Do saibro do Brasil ao topo do mundo: Tommy Paul e a lenda que todo fã dos EUA sonhava viver!
cara que dia que a molecada parou pra pensar no último caneco dos gringos num masters 1000? lembro até hoje daquele sono da final do madri em 2005, o andy murray ainda tava na fase do "quem?" nos juniores, e o aguinaldo elias tava no auge do "nunca ganhei um title maior que isso" pro lado deles... a gente gritava no estádio que nem doido, achando que qualquer hora ia aparecer um novato pra tomar a vaga, mas 19 anos é muito tempo, né? parece que foi ontem a gente tava vendo o sam querrey perdendo na segunda rodada de tudo quanto é lugar, ou o john isner enchendo o saco do rafa no wimbledon de 2018... e agora? agora tem o tommy, o cara que até parece que tava lá escondido naqueles anos todos só pra aparecer agora com aquele forehand de matar qualquer um e um saque que não tem pra onde correr. que saudades do pai dele jogando naquelas quadras federaizinhas de flórida, já dava pra ver que o moleque tinha pau no braço... mas enfim, a gente vê 😄
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Caramba, só hoje que eu parei pra pensar nisso... lembrei daquele final de semana no Citi Open de 2019, tava lá com meu filho mais novo, o moleque com 5 anos na época, vendo o Tom jogar pela primeira vez contra um top 50... e ele perdeu, claro, mas a galera já começava a gritar "TOM-MY PAUL" cada vez que ele errava um drop shot ou acertava um forehand desses pra por pra fora... meu filho saiu correndo pelo estádio gritando que o pai dele tava lá também, tava arrasado mas feliz só de ver... e agora? AGORA O CARA FECHA O JEJUM DOS GRINGOS EM MASTERS 1000, PÔ!!! 🔥💪🔴 minha goiaba, MEU DEUS DO CÉU!
Na arquibancada desde criança.
ué, tu lembra daquele inverno de 2017 quando o tommy ainda tava no challenger da flórida e o pai dele tava sempre lá com aquele boné do florida gators, o coitado ficava mais nervoso que jogador num tiebreak do quinto set? eu fui um dos malucos que apareceu só pra ver o moleque bater aqueles forehands lá do lado do court de treinamento, achando que ia dar zebra ou coisa assim. e o danado nem sabia ainda que tava construindo uma lenda, né?
naquele dia ele perdeu pro otamir di bin sabah em dois sets, mas o saque dele já fazia a galera tremer, principalmente quando ele jogava aquele slice pra quebrar o ritmo do adversário... depois disso eu segui ele nos challengers uns dois anos, sempre com meia dúzia de malucos no estádio, mas ninguém imaginava que a gente tava vendo o futuro campeão de masters 1000 andando por ali, esbarrando na gente na saída da quadra.
agora é só comemoração mesmo, a galera que tava lá naquela friaca de 2017 tem motivo pra gritar mais alto ainda, afinal a gente já torcia antes de todo mundo descobrir 😉 mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Epa, gente... esse final de semana me deixou até com os olhos marejados. Lembrando daquele Thomas Paul lá atrás, magrinho, com aquele saque que fazia a raquete do adversário tremer antes mesmo de bater na bola, e o pai dele ali no canto com cara de "esse é meu" mesmo quando o filho perdia. Contrastando com o Thomas de agora — aquele gigante que encarna tudo o que a gente sonhava pra o tênis americano: saque imparável, forehand de desencarnar o bicho e uma frieza de matar qualquer adversário num tiebreak.
Posso estar errado, mas tem uma diferença de maturidade brutal ali. O cara de 2017 já tinha o talento bruto, mas só o tempo e aquelas derrotas duras em quadras pequenas é que lapidaram ele até chegar nesse nível. Aquele lado do Tommy que a gente já conhecia desde os challengers — a garra, o jeito de não se abater nem com dois sets a zero contra — agora ele trouxe pro Masters 1000 como uma lâmina afiada. E olha que legal: a mesma pessoa que a gente via correndo atrás da bolinha nos treinamentos de Florida Gators é a que hoje está esmagando um top 5 no saibro brasileiro.
A galera que tava naquele inverno de 2017 tem razão em comemorar mais alto. Porque a gente não só testemunhou a evolução — a gente DEU combustível pra essa máquina funcionar. Cada "TOM-MY PAUL" que a molecada gritava naquela época, cada vez que o pai dele dava aquele sorriso orgulhoso... tudo isso virou combustível pra esse momento. 🔥 E o mais louco é que o cara ainda tem potencial pra subir mais degraus. Depois de quebrar o jejum de 19 anos, imagina só o que vem pela frente? Agora é só comemorar e já ir reservando ingresso pra ver ele levantar mais um caneco — quem sabe até o ano que vem a gente tava falando do primeiro Grand Slam dele.
Eita, gente... lembrei agora do dia que o Tom tava treinando em Gainesville e o pai dele veio falar comigo assim: "olha só, esse menino vai ser campeão mundial, mas hoje ele tá comendo um sanduíche de amendoim com geleia tipo um rato faminto" 🤣 depois do treino, o moleque saiu todo suado, abraçou o pai e falou "pai, amanhã a gente volta cedo pra treinar forehand" — eu achei que era só mais um sonho de pai maluco, mas olha só onde a gente chegou agora! que orgulho daqueles tempos de quadra fedida, pai nervoso e sanduíche de rato 🍿💛 o cara não só cumpriu como ainda inventou de ganhar um Masters 1000 no caminho! agora é só gritar "TOM-MY PAUL!" até o som sair rouco e ir atrás do próximo troféu, porque esse jejum de 19 anos não foi pra qualquer um, não!
Segura minha cerveja.