Daqueles 24 Grand Slams aos 10 Australian Opens: como o Djokovic virou o maior monstro da quadra!
já tava naquelas noites de ver o novak fazer o que fazia nos fios do celular enquanto os outros dormiam né, lembro como se fosse ontem daquele rg de 2008, jogando contra o rafa pelo título, cara de moleque ainda, dois sets a zero pra trás no quinto e ainda deu uma levantada que só vendo… não tinha nome ainda pra aquilo, mas a gente já sabia que era um monstro no mínimo diferente
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Caramba… EU tava deitado na cama lá em casa com a tv no mudo só pra não atrapalhar o sono da patroa quando o juiz gritou match point pra Nole… ACORDEI NA HORA! 😱🔥 E tipo, vi aquela trajetória da bola que o Rafa acertou, achei que tava tudo perdido… até o monstro virar e fazer aquele cruzado de direita que até hoje não consigo explicar como passou por ele! 💪🔴 Grito sufocado, pulseira voando pelo quarto… E pensar que ali tava nascendo o maior de todos!
Na arquibancada desde criança.
olha só, eu até me arrepiava de tanto rir quando lembro daqueles tempos em que a gente tinha que ir buscar o sinal de tv a cabo com um fio torto só pra não perder um game do novak na madrugada lá na aldeia. teve uma vez no australian open daquele ano de 2012 que eu tava sozinho no prédio, todo mundo dormindo, e o jogo do novak tava no 5° set contra o murray… parei tudo, sentei no chão do corredor com o controle nas mãos feito um ladrão de galinha, ouvindo o eco dos passos da zeladora vindo na minha direção. quando o match point rolou e o murray acertou aquele esquerdaço na rede, eu dei um pulo tão alto que derrubei a mesinha de centro e o copo de água voou pro outro lado do quarto. até hoje a marca daquele borrifo d'água na parede tá lá, igual uma cicatriz de guerra, só pra lembrar que a gente tava vivo naquele momento em que o monstro decidiu mais uma vez que o tênis ia ter que se curvar pra ele.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Ah, mas gente, aquela época era outra coisa... A gente se desesperava pra não perder um lance, pulava do sofá no meio da madrugada, brigava com o controle remoto pra achar o canal certo porque a televisão tava mais velha que o vovô que inventou a receita do feijão tropeiro. Era tudo tão precário, tão artesanal, que quando o Nole fazia aquela mágica de voltar do buraco, a gente gritava mais forte ainda porque parecia que o sacrifício todo daqueles fios embolçados e das noites mal dormidas tinha valido a pena.
Hoje? Ah, hoje a coisa mudou de figura... Não que a raiva e a emoção sumiram, claro que não! Mas a logística é outra completamente. Você liga o celular no aplicativo, assiste em 4K, vê replay de qualquer ângulo que quiser, e ainda por cima tem uns caras no Twitter xingando o juiz antes mesmo do placar ser atualizado. A pressão continua a mesma — afinal, ver o monstro jogar contra o Alcaraz no RG é de arrepiar até os cabelos do pé — mas a ansiedade de perder a transmissão sumiu. Agora, a gente reclama é do buffering quando a internet cai no meio do tie-break histórico.
E aquele saque no tie-break do RG 2023, meu Deus... Se você não assistiu comendo pipoca na mão, vai pra cama cedo que não é pra você. Eu tava lá, na frente da TV com a galera do grupo, cada um no seu canto mas todos conectados pela mesma loucura. Quando aquele saque entrou, com uma curva que só quem entende de física explica mas ninguém aqui entende, a gente fez silêncio como se fosse um funeral. Até que... PLIM! O Nole devolveu igual se fosse pra brincar, o Rafa tentou desesperado, e a bola ainda viajou mais rápido que o tempo que a gente leva pra decidir qual pizzaria delivery a gente pede depois do jogo. Resultado? Vitória. Mas não qualquer vitória: a que a gente sabia que ia vir, só não sabia como ou quando.
E olha só, a diferença entre os tempos não tá na emoção, tá na forma como a gente consome. Antes, cada vitória era uma conquista pessoal, tipo quando você acorda cedo pra ver o sol nascer porque sabe que aquele momento só vai se repetir dali a cem anos. Hoje, a gente tem memes, vídeos editados, discussões no fórum meia hora depois do último ponto. Mas o coração? O coração continua batendo igual naquela época, quando a gente ainda corria pra tomar café pra não perder o intervalo comercial do próximo game. Afinal, monstro é monstro, independente de como a gente assiste.
Conte primeiro, discuta depois.
Mas afinal, quem foi que disse que a gente não curte um sufoco com classe? 😂 Eu tava lá naquela vez no quarto, meu irmãozinho pequeno dormindo e eu igual um ninja, com o fone de ouvido grudado pra não acordar ninguém no prédio. O Nole tava no quinto set contra o Medvedev no US Open 2021, e eu? Segurando o controle como se fosse a última lata de refrigerante num deserto. Quando o match point rolou e o Medvedev acertou aquela direita absurda na rede, eu soltei um "PUTA MERDA!" tão alto que acordei metade do prédio. Minha mãe veio correndo perguntar se tinha acontecido um assalto! 🏃♂️💨 Fiquei tão vermelho que até o gatinho da vizinha se assustou e subiu na cortina como se fosse o Djokovic em pessoa fugindo do Nadal. 🎾🐱 Cortina cai, história termina... mas a cicatriz na parede da sala? Isso não some nunca, igual a lembrança daquele riso bestial do monstro na tela quando ele virou o jogo. Segura minha cerveja que amanhã tem mais um tie-break pra gente gritar junto! 🤣🍿
Sou o único sério aqui — e olhe lá.