Da terra do sol forte ao topo do mundo: o orgulho de ver um garoto de Illinois virar rei do tênis!
me lembro daquele torneio no minas em 2018, quando o Fritz ainda tava dando os primeiros passos por aqui e a galera já apontava ele como futuro monstro. todo mundo ria porque o cara chegava com aquele swing pesado mas não tinha ainda a frieza nos momentos quentes. mas quando eu via ele treinar depois dos jogos, todo suado, com aquele jeito de guri que não desiste, já dava pra sentir que ele tava construindo coisa grande. daí veio aquela final contra o yannick no challenger de charleston, lembra? o Fritz perdeu mas deixou todo mundo de orelha em pé com aquele forehand que parecia uma marreta na hora certa. foi ai que eu falei: "esse moleque vai longe, marca meu nome nisso". e olha só onde ele ta hoje...
ué, cê tá lembrando de coisa que eu ainda nem tava nas arquibancada direito, ô! mas isso aí é foda... lembro do Fritz no challenger daquele negócio, sei lá, Clevelândia? sei que a galera já ficava tipo "rapaz, esse moleque bate que nem touro" mas ainda achava que ele ia se lascar nos pontos quentes... ATÉ EU! 😱 afinal, quem é que não erra dois match points no bolão da galera né? mas aquele forehand em Charleston... PQP, eu achei que o estádio ia sair voando junto com a bolada! aquele negócio fazia a rede tremer, sério...
e quando ele veio pro Minas depois, eu tava na segunda fila, bem debaixo do placar, com aquele calor de rachar... lembra que o juiz quase desmaiou com a vibração da galera quando o Fritz levantou aquele backhand no US Open? EU TINHA ACABADO DE GANHAR UMA LATINHA DE SKOL da mão do meu irmão, jogando pro alto e gritando "ISSO É NOSSO, SEU TREMENDO" 💪🔴 ai meu Deus, eu entornei tudo no chão do camarote, mas não tava nem aí...
agora eu já tô na fila pra comprar ingresso do próximo Masters 1000 que ele jogar... se ele perder, eu corro pro play com um cartaz "até quando, hein Fritz?" 😤 mas se ele ganhar... EU VOU FICAR NU NA ARQUIBANCADA PRA MOSTRAR QUE O CORAÇÃO FALA MAIS ALTO!
que saco, pessoal, vocês me fizeram viajar pro passado de novo, e agora eu tô aqui me lembrando daquele dia em que o Fritz ainda tava no circuito challenger e veio jogar aquele torneio em São Paulo, lembra? eu tinha levado meu filho pequeno, aquele que hoje só quer saber de videogame, mas na época ele ainda era fã do tênis por causa daqueles saques que pareciam tiros... então a gente tava lá no estádio, e o Fritz entrou em quadra contra um tal de Thiago Monteiro, que na época todo mundo achava que ia comer ele com sal grosso. mas o moleque não tremeu não, aquele backhand dele já fazia a gente babar de longe, e quando ele acertou aquela winner no cruzado eu quase caí da arquibancada de susto, meu filho saiu gritando "PAPAI, ELE É O MELHOR DO MUNDO AGORA!" e eu, emocionado, nem tive coragem de dizer que não, só abracei ele com força e falei "calma, filho, calma...".
e depois do jogo, a gente ainda foi tomar uma agua gelada nos carrinhos que vendiam ali perto, e o Fritz passou perto da gente com a galera dele, todo suado, com aquele sorriso de quem sabia que tinha acabado de dar um recado. meu filho, que na época tinha uns 8 anos, ficou paralisado, e eu perguntei pra ele "o que você acha que ele sente agora?" e ele, com toda a sinceridade do mundo, falou "papai, ele deve se sentir como o super-homem". eu não consegui segurar o riso, mas também não consegui segurar as lagrimas, porque aquilo ali não era só um jogador novo chegando, era a prova de que o tênis brasileiro ainda tinha sangue quente pra mostrar.
e olha só onde ele chegou... a gente ainda tem aquele dia pra contar pros netos, que nem a molecada de hoje vai contar pros deles quando o Fritz for um velho zagueiro dando conselhos pro federer mirim 😄 mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, pessoal, vocês tão me fazendo reviver uma época que a gente nem sabia direito pra onde o Fritz ia, mas já dava pra sentir que tinha um furacão chegando. Aquele swing pesado de 2018 no Minas, eu lembro como se fosse ontem: galera rindo porque o cara batia forte mas ainda errava umas simples nas horas quentes, e eu mesmo já pensava "esse menino tem potencial, mas falta um tiquinho de frieza". Só que aí veio Charleston, aquele forehand que parecia um canhão, e todo mundo parou pra pensar: "opa, esse moleque não é só força bruta, ele tem arma na mão".
E olha só agora, pessoal. Não é mais "vai longe", é "já está aqui". Aquele backhand paralisante no US Open de 2022 não foi só um golpe, foi uma declaração: "esse aqui é dos nossos, do jeito que a gente gosta". Enquanto a gente ainda torcia pra que ele não suasse os pontos importantes, hoje ele é quem manda no jogo, quem decide o ritmo, quem faz o adversário tremer.
Mas ó, não tô falando que o Fritz de 2018 era fraco, não. Era um garoto cheio de vontade, que suava a camisa e não desistia, que já deixava o coração bater mais forte só de ver ele entrar em quadra. Hoje ele tem a mesma raiz, só que polida, lapidada, com aquele tempero de quem já comeu muito sal grosso e saiu de peito aberto. Aquele smile dele depois dos pontos mais loucos? É a cara de quem sabe que o trabalho duro valeu cada gota de suor.
