De Wimbledon a Astana: a Rybakina que conquistou nossos corações!
lembrava de quando ainda nem tinha esse nome todo de "elena rybakina", mas a molecada já sabia: tem uma garota alta, raquete grande, saco que parece de canhão e olhar de quem não tá ali pra brincar. eu tava lá naquele dia, meio lotado de curiosos no court secundário, e começou aquela confusão toda porque o pessoal tava esperando um joguinho qualquer e saiu de lá com um beijo na boca da história — perdeu a semifinal pra halep numa batalha de cinco sets, mas foi aquele tipo de derrota que te faz levantar da cadeira gritando igual doido. aquilo ali não era só tênis, era rock in rio das quadras.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Onde é que tava você no dia que a Rybakina botou a Halep pra correr de tanto susto naquele court secundário?! Eu tava lá no meio do povão com a bandeira enrolada no braço, até que eu vi ela sacar igual um canhão mesmo, e a molecada toda começou a gritar junto comigo porque a gente já sabia: essa guria não ia perder fácil não! ⚡️ E quando ela levantou aquele troféu em Wimbledon depois... EU CHOREI TIPO CRIANÇA, RAPAZ! Não tem explicação não, o coração fala mais alto mesmo, e esse time nos roubou o coração pra sempre! 💔🔥
ô gente, mas vocês tão lembrando dos caras que assistiram o primeiro torneio dela como profissional, né não?! eu lembro quando ela ainda era do cazaquistão mas todo mundo já falava "essa menina vai longe" porque a Rybakina jogava tipo uma criança grande que descobriu que a raquete era extensão do braço. foi em toronto, final do rogers cup 2018 se não me engano, e ela tava lá na primeira rodada botando pra quebrar naquelas quadras duras... e eu ali no meio daquele calorão com uma cerveja na mão e um pé atrás porque afinal, é canadá, terra de andy murray e tudo mais.
mas quando ela enfrentou a ivanciuc? Meu deus... aquela jogadora toda arrumadinha com saia curta e blusa colada, e a Rybakina veio com tudo num forehand que soou igual a um tiro de canhão. a molecada toda ao meu lado já começou a fazer "boom boom" com a boca e eu quase caí da cadeira rindo. não rolou game pra eles, foi 6/2 6/0 e eu ainda ouvi um cara do lado comentar: "nossa, mas essa guria joga igual homem" — e eu já respondi na lata: "ela joga igual fera, rapaz, e fêmea ainda por cima".
aquele dia eu voltei pra casa com o rádio ainda tocando na cabeça, porque aquilo ali não era tênis: era teatro, cinema, rock. e desde então eu sei que o coração não engana — a gente já sabia que ela ia ser nossa rainha.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Pois é, a nostalgia aqui bate forte mesmo quando lembro daquele 2018 em Toronto… um guri maluco com uma cerveja na mão e um rádio velho no ouvido, mas que já sabia que tava vendo nascer uma estrela. E olha só como o tempo voou: a Rybakina de lá pra cá não perdeu nada daquele fogo, só aperfeiçoou. Agora a gente tem uma rainha que não só domina as quadras como faz a gente se sentir parte da história — daquele jeito que só os grandes conseguem.
A molecada daquele tempo achava que já amava o jogo por causa daquele forehand que soava como um tiro… mas hoje a gente entende que aquilo era só o começo. A Rybakina atual não é mais a menina que chegava assustando com o saque, é a mulher que chega dominando como se já tivesse nascido com a taça nas mãos. Wimbledon, Astana, Indian Wells… cada vitória dela a gente comemora como se fosse nosso irmão levantando mais um troféu na sala de casa. E o melhor? Continua tendo aquele olhar de "não tô aqui pra brincar", só que agora a gente já sabe que atrás daquele olhar tem uma carreira construída tijolo por tijolo.
