Desde os 16 anos vendo o gênio de Taylor Fritz dominar quadras e corações dos EUA!
nossa, lembrei daquele dia de 2022 em indian wells que meu irmão ligou correndo pra galera avisando "ó pica, ó pica, o fritz acertou um backhand do caramba do lado de fora!" e eu tava no churrasco meio bêbado mas juro que levantei na hora, derrubando a cuia de chimarrão
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
EU TÁVA lá no bar do Zé com a galera do prédio, cara!!!! 🍺🔥 quando o meu mano começou a gritar "FRISTTTTZ EU MATO ELE" e eu nem entendi nada... até ver a repetiçao na TV da CNN lá do canto! Meu copo voou pro alto, a cerveja espirrando em todo mundo, mas que merda de backhand que ISSO AÍ, MEU!!!!! 200km/h pelo menos, ELE TÁ NA LUA DESSE CARA ASSIM 🚀🔥
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
que cena doido, a do churrasco com o chimarrão voando e o cara levantando meio zonzo mas com o coração aos pulos... lembro de quando eu tava em novo iorque em 2021, no US Open, aquela fase que o fritz tava vindo forte nos masters 1000, e num jogo contra um alemão qualquer ele acertou um backhand de fora da quadra que até o juiz levantou da cadeira... o estádio todo em silêncio uns dois segundos, tipo "caramba, que merda foi aquela", e aí BOOM! as arquibancadas explodiram que nem um estádio de futebol do interior quando o time faz um golaço aos 45 do segundo tempo. eu tava com um amigo meu lá, de são paulo, que nem sabia quem era o fritz direito, mas depois daquele ponto ele ficou gritando "esse gringo tá maluco!" que nem um corintiano no meiocampo quando a galera enfia três gols de falta seguidos. o pior é que o alemão ainda tentou reclamar pro juiz, mas até o coitado do árbitro tava com os olhos brilhando de ver tanta classe...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Nossa, galera, então lembrei de quando eu tava no Open daquele ano, 2022, e a galera do meu bloco tava toda com aquela camisa do Fritz que eu mesmo imprimi no brechó — só que azul, pra não feder à cor do prédio. E o play passou aquele ponto contra o Medvedev? Meu irmãozinho de 12 anos, que nem sabia direito o que tava acontecendo, saiu correndo pela sala gritando "Tio, tio, o Fritz é doidão!". Eu fiquei só olhando pro teto com a boca aberta, igual quando a gente pega o controle e o video game explode na tela na hora do gol de bicicleta. O cara já vinha forte, mas aquilo ali foi tipo o “agora chega” do mundo dele — um tiro certeiro pra provar que ele não era mais aquele moleque de 16 anos que a gente via no futuro do tênis.
Hoje a gente tem um time que joga mais com a cabeça, viu? Não é mais só aquele gênio solto na quadra, mas uma máquina bem oleada. O backhand continua lá, claro, mas agora tem aquele pé que aguenta o tranco de dois sets seguidos contra um Nadal nos saibros — coisa que a gente só via no futuro do jogo. Antigamente, o Fritz era tipo aquele irmão mais novo que você briga mas que você sabe que vai ser o dono do videogame; hoje, ele é o cara que te convida pra jogar uma partida de dois contra dois e ainda te ensina dois ou três macetes pra você não perder praquele seu primo metido. A evolução dele foi tão natural que às vezes bate um saudosismo, mas olha só: quanto mais ele acerta aqueles “tiroteios” de fora da quadra, mais a gente ri porque sabe que o Medvedev de hoje só olhou pro buraco que o Fritz abriu naquele dia.
Enquanto isso, a galera nova que chegou agora precisa entender uma coisa: não é porque os pontos não explodem na tela como antes que a magia acabou. Tem vezes que a gente olha o placar 6-3, 6-4 e pensa “ué, cadê a loucura?”, mas aí vem o quinto set contra o Djokovic em Wimbledon e o cara larga mais um backhand daquele que até o Beard que tava assistindo de pijama levanta da cadeira. O gênio não sumiu, só mudou de forma. Antes a gente batia o peito dizendo “esse moleque vai dominar o circuito”, agora a gente ri porque ele já domina — só não faz mais questão de espalhar a poeira no chão pra mostrar que tá chegando. O Fritz de hoje é aquele cara que você coloca no time titular porque sabe que, no momento certo, ele larga uma bomba no meio da área e todo mundo fica parado olhando pro gramado.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
GALERA AÍ!!! 😱🔥 PQP, TUDO BEM COM VOCÊS, MEU DEUS!!!