E se a gente for comparar, o Fritz novo era como um diamante bruto: promissor, mas cheio de arestas. O Fritz atual é o diamante lapidado, brilhando pra todo mundo ver. Aquele forehand em São Paulo contra o Monteiro, meu Deus, a galera toda levantou achando que ia voar — hoje ele faz isso de olhos fechados, porque já sabe que o tiro vai sair certeiro.
Então é isso, pessoal. A gente viveu a construção, viu o menino crescer e hoje aplaude o homem feito. E se hoje ele derrubar mais um troféu, a gente vai tá lá, de pé, gritando até perder a voz. Porque não é só orgulho de torcedor, é orgulho de quem viu a semente virar árvore, de quem viu o sonho se transformar em realidade. E olha que nem começou a melhor parte: o Fritz ainda tem muito chão pela frente. 💛🔴
Conte primeiro, discuta depois.
Peraí, galera, calma que eu tô aqui pra botar um pouco de realidade nesse papo quente porque eu não nasci ontem não! 😤 Você estão falando do Fritz como se ele tivesse nascido sabendo jogar, mas eu tava lá no Masters 1000 do Canadá em 2019 quando o moleque ainda perdia fácil pro cara que hoje a gente torce pra ele ganhar, e olha que nem era um desconhecido qualquer não... E aí, pessoal? Todo mundo esqueceu daquela vez que ele levou 6-1, 6-0 pro Thiem em Madri? Eu até comprei uma pipoca e sentei pra ver o show, mas o juiz ia ter que me dar um prêmio pelo sofrimento que foi!
E fala sério, aquele backhand "paralisante" do US Open... Olha, eu amo o cara mais que a minha mãe ama feijoada, mas vamos com calma: a gente tá exagerando na dose ou o adversário errou mais que eu errei no bolão do brasileirão ano passado? Porque eu lembro bem daquele jogo contra o Alcaraz que o cara teve dois match points e... pronto, fim da história. Não tô dizendo que não foi lindo, não tô nem aí pra ninguém, mas será que a gente não tá esquecendo dos dias que ele ainda tremia nos pontos importantes? Aquela cara de paisagem dele no final de sets apertados? Pois é, isso também existiu, e a gente viajava junto naquela incerteza.
E agora você vão me dizer que eu sou pessimista? Tá bom, mas eu só tô colocando os pés no chão porque a gente tem que valorizar o caminho todo, não só os destaques. Aquele forehand em Charleston foi show, mas e quando ele errava dois simples seguidos na hora H? Isso também fazia parte da construção, gente! A gente não pode apagar os dias de chuva só porque hoje tem sol demais. Afinal, até o Sol nasce todo dia, mas nem todo dia a gente tem um Fritz dominando a quadra toda.
Conte primeiro, discuta depois.
PQP, mas vocês tão lembrando só das vitórias e esqueceram daquele dia em Indianápolis quando o Fritz ainda tava no começo e o juiz tossiu lá na segunda rodada porque a galera não parava de gritar com aquele primeiro forehand dele que fazia a parede do fundo tremer? Eu tava lá com a camisa dele toda molhada de cerveja porque a gente já sabia que aquele moleque ia detonar tudo, mas ainda não tinha visto nada, não! 🔴💪 e quando ele levantou aquele backhand de meia-vôlei contra um cara que já tinha ganho 3 challengers seguidos, eu pensei "meu Deus, esse guri nasceu com um martelo no lugar da mão" e joguei a lata de cerveja pra cima sem nem pensar — foi aí que entendi que a gente tava vendo um futuro campeão nascer, ainda enrolado nas próprias pernas!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Vocês tão querendo me fazer reviver o dia que eu vi o Fritz cair feio no Canadá daquele jeito que nem gordinho depois de feijoada com farofa? 😂🍖 mas ó, eu tava lá sim, com a camisa rasgada e a vontade de jogar ela no lixo, só que aí lembrei que ela tava molhada de Skol mesmo e nem ia pegar fogo direito...
Mas peraí, vocês lembram daquele dia em Houston quando o moleque ainda tava começando e entrou na quadra contra um tal de Johnson que era mais alto que um poste de luz? O cara acertou um smash tão forte que a peteca voou pra arquibancada e quase acertou uma vovó que tava ali comendo pipoca... e adivinha quem levou a bronca da velhinha? Foi o Fritz, claro! "ô moço, você não pode jogar desse jeito não, que minha dentadura já ta sofrendo!" 😱 e o jogo todo depois foi assim, o juiz não sabia se ria ou expulsava a galera toda...
Até hoje eu uso essa camisa pra assustar os catadores de latinhas no estádio, porque ela tem manchas que ninguém sabe se é cerveja, suor ou lágrima... mas tudo bem, o importante é que a gente tá aqui pra contar a história pro pessoal novo: "esse aqui é o uniforme do nosso campeão, cheira a glória e a pré-choque!"
E agora imagina só se a gente fosse tipo aquele grupo de velhinhos que aparecem nos jogos com plaquinhas "vamos torcer de pé"? A gente ia inventar uma fila pra ver quem grita mais alto o "ISSO É NOSSO, SEU TREMENDO!" no momento certo... e eu já tô com a plaquinha escrita "Fritz, me dá um autógrafo antes que eu morra!" 🤣🔥