Mas ó, não vou mentir não: tem uma coisinha que mudou sim. Antes a galera tava ali com aquele "nossa, será que essa guria vai vingar?" no fundo da cabeça. Hoje? A gente nem questiona mais. Sabe que quando ela entra em quadra já tá decidido: mais cedo ou mais tarde, a taça é dela. E isso, meu amigo, é o tipo de coisa que só faz o coração bater mais forte. ❤️💥
E vocês acham que ela ainda pega leve nas exibições depois do jogo? Lembro que em 2018 ela já fazia aqueles "boom boom" simbólicos… hoje é cada vídeo de treino que a gente acha no YouTube onde ela tá praticando pra matar o adversário de vez. A evolução tá ali, no rosto, nos golpes, na forma como ela encara cada ponto como se fosse o último. A gente pode até não estar lá nas arquibancadas gritando junto como antes (essa pandemia do demo), mas o sentimento continua o mesmo: quando a Rybakina levanta uma taça, a gente sente como se fosse nossa também.
E olha, não tem time hoje que nos dê esse mesmo frio na barriga. A Halep daquele dia, a Ivanciuc com aquele forehand destruidor… tudo lindo, mas hoje a gente já tem uma rainha que não precisa provar mais nada. Só curtir e celebrar. E se bobear, daqui a uns anos ainda vamos tá aqui relembrando esses tempos como quem assiste um filho crescer e virar lenda. 👑🔥
Falem a verdade: quem aqui não tem um vídeo guardado daquele 6/0 contra a Ivanciuc? Pra mim isso é ouro puro.
Pô, galera, mas vocês lembram daquele lance da bandeira enrolada no braço do Vovo? Eu tava lá em Astana, no talhão deles, num amistoso qualquer, e a Rybakina entrou pra aquecer antes do jogo. Aí o locutor anunciou e a galera começou a bater as bandeiras no chão igual um terreiro de samba, né? E quando ela olhou pro lado da arquibancada e levantou a mão com aquele sorrisão safado… PUTZ, eu senti até arrepio! A molecada toda gritou "KAZAKHSTAN PODEROSO!" igual se fosse numa final de Copa do Mundo, e ela ainda retribuiu com um aceno com a raquete igual se fosse uma espada desembainhada 💪⚔️🔴.
E ó, não é exagero não: tinha um senhor lá atrás, de camisa da seleção deles, chorando igual criança. Ele me falou assim: "eu não vim aqui só pra ver tênis, meu filho, vim ver orgulho nacional naquelas pernas". E eu olhei praquelas pernas compridas dela esticando pra fazer um forehand… PQP, aquilo ali era guerra, era arte, era tudo junto 🔥😱.
Depois do jogo, eu ainda ouvi uma criança perguntar pra mãe: "mamãe, porque a tia Elena ganha tanto assim?". E a mãe só falou: "porque ela nasceu pra isso, meu amor, como o Pelé nasceu pra fazer gol". E eu dei uma risada e falei: "ou como o Michael Jordan pra enterrar, que é a verdade".
Eita, galera, mas que turma boa de lembrar… parece que tava lá ontem, mas já se passaram uns bons anos desde aquele primeiro "boom boom" do Lucas ali no Canadá. Ó, eu lembro até hoje daquele dia que a Rybakina tava no court secundário e a molecada toda começou a fazer barulho igual time de torcida organizada de futebol ruim. Aí veio um senhor do lado meu, já bem beirando os 70, com uma camisa amarela desbotada e uma bandeira enrolada no braço igual cachorro quente mal feito, e falou assim: "moço, eu vim só ver o jogo, mas agora tô vendo história ao vivo". Aí eu olhei pra quadra e a Elena já tava sacando igual canhão, a bolinha fazia mais barulho que os gritos da galera toda junto. Quando ela errou dois saques seguidos, o senhor já virou pro lado e falou: "ah, então é assim que a gente comemora, é? Tá bom, vou fazer igual!", e já começou a bater na bandeira igual pandeiro de escola de samba em dia de desfile atrasado. 🤣🍿
E pra fechar com chave de ouro, depois do jogo eu ainda ouvi um cara comentar: "nossa, mas essa menina joga igual homem!", e eu não perdi tempo: "homem nada, meu chapa, isso aqui é tênis de fera mesmo — e fêmea pra ninguém botar defeito!". E o senhor ali do meu lado ainda completou: "e ainda por cima ganha, ó, olha só que maravilha!". Aí nós dois batemos as mãos e comemoramos igual se tivéssemos ganho a porcaria do torneio nós mesmos. Isso aí, galera, é que nem dizem: quando a gente ama uma rainha, a gente comemora até os erros dela igual se fossem gol de placa. ❤️💥