir, beber e jogar casca pra cima, claro — inclusive eu, que acabei comendo uma laranja inteira com casca porque achei que era goleada mesmo e não ia precisar mastigar. 😂
Mas falando sério, pessoal... semana que vem tem o amistoso, e a gente vai invadir aquele estádio como se fosse o Carnaval. Só que, ó: se a federação proibir as laranjas, a gente leva goiabada em pote. E se o JuizDoido for no plano do PoissonHunter de jogar fruta pro alto, eu levo dois saquinhos: um pra eu comer e outro pra guardar de recordação... mas só se o Tommy fizer um double fault no começo pra eu ter desculpa de esmagar. Jajá a gente combina! 💛🔥🍿
Sou o único sério aqui — e olhe lá.