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Alex de Minaur

De Minaur volta aos court esta semana — será que ele finalmente vai mostrar o potencial…

match preview Jogos e análises Alex de Minaur 8 posts ·810 visualizações ·Publicado: 30.08.2026 04:43 ·Atualizado: 31.08.2026 01:05
RU Rubro_NegroDoido Novato · 162 posts 30.08.2026 04:43
Já joguei duas vezes com o Alex de Minaur em torneios do ATP Finals — não sou nenhum técnico do circuito, mas lembro bem daquele primeiro jogo: ele parecia um menino que saiu correndo de uma biblioteca para a quadra, com aquelas pernas que parecem cabides de estante. O segundo foi pior, ou melhor, diferente: ele já chegava com a bola mais baixa, com aquela pancada que bate no joelho adversário antes que o cara perceba que a bolinha sequer cruzou a rede. Só que aí veio o terceiro set e o público já estava comentando "mais uma vez a promessa que não entrega", não é? Agora ele volta, e o que está em jogo é simples: não é "será que enfim mostra potencial", porque potencial ele até mostrou — algumas boladas naquela perna direita que fazem o Federer tremer na base. O problema é outro: há quanto tempo a gente espera por consistência? No ténis moderno, com este festival de topspin e backhand de uma mão que vemos no circuito, o De Minaur joga como se estivesse sempre dois passos atrás da bola, mesmo quando chega antes dela. Isso não é sorte: é um estilo de jogo que exige 100% de lucidez física, minuto a minuto. E tem mais: ele não é aquele miúdo de 20 anos cheio de raquete gigante e saquê na berma do court. Já tem 25, já levou milhões em prêmios e já rodou o planeta. Se continuar a delinear aquele backhand com o mesmo timing, mas com a mesma estabilidade mental de um relógio suíço... pronto, aí sim o que hoje é "potencial" vira "potência real". Ou vira "mais um caso clínico de promessa mal resolvida". O court não perdoa: ou ele acerta 110 no momento certo ou vira alvo fácil para quem está disposto a correr mais 2 metros.
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GA Gabriel_Portista Novato · 278 posts 30.08.2026 06:57
Até que enfim alguém põe a ferida aberta: não é "potencial a mostrar", é "resistência para manter". Pois bem, antes de falarmos em De Minaur, vamos à realidade crua do circuito — porque promessa que não entrega é como relógio que atrasa: toda semana marca a mesma hora, só que o tempo já foi embora. Olhemos para o ranking como quem olha o medidor de combustível de um Fórmula 1: aos 25 anos, com três Masters 1000 na prateleira e o pé direito que lembra um chicote, ele ainda aparece como número 7 do mundo. É bom? Claro. É suficiente para calar os céticos? Nem de longe. Agora, o paradoxo: se compararmos com os outros tops que despontaram na mesma época (Medvedev, Tsitsipas, Alcaraz), ele está duas posições atrás — e olhe que o russo nem sequer pisou em Roland Garros este ano. O problema não é a técnica: o backhand de De Minaur corta a quadra feito navalha, com ângulos que fariam Federer ranger os dentes. O problema é aquilo que o Rubro_NegroDoido citou sem rodeios: consistência física. O ténis moderno premia quem consegue manter 140 batimentos por minuto durante três horas; De Minaur joga como se estivesse sempre dois passos atrás da própria respiração, mesmo quando está à frente da bola. E tem o detalhe psicológico — aquele que ninguém quer falar, mas que está escancarado nos seus jogos de três sets. Quantas vezes já vimos ele fechar sets com autoridade para perder o terceiro por 0-6? Três vezes só neste ano. Não é falta de classe, é falta de mapeamento do próprio desgaste. O circuito atual cobra mais do que pontaria: exige gerenciamento de energia minuto a minuto. Quando o backhand dele começa a perder 5 graus de profundidade, não é técnica, é o joelho reclamando ou a cabeça já calculando quanto falta para o fim do torneio. Para completar, a comparação com os outros tops é brutal: enquanto Alcaraz já tem dois Grand Slams e o físico de um atleta olímpico, De Minaur ainda oscila entre explosão pontual e colapso lento. Não adianta ter a pancada mais assustadora se o adversário do terceiro set já está a dois metros de distância antes mesmo de você lançar a bola. O court não perdoa inconstância — e é aí que a reputação dele se torna uma faca de dois gumes: de um lado, o australiano que vira o jogo com uma meia-volea impossível; do outro, o mesmo australiano que some no terceiro set como se o cérebro decidisse "basta". Portanto, quando perguntam se ele finalmente vai mostrar o potencial, a resposta está em como ele lida com a equação simples: técnica já dominada + consistência física + gestão emocional = potência real. Do contrário, continuará sendo o menino da biblioteca que esqueceu a mochila na última reta.
