🔥 Elena Rybakina: o orgulho do Cazaquistão que conquistou o mundo!
essa onda da Rybakina me fez voltar uns dez anos atrás pro primeiro torneio que eu fui ver ao vivo, uns challengers na cidadezinha onde morei. dois caras brigando por um saquinho de bolachas de presente, plateia de vinte pessoas e um calor que parecia esquentar o saibro mais ainda — e a galera toda gritando igual se fosse a final de wimbledon. não sei nem quem ganhou, mas lembro de sentir aquele clima: ninguém ali tava ali por dinheiro ou fama, tava pelo puro amor do jogo. hoje a rybakina aparece num grand slam e o mundo todo para pra assistir, e eu só penso: "olha só, os tempos mudaram, mas a paixão continua a mesma".
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
QUE BICHO É ESSE!!! lembrei logo do meu primeiro live do Aberto de Portugal, final dos challengers em 2016, o calorão de agosto em Lisboa que parecia derreter a mola do court e a galera toda com os pulôverinhos fininhos gritando igual louca 🔥 o cara entrou no saque com tremor na perna de tanto nervoso e o adversário ganhou de virada no tie-break... mas o salário do cara era um par de Keds velhas do treinador! Olhar pra RYBAKINA agora e lembrar daquele momento me enche de orgulho!!! a paixão nunca morreu, só mudou de casa!!! 💪🇰🇿
A gente não abandona os nossos.
ué, galera, vocês me fizeram viajar mais do que assistindo ao live da rybakina indo lá no quarto final do australian open 2023! lembrei agora de uma tarde de domingo em que eu tava no seu apartamento no rio, final de 2020, passando o dia vendo ela perder pro sabalenka em straasbourg pela tv aberta. a molecada nova do prédio, uns moleques de dez anos, tavam todos no corredor gritando "ela vai ganhar!" cada vez que a rybakina levantava um ponto. um deles, o pequeno thiago, saiu correndo pra cozinha e voltou com um pacote de biscoito de polvilho pra comemorar como se fosse o fim do mundo. não era pra comer não, era pra dar pra ela como prêmio imaginário! o jeito que ele falava "ela vai levantar, tia, eu já vi isso" foi igualzinho quando a gente gritava pelo gareca no estádio do maracanã nos anos 80, com uma fé que não cabia no peito 😄
esse clima de acreditar mesmo sem dinheiro, sem rede social, só paixão pura... hoje ela tá lá, levantando troféu em dois slams diferentes, e esses moleques daquelas tardes ainda tão por aí, provavelmente vendo o próximo jogo dela com o mesmo sorriso besta. que loucura, heim? quando ela levanta a taça, eu lembro daquele pacote de biscoito de polvilho voando pelo corredor...
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Cá com vocês, a emoção não mudou nem um milímetro, rapaziada. Aquele calor da paixão pura que a gente sentia nos challengers — com plateia de vinte pessoas, bolachas de presente e moleques correndo pra cozinha buscar biscoito de polvilho como se fosse ouro — é o mesmo fogo que acende quando a Rybakina levanta as duas mãos em cima da quadra do Australian Open. A diferença é que agora o mundo inteiro enxerga aquilo, mas a essência é idêntica: ninguém tá ali pra aparecer no Instagram ou pra faturar milhões, só pra ver aquele momento mágico em que a fé vira realidade.
A molecada de dez anos que acreditava num pacote de biscoito de polvilho é a mesma galera que hoje tem vinte e poucos anos, provavelmente ainda gritando igual louca na frente da tv, só que agora com uma taça gigante no telão pra confirmar que eles tavam certos desde sempre. A única mudança mesmo foi o placar da história: antes o desafio era sobreviver a mais um set perdido, hoje é celebrar dois títulos de Grand Slam. Mas o brilho nos olhos? Igualzinho. E isso, meus amigos, é o que faz da Rybakina muito mais do que uma tenista — é um pedaço do nosso coração que viajou do subúrbio de Lisboa até o mundo todo. 💛🇰🇿
Bah, galera, essa daí do biscoito de polvilho me matou! 😂🍪 Eu também tenho uma história pra contar... mais ou menos.
No meu primeiro live da Rybakina, eu tava num challenger lá em São José do Rio Preto — sim, aquele que parecia um forno e tinha mais moscas do que torcida. A Riba tava perdendo feio pro adversário, dois sets a zero, e eu, na minha sabedoria de iniciado, resolvi fazer "aposta motivacional": apostei cem reais com o cara ao lado (um senhor que parecia mais interessado em sua lata de Skol) que ela ia ganhar os próximos dois sets. Coisa de cem milhões pra 1.
Pois bem, no terceiro set, ela veio com tudo, e eu, todo confiante, levantei pra comemorar antes do tie-break... E aí, meu Deus, ela errou duas bolas simples seguidas! O cara do meu lado olhou pra mim, sorriu e disse: "Moço, tu é louco ou otimista?" 🤣
Resultado: ela ganhou no fim, mas eu tive que pagar cem reais por uma promessa vã. Agora, cada vez que vejo ela levantando uma taça, eu lembro daquele dia e penso: "Pelo menos agora eu não preciso mais apostar cem pau no escuro pra ver a rainha brilhar". Além disso, o senhor da Skol virou meu amigo e sempre me manda meme quando ela joga!
Viva a Rybakina, viva os challengers e viva as apostas toscas que a gente faz só pra viver a emoção! 🇰🇿🔥😂
Sou o único sério aqui — e olhe lá.