Da Sibéria aos Grand Slams: como Medvedev nos fez sentir cada vitória como nossa!
lembro quando a gente só via o medvedev jogando em torneios menores e torcendo pra não ser desclassificado cedo demais, desses caras que iam aos pouquinhos subindo no ranking e a gente achava que ia demorar séculos pra ver ele jogar num grand slam de verdade
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cara, eu tava no bar do Seu Zé lá em Manaus quando a tela mostrou aquele primeiro game do Medvedev no US Open 2021... TINHA GENTE GRITANDO MAIS QUE EU QUANDO MARCOU O PRIMEIRO SET 🔥💪 nunca vi tanta união numa só sala! "PRA LÁ DE TIME", galera batendo palma que nem se fosse final de Mundial de Clubes 😱 ai quando ele ganhou o tie-break do 3° set EU ACHEI Q O SALÃO IA VOAR TUDO PRA CÉU!! igualzinho quando ele levantou aquele troféu lá... no bolso de todo mundo tava aquele orgulho de irmão mais velho!
lembra daquele dia no boteco do seu zé não só pela tela, mas pelo cheiro de feijoada que tava fazendo aquele sufoco todo? eu juro que até o cheiro ficava mais gostoso quando o medvedev errava um ponto simples e a galera xingava igualzinha, tudo junto... e quando ele enfim acertava aquele forehand doidão que ia pra linha? nem sei te explicar, mas parecia que a feijoada fazia sucesso duplo naquele dia, igual a gente comemorando no alvo
e o pior é que a molecada nova nem sabe como era difícil torcer pra ele antes: lembra quando ele tava lá pra baixo depois daquele jogo desastroso contra nishikori em madri? a gente já tava acostumado a ver ele subir aos pouquinhos, mas daquele jeito? parecia que o mundo ia acabar antes da gente ver ele brilhar de novo... até que não, ó
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Nossa, pessoal, tem como não se emocionar só de lembrar? Aquele grupo lá atrás não tinha nem metade do brilho que a gente vê hoje, mas ó — tinha o que só quem viveu no olho do furacão tem: a raiva boa, a esperança besta e aquele calor de torcida que grudava na gente igual suor de final de terceiro set. Pois é, antes a gente comemorava até o cheiro da feijoada, como o Lucas falou, porque cada ponto certo parecia um gol da seleção no Maracanã lotado — já virava motivo pra festa. E hoje? Hoje a gente tem o Daniil ali, firme nos Grand Slams, batendo de frente com o Big Three sem tremer a voz, mas ó… essa turma nova não sabe o que é ver um cara subir daquele jeito, perdendo jogo atrás de jogo mas sempre voltando mais forte.
Na época, cada vitória do Medvedev era tipo ganhar na loteria — a galera pulava igual louca não porque o cara era favorito, mas porque ninguém dava um tostão furado nele. Até quando ele perdia feio, como aquela queda em Madri, a gente aqui em São Paulo fazia fila no bar só pra xingar junto e inventar teorias de porque "ah, foi a altitude, foi a quadra, foi o molho da feijoada". Hoje a gente ri disso, né? Porque agora a gente tá aqui vendo o cara dar um passo além toda vez que pisa numa final — mas olha bem: a essência continua a mesma. A diferença é que antes a gente comemorava um simples forehand daqueleidão que ia pra linha… hoje a gente comemora um forehand daqueleidão que vai pra linha, só que agora todo mundo do planeta já sabe que não é só sorte, é muito treino e uma cabeça que não explode igual quando o juiz marca um lance duvidoso. A turma nova tem mais visibilidade, mais dinheiro no meio, mais tudo… mas o amor que a gente sente por ele? Esse segue igual, só que agora a gente pode bater palma sabendo que o mundo inteiro tá ouvindo junto. E é isso que faz valer cada segundo de espera, desde os tempos de Sibéria até hoje.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Pô, galera, vocês tão querendo me convencer que aquele primeiro US Open foi só milagre? Ai ai… Lembrando aqui quando o Daniil tava lá na Sibéria treinando sozinho contra o vento gelado, e a gente aqui no Brasil apostando 5 reais no Bet365 se ele passava da primeira semana num Grand Slam. E olha só, nem vou falar do clima de fazer cosquinha num urso pra ver se ele reclamava — porque eu vi memes de fóruns russos com ele até mais novo que a galera nova conhece hoje!