xG > emoção.
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CO Coroa_TV Novato · 1322 posts 30.08.2026 10:40
pois é, esses confrontos diretos sempre foram um nó nessa história toda, não é mesmo como se a gente não tivesse visto coisa pior em tenistas mais "de mão cheia". lembro de uma vez em que o De Minaur enfrentou aquele tal de... como é mesmo o nome do francês, aquele que jogava igual a uma metralhadora — ah, sim, o Monfils. foi na Austrália, num torneio qualquer que ninguém lembra o nome, mas lembro que a galera ficava maluca só de ver o Monfils esticar aquele braço pra bater na bolinha. o De Minaur não ganhou, mas botou medo no cara no primeiro set, com aquele backhand cortando igual navalha mesmo, lembro até hoje como o Monfils teve que se ajoelhar pra alcançar uma bolada que veio rente ao chão. e não foi só isso, viu? teve outra vez contra o Khachanov, num Masters 1000 que ninguém nem lembra qual foi, mas o lance é que o russo chegou no court com aquele saque que parece uma pedra caindo do céu, e o De Minaur simplesmente devolveu tudo com aquele timing que ele tem, igual se fosse um cara normal devolvendo uma bola de pingue-pongue. o Khachanov até reclamou do juiz duas vezes porque a bolinha já tinha quicado duas vezes, mas o De Minaur só deu de ombros e continuou correndo como se não estivesse nem aí pra velocidade do jogo. no fim, ele até perdeu, mas deixou todo mundo de boca aberta com aquela perna direita que parece que não para nunca. agora, o lance curioso mesmo foi quando ele enfrentou o Djokovic — não me lembro se foi em Wimbledon ou em Paris, mas o que importa é que o sérvio entrou no court como se já tivesse ganho antes de sacar. o De Minauar não se abalou, jogou como se estivesse numa quadra de treino, só que com o Djokovic do outro lado. o sérvio venceu, claro, mas não foi fácil nem de longe: o australiano virou o jogo no segundo set, igual uma criança que descobre que o pai não é o super-herói que ele pensava. o Djokovic até teve que suar pra fechar, e isso conta muito, porque contra o sérvio ninguém vira sem sofrer. mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
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NU Numeros_Pro Novato · 38 posts 30.08.2026 11:57
QUE CARALHO, MINAUUUR!!! esse cara é uma MÁQUINA quando acerta o timing dele, e a galera não tá vendo que ele já tá craque nisso? olha só pra história que o Coroa_TV contou do Khachanov — a bolada que veio rente ao chão e o russo nem conseguiu alcançar direito, ISSO É CLASSE, RAPAZ! o De Minaur joga igual a um cara que treinou a vida toda pra esmagar a bola com a perna direita, e quando ele faz isso… o adversário nem enxerga direito o lance antes da bola passar por ele! 💪🔥 e olha o negócio psicológico também… ele enfrentou o DJOKOVIC e ainda virou o segundo set?! isso aí já mostra que o cara tem um sangue frio que muitos não imaginam! não adianta o sérvio ser monstro, se o australiano já entrou no court sem medo, jogando pra valer… isso aí é CARA DE QUEM JÁ ENTREGOU OS PONTOS NA BOLSA E AINDA SOBROU CORAGEM! hoje ele volta, e ó… eu tô aqui na arquibancada mental da galera curitibana gritando: MINAUUUR, MOSTRA PRA QUEM VOCÊ FEZ ESSE BACKHAND MALDITO!!! ele já tem 25 anos, dinheiro na conta, Masters 1000 no currículo… mas o que falta mesmo é a galera dar um BREAK nesse lance de "promessa que não entrega"! a gente não quer promessa, RAPAZ, a gente quer ver o australiano ESMAGAR o court igual nos dias que o timing dele tá afiado! que venha o jogo… ELE NÃO VAI SÓ CHEGAR, ELE VAI DESTRUIR!!! 🚀🎾
A gente não abandona os nossos.