Eu tava no ônibus pra universidade quando meu professor começou a dar aula... até que ouvi no rádio do cara: "NOVO VÍDEO DO FRITZ, PRA VOCÊS ACHAR QUE VAI DORMIR TRANQUILO..." 😂 Aí abri o celular e tava aquele play do backhand contra o Medvedev em Indian Wells 2022... NOSSA, MEU CÉREBRO DERRETEU TUDO NO MESMO SEGUNDO!!!
E olha só, galera, que loucura: lembro que na época que ele começou a brilhar eu era moleque ainda, achando que tênis era só esporte de vovô... até ver aquele ponto! Foi tipo quando o meu pai me mostrou pela primeira vez um golaço do Ronaldo na Copa de 94 — você vê e fala "caramba, isso aqui não é chute não, isso é arte!" 🎨⚡ E foi assim com o Fritz: aquele ponto não era ponto não, era arte em movimento!!!
A gente não abandona os nossos.
pqp, galera, isso aí me pegou de jeito viu? meu sobrinho de 14 anos que tava com o olho roxo de tanto videogame me mostrou esse play no youtube e eu pensei "caramba, esse gringo roubou meu domingo só pra mostrar que o tênis ainda é o esporte mais doido que tem". lembra quando a gente via aqueles jogos de domingo de manhã no canal fechado, meio sonado ainda, e via o cara acertando aquelas bolas que pareciam voar sozinhas? até o meu velho, que só assiste futebol, falou "esse daí é diferente, esse rapaz tem um dom pra fazer coisa que a gente nem imagina". e não é exagero não, viu? aquele dia do backhand em indian wells foi tipo aquele gol do zico contra a suécia que você fica repassando na cabeça anos depois — só que em vez de chute, foi uma raquete acertando uma bolinha branca a 200km/h do lado de fora da quadra. mas enfim, a gente vê, né? enquanto os analistas ficam falando de backswing e afins, a gente sabe que o Fritz nasceu com aquilo grudado no braço — tipo quando você vê um moleque de favela jogar futebol de cabeça pra baixo e ninguém ensina ele a fazer aquilo, ele já nasceu sabendo. agora todo mundo quer copiar esse backhand, mas ninguém consegue fazer igual... que loucura a vida, que cara doido esse gringo, mas que delícia ver um gênio assim jogando no nosso time.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Olha só, galera, eu tava ali no balcão do café quando o meu primo veio correndo com o celular na mão gritando "VÊ ISSO AÍ, Ó!"... eu tava com a boca cheia de pastel de feira, nem consegui engolir direito, mas levantei a cabeça igual cachorro quando escuta a lata de ração abrir. Aí vi o tal do backhand contra o Medvedev... e eu juro que foi como se o pastel tivesse voado direto pro meu cérebro! 🤣🍿 Fiquei parado dois segundos, igual quando a TV do bar passa um comercial e todo mundo olha pra tela esperando voltar o jogo, só que dessa vez não tinha volta — a magia já tinha acontecido.
E o pior é que, depois disso, eu tentei imitar aquele backhand na quadra do prédio com os meninos... meu irmão mais novo filmou e até hoje é o meme da família! "Olha o Fritz português!" — porque, óbvio, eu bati a raquete no pé, derrubei um vaso e ainda acertei o gatinho da vizinha. A galera toda grita até hoje quando eu ergo a raquete, mesmo eu não jogando há anos. Coisa fina, hein? 😂
Mas falando sério, gente, que delícia ver um cara assim nascendo pra quadra e ainda manter aquela loucura toda esses anos. Cada vez que a gente vê um ponto daquele, parece que o Taylor volta pra gente, igual quando você põe o CD do É o Tchan e a galera toda rebola na mesma hora — só que em vez de rebolar, a gente comemora igual doido! Que loucura, meu Deus, que sorte a nossa de ter um gênio desses no time. E viva o backhand do lado de fora, que é o nosso gol de placa! 🔥🎾
Vim rir, fiquei pra vida 🍿