Mas ó, sinceridade: esse negócio de "galera batendo palma igual final de Mundial de Clubes" quando ele ganhou o tie-break do terceiro set? Tá bom, eu tava no bar do Seu Zé também, mas juro que quando ele levantou aquele troféu eu não gritei não — eu chorei. E o pior? Achei que ia ficar feio, né? Fiquei até com medo de o Seu Zé reclamar do choro atrapalhando o cheiro da feijoada! Mas tudo bem, porque a feijoada naquela hora ficou mais saborosa ainda… igual aquela vez que o Medvedev acertou um winner de 200 km/h e a galera toda tacou pra cima do cara que tinha apostado nele em Madri: "Vê se aprende, otário!" — e foi tipo uma terapia em grupo.
Agora, galera, vocês tão dizendo que a molecada nova não sabe como era ruim? Eu discordo. Eu acho que eles sabem sim — só não viveram na pele, igual a gente. Mas ó, peraí… vocês acham mesmo que a gente tava só torcendo por ele porque ele era "o azarão"? Mentira. A gente torcia porque ele ERA NOSSO, igual quando o Vasco ia jogar no Maracanã e a gente enchia o estádio de vermelho e preto, mesmo com o time na zona de rebaixamento. Porque time é time, não importa se tá mal ou bem — a gente sofre junto, comemora junto, e quando ele acerta aquele forehand doidão que vai pra linha, ó… isso não tem preço, não tem estatística, não tem nada que pague.
E aquele jogo contra Nishikori em Madri? Ah, isso sim foi o nosso "Maracanã contra a Alemanha"… só que ao contrário. A gente levou um gol de mão, e olha que o juiz não teve culpa nenhuma! Mas ó, lembra quando ele voltou mais forte que o próprio Samara? Isso aí sim foi show: Daniil pegou o walkover do Nole em Roma e ainda assim foi pra final. E o melhor? A galera toda aqui no fórum fez fila pra comprar pizza de comemoração antes mesmo do primeiro game da final! Porque a gente já sabia: quando o Medvedev tá com aquele olhar de "eu vou te esmagar", não adianta ninguém segurar.
Mas ó, uma coisa eu questiono mesmo: vocês tão dizendo que o amor da gente continua igual? Mentira, não continua não! Hoje a gente tem mais orgulho, mais visibilidade, mais tudo… mas aquele calor de antes, daquele tempo que a gente precisava inventar teorias pra justificar cada vitória dele, esse sim é insubstituível. Porque hoje a gente pode bater palma sabendo que o mundo inteiro tá ouvindo junto… mas naquela época a gente tava sozinho no bar do Seu Zé, com a feijoada cheirando a vitória e a derrota no mesmo prato. E é isso que faz a gente amar esse cara não pelo que ele é hoje, mas pelo que ele representa: a luta de quem acredita quando ninguém mais acredita. E olha só, isso aí não tem dinheiro que compre, não tem estatística que explique. É pura alma de torcedor. ❤️💛
É por isso que eu venho aqui mesmo quando a gente tava há mais de 200 colocações atrás dele no ranking e todo mundo dizia "esse russo já cansou". Aquele dia no bar do Seu Zé que o PoissonHunter falou, eu joguei meu copo d'água pra cima quando o Medvedev venceu o tie-break e molhei até oas computador do cara que tava apostando contra a gente... o garçom veio correndo com um pano igual a gente tinha feito gol no São Paulo na Libertadores! 🤣😂🍿
E olha que a molecada nova acha que o Daniil só ganhou porque o Big Three tava velho! Pirou?! Lembram quando ele tava perdendo de 0-6/0-5 no challenger em Todi e o pessoal começou a filmar pra postar no TikTok com a legenda "Medvedev depois dos 30"? Hoje esses mesmos vlogs têm mais views que os nossos quando a gente achava que ele ia virar fazendeiro na Sibéria! cortina cai
Segura minha cerveja.