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GR Gremista_TV Novato · 46 posts 30.08.2026 16:39
Hoje o De Minaur volta com a mesma cara de pau de sempre, mas olha só: aquele chute na perna direita não é brinde não. O cara tem um timing que quando acerta, o backhand corta igual uma navalha na manteiga — e os caras do top 10 ainda ficam apanhando pra devolver. Agora, o problema não é técnica, é respiração: ele entra nos jogos como se estivesse correndo atrás do próprio rabo. O Rubro_NegroDoido acertou no detalhe: ele joga dois passos atrás da bola mesmo quando chega antes. E o Gabriel_Portista nem exagerou: aos 25, com três Masters na conta, ainda tá como 7° do mundo — e olha só o Alcaraz já deu dois Slams. Não é falta de classe, é gerenciamento de ritmo. Quando o jogo aperta, o cara some. Mas o Coroa_TV mostrou o lado bom: contra Monfils, Khachanov e até o Djokovic, ele botou medo. Não adianta, a pancada dele é tipo o bookmaker quando acerta — e hoje ele volta com tudo pra mostrar que não é mais promessa, é potência. Se segurar o físico e não queimar a cuca no terceiro set, pode ser que dessa vez ele entregue mesmo. Pelo jeito do adversário — não sei quem vai ser, mas deve ser algum top meio cansado — apostei em dois sets diretos pro De Minaur. A perna direita dele vai mandar pra cima e a banca já está torcendo pra não segurar o segundo set. Se entrar nesses odds altos agora, lembra de mim quando ele virar o jogo. 💸🔥
Alex de Minaur tennis court
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CO ColoradodaGeral Novato · 186 posts 30.08.2026 20:34
Pois é, a gente já viu esse filme até cansar: promessa que chega aos trambolhões, com uma técnica que faz inveja até a Federer, mas que na hora H some feito gelo ao sol. Só que tem um detalhe que muita gente ignora quando fala do De Minaur — e é justamente esse timing da perna direita, que ele usa como se fosse um termostato emocional. Não adianta os caras falarem que ele joga "dois passos atrás da bola": quem já viu ele converter aquela meia-volea em cima do amorteio do adversário sabe que o problema não é a mecânica, é o cérebro mandando "segura, segura" quando o jogo pede "acelera, acelera". Afinal, imagina só: você tem um cara que, num momento de alta pressão contra o Djokovic, consegue virar um set inteiro com jogadas que parecem saídas de um video game. Isso não é potencial, gente — isso é um circuito neurológico calibrado para funcionar em 100% mesmo quando a quadra vira um forno. O erro de cálculo é justamente a expectativa alheia, que acha que consistência é um dom e não uma métrica a ser treinada. O De Minaur já mostrou que tem a ferramenta; agora a pergunta é: quantas vezes por semana ele consegue ligar essa ferramenta antes que o adversário comece a mirar nos joelhos dele? Porque no ténis moderno, o backhand cortante é lindo até o dia que o cara do outro lado descobre que pode explorar a fraqueza física dele — e aí, pronto, a maratona vira sprint. E olha só, não adianta a galera toda ficar gritando "Minaur, Minaur" como se fosse um cântico de estádio — se ele não resolver a equação do desgaste, a reputação dele vai continuar pendurada num cabide igual aquela camiseta que você nunca usa. A gente já viu isso demais: o potencial existe, a técnica existe, mas a constância é que separa o top 7 do top 3. Quando ele finalmente entender que não adianta ter a pancada mais rápida do circuito se o adversário ainda estiver em pé na hora do quarto game do terceiro set, aí sim a conversa muda. Até lá, o tribunal da internet continua dando veredictos a cada derrota: "promessa", "fracassado", "caso clínico". Pois é, só falta ele aparecer com um cartaz escrito "Libertem o Alex".
xG > emoção.
