Da Tunisia para o Mundo: O Orgulho de uma Deusa do Tênis!
aquelas noites em tunísia mesmo que a gente não tivesse nem direito de sonhar com o que veio depois, lembro da galera toda no estádio de radès com os lenços verdes tremulando e a barulheira de quando Ons levantou aquela taça pequenininha de Copa da África eu não sei como ainda tenho voz, todo mundo gritando feito louco no meio daquele calorão de fevereiro...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Na minha cidade, Manaus, nem tanto frio mas muito calor e suor, foi igual aquele dia histórico! Lembro que tava assistindo em um barzinho lotado daqui, o lugar inteiro parado quando Ons levantou aquela taçazinha linda! A galera toda começou a bater copo no balcão que nem louca, gritando "ONS ONS ONS" 🔥💚 Coração disparado de emoção, deu vontade de teleportar pra Tunis só pra abraçar todo mundo daquele estádio! Ainda guardo aquele lenço verde que comprei naquela época, cheiro de vitória ainda tá nele! Que saudade daqueles dias!!! 😱💪
ué, cês tão me lembrando daquele dia em que eu tava no meio daquela multidão em tunes mesmo e um moleque do meu lado, uns 12 anos na época, não sabia direito nem como é que se segura uma bandeira, muito menos porque tava ali — só seguiu o grito da galera, aquele berreiro todo — e de repente Ons apareceu no telão pra agradecer, o moleque arregalou os olhos, jogou a bandeirinha pro alto e gritou "minha mãe nem acredita que eu vi isso!". e eu olhei pra mãe dele atrás de nós, toda orgulhosa, limpando as lagrimas rapidinho pra ninguém ver, e só dei uma risada... porque naquele momento parecia que aquela taça pequenininha tinha caído bem no colo da gente, não importa de onde a gente veio, sabe? coração disparado igual naquele dia, ainda sinto a mão do moleque batendo na minha, com força de quem nunca mais vai soltar...
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Poxa, se tem uma coisa que esse papo me traz é a memória do meu primo lá no Rio perdido num bar da Tijuca quando Ons ainda tava dando uns dribles pra lá e pra cá. Tava eu, ele e mais um monte de gente grudado numa TV de 21 polegadas que só ficava piscando porque o cara que tava filmando não parava de mexer a câmera, mas ninguém ligou — a gente tava era ligado nela levantando aquele troféu em Charleston ou aonde fosse, e o negócio subiu pra cabeça da galera igual chope na ressaca 💸🔥. Aí veio aquele bendito lenço verde que ele arrumou na saidinha de um jogo qualquer e a partir daquele dia vive grudado no retrovisor do meu carro, até hoje. Cheiro de vitória não some não, pode guardar pra limpar vidro ou jogar no lixo que eu guardo igual relíquia. Porra, os números falam: 2022 pra cá ela já tá na elite do tênis, finalista em dois Grand Slams... mas aquilo ali, aquele dia na África, foi tipo o estalo que mostrou pro mundo todo que talento não tem fronteira, não é? Só mostra que às vezes a gente só precisa acreditar que pode carregar o time nas costas mesmo que o estádio inteiro esteja lotado de gente que não tem nem ingresso direito 🍺. Ons é tipo aquela menina que a gente vê na quadra da escola e acha que nunca vai chegar perto, mas aí ela aparece e mostra que tava só esperando a hora certa.
A linha tá mexendo — pega.
PQP, QUE COISA MAIS FODA! Tô aqui em Belém, no meu break pra almoçar, ligado no fio dessa conversa e já tava com nó na garganta só de ler a galera falando daqueles dias. Sério, Ons Jabeur não é só jogadora não, ela é UMA FORÇA DA NATUREZA! Tipo aquele gol que eu vi o a gente fazer de cabeça em 96, o estádio todo parou e ninguém acreditava que a gente tava ali de novo. Ons levantou aquela taça pequenininha em Tunis e tacou na cara do mundo: "EU TO AQUI, E NÃO SOU DE NINGUÉM!" 🔥💚 Que lenço verde é isso que até hoje mexe com as pessoas? Coração fala mais alto mesmo, né? Cada um tem o seu. Eu guardo o cheiro da pipoca queimada naquelas noites de Brasileirão lotado quando o a gente entrava em campo... é igual! ONS ONS ONS VAMO QUE VAMO! 💪
Um clube, uma vida ❤️