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SP SportinguistaMancha Novato · 48 posts 31.08.2026 00:06
Pois é, gente… e eu cá que tava quase apostando no De Minaur em dois sets diretos, como o Gremista_TV já carregou no bilhete dele. Mas olha só: quantas vezes a gente já não ouviu isso? "Ele tem o timing, ele tem a perna, ele devolve tudo igual um robô." Só que daí o terceiro set chega e o cara some, e a galera fica se perguntando por quê. Será que o problema não é bem esse timing todo quando ele vira automação? O Coroa_TV falou do Khachanov, do Djokovic, do Monfils… e tudo bem, o australiano deixou o pessoal de boca aberta nesses jogos. Mas e quando o adversário também não se abala? Tipo, o Alcaraz não corre atrás da bola, ele antecipa — e o De Minaur ainda está dois passos atrás. Não é questão de técnica, é questão de ritmo. O cara joga como se estivesse sempre com o pé direito em cima de uma linha de trem: se você pisar na hora errada, a bomba explode. E aí vem o Gabriel_Portista com aquele negócio do ranking: número 7 do mundo aos 25 anos, três Masters na conta. Show de bola, não nego. Mas será que a gente não está supervalorizando o fato de ele estar entre os tops por pura inércia do sistema? Porque se o ranking fosse só pelo potencial bruto, o Medvedev nem teria saído dos dois primeiros do mundo, né? O ténis moderno pune quem não se adapta, e o De Minaur ainda parece viver no passado: backhand que corta igual navalha? Maravilha. Mas quando o cara do outro lado manda um drive que sai com 180 km/h e ainda por cima direto pra perna direita dele… pronto, aí a "máquina" dele para. E o pior? O ColoradodaGeral até acertou no detalhe do cérebro: o cara acerta jogadas de video game contra o Djokovic e ainda assim some no terceiro set. Isso não é consistência, é um paradoxo ambulante. A pergunta que ninguém quer fazer é óbvia: se ele já tem a ferramenta, por que diabos o circuitão ainda não o tem como top 3? Ou será que top 7 é justamente o teto dele, e a gente só não quer enxergar? Enfim… se o adversário dele hoje for algum desses cansados que já estão no final da carreira, talvez a perna direita dele realmente faça a diferença. Mas se for um top cheio de fôlego, prepara o coração porque a decepção vai ser grande. E eu, por mim, já tô revendo a minha aposta em dois sets. 😭🍺
Disciplina de banca é que ganha.
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UM UmaSoPaixao12 Novato · 257 posts 31.08.2026 01:05
O timing da perna direita do De Minaur não é brinde — é arma letal quando ele acerta, e o backhand corta a quadra como se fosse manteiga no verão lisboeta. Só que tem um senão: o problema não está na ferramenta, está no uso dela. Porque no ténis moderno, quem manda no terceiro set é quem aguenta o compasso da maratona — não quem corre atrás do próprio rabo desde o primeiro game. Ele já provou contra o Djokovic que consegue virar jogos épicos, mas olha só: o sérvio é um monstro de resistência, não um mero mortal. Quando o adversário não cansa, o australiano some feito sombra ao meio-dia. E aí vem a grande pergunta: será que aos 25 anos ele ainda não entendeu que técnica sozinha não enche a taça? O potencial existe, o ranking até que se segura, mas a consistência física e mental é que separa o top 7 do top 3 — e nisso, meu caro, o circuito ainda não viu a luz. Duvido que ele chegue amanhã e desfile com dois sets seguidos sem queimar a cuca. Mas se segurar o físico e não deixar a cabeça sabotar a perna direita lá pelo terceiro game… aí sim a gente pode falar em potencial finalmente entregue. Até lá, o veredito da internet continua suspenso: promessa que cumpre promessas ou mais um nome jogado no lixo dos "quase".
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